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Poemas : 

Zoológico

 
Zoológico



Ainda bem, eu aceito
Aceito sim, a diferença
Viver na diversidade é assim

Ser daquela cor, não importa
Sua altura, não incomoda
Saber das medidas, não ajuda

Não sou massa de modelar ...
Eu preciso ser aceita
Onde todos são diferentes querem é machucar

Não vou viver num zoológico de humanos
Numa sociedade identificada por raça
Perto eu quero todos cheio de alegria e amor

No controlar das emoções
Ganhei liberdade de entrar e sair
Aquele do lado desequilibrado fica ali amarrado, esperançoso em destruir



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Meu olhos contemplam os valentes



Eu quero sim me sentir viva
Sim eu quero sentir todas as emoções
Saber que sou humana

Não quero ter os sentimentos destruídos
Não quero viver com medo
Não quero está morta e ainda vivendo

Sensível ao toque
Sensível a dor
Sensível ao amor

Ganhar um abraço
Buscar um sorriso
Ah! Como eu quero, desejo viver

Mas em muitos minutos eu sinto está perto da morte
Mas em todos momentos habita em mim a força para vencer
Sou eu a capacidade de amar e de ter prazer

Quero ter os olhos bem abertos
Sentir com o coração
Ter sabedoria para fugir do desânimo

Um dia assim vai ser
Eu sei que é de grande valor
Vale muito amar, meu amor!


Fé, falar de Deus é a resposta de uma procura. A busca espiritual é uma procura de mudança dentro de si.

 
Autor
Erotides
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Enviado por Tópico
(Namastibet)
Publicado: 18/11/2021 12:48  Atualizado: 18/11/2021 14:54
Subscritor
Usuário desde: 18/08/2021
Localidade: Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1240
 Meus olhos viraram ameias











(aqui vai mais um, abraço ...)







Pois que eu desapareça.

Anseiam por noticias da minha morte,
Dou-vos o estéril, devo-vos a dor
Que não me vem, não a tenho real,
Essa não, o real é sal e eu só sou um tal,

Anseiam por notícia da minha morte,
Pois que guardem a vida vossa a sete,
Oito trancas, pois eu não morri no começo,
Nem morrerei no final do acto, só depois,

Esta minha alma fria é aço e não chora
Com o nascer do dia, nem morre agora
Com o ultimo bocado do sol, pra morrer ´
É preciso somente parar de sonhar

E eu não paro, canto até me deixar dormir
Ou quando não tiver mais remédio,
Como outros estéreis, ou vontade de viver,
Que a tenho de real e imensa,

Anseiam por noticias da minha morte,
Dou-vos a agonia minha em prosa
E o sal provém desta lágrima que teima
Em não parar, é realmente água falsa

E flui, fluirá depois que eu desapareça…



























Jorge Santos (04/2017)

























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Enviado por Tópico
Legan
Publicado: 18/11/2021 21:17  Atualizado: 18/11/2021 21:17
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Localidade: Algures em Trás-os-Montes
Mensagens: 744
 Re: Meus olhos admira os valentes
Sabedoria ganha-se com os erros.

O que é preciso, é respirar fundo e amar...(e também escrever poesia)


Abraço