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Poemas : 

No dia seguinte ninguém morreu,

 
Tags:  Namastibet    Joel Matos  
 
No dia seguinte ninguém morreu,
 








No dia seguinte ninguém morreu,
Por preguiça de morrer ou prodígio,
Inércia da morte, renúncia também
É pecado mortal, a opção será viver

Segundo o acto que dá expressão e conserva
A vida, banal e doce, estúpida, despida
E bruta, consoladora confortante conservadora
Embora isento do tédio peculiar em nós, é a

Dor do convicto, o parto com letra de meia trança
E em viés vem o resultado dourado e tardio,
Pingos do telhado já na bonança, assédio de
Gota a gota como numa fingida dança, o trio ...

Folclore garrido aos portões da referido
Garrote. injúria é escutar lest'o vento, convicto
D'ouvir soar todos os "sins" do mundo
Em conjunto, amalgamas de ferro e lata,

Analogias não têm data nem produzem
Som que bata a dignidade de quem já
É ridículo quanto basta, extra plana
A madeira é o estrado do que nada significa

Em vida, senão podridão e orgulho postiço,
No dia seguinte ninguém morreu senão
O espaço entre mim e eu, e isso não vem
Ao caso, a imprecisão não é mimética

Nem a ciência é eclética quanto a secura minha
De boca que infusão de alho não cura,
Sou fruto de cansaço duro e por quem
Os sinos dobrarão senão por mim? como se

Falassem de fantasmas sem sombra nem
Sobra ou como se alguém tivesse na forja
Envenenado o caldo, a sopa da pedra,
A ignominia não constitui memória viva

Para quem vive desigual e com instinto
De surdo mouco, repudio ambas partes,
Tal qual gato sem dono real nem idade,
Escondido das rolas como tod'a feliz

Fraca gente, mal paga é a castidade
Do indigente de rua e a força bruta
Que já ninguém admira senão eu,
(Qual intermitentemente me calo,

Mais perante a galga desonra que'agora
À boa, insofrida morte) …











Joel Matos (12 Março 2022)










http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com

















































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































Jorge Santos/Joel Matos

 
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(Namastibet)
 
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Enviado por Tópico
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Publicado: 12/03/2022 11:33  Atualizado: 12/03/2022 11:36
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Usuário desde: 18/08/2021
Localidade: Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1549
 Re: No dia seguinte ninguém morreu,














































































































































































































































































































No dia seguinte ninguém morreu,
Por preguiça de morrer ou prodígio,
Inércia da morte, renúncia também
É pecado mortal, a opção será viver

Segundo o acto que dá expressão e conserva
A vida, banal e doce, estúpida, despido
De bruto, consolador confortante conservador
Embora isento do tédio peculiar em vós, é a

Dor do convicto, parto com letra de meia onça
E em viés vem o resultado dourado e tardio,
Pingos do telhado já na bonança, assédio de
Gota a gota como numa fingida dança, o trio...

Folclore garrido aos portões da referido
Garrote. injúria é escutar lest'o vento, convicto
D'ouvir soar todos os "sins" do mundo
Em conjunto, amalgamas de ferro e lata,

Analogias não têm data nem produzem
Som que bata a dignidade de quem já
É ridículo quanto basta, extra plana
A madeira, é o estrado do que nada significa

Em vida, senão podridão e orgulho postiço,
No dia seguinte ninguém morreu senão
O espaço entre mim e eu, e isso não vem
Ao caso, a imprecisão não é mimética

Nem a ciência é eclética quanto a secura minha
De boca que infusão de alho não cura,
Sou fruto de cansaço duro e por quem
Os sinos dobrarão senão por mim? como se

Falassem de fantasmas sem sombra nem
Sobra ou como se alguém tivesse
Envenenado o caldo, a sopa da pedra,
A ignominia não constitui memória viva

Para quem vive desigual e com instinto
De surdo mouco, repúdio ambas partes,
Tal qual gato sem dono real nem idade,
Escondido das rolas como tod'a feliz gente …











Joel Matos (Janeiro 2022)










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Enviado por Tópico
(Namastibet)
Publicado: 12/03/2022 11:35  Atualizado: 12/03/2022 11:38
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 Re: No dia seguinte ninguém morreu,














































































































































































































































































































No dia seguinte ninguém morreu,
Por preguiça de morrer ou prodígio,
Inércia da morte, renúncia também
É pecado mortal, a opção será viver

Segundo o acto que dá expressão e conserva
A vida, banal e doce, estúpida, despido
De bruto, consolador confortante conservador
Embora isento do tédio peculiar em vós, é a

Dor do convicto, parto com letra de meia onça
E em viés vem o resultado dourado e tardio,
Pingos do telhado já na bonança, assédio de
Gota a gota como numa fingida dança, o trio...

Folclore garrido aos portões da referido
Garrote. injúria é escutar lest'o vento, convicto
D'ouvir soar todos os "sins" do mundo
Em conjunto, amalgamas de ferro e lata,

Analogias não têm data nem produzem
Som que bata a dignidade de quem já
É ridículo quanto basta, extra plana
A madeira, é o estrado do que nada significa

Em vida, senão podridão e orgulho postiço,
No dia seguinte ninguém morreu senão
O espaço entre mim e eu, e isso não vem
Ao caso, a imprecisão não é mimética

Nem a ciência é eclética quanto a secura minha
De boca que infusão de alho não cura,
Sou fruto de cansaço duro e por quem
Os sinos dobrarão senão por mim? como se

Falassem de fantasmas sem sombra nem
Sobra ou como se alguém tivesse
Envenenado o caldo, a sopa da pedra,
A ignominia não constitui memória viva

Para quem vive desigual e com instinto
De surdo mouco, repúdio ambas partes,
Tal qual gato sem dono real nem idade,
Escondido das rolas como tod'a feliz gente …











Joel Matos (Janeiro 2022)










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Enviado por Tópico
(Namastibet)
Publicado: 12/03/2022 14:04  Atualizado: 12/03/2022 14:04
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 Como eu, ninguém senão eu ...











































































































































































































No dia seguinte ninguém morreu,
Por preguiça de morrer ou prodígio,
Inércia da morte, renúncia também
É pecado mortal, a opção será viver

Segundo o acto que dá expressão e conserva
A vida, banal e doce, estúpida, despida
De bruta, consoladora confortante conservadora
Embora isento do tédio peculiar em nós, é a

Dor do convicto, o parto com letra de meia trança
E em viés vem o resultado dourado e tardio,
Pingos do telhado já na bonança, assédio de
Gota a gota como numa fingida dança, o trio ...

Folclore garrido aos portões da referido
Garrote. injúria é escutar lest'o vento, convicto
D'ouvir soar todos os "sins" do mundo
Em conjunto, amalgamas de ferro e lata,

Analogias não têm data nem produzem
Som que bata a dignidade de quem já
É ridículo quanto basta, extra plana
A madeira é o estrado do que nada significa

Em vida, senão podridão e orgulho postiço,
No dia seguinte ninguém morreu senão
O espaço entre mim e eu, e isso não vem
Ao caso, a imprecisão não é mimética

Nem a ciência é eclética quanto a secura minha
De boca que infusão de alho não cura,
Sou fruto de cansaço duro e por quem
Os sinos dobrarão senão por mim? como se

Falassem de fantasmas sem sombra nem
Sobra ou como se alguém tivesse na forja
Envenenado o caldo, a sopa da pedra,
A ignominia não constitui memória viva

Para quem vive desigual e com instinto
De surdo mouco, repudio ambas partes,
Tal qual gato sem dono real nem idade,
Escondido das rolas como tod'a feliz

Fraca gente, mal paga é a castidade
Do indigente de rua e a força bruta
Que já ninguém admira senão eu,
(O qual intermitentemente se cala,

Mais perante a desonra que à morte) …











Joel Matos (12 Março 2022)










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Enviado por Tópico
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 Re: No dia seguinte ninguém morreu, (versão 3 de ... 4 ? ) pq. não há segunda sem 3ª. refiro-me a guerras
]




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No dia seguinte ninguém morreu,
Por preguiça de morrer ou prodígio,
Inércia da morte, renúncia também
É pecado mortal, a opção será viver

Segundo o acto que dá expressão e conserva
A vida, banal e doce, estúpida, despida
E bruta, consoladora confortante conservadora
Embora isento do tédio peculiar em nós, é a

Dor do convicto, o parto com letra de meia trança
E em viés vem o resultado dourado e tardio,
Pingos do telhado já na bonança, assédio de
Gota a gota como numa fingida dança, o trio ...

Folclore garrido aos portões da referido
Garrote. injúria é escutar lest'o vento, convicto
D'ouvir soar todos os "sins" do mundo
Em conjunto, amalgamas de ferro e lata,

Analogias não têm data nem produzem
Som que bata a dignidade de quem já
É ridículo quanto basta, extra plana
A madeira é o estrado do que nada significa

Em vida, senão podridão e orgulho postiço,
No dia seguinte ninguém morreu senão
O espaço entre mim e eu, e isso não vem
Ao caso, a imprecisão não é mimética

Nem a ciência é eclética quanto a secura minha
De boca que infusão de alho não cura,
Sou fruto de cansaço duro e por quem
Os sinos dobrarão senão por mim? como se

Falassem de fantasmas sem sombra nem
Sobra ou como se alguém tivesse na forja
Envenenado o caldo, a sopa da pedra,
A ignominia não constitui memória viva

Para quem vive desigual e com instinto
De surdo mouco, repudio ambas partes,
Tal qual gato sem dono real nem idade,
Escondido das rolas como tod'a feliz

Fraca gente, mal paga é a castidade
Do indigente de rua e a força bruta
Que já ninguém admira senão eu,
(Qual intermitentemente se cala,

Mais perante a desonra que à boa morte) …











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