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Poemas : 

Poema da ofensa

 
Sacomano vaga a chafurdar a dor alheia procurando vida como se fosse pão.
Nogueira seca, com raizes ressecadas de pensamentos rasos, com lembranças medíocres em retalhos, agora busca inspiração.
Chafurda, chafurda...mas está difícil encontrar uma que seja das boas... doída, vulgar, erótica e suja ao ponto de celebração.
Pega tua rima, pega tua tinta e tua suposição e teces um cobertor maldades calculadas e faz tua própria iniciação.
Come o leite da propiciação de si mesmo num divino antropofágico ritual de aceitação.

E me esquece

 
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Creep
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