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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Recuar</title>
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      <description>Já tomei tantas decisões, mesmo sabendo que muitas delas estariam erradas. Já arrisquei e me arrependi. Já meti a mão no fogo por algo que na realidade não valia a pena.&lt;br /&gt;Mas enfim, a vida não é feita de tudo isto? De decisões que tomamos e que no fundo são erros. &lt;br /&gt;É tão frequente o coração dizer que deseja algo enquanto a cabeça se revolta contra isto, sabendo que tu não precisas realmente daquilo que desejas.&lt;br /&gt;O tempo passa, e com ele vem o arrependimento, a vontade de recuar para voltar a tomar uma decisão que por certo não é a mesma que tomas-te anteriormente... Perdes-te no &quot;querer&quot; porque a &quot;fazer&quot; já há pouco.&lt;br /&gt;Quando anoitece, quando te deitas e tudo o que te rodeia é um ambiente escuro que dá lugar a pensamentos profundos e ao imaginar como as coisas poderiam ter sido diferentes.&lt;br /&gt;Quando toda a gente te diz que o melhor a fazer é seguir em frente, tu agarras-te ao passado com tudo o que tens. Porque, no fundo, o passado é tudo o que tens para relembrar o quanto foram felizes juntos...</description>
      <pubDate>Mon, 27 May 2013 22:16:39 +0000</pubDate>
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      <title>O céu dos grandes</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=216865</link>
      <description>Há um sítio em que os momentos permanecem,&lt;br /&gt;um sítio em que a solidão nunca irá predominar,&lt;br /&gt;um sítio em que o sol nasce todos os dias,&lt;br /&gt;um sítio pintado com as cores do teu olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, perto e longe,&lt;br /&gt;perdido no meio da multidão,&lt;br /&gt;grita e desespera para que um dia&lt;br /&gt;ele volte a tocar o teu morto coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cabeça, no olhar.&lt;br /&gt;No agir, no cantar.&lt;br /&gt;O reflexo da tua passagem faz sentir a falta &lt;br /&gt;que a tua presença me traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fugaz foi ela, &lt;br /&gt;que te arrancou de mim &lt;br /&gt;quando não o deveria.&lt;br /&gt;Droga! &lt;br /&gt;Porque o levas-te mais cedo do que ele merecia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 de Junho,&lt;br /&gt;desde aí que a morte &lt;br /&gt;se tornou em algo mais concreto para mim.&lt;br /&gt;Um portal talvez, para encontrar o norte&lt;br /&gt;capaz de me levar de novo a ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso pedir que voltes,&lt;br /&gt;sei que isso não vale de nada.&lt;br /&gt;Por isso, espero e desespero,&lt;br /&gt;porque um dia também partirei &lt;br /&gt;com a tua alma apontada como destino.&lt;br /&gt;Este poema foi escrito em memória do meu melhor amigo, que partiu a 8 de Junho de 2011. &lt;br /&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;Sónia Fonseca</description>
      <pubDate>Sat, 17 Mar 2012 21:27:07 +0000</pubDate>
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      <title>Pura saudade</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;Acho que apesar de todas as vezes que te escrevi, apesar de tudo o que fiz e disse tu nunca tives-te a perfeita noção do que eu sentia neste meu pequeno e insignificante coração. Apesar de todas as lágrimas derramadas enquanto esperava ansiosamente uma palavra tua tu nunca te preocupas-te se sentia a tua falta ou não. &lt;br /&gt;Hoje, recordo, recordo apenas como se folhea-se um livro que apenas fui eu a escrever. Gravei na memória todas as recordações, e por mais estranho que pareça, as mais insignificantes e parvas são as que mais me recordo. Foste tu que me ensinas-te indiretamente que por vezes não amamos graças a grandes actos.&lt;br /&gt;O teu constante e diário &quot;amo-te&quot; foi-se desvanecendo por entre as imparáveis horas e com o tempo desapareceu no meio do tal &quot;para sempre&quot; que um dia me prometes-te. &lt;br /&gt;Admito, tenho saudades de tudo, saudades de quando te rias por eu estar nervosa, saudades de quando me matavas com cócegas e das vezes que me obrigavas a dar-te beijinhos. Saudades das vezes que me abraçavas com a força de mil furacões. Sim, é verdade, os momentos que parecem mais insignificantes são os que recordo mais.&lt;br /&gt;Lembro-me daquela tarde, em que os dois fizemos a promessa de ficarmos juntos. Promessa perdida.&lt;br /&gt;Nem sei porque ainda choro, porque ainda recordo com a mais profunda mágoa algo que não vai voltar. &lt;br /&gt;Tenho escondido, tenho tentado esquecer e dar o amor que sentia por ti, amor que não valorizas-te, a alguem que o valorizasse. Tudo em vão... O que a minha boca pronuncia ao dizer que te esqueceu é apenas um impulso lançado pela cabeça, de maneira a proteger o frágil coração que tanto queimas-te.&lt;br /&gt;Deixa, um dia também eu serei capaz de escrever com sinceridade na minha história que fui feliz para sempre...&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 19:38:44 +0000</pubDate>
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      <title>Baloiço</title>
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      <description>Passaram os anos, mas a memória ficou&lt;br /&gt;no tal coração que com amor me transformou;&lt;br /&gt;Perdida nos sonhos, balançava por um futuro melhor,&lt;br /&gt;usar esse balançar como um fim para toda a dor;&lt;br /&gt;Cantar enquanto sentia o vento puxar o meu cabelo&lt;br /&gt;e lançar a voz ao ar como um apelo;&lt;br /&gt;Abstrair-me de tudo aquilo que me rodeava&lt;br /&gt;enquanto que o sol o fim do dia anunciava;&lt;br /&gt;Apreciar cada balanço como uma ascensão&lt;br /&gt;e ir crescendo na pressa de queimar a solidão;&lt;br /&gt;Imaginar os meus dedos a romper o manto azul do céu,&lt;br /&gt;receber de braços erguidos aquilo que a vida me deu.&lt;br /&gt;Esticar as pernas numa tentativa de voar&lt;br /&gt;para um mundo diferente onde conseguisse aceitar&lt;br /&gt;o que a realidade tem de duro para me dar;&lt;br /&gt;Será sempre uma tentativa de limpa-lágrimas&lt;br /&gt;o fugir à dolorosa monotonia diária;&lt;br /&gt;O acto de ascender as pernas bem esticadas e sem medo,&lt;br /&gt;a força feita com as mãos nas cordas já desgastas&lt;br /&gt;pintado o chão com pegadas abstractas.&lt;br /&gt;Mostro e digo a simplicidade com que ouço,&lt;br /&gt;escrevo então a simplicidade de andar de baloiço.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jul 2011 16:10:55 +0000</pubDate>
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      <title>unico</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=187911</link>
      <description>Um dia voltarás a olhar para o passado, a tentar mudar tudo tentado ser super homem ou mulher. Irás ser manipulado por quem menos esperavas e fazer aquilo que menos querias. Irás deixar para trás os sorrisos e viver simples memórias. Irás abandonar tudo aquilo por que lutas-te e esquecer que um dia foste realmente feliz.&lt;br /&gt;Torna-te único, especial. Garante que ninguém irá ser igual a ti pois não foi inventada ainda nenhuma fotocopiadora humana. Não sejas uma imitação, garante que mais ninguém no mundo tem um sorriso e um brilho nos olhos igual ao teu.&lt;br /&gt;Encontra na felicidade do outro a tua própria felicidade.&lt;br /&gt;Sê feliz sem copiar os outros, mas inspirando-te naqueles que diversos objectivos conseguiram concretizar.&lt;br /&gt;Um dia serás simples, serás importante nesta barra cronológica que desde o teu primeiro dia de vida está a contar. No entanto, terás a certeza de que com todo o esforço que fizes-te para alcançar este objectivo, SERÁS UNICO!</description>
      <pubDate>Tue, 31 May 2011 19:44:58 +0000</pubDate>
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      <title>Sónia Fonseca - Promessas</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=187628</link>
      <description>Juras de sangue, promessas de amor&lt;br /&gt;perdidos no deserto desatinando com a dor.&lt;br /&gt;Revelações de carinho e laços de fraternidade&lt;br /&gt;sonhos desvanecidos perdidos na mentira da verdade.&lt;br /&gt;Luzes brilhando na escuridão,&lt;br /&gt;queimam e destroçam o meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui e voltei, a dor arde, agora eu sei.&lt;br /&gt;Tantas promessas eternas perdidas nas estrelas.&lt;br /&gt;Choro agora um passado reflectido no coração,&lt;br /&gt;em que passas-te de amor a desilusão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gelo queima, a chama que nos une&lt;br /&gt;funde-se o amor numa mistura que não se define.&lt;br /&gt;Os ventos levam tudo aquilo que juntos construimos&lt;br /&gt;e num misto de dor e saudade choro pelas vezes que sorrimos.&lt;br /&gt;Perdidos estão, os sentimentos veêm e vão,&lt;br /&gt;mesmo estando perdidos no meu coração estarão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui e voltei, a dor arde, agora eu sei.&lt;br /&gt;Tantas promessas eternas perdidas nas estrelas.&lt;br /&gt;Choro agora um passado reflectido no coração,&lt;br /&gt;em que passas-te de amor a desilusão...   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;(chama-me e chora comigo, torna este sentimento num achado perdido)&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 29 May 2011 13:39:16 +0000</pubDate>
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      <title>Feridas</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;color: #990066;&quot;&gt;&lt;em&gt;Faco de tudo para tornar minha prosa em poesia,&lt;br /&gt;ter-te aqui a meu lado era o que eu mais queria.&lt;br /&gt;Sentir-me bem, a teu lado desejada,&lt;br /&gt;um beijo sentido na bolina da madrugada.&lt;br /&gt;Pensar que um dia felizes fomos na verdade nua,&lt;br /&gt;pensar que te perdi num instante na realidade crua.&lt;br /&gt;Sentir-me assim perdida sem rumo certo,&lt;br /&gt;perder-te e sentir-te longe quando ainda assim estavas por perto.&lt;br /&gt;Sentir-me querida e abencoada por um momento assim feliz,&lt;br /&gt;cair de um penhasco empurrada por aquele que mais quis.&lt;br /&gt;Sentir que te perdi, sentir que assim um mau futuro pintei,&lt;br /&gt;uma ma poesia escrevi, sentir que simplesmente sonhei.&lt;br /&gt;Sim, foi sonhado e sentido, perdido mas tambem vivido,&lt;br /&gt;foi um sentimento incerto, imperfeito mas que permanece,&lt;br /&gt;na alma, no coracao que tanto aquece.&lt;br /&gt;Naquela vida por nos vivida,&lt;br /&gt;naquela batalha por ti perdida.&lt;br /&gt;Um voltar atras nao permite mudar,&lt;br /&gt;estou demasiado ferida para um dia isto sarar.&lt;br /&gt;Mas voltaras entao, sem qualquer desmedida,&lt;br /&gt;voltar um dia, a curar esta ferida?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Feb 2011 00:57:32 +0000</pubDate>
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      <title>Mostra-me</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=157827</link>
      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Porque me deixas assim?&lt;br /&gt;Num mundo indiferente e desconhecido&lt;br /&gt;Porque me deixas assim?&lt;br /&gt;De alma e coracao partido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazes de mim cobaia,&lt;br /&gt;para tuas crueis experiencias.&lt;br /&gt;Fazes de mim escrava&lt;br /&gt;para tuas preciosas carencias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizes nada ver,&lt;br /&gt;quando teus olhos um contrario mostram.&lt;br /&gt;Dizes nada ter,&lt;br /&gt;quando das as tuas amantes tudo aquilo que gostam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-me agora o que sentes,&lt;br /&gt;quando um presente nao e passado!&lt;br /&gt;Diz-me agora o que queres,&lt;br /&gt;quando a vida diz que eu sou o pecado!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sonia Fonseca&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 Oct 2010 19:24:44 +0000</pubDate>
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      <title>Simplicidade de viver</title>
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      <description>&lt;em&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica;&quot;&gt;Nao preciso de ninguem para ser feliz, nao preciso de nada, nao preciso do ar, nem da comida, nem de agua para sobreviver; Apenas preciso de mim mesma...&lt;br /&gt;Nao preciso de promessas para acreditar, de sonhos para sonhar porque simplesmente a nossa vida e um sonho desde o inicio, nos, e que nao lhe damos o valor merecido e so sentimos falta dela quando a vida adormece eternamente!&lt;br /&gt;Sempre quis valorizar todos os momentos, mas fui como todos os outros, um reles e insignificante ser humano, mas este reles e insignificante ser humano fez renascer muitos sorrisos, fez derramar muitas lagrimas, e, talvez, fez florescer alguns coracoes.&lt;br /&gt;Nunca me escreveram nenhum texto de amor, tambem nunca pedi, nunca exigi. Nunca cantaram para mim, mas se as suas palavras fossem cantadas seria a mais bela cancao de amor cantada. Nunca me levaram para uma ilha paradisiaca e longicua, mas para que viajar se o amor esta mesmo ali, presente, nao interessa o tempo nem o lugar, interessa sim o sentimento. Nao desejo nada; nao desejo voltar atras nem adivinhar o que esta em frente. Desejo sonhar no dia de hoje, nao desejo viver eternamente. A isso se chama, sim: &lt;strong&gt;Viver&lt;/strong&gt;!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #CCCC00;&quot;&gt;&lt;u&gt;Sonia Fonseca&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 24 Oct 2010 14:50:53 +0000</pubDate>
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      <title>A tal noite</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=156961</link>
      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;em&gt;Esta noite nao dormi, fiquei a olhar para as estrelas e a imaginar como seria passar aquele momento a teu lado. Tudo brilhava, a lua, as estrelas e a estrada tinha a sombra das luzes nocturnas daquelas vidas tambem desesperadas.&lt;br /&gt;Sentei-me a janela, com as pernas do lado de fora. Sentia que precisava daquilo, de estar a reflectir sozinha enquanto que as outras vidas dormiam...&lt;br /&gt;Prendi o cabelo, vesti o casaco, calcei-me e fui a andar, por ai. Espreitava as janelas discretamente; Vi felicidade, solidao, uniao, tristeza e magoa... Dei-me por contente pois naquele momento nao sentia nada! Nao sentia desespero nem orgulho. &lt;br /&gt;Voltei para casa, descalcei-me, tirei o casaco, desatei o cabelo, deitei-me e olhei mais uma vez para o ceu, desta vez ja nao haviam estrelas, era quase manha... Coloquei o meu coracao no lugar novamente. Brilha o sol la fora e eu fecho os olhos e caio no tal sono que nao conseguia alcancar. Sonho com um nada, mas acordo feliz, como se tivesse finalmente descoberto uma razao para viver...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Sonia Fonseca&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 23 Oct 2010 16:24:27 +0000</pubDate>
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