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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Sat, 09 May 2026 17:46:03 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Luz e Névoa</title>
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      <description>A manhã veste-se de névoa e silêncio,&lt;br /&gt;Como se o mundo hesitasse em acordar.&lt;br /&gt;Os raios do sol, tímidos e longos,&lt;br /&gt;Brilham entre árvores nuas,&lt;br /&gt;Rasgando a incerteza do ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sou eu, senão o eco dessas sombras,&lt;br /&gt;Dessa luz que não sabe se chega ou se parte?&lt;br /&gt;O dia começa, mas em mim tudo permanece,&lt;br /&gt;Como as árvores que, mesmo sem folhas,&lt;br /&gt;Guardam em si a promessa de outra estação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, quem me dera ser a bruma,&lt;br /&gt;Que existe sem se saber.&lt;br /&gt;Um instante eterno entre o agora e o depois,&lt;br /&gt;Sem o peso do que fui, sem a ânsia do que serei,&lt;br /&gt;Apenas existindo, levemente,&lt;br /&gt;Como o véu de névoa que cobre o campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que o sol insiste em nascer,&lt;br /&gt;E a vida, com sua inflexível rotina,&lt;br /&gt;Me chama de volta ao chão,&lt;br /&gt;Onde as sombras crescem,&lt;br /&gt;E os passos são traços que desaparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou como essas árvores, presas ao que sou,&lt;br /&gt;Mas sonhando com o que poderia ser,&lt;br /&gt;Raízes na terra, ramos no céu,&lt;br /&gt;Entre o silêncio e o vento,&lt;br /&gt;Entre o tempo que passa e o tempo que permanece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há em mim uma saudade do que nunca vivi,&lt;br /&gt;Um cansaço do que nunca fui.&lt;br /&gt;Mas, como essas árvores que suportam o inverno,&lt;br /&gt;Eu espero a primavera,&lt;br /&gt;Que sempre vem, ainda que demore,&lt;br /&gt;E enche de folhas o que parecia morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, deixo-me perder na névoa,&lt;br /&gt;Entre a luz que desponta e a escuridão que some,&lt;br /&gt;No intervalo fugaz de uma manhã sem pressa,&lt;br /&gt;Onde o tempo, por um breve momento,&lt;br /&gt;Esquece de ser.</description>
      <pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:00:56 +0000</pubDate>
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      <title>Sobre ti</title>
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      <description>Se meu amor por ti fosse um mar, tu serias a onda que sempre retorna à minha praia.&lt;br /&gt;Mesmo que as marés mudem e os ventos soprem fortes, teu carinho é a calmaria que minha alma encontra.&lt;br /&gt;Teus olhos, dois faróis brilhando no horizonte, guiam-me de volta ao porto seguro de teus braços.&lt;br /&gt;E em cada beijo, sinto o doce sabor de um destino compartilhado, um futuro esculpido em promessas eternas.&lt;br /&gt;Nos teus abraços, encontro o calor que me aquece nos dias frios e a força que me sustenta nas tempestades da vida.&lt;br /&gt;Tu és o verso mais belo do meu poema, a rima perfeita em cada linha do meu coração.&lt;br /&gt;Amo-te não apenas pelo que és, mas pelo que me fazes ser, uma versão melhor de mim mesmo, refletida no espelho do teu olhar.&lt;br /&gt;Em ti, descubro o infinito nas pequenas coisas, a eternidade em cada momento e o amor verdadeiro em cada batida do meu coração.</description>
      <pubDate>Sun, 30 Jun 2024 18:25:24 +0000</pubDate>
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      <title>Para sempre</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371725</link>
      <description>Se eu pudesse escrever-te,&lt;br /&gt;Se eu pudesse desenhar-te,&lt;br /&gt;Queria que a paisagem do meu lapis fosse o teu sorriso.&lt;br /&gt;A hora que os teus labios encontraram os meus,&lt;br /&gt;Quando o relógio parou nas tuas mãos que beijaram as minhas, naquele passeio onde amei os teus segundos.&lt;br /&gt;O teu olhar, a tua confirmação, o teu e meu que fomos,&lt;br /&gt;O teu &quot;És diferente&quot; quando tudo parece igual.&lt;br /&gt;Quando nos despedimos, mas me encontrei dentro de ti afinal,&lt;br /&gt;Quando choraste no meu ombro, e eu te abracei.&lt;br /&gt;Quando te vi caminhando, nesse teu vestido rosa, &lt;br /&gt;Parando o olhar, transito e alvorada,&lt;br /&gt;Quando TU amor foste eu e nós.&lt;br /&gt;Quando nós fomos tu e Eu.&lt;br /&gt;Amar-te-ei até que o ar queira ser o meu último suspiro. E para isso respiro.</description>
      <pubDate>Sun, 10 Mar 2024 08:13:30 +0000</pubDate>
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      <title>Ah, garrote 2014</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371368</link>
      <description>Estou farto de comer do lirismo contido,&lt;br /&gt;Do lirismo polido e obediente,&lt;br /&gt;Do lirismo burocrático, preso a horários e formalidades nas saias da cortesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cansado do lirismo que se lambe dos dedos, e consulta o dicionário para espiar o sexo das palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abomino os puristas.&lt;br /&gt;De muitos as palavras, especialmente os barbarismos universais,&lt;br /&gt;Todas as obras, especialmente as sintaxes complexas.&lt;br /&gt;Todos os ritmos, especialmente os incontáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou farto do lirismo sedutor,&lt;br /&gt;Político,&lt;br /&gt;Superficial,&lt;br /&gt;Destrutivo,&lt;br /&gt;De todo lirismo que se prostitui à vontade alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De resto, não é lirismo,&lt;br /&gt;Mas sim uma contabilidade, uma tabela de funções matemáticas, um secretário exemplar com cem modelos de cartas e formas de agradar as mulheres.&lt;br /&gt;Prefiro o lirismo dos desajustados,&lt;br /&gt;O lirismo dos bêbados,&lt;br /&gt;O lirismo árduo e aguçado dos marginalizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foda-se o lirismo que não liberta.</description>
      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 20:37:58 +0000</pubDate>
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      <title>Ressonâncias Poéticas</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371365</link>
      <description>Nos murmúrios do vento, domino o silêncio,&lt;br /&gt;Ecoa a brisa da saudade no meu peito. Trago comigo das eras a missão do poema, a urgência grávida de erguer pirâmides no teu ventre.&lt;br /&gt;Anseio salivar a tua doce presença,&lt;br /&gt;Entre ruínas de versos e desejos insatisfeitos.&lt;br /&gt;Ninguém me ensinou a ser tolo, a girar como uma roda de um moinho, mas espreito pelas costuras da vida, à procura dos peixes, dos arco-íris que brilham nas tuas pálpebras, como uma criança abandonada.&lt;br /&gt;Tenho asas e não voo, guelras e só respiro por meio das palavras, dos verbos.&lt;br /&gt;Nos teus peitos cravei estacas para marcar os campos da fome, os limites das baías tristes dos teus cabelos, onde naufrago como um cacto no deserto.&lt;br /&gt;E nas falésias, uno-me às marés e aos ventos, como as antigas caravelas extintas do meu país.&lt;br /&gt;Nem sereias, nem canções, nem moradas, nem lamentações.&lt;br /&gt;Ser poeta é definhar a cada dia, envenenado como um gato vadio que se espuma pelas ondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca...</description>
      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 08:22:15 +0000</pubDate>
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      <title>Esse dia</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371360</link>
      <description>Um dia, saberás que chegou o dia, quando tu fores o dia, para seres mais um lindo dia, num dia de alguém.</description>
      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 21:43:41 +0000</pubDate>
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      <title>Outro lugar</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371359</link>
      <description>[Verso 1]&lt;br /&gt;Nesta margem tranquila, onde o céu se alarga&lt;br /&gt;Que cria um arco sobre o rio, em paisagem tão clara&lt;br /&gt;Neste momento suspenso, em que o tempo desacelera e trava&lt;br /&gt;Deixo-me levar, por esta cena tão sincera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Refrão]&lt;br /&gt;Levado pela corrente, sem destino a seguir&lt;br /&gt;Deixo o coração guiar, sem medo de partir&lt;br /&gt;E quando a noite chegar, sobre esta margem ir descansar&lt;br /&gt;Deixo-me levar, pela maré, em busca de outro lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Verso 2]&lt;br /&gt;Sobre esta margem, onde a alma se perde em devaneio&lt;br /&gt;Neste momento estranho, onde o tempo se faz Janeiro&lt;br /&gt;Minha alma alcança voo, para além do meu peito&lt;br /&gt;Levada pela maré, em busca do novo leito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Refrão]&lt;br /&gt;Levado pela corrente, sem destino a seguir&lt;br /&gt;Deixo o coração guiar, sem medo de partir&lt;br /&gt;E quando a noite chegar, sobre esta margem ir descansar&lt;br /&gt;Deixo-me levar, pela maré, em busca de outro lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Ponte]&lt;br /&gt;Perdido em outras visões, a alma já se desfaz&lt;br /&gt;Na bruma das utopias, sem rumo, sem mais&lt;br /&gt;Vou em viagem, sem destino, sem mala a carregar&lt;br /&gt;E quando a noite chegar, sobre esta margem repousar.</description>
      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 18:11:52 +0000</pubDate>
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      <title>Se as minhas ondas falassem...</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371347</link>
      <description>Sobre as ondas do vasto mar a refluir,&lt;br /&gt;O pensamento vagueia sem rumo,&lt;br /&gt;Como eu, sonhador, a contemplar sem fim,&lt;br /&gt;O mistério do oceano profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexões sobre a vida e sua maré,&lt;br /&gt;Como águas a se entrelaçarem em dança,&lt;br /&gt;Sinto-me pequeno diante da imensidão,&lt;br /&gt;E mergulho na busca pela esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, mar, tu és o espelho da minha alma,&lt;br /&gt;Revelando segredos e incertezas,&lt;br /&gt;Assim como eu, cheio de contradições,&lt;br /&gt;Nas tuas águas encontro minhas grandezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletindo como as ondas que quebram,&lt;br /&gt;E se espalham em espumas ao vento,&lt;br /&gt;Assim são meus pensamentos dispersos,&lt;br /&gt;Buscando significado no sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar, testemunha silenciosa do tempo,&lt;br /&gt;Ecoa em mim as vozes do meu ser,&lt;br /&gt;Revelando as múltiplas faces da existência,&lt;br /&gt;E o eterno questionar do que é viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas areias da praia, caminho sozinho,&lt;br /&gt;Refletindo sobre o fluir dos instantes,&lt;br /&gt;Como a maré que sobe e logo recua,&lt;br /&gt;Assim são meus momentos tão distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, mar salgado, meu reflexo no teu espelho,&lt;br /&gt;Como as palavras que Fernando Pessoa fez,&lt;br /&gt;Na tua vastidão, encontro a mim mesmo,&lt;br /&gt;E na tua imensidão, encontro minha vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas tuas águas, mergulho minhas dúvidas,&lt;br /&gt;E nelas encontro respostas fugidias,&lt;br /&gt;Como as palavras do poeta incerto,&lt;br /&gt;No reflexo do mar, surge a poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Pessoa, reflito sobre este mar,&lt;br /&gt;E nele encontro meu próprio labirinto,&lt;br /&gt;Navegando entre ondas de incompreensão,&lt;br /&gt;Buscando descobrir meu próprio instinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada reflexão, encontro um enigma,&lt;br /&gt;E como as palavras do mestre lusitano,&lt;br /&gt;Na imensidão do mar me vejo refletido,&lt;br /&gt;E descubro que meu ser é soberano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois assim como o mar, sou feito de mistério,&lt;br /&gt;E nas minhas ondas ocultas reside a verdade,&lt;br /&gt;Refletindo sobre a vida e o seu sentido,&lt;br /&gt;Entrego-me à imensidão da minha liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, mar, tu és meu confidente e meu guia,&lt;br /&gt;Nas tuas águas eu descubro minha voz,&lt;br /&gt;Refletindo como as estrelas no céu noturno,&lt;br /&gt;Descubro o universo dentro de mim, atroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Pessoa, mergulho na vastidão,&lt;br /&gt;E encontro nas ondas a minha inspiração,&lt;br /&gt;Refletindo sobre a vida e sua efemeridade,&lt;br /&gt;Descubro que sou parte da eternidade.</description>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 13:17:24 +0000</pubDate>
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      <title>Melancolia em versos: Eco de saudade</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371344</link>
      <description>No abismo da saudade, vagueio sozinho,&lt;br /&gt;Entre memórias e sombras, meu fado descaminho,&lt;br /&gt;Nos ecos do tempo, a nostalgia se agita,&lt;br /&gt;E a melancolia dança ao som da escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, saudade, vestida de melancolia,&lt;br /&gt;Teço versos de ausência e melodia,&lt;br /&gt;No labirinto do passado, vagueio em desejo,&lt;br /&gt;Revivendo em cada lembrança, o eterno ensejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entre sonhos desfeitos e promessas antigas,&lt;br /&gt;Surge a nostalgia, como uma dor bendita,&lt;br /&gt;Envolta em véus de saudade, sinto a ausência do que foi,&lt;br /&gt;E a presença constante do que em mim ficou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No eco das palavras não ditas, no silêncio do olhar,&lt;br /&gt;Sinto a presença ausente de quem não pude amar,&lt;br /&gt;E na alma desamparada, ecoa a voz da solidão,&lt;br /&gt;Num eterno lamento, na dança da ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, saudade, labirinto de sombras e desvelos,&lt;br /&gt;Em teu abraço convido meus mais tristes anelos,&lt;br /&gt;Pois mesmo na ausência, sinto-te tão presente,&lt;br /&gt;Como um eterno suspiro, em minha alma ausente.</description>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 04:44:13 +0000</pubDate>
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      <title>Celestial</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371342</link>
      <description>No teatro infinito do universo,&lt;br /&gt;Dançam galáxias em deslumbrante verso,&lt;br /&gt;A ciência, musa desta epopeia diversa,&lt;br /&gt;Desvenda segredos na nossa imersa imersão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observatórios sussurram segredos celestes,&lt;br /&gt;Telescópios desvendam mistérios agrestes,&lt;br /&gt;A matemática, a linguagem das esferas,&lt;br /&gt;Revela a sinfonia das leis verdadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em laboratórios de almas questionadoras,&lt;br /&gt;A química e a física tecem suas histórias,&lt;br /&gt;Na busca das origens e destinos etéreos,&lt;br /&gt;Despertando a sabedoria dos curiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ondas gravitacionais dançam em melodias,&lt;br /&gt;Revelando a presença de estrelas fugidias,&lt;br /&gt;Enquanto a biologia explora a vida em festa,&lt;br /&gt;Na compreensão das formas de natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada átomo, um cosmos em miniatura,&lt;br /&gt;Nas fórmulas e equações, a mais pura ternura,&lt;br /&gt;Pois a ciência, em sua busca infinda,&lt;br /&gt;Desvela a beleza que o universo ainda finda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das partículas mais ínfimas ao mais longínquo,&lt;br /&gt;A ciência e o universo num abraço singelo,&lt;br /&gt;Revelando a poesia da existência verdadeira,&lt;br /&gt;Num enlace eterno, uma dança derradeira.</description>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 04:36:40 +0000</pubDate>
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