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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Maternidade</title>
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      <description>&lt;strong&gt;Acende a noite que te abraça&lt;br /&gt;e ilumine-a com a luz do novo amor,&lt;br /&gt;da semente que te incendeia o horizonte.&lt;br /&gt;Permita-se visitar em teu olhar&lt;br /&gt;o pulsar do coração que já te espera,&lt;br /&gt;perpassando a penumbra do teu ventre,&lt;br /&gt;e o óbice da gravidez vencido.  &lt;br /&gt;Toda incerteza lançada ao céu, &lt;br /&gt;restitui à tua alma a primavera  &lt;br /&gt;em frescor de vida e promessas.&lt;br /&gt;Festeja o ajardinar da tua espera.&lt;br /&gt;Cultive na alma o sabor de saudade,&lt;br /&gt;na dádiva inata da imensidão do tempo,&lt;br /&gt;do rosto que em ti nasce para a eternidade.&lt;br /&gt;Com a luz do novo ser que te aquece,&lt;br /&gt;ilumina a gratidão que te cerca&lt;br /&gt;e que por vós, com alegria, &lt;br /&gt;se faz louvor e prece.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O milagre da vida volta a colorir as folhagens do outono que me tem avançado e oferecer-me novo sorriso primaveril. A família cresce!</description>
      <pubDate>Sat, 09 Nov 2019 02:12:34 +0000</pubDate>
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      <title>Tributo a Ela...</title>
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      <description>Mulher, mulher, mulher!&lt;br /&gt;Teu verbo místico que a beleza alimenta &lt;br /&gt;É diapasão dos tons que ao rouxinol afina&lt;br /&gt;E impregna os astros da aura feminina, &lt;br /&gt;Qual candeia azul em noites de tormenta.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Mulher, mulher, mulher!&lt;br /&gt;Condão do tempo que tudo em si refaz,&lt;br /&gt;Da rocha eterna à furtiva gota fugidia,&lt;br /&gt;Medianeira se fez e faz na tez vazia&lt;br /&gt;Do bem que havia e há na via que te traz.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Mulher, mulher, mulher!&lt;br /&gt;Similar ao éter, cintila equilibrada,&lt;br /&gt;Cumeeira erigida ou parca guedelha&lt;br /&gt;De muitas ou duma eloqüente centelha&lt;br /&gt;Que a tudo transpassa na cimeira estrelada&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Mulher, mulher, mulher!&lt;br /&gt;És tudo, ainda que te encontre o nada,&lt;br /&gt;Como nada serei nem saberei onde vou&lt;br /&gt;Se do ventre que gera o ser seu que sou&lt;br /&gt;Abstrair-me de ti, terna senzala e morada.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Mulher, mulher, mulher!&lt;br /&gt;Douro e tempero meus obas e ais,&lt;br /&gt;Lustro os metais e enfeito-te o ninho&lt;br /&gt;E com caldas de mel de ternura e carinho,&lt;br /&gt;Nesses versos e rimas venho te ofertar.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Mar 2018 22:26:09 +0000</pubDate>
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      <title>Sim...</title>
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      <description>Enriquecido com a luz do novo olhar&lt;br /&gt;Levantou-se um dia cálido na aurora&lt;br /&gt;E despertou o horizonte e o lugar&lt;br /&gt;Onde enlutada, nos restos, a noite chora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-se então o ermo e fusco sentimento&lt;br /&gt;Que com ela em parceria nos consome&lt;br /&gt;Assim com o “sim” retorna o fundamento&lt;br /&gt;E na “luz branca” nos renasce o sobrenome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os nós que nos atavam a tantos nãos&lt;br /&gt;Desfeitos hão de ser em todos nós&lt;br /&gt;A liberdade de colher em nossas mãos&lt;br /&gt;Os lamentos que hirtos nos tinham, e sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solidários à esperança ao “sim” selada&lt;br /&gt;Em douradas catedrais de mil perdões,&lt;br /&gt;E a dor, fantasma errante, em pó tornada,&lt;br /&gt;Se transmuta em amor nos corações. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 16 Dec 2017 20:18:32 +0000</pubDate>
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      <title>Os três que sou</title>
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      <description>Sou imagem impoluta que de mim extraio&lt;br /&gt;Sou deformidade em foco? A visão retraio.&lt;br /&gt;Sou meritório brilho e o reconhecer exijo.&lt;br /&gt;Sou de mim, até do odor que exalo, regozijo.&lt;br /&gt;Sou perno seguro antes que o porvir desabe&lt;br /&gt;Sou o que penso ser, mas se sou ninguém sabe! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou requisito de honor e do suor que espia&lt;br /&gt;Sou bedel colorido que à atenção esvazia&lt;br /&gt;Sou das rodinhas o amor e o titular da vez&lt;br /&gt;Sou celebre folhetim em que se lê sensatez &lt;br /&gt;Sou modéstia radiante diante do que se gabe &lt;br /&gt;Sou o que pensas que sou, mas não se sabe! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o que sou e mais o que ser não quero&lt;br /&gt;Sou o que já não se conta e que ser espero&lt;br /&gt;Sou o que de mais se pensa e não conto ser&lt;br /&gt;Sou a realidade que conta, a me convencer&lt;br /&gt;Sou o incerto da conta do ser que me cabe&lt;br /&gt;Sou o que de fato sou e que só Deus sabe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ser que sou não sei e ninguém me sabe dizer...&lt;br /&gt;E o certo é que um só não sou, devo reconhecer!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 24 Nov 2017 02:29:45 +0000</pubDate>
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      <title>Reverência ao Mestre</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=329013</link>
      <description>Na magia da infância pelas sendas do saber&lt;br /&gt;Um ser mais que encantado em presença abrasante&lt;br /&gt;Tem no olhar atento e quente, sol daquele amanhecer,&lt;br /&gt;Ádito de certezas a nutrir o amor infante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arauto que mil vezes verte verbos sem deter&lt;br /&gt;Nos enredos que a vida determina em cada instante&lt;br /&gt;Ceifando terra virgem, flor botão põe-se a colher, &lt;br /&gt;Tem o Mestre a sua frente missão nobre e relevante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impregnar no palato dos futuros neo-doutores&lt;br /&gt;Inaugural sabor do transitório e do infinito&lt;br /&gt;Nas letras, nas ciências, na historia e nas artes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacerdócio ingente, supre ócio, esquece amores&lt;br /&gt;Abraçando seu claustro (o ensino) oh ser bendito!&lt;br /&gt;Forjam, sim, o porvir, em ouro e mel, tais baluartes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 15 Oct 2017 22:17:48 +0000</pubDate>
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      <title>O homem, suprimento da terra.</title>
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      <description>O homem , suprimento da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À tona ao sol e ao vento, &lt;br /&gt;pairam reveladas as dores, &lt;br /&gt;rasgados amores, &lt;br /&gt;atores e atos, fainas e fatos, &lt;br /&gt;senhores, robustos mandatos, do pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engenhosos arranjos de abstratos convênios, &lt;br /&gt;artifícios vorazes em mentes ardentes&lt;br /&gt;e na ribalta os milênios &lt;br /&gt;reluzem historia em plural aparência...&lt;br /&gt;... termo dos termos, epílogos latentes, desinência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Submersa, jaz inerte a verdade &lt;br /&gt;revelada n’argila e no húmus, &lt;br /&gt;na soma dos ossos dos crâneos, &lt;br /&gt;crentes ou descrentes, das visões de Nostradamus,&lt;br /&gt;do pó do que foi, do fenecer da vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim o sol seca e o vento dissipa, &lt;br /&gt;e de resto resta a verdade, &lt;br /&gt;resta a terra fria enlutada, &lt;br /&gt;o arresto do resto do nada:&lt;br /&gt;da faina, dos fatos, dos robustos boatos, da vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finda-se a luta da paz e da guerra.&lt;br /&gt;O devaneio se encerra; fica a realidade sem fantasia&lt;br /&gt;no depósito do homem na terra:&lt;br /&gt;o suprimento do eterno,&lt;br /&gt;a eucaristia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Sep 2017 22:39:28 +0000</pubDate>
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      <title>Sarcófago rosado</title>
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      <description>Epicurista, viu-se, aos vícios, cair&lt;br /&gt;Na plúmbea jusante da ilusão&lt;br /&gt;E deste incerto planar verá fluir,&lt;br /&gt;Desditas certas, olvidadas então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porvir, pântano que consome,&lt;br /&gt;Purgantes sirtes a reter-lhe o vôo,&lt;br /&gt;Álgido restará em noite insone,&lt;br /&gt;No hirto coração, triste ressôo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Portal rosado dos enganos&lt;br /&gt;Portal que do fim o odor esconde&lt;br /&gt;Cilada aberta ao vacilar humano&lt;br /&gt;Virtudes não havendo que a ronde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Previsto alude de encostas frias,&lt;br /&gt;Invernal sufrágio dos prazeres findos...&lt;br /&gt;Soturnos, os gonzos das horas tardias&lt;br /&gt;Soaram, ao meio dia, acordes bem vindos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prontidão reclama a foz iminente&lt;br /&gt;Ao arrepio duma insana nostalgia&lt;br /&gt;Urge, pois, resgatar o sal inocente&lt;br /&gt;Do saldo de lágrimas salvado da orgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urge reaver cores, valores e crenças&lt;br /&gt;Reciclar destroços em virtuoso vaso&lt;br /&gt;Lacrar o róseo sarcófago das avenças&lt;br /&gt;E apostar com fé no reflorir do ocaso.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 03 Sep 2017 02:43:38 +0000</pubDate>
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      <title>Ciúme</title>
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      <description>Um vazio que em seu todo é completo&lt;br /&gt;Vem repleto da ausência que carrega&lt;br /&gt;E se apega ao que virá por certo&lt;br /&gt;Do incerto horizonte que o amor lega&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa angústia no peito hoje aperto&lt;br /&gt;Por despeito das vestes que a ti pega&lt;br /&gt;Já de longe a desejo cá bem perto&lt;br /&gt;No enredo da cilada que me cega&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lobo artilhado me lanço ao combate&lt;br /&gt;Em libertária lide c’a certeza;&lt;br /&gt;Duelar até que a franqueza, destarte,&lt;br /&gt;Estraçalhe os destroços da fraqueza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediante a incerteza que há no ciúme&lt;br /&gt;Inócuo insistir dar-me ao queixume&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 28 Aug 2017 15:22:22 +0000</pubDate>
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      <title>Melhor idade!</title>
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      <description>Ocaso sereno de plácidas ramagens&lt;br /&gt;Logrei conhecer-te em tempos de dor&lt;br /&gt;De escolhas imberbes e loucas viagens&lt;br /&gt;Na cata de cada ramalhete de amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distancia fitava teu vulto embaçado&lt;br /&gt;Em noites e mais noites de sonhos febris&lt;br /&gt;Contando apostas desse aio enganado&lt;br /&gt;Devias apiedar-te de tão tolo aprendiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De perto tua face me torna tranquilo,&lt;br /&gt;O saber da existência teu semblante resume, &lt;br /&gt;Garantes-me liberto e não o meu exílio,&lt;br /&gt;Teu olhar silencioso é da paz o perfume&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acolhes-me agora em abraço amigo&lt;br /&gt;Parceiros que fomos ao longo da vida,&lt;br /&gt;Guardião inconteste e andante comigo,&lt;br /&gt;Na trilha ascendente e depois na descida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entregue à sorte em conhecer-te abrigo&lt;br /&gt;Repasso em reprise a vivenda jornada&lt;br /&gt;De lá ouço acordes que solfejo contigo,&lt;br /&gt;Na mais bela sonata pra mulher amada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem uma lágrima pro que fiz ou não fiz&lt;br /&gt;Nem mais dirá, meus lamentos, saudade&lt;br /&gt;Migrante de sonhos em despertar feliz&lt;br /&gt;Reencontras-me em dias da melhor idade.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 18 Aug 2017 18:41:40 +0000</pubDate>
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      <title>Reverência às Letras.</title>
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      <description>Submirjo em corruptela vossas páginas,&lt;br /&gt;Escrita torta, descompasso vosso verso,&lt;br /&gt;Ergo adereços ao toar dos vossos cantos,&lt;br /&gt;Cavo em recantos algum brilho ainda imerso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nova faina do seu til tiro alimento &lt;br /&gt;No expressivo entrelaçar de vossas rimas,&lt;br /&gt;Servil em tangas e submisso ao portento&lt;br /&gt;De seus talentos exalando obras-primas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provocante ao paladar se descortina,&lt;br /&gt;Frente à retina, em bom-bocado, a exibir&lt;br /&gt;Preciosidade em puro mel, vosso elixir,&lt;br /&gt;Doce sustento que ao intelecto ajardina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embriagado, de suas linhas sorvo atento,&lt;br /&gt;Dos alimentos que nutrem os grandes numes&lt;br /&gt;E, mãos postas, vou planando vossos cumes, &lt;br /&gt;Em êxtase, abandonado em teus encantos. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 17 Aug 2017 21:59:52 +0000</pubDate>
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