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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Obrigando-me a escrever</title>
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      <description>Vasculho á pressa o meu intìmo.&lt;br /&gt;Necessito de motivos válidos que me forcem a pena.&lt;br /&gt;Deixando-me enlear pelo fumo que sempre me rodeiou constato, sem mágoa, que já pouco tenho a dizer a mim mesmo.&lt;br /&gt;Descanso a mente, adormeço o ego e arregaçando as mangas parto para aquilo que pede para ser feito e não descrito.&lt;br /&gt;Poderão ser as palavras aquilo que nos afasta do que desejamos?</description>
      <pubDate>Mon, 18 Jan 2010 02:59:10 +0000</pubDate>
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      <title>Prisões em Mim </title>
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      <description>Um corpo que sempre foi pequeno demais para o que continha.&lt;br /&gt;Uma mente indomável que me tentou levar onde o corpo não podia.&lt;br /&gt;O Ego que durante tantos anos tomei como Eu mesmo.&lt;br /&gt;Uma Família que sempre lá esteve sem Eu querer.&lt;br /&gt;Palavras que aprendi com gosto e brio mas que acabaram ofuscando o Caminho.&lt;br /&gt;O Tempo sempre a correr e Eu a querer ficar parado.&lt;br /&gt;O Conhecimento que nos afasta da Humanidade.&lt;br /&gt;A Sabedoria que nos torna arrogantes.&lt;br /&gt;A Humildade que nos faz sentir santos ou iluminados.&lt;br /&gt;O Amor que valida o erro por insegurança ou apatia.&lt;br /&gt;Tudo isto me prende a quem eu penso que sou impedindo-me assim de ver quem se esconde atrás de tudo isto. </description>
      <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:16:02 +0000</pubDate>
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      <title>Suavemente</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=101764</link>
      <description>Perdi a minha angústia com tal suavidade que quando dei por mim já era feliz assim.</description>
      <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:00:14 +0000</pubDate>
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      <title>Onde estou eu afinal? </title>
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      <description>&lt;br /&gt;Desperto sinto todas as fibras do meu corpo e nelas existe todo o resto.&lt;br /&gt;Tentando descobrir qual o ritmo a que bater o coração peço a todos o silêncio necessário para tal.&lt;br /&gt;Quem sabe está calado e quem fala não sabe... Sei isto e ainda falo tanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isolado encontro a resposta a algo que nem necessitava pergunta.&lt;br /&gt;O ritmo, o sentido, a velocidade, a energia, tudo isto são cordas que nos foram estendidas por outro. Cordas exactas e sem as quais a nossa existência não teria lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente encontro o meu lugar na certeza de que o espaço para Eu Ser aconteceu antes de Mim.&lt;br /&gt;Eu sou apenas mais uma expressão desta fantástica aventura que é Ser Consciente.&lt;br /&gt;Não sou necessário, especial ou marcante Sou apenas aquilo que puder Ser.&lt;br /&gt;Talvez uma pequena fagulha, dum fogo muito maior que sempre ardeu, tentado incendiar tudo á sua volta com esta chama sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo o equilíbrio, como tudo o resto, algo dinâmico e momentâneo dou por mim a passar por ele sem lá poder parar.&lt;br /&gt;As questões aparecem e com elas vem a acção que mata a contemplação.&lt;br /&gt;Se por um lado busco o que me inspire por outro abomino o que me prenda.&lt;br /&gt;Pena é que tantas vezes a inspiração seja a minha prisão. Ou talvez seja o facto de estar preso que me inspire...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que alguma vez me vou encontrar onde quero estar?&lt;br /&gt;Mais importante ainda será que vou querer ficar? </description>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2009 11:03:11 +0000</pubDate>
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      <title>Elogio a Gaia</title>
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      <description>O paraíso para o turista que há em mim.&lt;br /&gt;A toca para o ermita que em mim há.&lt;br /&gt;A oficina para quem quer aprender fazendo.&lt;br /&gt;Uma nave de pedra atracada num plácido mar de verde encanta os marinheiros de água-doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os momentos usam-se a seu belprazer e idades cruzam-se sem atropelos.&lt;br /&gt;Abrindo os olhos à vida em nosso redor depressa nos adequamos aos ritmos vigentes.&lt;br /&gt;A calma é hoje a nossa melhor amiga e sem pressa vamos a todo o lado.&lt;br /&gt;Dou por mim a esbarrar na ausência de limites e rio-me do paradoxo que o meu ego tenta criar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desfrutando a sós deste espaço descubro nele o nosso potencial.&lt;br /&gt;Olhando para ele com os olhos dos que amo construo bonitos futuros.&lt;br /&gt;Aplicando nele a minha mente fabrico um mundo melhor.&lt;br /&gt;Quando me aquieto encontro tudo aquilo que É. </description>
      <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:32:41 +0000</pubDate>
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      <title>O prazer de não ser</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=99730</link>
      <description>Por tantos querer Ser sempre me irritou ser algo.&lt;br /&gt;Nasci e já me aborrecia ser filho, menino, sobrinho, netinho ou qualquer outro inho.&lt;br /&gt;Assim que as pernitas me permitiram não mais parei de ir, ver, mexer, sentir, viver.&lt;br /&gt;A maior ou menor facilidade, prazer ou consequência provinda dos meus actos pouco tiveram a ver com a satisfação pessoal que eu tirava deles.&lt;br /&gt;O facto de me exceder em algo e por isso ser elogiado, elogios esses carregados de expectativas e projeções futuras, apenas me afastava do momento presente entediando-me de morte enquanto me levava inconscientemente a uma ruptura com aquilo que estava a experienciar. No rosto dos que me amam conseguia ver eu a concretização dos seus sonhos, eu poderia Ser Tudo...Tudo o que Eles quisessem...&lt;br /&gt;Quando os obstáculos surgiam no meu caminho sem hesitar eu abdicava em prol de prazeres mais fáceis e instantâneos que pareciam fazer esquecer aquilo que realmente importava.&lt;br /&gt;Quaisquer sonhos, projecções ou objectivos a longo prazo estilhaçavam a minha vontade de viver/escolher e não querendo nunca que alguém que não eu tomasse conta de mim acabava invariávelmente por matar tudo aquilo que em mim pudesse estar a tentar despontar.&lt;br /&gt;Ser um bom filho.&lt;br /&gt;Ser um bom católico.&lt;br /&gt;Ser um bom parente.&lt;br /&gt;Ser um bom amigo.&lt;br /&gt;Ser um bom estudante.&lt;br /&gt;Ser um bom namorado.&lt;br /&gt;Ser uma boa pessoa.&lt;br /&gt;Sendo tudo isto e muito mais descobri que nada disto acrescentava a quem eu realmente sentia que Era.&lt;br /&gt;Dei por mim querendo ser algo que já era e recusando ser outro que também Eu era.&lt;br /&gt;Juntei tudo o que amava e guardei-os no fundo do meu mar tencionando juntar-me a eles logo que possível.&lt;br /&gt;Carreguei o meu barco com toda a merda que não era Eu e fiz-me a esta Vida que era o oceano que necessitava vencer. Sozinho com todas os cenários mentais que se desenham na minha mente acabo por constatar que nem estes sou Eu.&lt;br /&gt;À medida que me afasto da costa conhecida assim abranda o meu ritmo mental e começo a sentir o Silêncio onde a cacofonia acontece. Medos, dependências, anseios, desejos, culpas, traumas, doenças começam a tomar forma e aceitando tudo sem medos reparo que nada disto sou Eu.&lt;br /&gt;Vazio vai o barco, despido e oco vou Eu. Sem terra á vista , despido e oco assim Me encontro. O Sol recebe a minha primeira visita e aceito sem restrições o facto de estar vivo.&lt;br /&gt;Sem precisar de nome, propósito ou forma sinto a Paz inefável que deriva de aceitar em pleno e sem qualquer tipo de barreiras/conceitos aquilo que É.&lt;br /&gt;&quot;Ser ou não ser eis a questão.&quot;....&lt;br /&gt;Creio que é quando esta questão nem se se põe que realmente Sou. </description>
      <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:28:07 +0000</pubDate>
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      <title>É</title>
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      <description>De volta após mais uma volta composta de outras tantas voltas a tudo encontro como se de uma volta se não tratasse.&lt;br /&gt;Umas férias que nunca o tinham sido são a porta para tantas outras partidas e voltas.&lt;br /&gt;Cada vez mais vivo onde estão os meus pés, tentando esquecer o passo passado e não me pré ocupar com o futuro, desfrutando com vagar da plenitude dos momentos.&lt;br /&gt;Vejo assim tudo caminhar comigo. Sem amarras, pressas ou pressões. Tudo sendo como sempre É e eu apenas sendo, aproveitando a doce loucura que é a consciência deste Ser. </description>
      <pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:12:07 +0000</pubDate>
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      <title>Ausência de valor </title>
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      <description>Digo e desdigo o que digo sem ninguém mo dizer.&lt;br /&gt;Nesta desdita não perco Norte nem Sul por aì o valor nada valer.&lt;br /&gt;Reparo que as minhas palavras apenas existem no momento e para o momento.&lt;br /&gt;Tudo o resto é apenas isso um resto, adição ou algo menos...mas nunca aquilo que já havia sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste brilhante jogo nada é o que parece e usar do juízo é pura ilusão.&lt;br /&gt;Prefiro deixar escorrer bacoradas por mim a baixo na esperança que alguém me contradiga.&lt;br /&gt;Os confrontos são menos que os desejados mas sempre saudados com sangue, suor e lágrimas.&lt;br /&gt;Vivendo cada baforada de vida como se fosse a primeira ou a última esqueço que podia haver um sentido algures oculto debaixo dos meus sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigo livre do peso do meu passado pois só assim consigo ser autêntico a cada instante.&lt;br /&gt;Oiço as vozes que me recordam aquilo que dizia ontem mas é apenas eco sem boca nem orelha.&lt;br /&gt;Quando lhes digo que nada do que disse, digo ou direi terá qualquer valor arremelgam a vista confundidos.&lt;br /&gt;Prefiro que o valor esteja apenas naquilo que É e não naquilo que foi, será ou poderia ter sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente também não tem qualquer valor pois se te deitaste a pensar nele assim ele se passou.&lt;br /&gt;A matemática da vida esconde-se por debaixo de fórmulas insondáveis para nós de nada nos valendo meter a contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quanto tempo mais vou eu continuar a dar valor ao que vivo? </description>
      <pubDate>Mon, 07 Sep 2009 16:55:21 +0000</pubDate>
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      <title>O caminho</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=90112</link>
      <description>O Caminho é Vida.&lt;br /&gt;O Caminho é Gozo.&lt;br /&gt;O Caminho é Vazio.&lt;br /&gt;Gozo que é na verdade o Vazio.&lt;br /&gt;O Vazio que é onde habita o Gozo.</description>
      <pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:54:30 +0000</pubDate>
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      <title>Lutando</title>
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      <description>Os factos levam-me a actos que me afastam do sítio onde consigo escrever.&lt;br /&gt;Aquilo a que alguns chamam Tempo assim me levou e aqui me trouxe.&lt;br /&gt;Voltando transformado pelas perdas e ganhos vejo tudo melhor que nunca.&lt;br /&gt;O meu papel nunca foi tão sedutoramente acessório e vital num mesmo sopro.&lt;br /&gt;Ainda que me quede imóvel, cego, surdo, bruto e boto , nada disto trará a constância de que alguns falam e sei que o único caminho é andar.&lt;br /&gt;Contente no viver e no morrer, não faço distinção no arrumar das experiências.&lt;br /&gt;Mortes que se montam em vidas e desgraças que causaram as maiores alegrias, tudo se enlaça numa mente que se queria mais calma, e nem mesmo o passado é estanque. &lt;br /&gt;Inconsciente ou não , aceito de que ao questionar já deixei escapar a resposta e ocupo-me apenas de tudo o que acontece entre duas inspirações minhas.&lt;br /&gt;Tentando escrever ácerca da Morte apenas Vida me vêm á pena e quando penso bem n´Ela, na Vida, a Morte parece-me tão bem.&lt;br /&gt;Não consigo escapar a mim mesmo mas antes isto que não escapar dum qualquer outro.&lt;br /&gt;Ainda que me custe a mim muito e a outros muitos mais, seguirei lutando por mim e por todos.&lt;br /&gt;Lutando contra mim.&lt;br /&gt;Lutando contra ti.&lt;br /&gt;Lutando contra todos. </description>
      <pubDate>Wed, 08 Jul 2009 18:26:25 +0000</pubDate>
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