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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 14:42:41 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>NA PISCINA DA VIDA</title>
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      <description>NA PISCINA DA VIDA&lt;br /&gt;(Para Therezinha Maria Linhares Jansen e Rose Marie Louzada Freitas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nesta noite homenageamos&lt;br /&gt;Duas mestras da Natação&lt;br /&gt;Do esporte, da gentileza&lt;br /&gt;Duas mestras do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais gentis, impossível&lt;br /&gt;Generosas por demais&lt;br /&gt;Sabem escutar e ouvir&lt;br /&gt;Transmitindo amor e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma é a Therezinha&lt;br /&gt;Sempre pronta a animar&lt;br /&gt;A outra se chama Rose&lt;br /&gt;E faz a gente respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Da água nasci&lt;br /&gt;Na água me criei&lt;br /&gt;Se me puserem na água&lt;br /&gt;Na água morrerei.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim diz velho ditado&lt;br /&gt;Uma adivinhação&lt;br /&gt;Mas com essas duas morremos&lt;br /&gt;De cansaço e emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginásio de Esportes do Salette/Barris &lt;br /&gt;Quem souber a resposta&lt;br /&gt;Desta adivinhação&lt;br /&gt;Ganha um beijo da Therezinha&lt;br /&gt;E da Rose um abração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois na água azul da piscina&lt;br /&gt;Nos encontramos com Deus&lt;br /&gt;Voltamos a ser menino e menina&lt;br /&gt;O que a maioria esqueceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a noite é de festa&lt;br /&gt;De um duplo aniversário&lt;br /&gt;Rose e Therezinha, não parece,&lt;br /&gt;Chegam no cinquentenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebemos tantos mimos&lt;br /&gt;Em meses de hidromassagem&lt;br /&gt;Como podemos agradecer&lt;br /&gt;Tanto amor e aprendizagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos cantar parabéns&lt;br /&gt;Olhando nos olhos das duas&lt;br /&gt;Oh! Queridas mestras&lt;br /&gt;Esta festa é toda sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvador, 8 e 12 de junho de 2014 &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 Aug 2014 23:52:46 +0000</pubDate>
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      <title>O PAI E O PRESENTE</title>
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      <description>O PAI E O PRESENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria de um pai sem seu filho? O que faz um pai é ter filho e ser reconhecido por ele como tal. Ser pai (assim como ser mãe) é ocupar uma posição que compõe a estrutura da vida no Universo e no Planeta Terra. Onde surgiram e vivem os seres que respiram, que nascem, crescem e morrem. Isto é, que são gerados por uma semente(ou sêmen) e aparecem respirando por si só e se desenvolvem e crescem e envelhecem e murcham, sendo o corpo absorvido pelo Planeta e a energia pelo Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é o pai (o animal macho, o androceu das plantas) que provem ativamente a vida e a semente, o dono da força, da posse, da proteção, da sobrevivência da espécie, sendo o dono da casa, do território e da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não é pai, basta observar um jovem com o seu filho ou filha com poucos meses para sentir nele o toque da paternidade, o toque do Divino, da energia do Absoluto agindo sobre ele, com ele, como parte dele. Ou mesmo o vendo num parquinho acompanhando, segurando, protegendo, conduzindo, cercando, observando, rezando, gritando, relembrando, sorrindo, sofrendo e sonhando; não necessariamente nesta ordem nem com todos esses sentimentos sensações e emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o Dia dos Pais é também, um pouquinho,, o dia da mãe e o dia do filho, o dia da babá (para quem tem) ou da vovó ou titia que ajuda a criar. Porque o pai precisa de um batalhão de soldados e enfermeiras, professoras e merendeiras para poder, num domingo, encontrar o fedelho na porta do seu quarto, penteado, bem vestido, perfumado, com um sapato limpinho e perfeito no pé, alimentado e sorrindo, com o olhar já no parque, no circo no cinema ou no show das Chiquititas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o filho chega neste domingo com um presente, ele nem imagina que ele é o presente e o presente o símbolo, símbolo de uma ligação, de um momento de encontro com a origem, com a energia criadora do Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Roque Rocha&lt;br /&gt;No Dia dos Pais, enquanto esperava minha filha e outros jovens, num restaurante, no dia 10 de agosto de 2014, na Barra, em Salvador-BA.</description>
      <pubDate>Mon, 11 Aug 2014 23:44:10 +0000</pubDate>
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      <title>MUNDOCE</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=268946</link>
      <description>MUNDOCE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHUPEI UMA LIMA&lt;br /&gt;MENINA.&lt;br /&gt;DOCE COMO MEL&lt;br /&gt;CÉU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAMBUZEI OS BEIÇOS&lt;br /&gt;CABRESTO&lt;br /&gt;DESCOBRI UM REGATO&lt;br /&gt;CABAÇO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO FUI FUNDO&lt;br /&gt;IMUNDO! &lt;br /&gt;MUNDO VAGABUNDO&lt;br /&gt;CHIBUNGO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TUDO, INUNDO A BOCA&lt;br /&gt;LOUCA&lt;br /&gt;ESTÁ TUDO INUNDADO&lt;br /&gt;CONSUMADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADMIREI O CORTE&lt;br /&gt;CONSORTE&lt;br /&gt;SEPAREI A CASCA&lt;br /&gt;INEXATA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM MINHAS MÃOS&lt;br /&gt;CIRURGIÃO&lt;br /&gt;COM LÍNGUA E DENTE&lt;br /&gt;DORMENTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E O AMOR ACONTECE&lt;br /&gt;PELE&lt;br /&gt;COM SETE ESPASMOS&lt;br /&gt;ORGASMO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 27 Apr 2014 15:03:11 +0000</pubDate>
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      <title>TAMANHO DO AMOR</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=252198</link>
      <description>TAMANHO DO AMOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMO O SEU AMOR POR MIM,&lt;br /&gt;AMO UM AMOR QUE PARECE NÃO TER FIM, &lt;br /&gt;POIS VAI ATÉ PRA LÁ DA FAIXA DE GAZA, &lt;br /&gt;MAS VOLTA PARA ME DIZER, &lt;br /&gt;QUE ME AMA PARA ME FAZER FELIZ, &lt;br /&gt;E É FELIZ ME AMANDO ASSIM.</description>
      <pubDate>Mon, 22 Jul 2013 04:49:18 +0000</pubDate>
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      <title>PÉTALAS</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=250423</link>
      <description>PÉTALAS&lt;br /&gt;Antônio Roque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu amor reluz que nem riqueza, asa do meu destino, clareza do tino, pétala caindo bem devagar(D). Como disse o cantor e compositor sobre um amor, digo eu sobre o seu por mim. Este seu amor que me chega reluzente, mas tão reluzente que se eu tivesse riquezas, perguntaria &quot;o que esta mulher quer de mim!?&quot; Sem ver muito ainda o que conquistar nem ter onde ir, seu amor chegou cheio de imagens, de paisagens, de passagens compradas, estadias e cruzeiros e até de trem eu desejo agora seguir, voando dentro de mim... Destino. Só um amor pode fazer viver o que já está vivo, mas é preciso ser um amor clariante, clarificante e libertador do tino do outro e o homem necessita disso como a mulher necessita da flor: naturezas díspares, androceu e gineceu. Oh! Meu amor, viver é todo sacrifício feito em seu nome, quanto mais desejo um beijo, um beijo seu, muito mais eu vejo gosto me viver, viver!(D). E falando em flor, nada como a visão de um amor representado por uma pétala caindo bem, bem devagar. Nem pensar em vento, gravidade, velocidade, massa, forma côncava nem em lei de vôo ou envolvendo corpos em movimento. Apenas ver a pétala caindo, como se só ela existisse e caísse mansamente, como as mãos de Mozart, para nos levantar; indo pra lá e prá cá, sem pressa, sem pensar nem sonhar, um amor que existe por si só e pelo outro, que cai na terra como uma semente e germinando, abre-se, permitindo que uma nova planta brote de suas entranhas e saia da terra em tronco e galhos e broto e fruto e semente de novo. O seu amor reluz porque não impede, não dirige e não diminui a luz do outro. Por ser exato, o amor não cabe em si, por ser encantado o amor revela-se, por ser amor, invade e fim!!... (D) - (Trechos de Pétala, D = Djavan).</description>
      <pubDate>Mon, 24 Jun 2013 02:32:50 +0000</pubDate>
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      <title>PÉTALAS</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=250001</link>
      <description>PÉTALAS&lt;br /&gt;O seu amor reluz que nem riqueza, asa do meu destino, clareza do tino, pétala caindo bem devagar(D). Como disse o cantor e compositor sobre um amor, digo eu sobre o seu por mim. Este seu amor que me chega reluzente, mas tão reluzente que se eu tivesse riquezas, perguntaria &quot;o que esta mulher quer de mim!?&quot; Sem ver muito ainda o que conquistar nem ter onde ir, seu amor chegou cheio de imagens, de paisagens, de passagens compradas, estadias e cruzeiros e até de trem eu desejo agora seguir, voando dentro de mim... Destino. Só um amor pode fazer viver o que já está vivo, mas é preciso ser um amor clariante, clarificante e libertador do tino do outro e o homem necessita disso como a mulher necessita da flor: naturezas díspares, androceu e gineceu. Oh! Meu amor, viver é todo sacrifício feito em seu nome, quanto mais desejo um beijo, um beijo seu, muito mais eu vejo gosto me viver, viver!(D). E falando em flor, nada como a visão de um amor representado por uma pétala caindo bem, bem devagar. Nem pensar em vento, gravidade, velocidade, massa, forma côncava nem em lei de vôo ou envolvendo corpos em movimento. Apenas ver a pétala caindo, como se só ela existisse e caísse mansamente, como as mãos de Mozart, para nos levantar; indo pra lá e prá cá, sem pressa, sem pensar nem sonhar, um amor que existe por si só e pelo outro, que cai na terra como uma semente e germinando, abre-se, permitindo que uma nova planta brote de suas entranhas e saia da terra em tronco e galhos e broto e fruto e semente de novo. O seu amor reluz porque não impede, não dirige e não diminui a luz do outro. Por ser exato, o amor não cabe em si, por ser encantado o amor revela-se, por ser amor, invade e fim!!... (Djavan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PÉTALAS APROVEITA PÉTALA PARA FALAR TAMBÉM DE AMOR</description>
      <pubDate>Mon, 17 Jun 2013 01:56:32 +0000</pubDate>
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      <title>PROCURA</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247336</link>
      <description>PROCURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei de mansinho te catando&lt;br /&gt;Nos oito cantos da casa.&lt;br /&gt;Na cozinha, no banheiro,&lt;br /&gt;procurei o teu cheiro de mulher.&lt;br /&gt;Um aroma adormecido de muitos anos&lt;br /&gt;Na pela morna e desamada de macho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que morri por não encontrar&lt;br /&gt;O teu rastro humano, materno. &lt;br /&gt;Foi uma eternidade de busca&lt;br /&gt;perdida no desespero do desejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No consigo romantizá-la,&lt;br /&gt;pois os versos piegas&lt;br /&gt;jamais seguiriam ao teu lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subi as escadas vermelhas e duras&lt;br /&gt;na esperança de encontrá-la no quarto&lt;br /&gt;ainda molhada do banho, os seios fartos,&lt;br /&gt;o cheiro de alfazema inundando tudo,&lt;br /&gt;os cabelos da antiga amazona embranquecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto vazio. O sol entrando tão forte&lt;br /&gt;que parecia tê-la roubado naquele instante. &lt;br /&gt;Uma claridade celestial sobre a cama.&lt;br /&gt;O teu rosto me vem à memória,&lt;br /&gt;gordo e sorridente, forte e aceso.&lt;br /&gt;Como antes da tempestade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corro para o céu da casa.&lt;br /&gt;Estás a estender roupa, é claro!&lt;br /&gt;Com o suor a pingar-lhe o colo,&lt;br /&gt;cantando uma canção antiga&lt;br /&gt;de um carnaval mais antigo ainda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um vento forte me recebe, as cordas vazias.&lt;br /&gt;Um cheiro forte de talco Palmolive me diz&lt;br /&gt;que alguém esteve ali, me esperando, me querendo;&lt;br /&gt;mas que não pôde ficar. E foi-se para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELIZ DIA DAS MÃES PARA TODOS NÓS</description>
      <pubDate>Wed, 08 May 2013 04:03:46 +0000</pubDate>
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      <title>DESPEDIDA DE E-MAIL</title>
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      <description>DESPEDIDA DE E-MAIL PARA DENISE CARVALHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos de saudade de seu corpo de verdade sem alarde pois o que eu sei o mundo não sabe.</description>
      <pubDate>Sun, 28 Apr 2013 12:42:57 +0000</pubDate>
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      <title>QUERIDO</title>
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      <description>QUERIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim chamava o avô&lt;br /&gt;Que um dia o chamou de querido&lt;br /&gt;Retribuiu e gostou. Continuou.&lt;br /&gt;Pois mais do que um avô era um amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aracaju não sabia se chovia na primavera&lt;br /&gt;Quando “Toro Loco” chegou da Espanha&lt;br /&gt;Enfeitando a mesa de sopa e café&lt;br /&gt;Uma garrafa de vinho unindo pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inhame macio pediu o carneiro ensopado&lt;br /&gt;Quando o menino pediu farofa e repetiu&lt;br /&gt;Chamando Querido para brincar&lt;br /&gt;Chamando Querido que olhou e sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda se respirava eleição na vitória de João&lt;br /&gt;E o menino (l)indo para a mesa brincar&lt;br /&gt;Querido pacientemente brincava e sorria&lt;br /&gt;Como um menino agradando o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As professoras curtiam e comentavam&lt;br /&gt;Como num Facebook ao vivo, comiam,&lt;br /&gt;postavam olhares e manteiga no pão&lt;br /&gt;A noite já dormia, mas o menino não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querido brincava e sorria e brincava&lt;br /&gt;Com o menino incansável a brincar e chamar&lt;br /&gt;Um menino que não tinha sono e jogava&lt;br /&gt;Era Querido pra lá e Querido pra cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a avó professora &lt;br /&gt;Aprendendo com os dois.&lt;br /&gt;Não a brincar&lt;br /&gt;Mas a amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Roque Rocha&lt;br /&gt;Cond. Vivendas de Aracaju&lt;br /&gt;13/10/12 - Aracaju-SE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um jantar na linda casa da Professora Eliani e do Empresário Carlos e levei uma garrafa de Toro Loco, medalha de prata na Europa em 2011. Mas lá estava seu neto e eu não resisti em tentar poetizar aquele momento de profunda aprendizagem. Eu e a Profa. Denise Carvalho. </description>
      <pubDate>Sun, 28 Apr 2013 04:36:42 +0000</pubDate>
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      <title>ACUSO O RECEBIMENTO</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=237831</link>
      <description>ACUSO O RECEBIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE QUERO DE UMA MULHER&lt;br /&gt;E DO UNIVERSO VIVO&lt;br /&gt;EU JÁ TENHO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM AMOR&lt;br /&gt;MAIOR DO QUE O MUNDO&lt;br /&gt;MAIOR DO QUE ELA&lt;br /&gt;MAIOR DO QUE EU&lt;br /&gt;E DO QUE EU POSSA PENSAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM OLHAR &lt;br /&gt;MAIS PROFUNDO E CERTEIRO&lt;br /&gt;QUE A FACA DE JACK, O ESTRIPADOR&lt;br /&gt;MAIS AMOROSO E CUIDADOSO&lt;br /&gt;QUE O DE MARIA NA DOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALAVRAS&lt;br /&gt;QUE SAEM DE MANSINHO E CUIDADOS&lt;br /&gt;MAIS ESCOLHIDAS QUE UVAS DE VINHO&lt;br /&gt;NUNCA JULGANDO, NUNCA TOLHENDO&lt;br /&gt;BRINDANDO O AMOR COM CARINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM TOQUE&lt;br /&gt;SEM PRESSA NA PELE DE PALMOLIVE&lt;br /&gt;QUE PERCORRE TUDO E SORRI&lt;br /&gt;PERGUNTANDO E SENTINDO TUDO:&lt;br /&gt;COMO ESTA MACIEZ CHEGOU AQUI? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM BEIJO&lt;br /&gt;NA “BOCA GRANDE DE NIETA,” A MINHA&lt;br /&gt;COMO QUEM PROCURA O SABOR DO MUNDO&lt;br /&gt;E O AR DIVINO DO UNIVERSO&lt;br /&gt;EM MUITOS BEIJOS E SEGUNDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM PRAZER&lt;br /&gt;QUE PARTE DELA PARA SER DO ABSOLUTO&lt;br /&gt;E ME ALCANÇA E ME PERTURBA NO VÔO&lt;br /&gt;QUE EU DEVOLVO EM DOBRO E EM DOBRO&lt;br /&gt;E A DEIXO DE LUTO A CADA TREMOR.&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Dec 2012 00:59:46 +0000</pubDate>
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