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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 05:43:58 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>40-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ</title>
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      <description>40-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ&lt;br /&gt;Sei que meu avô não é muito chegado em bebida alcoólica, segundo ele nunca foi, imagine que cerveja, vira e mexe, expira a validade na geladeira da casa dele. Mas, na Rural, em determinado dia as coisas fugiram do seu controle e tomou um porre de fazer inveja em cachaceiros de renome. Amigos venezuelanos convidaram meu avô, para comemorar uma data importante para a Venezuela, que seria a independência do país ou coisa parecida. O local escolhido para a bebedeira era um boteco próximo ao prédio da engenharia florestal; isso aconteceu por volta de 11horas da manhã, ninguém tinha almoçado; os venezuelanos pareciam que estavam bebendo água e não cerveja, já estavam curtidos pelo álcool, meu avô pelo contrário, sem almoçar, logo começou a sentir o efeito do álcool, as coisas começaram  a girar...Deu uma desculpa e se despediu da festa, pegou a bicicleta, mas não conseguiu pilotar o veículo e foi empurrando a mesma. Chegando em frente ao prédio  da Agronomia, disse que caiu meio desmaiado e todo vomitado, logo no horário do retorno da aula no turno da tarde, imagine a vergonha que ele passou...Mas, os amigos venezuelanos, percebendo que meu avô não conseguiria chegar em casa, providenciaram uma carona pra ele, um carro da light que passava pelo local foi convencido a quebrar aquele galho, levar o amigo bêbado e seu veículo para casa. Depois dessa meu avô fugia da comemoração dos gringos, como o diabo foge da cruz. Foi o único porre que tomou na vida, me contou essa história meio sem jeito.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 15 Jul 2024 01:07:19 +0000</pubDate>
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      <title>39-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373526</link>
      <description>39- HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ&lt;br /&gt;Essa meu avô me contou em presença de um amigo dele, veterinário, também,  do seu trabalho em Mato Grosso do Sul, mas propriamente em Corumbá; meu avô ficou 10 anos em Corumbá, disse que um dia teve a ideia de escrever textos sobre o trabalho que executava no IAGRO, a autarquia que fazia a fiscalização sanitária dos rebanhos no estado. Esses textos ironizavam, a desimportância que os governantes davam para o trabalho da autarquia, imaginem que meu avô entrou no IAGRO ganhando 20 salários mínimos e saiu ganhando 3, estavam nos anos 80, a hiperinflação destruia os salários. Os textos escritos por ele tinham um herói, que recebeu nome de Ebreu. Ele escrevia e enviava no malote, que semanalmente ia para a capital, ali uma amiga  copiava o texto e colocava nos malotes que semanalmente seguiam para os escritórios espalhados pelo estado; meu avô disse que os colegas adoravam os textos. Os diretores quando souberam dessa história proibiram o uso dos malotes para esse tipo de envio. Meu avô, contou, morrendo de rir, que um diretor do IAGRO, em visita à Corumbá, disse ao meu vô que Ebreu, tinha um ”h” no início, que o nome do herói que meu avô criara, estava escrito errado; Não prestou, a resposta foi contundente - Meu chefe, o Ebreu, não vem do povo Hebreu e sim de ébrio, cachaceiro... Porque só embriagado para conseguir desempenhar um bom serviço  na autarquia que o sr dirige. É um avô muito abusado! Mas, ele sabia onde pisava, era o representante do CRMV em Corumbá, além de ser uma pessoa com muito prestígio na cidade, por estar sempre escrevendo nos jornais locais, além de ser conhecido como poeta e pesquisador. Falou isso e o diretor engoliu em seco. Esses textos ajudaram, segundo meu avô, a ser conhecido por todos os colegas do Estado, o que o levou a participar  do CRMV do MS. Meu avô acabou recebendo o apelido do personagem que criara, quando encontrava  colegas em reuniões, brincavam  com ele, o chamando  de doutor Ebreu. Era o preço da fama...&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jul 2024 23:36:53 +0000</pubDate>
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      <title>38-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373453</link>
      <description>&lt;br /&gt;    Meu avô me contando sobre o cursinho de pré-vestibular que fez, falou sobre um amigo feito ali. Ele disse que viu um aluno entrando pela janela, pensou que a porta do curso estivesse fechada, mas não, completamente aberta... Todo dia era assim. Logo meu avô procurou fazer amizade com ele, era aquela coisa, maluco era com o meu avô... Ficaram tão amigos que no fim daquele ano o Alex convidou meu avô para uma viagem de carona para a Bahia, convite logo aceito. O amigo tinha mais experiência neste tipo de viagem, para o meu avô seria a primeira. Nesta viagem teve de tudo. Na primeira noite, quando se preparavam para dormir, na estação de trem de Tombos, em Minas Gerais, foram surpreendidos pelos homens da lei, que acharam estranho aqueles dois cabeludos querendo dormir no chão da estação.Apresentaram os documentos e foram liberados. Devem ter pensado, malucos vindo do Rio...Foram diversas noites dormindo de qualquer jeito, até chegarem em Salvador. No caminho arrumaram duas colegas que estavam na mesma aventura, a noite descolaram o pouso numa casa abandonada, na hora de dormir uma das amigas quis pegar meu avô, segundo ele foi a primeira vez na vida que rejeitou aquele tipo de assedio, disse que a menina tinha um suvacol de matar, ele imaginou que lá embaixo a coisa estava matando até Urubu. Pediu desculpas, mas não aceitou o assédio. Parece que o Alex, também, fugiu da raia. Os dois apesar de viajar de carona tomavam banho em riachos encontrados nos caminhos, mas aquelas meninas, segundo meu avô não deviam ver um banho há semanas. As meninas desgrudaram e seguiram seu caminho. Nos dias seguintes dormiram as margens da Lagoa do Abaeté, e em outros lugares estranhos. Chegaram,finalmente, em Arembepe, que era um lugar muito procurado por este tipo de viajante, ficaram uns dias por lá, se alimentando só de coco. Dormiram num casebre abandonado na beira da praia. Retornando a Salvador, arrumaram um amigo que morava numa favelinha perto de Itapoã  que os convidou para pousar na casa dele. Convite prontamente aceito. Estava no período de carnaval, imagina esses dois malucos no carnaval da Bahia! Arrumaram outras namoradas, agora mais limpinhas... Acabaram curtindo as praias, nem viram direito o  Carnaval  de Salvador. Na volta vieram na carroceria de um caminhão, cheio de lenha; o doido do motorista se via alguém na estrada pedindo carona, mandava subir. A carroceria veio com uns 10 doidos, agarrados nas toras de madeira, torcendo para que a carga não desabasse na estrada. O Alex trouxe para o Rio, uma peruana, que era a menina que ficou com ele, lá em Itapoã. A carona, deixou a turma quase no Rio. Eu só imagino o vidão que esses malucos tinham! Meu avô me contou que essa semana, reencontrou esse amigo numa noite de autógrafos. O Alex estava lançando um livro. Há 50 anos que não se viam. Amizades de doidos duram para sempre.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 08 Jul 2024 18:28:33 +0000</pubDate>
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      <title>37-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373433</link>
      <description>&lt;br /&gt;Meu avô, se seguisse os desígnios da família, teria sido um garoto zona sul,  mas meu bisavô, que era médico, recusou viver na zona sul, que era onde toda família Almeida Rego morava. Meu bisavô arrumou um emprego na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, resolvera viver no mato, segundo seus familiares, ia na zona sul só a passeio. Com essa rebeldia meu bisavô propiciou aos seus filhos, que eram cinco, uma infância impecável. Viviam cercados de gatos e cachorros, brincavam na rua até tarde da noite, cercados de muitos amigos. Jogavam futebol na rua, depois evoluíram, se é que podemos dizer isso,  fizeram um campinho num terreno baldio que ficava atrás da casa de meu avô, esse campinho, só tinha um inconveniente, o terreno tinha um pântano no fundo, quando a bola caía ali era uma aventura para recuperar a dita cuja, mas ninguém se importava de chegar todo sujo em casa, nem a bugrinha,  nem a sua filha brigite, duas cadelinhas, que estavam sempre juntas brincando no terreno. Meu avô tinha amigos que estudavam com eles e moravam numa favela, vira e mexe, ele é os irmãos subiam o morro para brincar com os amigos, imagine isso hoje em dia... Meu bisavô, tinha , também, um consultório na Praça Seca e atendia clientes em casa, também. Além dos cães e gatos meu bisavô criava galinhas e passarinhos, imagina um homem desses vivendo num apartamento...Seria uma tragédia! Essa paixão de meu avô por cães e gatos, foi herdada de meu bisavô e de minha bisavó; dos irmãos de meu avô, só ele herdou essa maluquice. Sendo assim a profissão só podia ser de veterinário. Meu avô é muito parecido com meu bisavô, não aceitam muito as convenções que norteiam a vida civilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 07 Jul 2024 13:41:50 +0000</pubDate>
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      <title>A OVELHA NEGRA</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373432</link>
      <description>    A OVELHA NEGRA&lt;br /&gt; Cuidado com a ovelha negra! Com a mosca na sopa! Com a pedra no sapato! Quem nunca ouviu estas frases ditas sempre por pessoas mais velhas, supostamente mais esclarecidas? É um lugar comum em nossas vidas: esse menino é a perdição do grupo, essa menina só tem idéias malucas, desde que esse diretor chegou à escola ela nunca mais foi a mesma! É muito difícil para o homem aceitar o diferente, nós queremos o mundo do jeito que o vemos e o entendemos, as mudanças causam transtornos em nossa mente, em conseqüência em nossas vidas. Nada mais normal do que questionar o diferente, as mudanças, o aparente transtorno. No entanto, não existe nada mais errado do que aceitar essa sabedoria enganosa e preguiçosa. A vida só evoluiu em nosso planeta através das pequenas mudanças, mutações, que ocorrem no genótipo dos seres vivos, o que permite que a vida se adapte às alterações de ambiente. Sem essas pequenas rebeldias moleculares, sem a ação dessas “ovelhas negras” celulares, talvez não passássemos de pequenas, insignificantes e esquizofrênicas bactérias! Com a nossa civilização não aconteceu nada diferente, quantas não foram às ovelhas negras enforcadas, queimadas, trucidadas por acreditar em coisas que ninguém acreditava, ou por ver coisas que ninguém via. Jesus Cristo, Tiradentes, foram típicas moscas na sopa de romanos e portugueses. Com o passar do tempo o que acreditavam e o que viam esses desafortunados e injustiçados, passa a ser o que todos acreditam e vêem. Não é raro um cientista ser questionado e às vezes injuriado por seus pares mais graduados e mais cheios de verdades, por trazer à tona alguma descoberta que questiona o conhecimento aceito, até então. E com o passar do tempo ver a sua descoberta, aberrante, ser incorporada ao arsenal do saber humano pelos colegas que antes o injuriavam. Também não é difícil encontrarmos exemplos de filhos que acharam caminhos diferentes daqueles escolhidos por seus pais e que depois deram graças a Deus por terem sido um moscão na sopa dos pais, já que foram mais felizes  que os próprios pais em suas escolhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Portanto não amesquinhe a sua existência e a dos outros com seus preconceitos religiosos, científicos, ou de qualquer outra natureza, com sua vontade de que tudo deve ser como sempre foi, com a visão distorcida do que a vida precisa pra seguir sendo vivida. E lembre-se você não é uma ameba! Talvez não seja por vontade própria, mas não é!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 07 Jul 2024 13:36:56 +0000</pubDate>
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      <title>36- HISTÓRIA DE MEU AVÓ RAIZ</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373317</link>
      <description>36- HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ &lt;br /&gt;   Meu avô me confidenciou que no primário e no ginásio, que seria o primeiro grau hoje, ele detestava estudar, estudava o mínimo possível, só para passar, mas que gostava muito de ler, não era por acaso, segundo ele, em redação era o melhor da turma. O tio Siva, irmão de minha bisavó trabalhava no SENAI, e vendo que meu avô não gostava de estudar, o convidou  para fazer um curso de mecânica de automóveis lá no SENAI, logo meu vô, que até hoje tem ojeriza até de apertar um parafuso...Matriculou meu avô no referido curso, ele só foi na primeira aula, se sentiu totalmente deslocado, literalmente, um peixe fora da água...A ideia  desse tio acabou dando certo, meu avô, a partir dali, começou  a estudar pra valer, acabou a má vontade com os cadernos, passou,  até a dar cola para os colegas nas provas. Aquela aula de mecânica mudou a vida de meu vô, eu até imagino ele no meio de alicates, chaves de fenda, parafusos e outros instrumentos de tortura, seria para ele, o inferno na terra. Acho, até que o tio Siva usou esse curso, para mostrar para meu avô, que a vida é muito mais leve e melhor para quem estuda. Ainda bem que meu avô doidão, foi esperto e entendeu aquele ardil.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Jun 2024 16:54:40 +0000</pubDate>
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    </item>
        <item>
      <title>35HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373307</link>
      <description>&lt;br /&gt;35-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ &lt;br /&gt;Na primeira viagem de carona que meu avô fez  para Fortaleza, junto com os amigos da Rural, Nelson e Carpenter. No retorno marcaram de encontrar outra turma que estava viajando do Rio para o nordeste, marcaram de se encontrar em Itabaianinha no Sergipe, já que uma menina que estava nesta viagem tinha parentes nesta cidade. O encontro dos grupos foi uma festa só! Mas, terminada a festa é aí que começam as novidades, a casa dos parentes da Adelaide, era desprovida de banheiro, as necessidades tinham que ser feitas no mato, os banhos de caneca, que delicia...Ficaram uns 2 dias ali. Então o Nelson lembrou que tinha um tio rico em Belo Horizonte e que passariam por lá, já que estavam planejando acabar a viagem em Tombos. Chegando em Belo Horizonte, foram para casa do tio rico. Morava num casarão, recebeu aqueles 8 flagelados com muita atenção, providenciou banho, almoço e cama para  todos   descansarem. Quando o almoço  foi posto, foi uma decepção, comida francesa... um pouquinho em cada travessa! A turma cheia de fome, não conseguia esconder a decepção... A empregada da casa, chamou o Nelson e resolveu a questão, pediu para ele levar os amigos na cozinha, depois que o tio e a tia fossem fazer a cesta, ela estava preparando comida de verdade pra eles. Ficaram ali uns dois dias, a cozinha virou o lugar predileto daqueles malucos. Partiram, então para Tombos, o grupo gostava mesmo é da estrada, conforto agradava pouco, imaginem que desse grupo já teve gente dormindo em bagageiro de trem, quando um em que viajavam, ficou parado por um dia, no interior da Bahia. Meu avô e os amigos adoravam toda essa maluquice. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 23:48:46 +0000</pubDate>
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        <item>
      <title>34-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373278</link>
      <description>34- HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ &lt;br /&gt;Em julho de 1974 meu avô estava de férias na Uversidade Rural, assim como minhas tias avós, Gilda e Anamelia na ENCE. Resolveram, então alugar uma casinha no interior de Minas, alguém arrumou uma  em Tombos. A tropa reunida para essa viagem, era composta de 21alunos, gente da Rural e da ENCE. Os que participaram , não esquecem daquela empreitada. A casa era de 1 quarto, imaginem, a dificuldade de acomodar essa turma...Mas tudo acabou dando certo. Meu avô lembrou que um dia, alguns do bando, cismaram de roubar umas espigas de milho, num milharal próximo da casa, foram pegos em flagrante e expulsos do local. Qual não foi a surpresa, quando apareceu na casa um rapaz com um saco de espigas de milho de presente para a turma, falando que se quisessem mais era só pedir, coisa impensável numa cidade grande. Meu avô, me contou morrendo de rir, que o amigo Nelson adorava gatos e que um gaiato da turma, que até hoje. não sabemos quem, imitava o miado de um gato embaixo da janela da sala, o Nelson corria para ver o animalzinho, mas o bichinho sumia, meu avô disse que pulou a janela atrás do gato e acabou torcendo o pé, teve que ir para o posto de saúde, para ser medicado. Dormia todo mundo embolado, tinha alguém do grupo, que adorava soltar peidos insuportáveis, depois descobrimos que era uma menina, confessou o delito... Alguém saiu com essa pérola- eu não sabia que mulher peidava! Um dia resolveram ir até Guaçuí, cidade próxima, foram todos na carroceria de um caminhão. Na volta, a noite, resolveram tomar um trem até Tombos, mas o mesmo só passava de manhã, tiveram que dormir na estação e passaram um frio danado, era inverno. Mas ninguém reclamou, o que valia era a farra. Repetiram, outras vezes esse fuzuê. Meu avô e sua turma não podem reclamar da vida, tem sido  muito agradável a existência. Até hoje tem um amigo, o Rainho, que não desgruda de Tombos, mas todos, falam com saudade daqueles tempos. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 27 Jun 2024 13:18:38 +0000</pubDate>
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    </item>
        <item>
      <title>DIURNOS E NOTURNOS </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373106</link>
      <description> &lt;br /&gt;Os seres humanos, assim como os animais, são divididos em diurnos e noturnos. Os diurnos executam melhor suas atividades diárias, durante o dia, adoradores do astro rei... Ao contrário dos noturnos, que rendem muito mais longe do sol, são adoradores da lua e das estrelas...Não pode haver nada pior que você casar com uma pessoa que não seja do seu tipo; você quer dormir e o outro que sair para uma rave...Tem todos os ingredientes para azedar uma relação. Isso acontece, também nos companheiros de viagem, também nas moradias coletivas, repúblicas, alojamentos, etc. Onde se misturam esses dois tipos de indivíduos, a confusão é coisa certa! Então, numa relação harmoniosa, entre humanos, é essencial  que essas diferenças sejam respeitadas. Conheça bem a pessoa antes de casar, e as companhias para uma viagem, para que tanto um quanto o outro não virem um tormento. &lt;br /&gt;Lembre sempre: os morcegos, apesar de voarem, não são boas companhias para os pássaros...&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 16 Jun 2024 22:48:16 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373106</guid>
    </item>
        <item>
      <title>33-HISTÓRIAS DE MEU AVÔ RAIZ</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=373066</link>
      <description>&lt;br /&gt;Em dezembro de 1974, meu avô e colegas de república já estavam de férias e não tinham nada para fazer, aí meu vô veio com aquelas idéias de jerico que ele sempre tinha- Vamos para Ponta-Porã, visitar a Tatiana, o que acham? O Paulo e minha avó Shirley, toparam a roubada. Na manhã seguinte já estavam de mochila nas costas e pedindo carona, minha avó assustou um pouco, não imaginava que a viagem seria de carona. No primeiro dia passaram de São  Paulo, a noite meu avô sugeriu, vamos dormir num hotel 5 estrelas, na primeira borracharia que encontraram foi ali o pernoite, minha avó não reclamou do luxo do hotel, mas dormiu muito mal ou não dormiu, meu avô dormiu como um anjo, até hoje ele dorme até com bomba na cabeça. Mais dois dias de carona e já estavam em Dourados. Numa das paradas o Paulo fez uma meditação, onde teve uma visão que mostrava uma mesa farta , quando chegassem no destino. Seria a última noite de “hotel de luxo” , minha avó já não aguentava as maluquices do  então namorado, mas não reclamava, era o preço a se pagar, por namorar um cara fora de série...No dia seguinte, chegaram a casa da Tatiana, e o feitiço do Paulo virou realidade! Os pais da menina eram donos de um restaurante, foram recebidos com uma mesa farta, conforme o colega do meu avô previra. Tiraram a barriga da miséria, ninguém aguentava mais os lanchinhos da viagem. Segundo meu avô a viagem foi ótima, apesar dos “hotéis de luxo”, tão bom que repetiram diversas vezes para outras cidades, coisa de doidão irrecuperável. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 23:18:14 +0000</pubDate>
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