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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Se não sou, sou</title>
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      <description>Sou a voz de um espírito&lt;br /&gt;apenas intemporal.&lt;br /&gt;que devasso ruge no peito&lt;br /&gt;de uma forma quase imortal,&lt;br /&gt;acre e meigo, afoito&lt;br /&gt;na inquietude mais letal&lt;br /&gt;pelas conspirações do sangue&lt;br /&gt;preso à vida pelas evidências,&lt;br /&gt;e pelo sinal que nos é fatal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou e não sou&lt;br /&gt;sou apenas, ou finjo que sou&lt;br /&gt;o poeta que todos acham que sou&lt;br /&gt;mas sei que sou as fragâncias&lt;br /&gt;de um passado que não morre,&lt;br /&gt;as ausências que ninguém me rouba,&lt;br /&gt;a memória que galopa&lt;br /&gt;num pássaro afeiçoado ao horizonte!</description>
      <pubDate>Mon, 19 Apr 2010 15:18:29 +0000</pubDate>
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      <title>Até Paris</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=74804</link>
      <description>Sem embaraço o digo,&lt;br /&gt;foste um deleitoso orgasmo&lt;br /&gt;que durou de Lisboa a Paris,&lt;br /&gt;num combóio de luxúria nossa.&lt;br /&gt;Os olhares que lançamos&lt;br /&gt;entenderam-se à primeira,&lt;br /&gt;sem neblinas nem dúvidas,&lt;br /&gt;a abordagem conquistou os corpos &lt;br /&gt;ainda antes do Setil...&lt;br /&gt;o êxtase veio no apeadeiro seguinte,&lt;br /&gt;e daí até Paris fomos boémios os dois&lt;br /&gt;e hibernamos sem dar importância&lt;br /&gt;ao fim da viagem...</description>
      <pubDate>Fri, 05 Mar 2010 12:53:57 +0000</pubDate>
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      <title>È uma tristeza</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=121915</link>
      <description>É uma tristeza este luso.&lt;br /&gt;Digo-o sem peias... ver alguns autores (que até tinha, e apesar de tudo ainda tenho) pegado com futilidades de quem escreve ou não escreve, como quem de alguma forma se ache melhor que quem quer que seja, ou ver outros grupos de gente a gladiarem-se com comentários de merda e pouco carácter, como que se a escrita de quem escreve tivesse alguma cartilha de pormenor (e espero bem que alguns não me venham com outros pormenores, porque mais ordinários que vocês todos sou eu por inteiro e chamo-vos em on-line os nomes todos, podem ter a certeza disso), ver um site que deveria ser de bem estar, trabalho, poesia e obra de todos e afinal não passam de uns miseráveis à procura de protagonismo e alguma coisa para fazer na porcaria da vossa insignificante vida... são tristes no sentir, são tristes no agir, e acima de tudo são tristes na mensagem que transmitem a todos os que usam o site, e não são só vocês miseráveis que andam à procura de qualquer coisa, porque na porcaria da vossa vida nunca tiveram nada... são tristes por vocês e são tristes pelo que transmitem aos outros que até estão no site de boa fé e sem intenções de mais valias pessoais, são tristes por vós... mas porra... sejam tristes sozinhos... ninguém precisa de guerras e porcarias destas que além do baixo carácter que demonstram... apenas são pessoas coitadas...&lt;br /&gt; ... há muita vida na poesia e na escrita desde que todos se saibam respeitar e compreender, é por isso que a escrita é milinar... não foram vocês que a inventaram agora, e lá porque alguns bons escritores aqui têm escrito, não são os melhores... depois de vocês melhores virão, e outros também não... é pena que tanta gente que escreve bem se perca na sujidade do supérfulo, é pena que não canalizem toda essa boa escrita para um bem comum, ao invés de se gladiarem em comentários de baixa categoria &quot;só porque não simpatizo contigo&quot;, ou &quot;só porque me comentastes assim...&quot;, é pena que com tanta qualidade que têm não consigam ter a capacidade de serem mais... se calhar... afinal apenas são escritores da treta, que escrevem para que todos comentem e com isso ficam muito agraciados, vão para a cama e deitam-se contentes porque fizeram algo que alguém vai ver... mas tristes são, eu diria miseráveis, quando as pessoas vivem à espera do que os outros vão dizer... se calhar não somos um país de merda, somos um país feitos de gente como vocês... ainda bem que não sou assim!&lt;br /&gt;Emilio Carlos, com muito prazer, e com muita honestidade, sou poeta. mau ou bom, mas estou muito acima destas porcarias com que vocês entretêm a vossa vida... vão ao circo, ou ao cinema, ou então façam sexo, que pelo menos já vos passa a parvoíce</description>
      <pubDate>Mon, 01 Mar 2010 22:19:06 +0000</pubDate>
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      <title>ontem não te vi</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=112555</link>
      <description>&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ontem fui ter contigo, mas tu não vieste. Fiquei só, sem muito me preocupar para além do facto de não saber o porquê...&lt;br /&gt;Ontem fui ter contigo e não te vi, e apenas pensei, enfim, porque razão virias tu ter comigo, assim... ontem, foi ontem, e só hoje me doeu o sentir... ontem eu não te vi, e hoje não me vejo a mim... afinal, o mal é meu, no meio de tudo isto, acho que ando a ficar cego!&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:32:06 +0000</pubDate>
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      <title>Ser louco</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=112491</link>
      <description>Ser louco é ser a dor matinal&lt;br /&gt;do real, naufrágios ao sabor dos aromas,&lt;br /&gt;é ser a quimera e a multidão&lt;br /&gt;no desdém da liberdade,&lt;br /&gt;é ter olhos roucos de inventar&lt;br /&gt;as primaveras na nuca,&lt;br /&gt;sóis de fraque e cólera,&lt;br /&gt;ser ar formas pouco exactas do delírio&lt;br /&gt;e ter nos braços força que baste&lt;br /&gt;para amedrontar o medo.&lt;br /&gt;É ser um tempo sem nexo&lt;br /&gt;sufocado pelo irreal dos outros,&lt;br /&gt;nostálgia na algibeira dos dias monólogos&lt;br /&gt;gastos de mera fantasia,&lt;br /&gt;o som das cores que enganam o destino&lt;br /&gt;e sem vergonha, brincar com os fusos&lt;br /&gt;dos horários aos absurdos,&lt;br /&gt;seduzir o sentimento acanhado do amanhã,&lt;br /&gt;comover-se com as ânsias, ter sonhos,&lt;br /&gt;ser sonhador também, ser louco&lt;br /&gt;... e saber que se é!&lt;br /&gt;Ser louco é viver no lado de fora&lt;br /&gt;e poetizar sem virgular o sentido das palavras,&lt;br /&gt;namorar todos os astros vizinhos&lt;br /&gt;no desalinho do vazio,&lt;br /&gt;roubar o silêncio ao sofrimento&lt;br /&gt;e fugir ileso pelo capim da solidão.&lt;br /&gt;É ter esperança na fé do vento&lt;br /&gt;e no mesmo riso ser qualquer coisa&lt;br /&gt;e nada ser&lt;br /&gt;amar, ser a doidice das sombras, &lt;br /&gt;ser louco e saber que se é!</description>
      <pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:08:37 +0000</pubDate>
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      <title>Imperfeito criador</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=112471</link>
      <description>Então tu, senhor!&lt;br /&gt;... que fizeste o mundo&lt;br /&gt;inventaste o ovo&lt;br /&gt;para o homem nascer&lt;br /&gt;e à sua vida de pinto deste o saber,&lt;br /&gt;a astúcia e o amor,&lt;br /&gt;a inveja e a bondade,&lt;br /&gt;e no meio do que tanto deste&lt;br /&gt;não previste o holocausto dos gananciosos,&lt;br /&gt;a falácia dos bem postos,&lt;br /&gt;a arrogância dos faustos,&lt;br /&gt;não adivinhaste a dor do mundo,&lt;br /&gt;não sentiste a injustiça,&lt;br /&gt;que raio de homens criaste à tua maneira?&lt;br /&gt;que raio de maneira é a tua?&lt;br /&gt;caramba, quantas dúvidas nos deixas,&lt;br /&gt;logo agora que tanto precisavamos de ti&lt;br /&gt;logo agora que ninguém te vê,&lt;br /&gt;a não ser os que ainda crèem&lt;br /&gt;que tu és o tal que nos fez...&lt;br /&gt;para ti, então, um bom natal, &lt;br /&gt;pois também esse é teu festim...&lt;br /&gt;e o nosso... é carnaval!</description>
      <pubDate>Sat, 26 Dec 2009 21:54:29 +0000</pubDate>
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      <title>Diz-me</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=108010</link>
      <description>Diz-me&lt;br /&gt;dá-me um sinal&lt;br /&gt;eu preciso de saber,&lt;br /&gt;e esta hora é a hora&lt;br /&gt;porque outra hora não virá,&lt;br /&gt;se vida fora até agora, pelo outrora&lt;br /&gt;pela vida que tiveste até agora, nesta hora&lt;br /&gt;em que pereceste eu fiquei, entregue ao amanhã&lt;br /&gt;com os filhos que tivemos, e o amor que tão vivemos,&lt;br /&gt;diz-me, fui um bom marido, será que em vida te fiz feliz?&lt;br /&gt;… diz-me, porque preciso de saber, se o amor que te tive louco&lt;br /&gt;foi amor ou prejuízo, porque foste e eu fiquei, sem ti e sem mim&lt;br /&gt;e para o que sobra sobreviver, eu preciso de saber&lt;br /&gt;se o que magoa é a dor de te perder&lt;br /&gt;ou negrume de te saber infeliz…&lt;br /&gt;Diz-me&lt;br /&gt;porque te amo tanto, meu amor&lt;br /&gt;que para mim nunca morreste!&lt;br /&gt;Diz-me, &lt;br /&gt;porque eu preciso tanto de ti!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 19:16:13 +0000</pubDate>
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      <title>Amo ninguém</title>
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      <description>Amo ninguém&lt;br /&gt;e ninguém me ama,&lt;br /&gt;estamos quites ò destino, &lt;br /&gt;vamos andando em frente&lt;br /&gt;até ver...&lt;br /&gt;Não vale a pena esperar&lt;br /&gt;que o passado volte de novo,&lt;br /&gt;levamos as memórias somente,&lt;br /&gt;porque amanhã ninguém me ama&lt;br /&gt;e eu amo ninguém!</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:52:54 +0000</pubDate>
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      <title>Compulsivo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=90832</link>
      <description>Sou compulsivo, sou&lt;br /&gt;bêbado dedilhado ao sabor do instante,&lt;br /&gt;bebo o mundo e o algures, se isso houver&lt;br /&gt;Sou compulsivo sim&lt;br /&gt;de vícios e virtudes,&lt;br /&gt;de enlances e nuances e demais uances,&lt;br /&gt;do que bom ou mal&lt;br /&gt;a vida me trás.&lt;br /&gt;Compulsivo, sim&lt;br /&gt;na liquidez do dia&lt;br /&gt;no sorver das horas iníquas&lt;br /&gt;em que o tempo  urge e definha&lt;br /&gt;ao ritmo das horas ténues.&lt;br /&gt;Vivo, prenhe de vida&lt;br /&gt;no que da vida tenho para viver,&lt;br /&gt;e uso o restolho dos sentidos&lt;br /&gt;para o que demais provir.&lt;br /&gt;Compulsivo no amar sem freios&lt;br /&gt;quando amor há para haver,&lt;br /&gt;compulsivo amor presente&lt;br /&gt;por não saber amar d’outrém…&lt;br /&gt;Morto… compulsivo,&lt;br /&gt;porque a morte não temo&lt;br /&gt;que de mim em vida dei&lt;br /&gt;por mais que me queira cobrar,&lt;br /&gt;o que sou, mais não tenho…&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 16 Jul 2009 16:20:48 +0000</pubDate>
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      <title>Combustão de absurdos</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=86259</link>
      <description>No lento fim do amor&lt;br /&gt;latejantes negações&lt;br /&gt;aquém absurdo,&lt;br /&gt;a virgem perdida&lt;br /&gt;no uníssono dos passos,&lt;br /&gt;pastores de solidões.&lt;br /&gt;O lado vazio&lt;br /&gt;chamada para a morte&lt;br /&gt;mansamente enfraquecida.&lt;br /&gt;Na íris do sentimento&lt;br /&gt;há visões que cabem nos olhos&lt;br /&gt;das flores sonhadoras&lt;br /&gt;electrocutadas na ganância&lt;br /&gt;de reaver todo o tempo perdido&lt;br /&gt;no desânimo dos amantes.&lt;br /&gt;Noutro espaço alforriado&lt;br /&gt;choram saudades, espectros antigos&lt;br /&gt;condecorações e prisões,&lt;br /&gt;futuro de graníticos louvores&lt;br /&gt;que com a mesma mão&lt;br /&gt;dá e tira brilho ao tacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz-me à vida&lt;br /&gt;e pela zurrapa cresci um palmo&lt;br /&gt;... vais agora dizer-me porquê?&lt;br /&gt;Dias cinzentos, cartas viúvas&lt;br /&gt;enamorado por todas, sem demora&lt;br /&gt;e por ninguém...&lt;br /&gt;Dualidades. Correm forcas&lt;br /&gt;atrás dos enforcados,&lt;br /&gt;o que é bicho é caça...&lt;br /&gt;fábulas da alma&lt;br /&gt;e sonho acordado&lt;br /&gt;no centro das labaredas,&lt;br /&gt;chão de rugidos.&lt;br /&gt;No lado moribundo da palavra&lt;br /&gt;há diálogos de luas inteiras,&lt;br /&gt;anagramas do espírito&lt;br /&gt;flautas doentes de ilusões,&lt;br /&gt;intolerâncias a rodos,&lt;br /&gt;de chofre, pela utopia dos verbos.&lt;br /&gt;Difamações maritais e parietais&lt;br /&gt;mundo canalha&lt;br /&gt;a beleza que magoa de vez&lt;br /&gt;os dias mal agendados,&lt;br /&gt;porque me odeio e amo&lt;br /&gt;sem sair dos condomínios&lt;br /&gt;do meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá fora,&lt;br /&gt;dormem absurdos ais da noite,&lt;br /&gt;por descuido&lt;br /&gt;esquinados em voz alta&lt;br /&gt;no desfecho do querer&lt;br /&gt;que nos cozinha a extravagância&lt;br /&gt;desses minutos, abismos loucos&lt;br /&gt;filhos de sémens diferentes&lt;br /&gt;nas solidões que calafetam&lt;br /&gt;à ilharga do sol,&lt;br /&gt;encostado ao monte de Abraão,&lt;br /&gt;onde o amor vai comer&lt;br /&gt;à mão do Senhor!</description>
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 11:28:20 +0000</pubDate>
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