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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 12:21:18 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>[INFINTIO, INTERMINÁVEL E SEMPRE ETERNO! 4.500.002.007 - O ANO QUE NÃO TERMINOU; DAQUI ASSISTIREMOS A UM NOVO BIG BANG E CONTAREMOS A NOSSA AVENTURA.]. </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=63407</link>
      <description>&lt;br /&gt;“Antes de tudo, façam-se as seguintes advertências. No texto aparecerão, por  certo,  as  expressões”  o Terra ““, a Sol ““, o Lua “ e “Creação”, mas, para tanto, as advertências tentarão explicá-las. Referimo-nos “o Terra” porque a convenção literária a nós imposta é inconsistente quando argumenta que terra-solo, é com letra minúscula e terra-planeta, com letra maiúscula; pois em “Terra preta é boa para o plantio de mandioca”. Fala-se do solo, todavia por se tratar início de frase “regula fidei ad grammatica manda scriptare cum  littera maiúscula” (a regra fiel da gramática manda escrever com caractere maiúsculo. Quanto a Sol, sendo uma estrela e com a agravante de que não pronuncio “o Andrômeda”, “o Alfa Centauro” e nem “os Três Marias”, mas, a, a, a,... O  que  torna inconsistente  dos  aplicativos”. Daí, a nossa aposição desta singela nota como forma de explicar o nosso com o nosso posicionamento para que, previamente se esclareça e, de uma vez, por todas, as polêmicas que;... – Certamente, surgirão em detrimento dessa prática contumaz. Para tanto, nos desliguemos de nossos mais crassos vícios... – Ok? Pensemos nisso, e analisemos o texto que se expõe, a seguir...       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor    &lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Eu, nascido em Manaus, na estação oito, na estância janeiro, da era mil novecentos e quarenta e três, a Simone, nascida em Santa Maria de Belém do Grão Pará, na estação vinte e cinco, na estância dezembro, da era mil, novecentos e cinqüenta e dois, o João, nascido em Floripéia de Nossa Senhora das Neves, atual João Pessoa, na estação trinta, na estância julho, da era mil, novecentos e quarenta e sete, a Raquel nascida em São João da Ponta, na estação vinte e nove, da era mil, novecentos e sessenta e três, a Dalva, nascida em São Luiz do Maranhão, na estação cinco, na estância setembro, da era mil, novecentos e cinqüenta e a Helena, nascida em Espinosa, na estação vinte e três, na estância outubro, da era mil, sessenta e nove, resolvemos pesquisar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Estamos no ”Terra”, um globo flutuante a 23,4 graus de inclinação, giratório em sua órbita de 939.457.440 quilômetros lineares e que anda qual um torvelinho no espaço a razão de 2.573.856 quilômetros lineares por dia, joguete dos movimentos de “rotação, translação, atração, repulsão, precessão, mutação, tornação, retração, sopole”; mais de 10 movimentos incessantes e variados, mas somos tão pequenos neste globo e tanto estamos afastados do resto do universo que, visto daqui, de nosso ponto de observação, tudo nos parece imóvel e imutável... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Lancemo-nos, pois, ao espaço com a velocidade da luz. A luz percorre o espaço a razão de 299.720 quilômetros lineares por segundo ou 07 voltas em torno “do Terra”, a casa em que vivemos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Decorridos pouco mais do que um segundo e, então, abismados a 406.000 quilômetros lineares, passemos a vista no mundo lunar que se nos apresenta os seus mares inférteis e sem vida, as suas crateras abertas e os seus vales selvagens e alpestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Não obstante, a noite estende o seu negro véu, a estrela vespertina brilha no ocidente, a estrela polar resplandece no hemisfério norte, a lua verte na atmosfera o seu luminoso, e, prateado orvalho, as “Três Marias” cintilam no nadir do hemisfério sul e um turbilhão de estrelas vai resplandecer no fundo enegrecido dos céus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Quase perdido no zênite da nossa observação visualizamos o “Mercúrio”, um minúsculo planeta envolto em sua atmosfera amarela avermelhada em detrimento da existência de alta concentração de Bióxido de Carbono combinado com hélio... – tudo é rápido em “Mercúrio”, 88 dias terrestres em sua órbita de cerca de 500.000.000 de quilômetros lineares, eivo de crateras, vulcões, mares tóxicos, cataclismos e hecatombes, porém; não nos detenhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali está “Vênus”, novo “Terra” igual ao nosso, povoado de seres de movimentos rápidos e apaixonantes sob a sua atmosfera alaranjada pela influência dos gases sulfúricos; regredimos um pouco para que pudéssemos estudá-lo, estamos a 108.000.000 de quilômetros lineares da “Sol”, estudemos as suas gêneses, as suas praias, os seus golfos, os seus mares, os seus oceanos sulforosos; os seus habitantes enigmáticos, mas não nos detenhamos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Aterrissemos em “Marte” entre o 227.940.00 e os 308.000.000 milhões de quilômetros lineares de distância da “Sol”, 6.794 quilômetros lineares de diâmetro equatorial equivalente a 0,533 do Terra, inclinação axial de 1º 58’ em sua órbita de 1.433.466.720 quilômetros lineares e, assim; experimentemos os efeitos de sua atmosfera de coloração vermelha em virtude da alta concentração de Bióxido de carbono, um período de rotação de 24h 37m 28s em relação ao nosso Terra, exploremos as suas praias, os seus golfos, os seus oceanos, a sua hidrografia, os seus vulcões, o seu relevo. Admiremos o “Monte Olympus” com seus 600 quilômetros de base e seus 25 de altura, os seres humanos não aparecem por aqui... Dê-se uma rápida passagem por “Phobos” e “Dermos” blocos rochosos, asteróides captados, possivelmente, pela força gravitacional de “Marte” e transformados em suas luas... – no entanto, é importante que sigamos em frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Atravessemos todo o cinturão de “Kuiper”, estudemos os asteróides que mantém as órbitas em seus domínios, apeemos em “Ceres”, estudemos a sua constituição, analisemos as suas gêneses rochosas, mas, ainda assim, não nos detenhamos por aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	“Júpiter”, colosso enorme se aproxima. 142.796 quilômetros lineares de diâmetro equatorial equivalentes a 11,2 vezes o do Terra. Fantástico planeta que gira entre os 816.000.000 e 768.300.000 quilômetros lineares da “Sol”, inclinação axial de 1º 18’ 28 ”, período de revolução sideral de 11 anos, 314 dias 4/100 dos anos terrestres em sua órbita de 4.835.967.938 quilômetros lineares, estamos a novecentos e oitenta e três milhões de quilômetros lineares de nossa casa”, Terra “; 783.000.000 de quilômetros lineares da Sol somados aos 150.000.000 de quilômetros lineares entre “o Terra e a Sol”. Mil Terras não o igualaria... – “que revolução em seus dias!” “Que tempestades em seu solo!” “Que furacões em sua superfície!” “Que tufões!”“ Que gêneses maravilhosas debaixo da sua atmosfera azul marinho em função da composição de 82% de hidrogênio, 17% de hélio, e 1% distribuído entre metano e amônio. Examinemos as suas praias, os seus golfos, os seus oceanos, os seus mares, os seus rios, os seus vales e as suas montanhas, mas sigamos em nosso vôo através do desconhecido. Exploremos “Metis, Adrastéia, Amaltéia, Febe, Io, Ganimedes, Calixto, Himalaia, Lisitéia, Elara, Ananque, Carme, Parsiphae, Sinope, Europa” et coetera... – mas, ainda assim, sigamos... – sigamos em nosso vôo rumo ao vestíbulo do universo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	A estrela “Sol” aparece e nos permite deitar um último olhar ao “Terra”, agora, um pequeno ponto luminoso de cor azulada que deixa de se perceber na noite eterna e infinita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Cônscios de nossa missão perante a faina de povos que compõe as sociedades humanas sanguinárias, insanas, cruéis, neófitos, nefastas e nefandas, nós avistamos aquele corpo eivo de anéis e o identificamos... – é Saturno envolto em sua atmosfera, 93% de hidrogênio, 3% de hélio, 2% de metano, 1% de amônio e 1% de gases raros sob a coloração azul arroxeada. Belíssimo planeta, 126.060 quilômetros lineares de diâmetro equatorial, 9,4 vezes maior do que o Terra, 0º de inclinação axial, período de revolução de 29 anos e 167 dias terrestres, girando em sua órbita de 8.862.106.520 quilômetros lineares a distância máxima de 1.511.000.000 e mínima de 1.429.440.000 quilômetros lineares da “Sol”. Alcancemo-lo, estudemo-lo e exploremo-lo... “Que furacões em sua superfície!”. ”Que maremotos!” “Que terremotos!” “Que cataclismos!” Que hecatombes!”“ Que gêneses maravilhosas!”Examinemos as suas praias, os seus istmos, os seus golfos, as suas montanhas, os seus vulcões e os seus oceanos de líquidos magmáticos, os seus cataclismos e as suas hecatombes”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudemos suas luas, “Reia, Japeto, Tetis, Dione, Rimas, Encelado, Atlas, Prometeu, Leda, Hiperion, Febo, Helena, Pandora, Remis, Janus, Titã, Pã” et coetera... Reverenciemos Titã, mas, mais uma vez, não nos detenhamos! Voemos em direção ao infinito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Com a velocidade constante de 299.720 quilômetros lineares por segundo, quatro horas nos bastam para cobrir a distância entre “Netuno” e a estrela “Sol”, mas, ao invés disso, já faz vários dias em que voamos através dos desertos de que está povoada toda a extensa família solar e não vemos mais do que cometas errantes que viajam de um sistema a outro e, assim, adornam as gêneses nos diversos campos da “Divina Creatione... – (Creação divina)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Urano, novo gigante, planeta exterior se aproxima. Enigmático planeta cuja órbita e eixo de rotação quase se confundem em virtude de sua inclinação de 97,4º  graus sob a sua atmosfera azul esverdeada em detrimento dos 68% de hidrogênio, 28% de hélio e 4% de amônio. 51.200 quilômetros lineares de diâmetro equatorial, 04 vezes o do “Terra”. Oscilante entre os 3.800.000.000 e os 2.875.000.000 de quilômetros lineares, uma revolução sideral de 184 anos e 7,4 dias dos anos terrestres sob a sua órbita de 18.044.225.482 quilômetros lineares; estamos a 2.875.000.000 quilômetros lineares de distância do nosso “Terra”. Não nos façamos de rogados... – estudemos os seus vales, as suas praias, as suas ilhas, os seus montes e o seu relevo, analisemos a sua temperatura acima dos cem graus centígrados negativa. Assistamos as suas hecatombes, os seus cataclismos, as suas vicissitudes e as suas magníficas revoluções siderais.    Reverenciemos a “Tritão e Nereida”, entretanto, não nos detenhamos em nem um e nem em outro, satélites e luas áridas de imensos desertos, pois, antes de tudo, não devemos nos tornar impotentes, mas, sigamos o impulso que emana de nossos corações e não se perca a visão da responsabilidade de manter acesa a lucerna do aprimoramento, por isso; sigamos e não nos detenhamos por aqui.   &lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;	Por um instante mais, tentemos observar a estrela “Sol”, ainda que, a olho nu já não nos seja mais possível esta tarefa. Estamos distante dela nada mais nada menos do que 4.474.000.000 de quilômetros lineares e nos aproximamos de Netuno com os seus 48.600 quilômetros lineares de diâmetro equatorial, 3,81 vezes maior do que o “Terra”, o último dos gigantes do sistema solar e vizinho de nossa morada. Um período de rotação sideral de 18h 32m, mediante um período de revolução sideral de 164 anos e duzentos e oitenta dias, acrescidos de três centésimos dos anos terrestres, sob a sua órbita de vinte e oito bilhões, duzentos e cinqüenta e quatro milhões, seiscentos e setenta e nove mil e duzentos quilômetros lineares a uma inclinação axial de um grau e quarenta e sete minutos. Caminhemos para ele, estudemos as suas origens. Observemos as suas praias, os seus golfos, o seu relevo, a sua hidrografia, as sua gêneses sob a sua atmosfera azul com leve toque de lilás e cuja composição é de sessenta e oito por cento de hidrogênio, vinte e oito por cento de hélio e quatro por cento de amônio, o responsável pela coloração azul em função de absorver a luz de cor vermelha. Exploremos “Miranda (Miranda), Uriel, Umbriel, Titânia e Oberon”, suas luas geladas, e sem vida animal, mas, ainda assim, não nos detenhamos... – nossa expedição está, apenas, começando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	 Até a pouco tempo, “Plutão” seria o último passo em nossa rota, mas, hoje já não é mais, avancemos para esse minúsculo astro de, apenas, 2.200 quilômetros lineares de diâmetro equatorial equivalente a 0.108 do “Terra” e, por isso, rebaixado da sua condição de planeta sempre envolto em sua atmosfera verde acinzentada composta, basicamente, de metano congelado a uma temperatura média de 232º centígrados entre os 4.425.000.000 e os 7.400.000.000 de quilômetros lineares de distância da “Sol” sob uma inclinação axial de 17º10”. Uma órbita de 37.680.184.920 quilômetros lineares. Como particularidade sabe-se que Plutão cruza a órbita de Netuno em seu ponto mais próximo da “Sol”. Exploremos suas praias, seus relevos, seus oceanos e seus mares gelados, estudemos suas gêneses, exploremos Caronte, seu satélite rochoso e gelado, mas, como sempre, não nos detenhamos por aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Lento e fatigado, pálido e desgrenhado, errante e enigmático, aqui está o “Halley” extraviado no dia incógnito do seu periélio. 76 anos para, através de sua órbita alongada, voltar a visitar nosso planeta, periguemos em seus domínios, mas, admiremos o cometa extraviado na noite do seu afélio; estudemos a sua origem, cientifiquemo-nos da sua composição, tiremos conclusões e procuremos entender de uma vez por todas essa maravilha da suprema “Creação” (a partir do nada), contudo, não nos detenhamos e sigamos no rumo do brilho das mais cintilantes estrelas que permeiam o zênite distante deste ponto, afinal, para isto é que nos empenhamos nesta viagem de pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Entrementes, estamos a 17.500.000.000 de quilômetros lineares de distância de nosso lar e a Sol que lá nos ilumina é nada mais nada menos do que um singelo e minúsculo ponto a reluzir no infinito; não nos detenhamos... – sem receios, sigamos em nossa caminhada... – aqui está “Sedna” envolto em sua atmosfera alaranjada, talvez por evidenciar uma alta concentração de sulfúrico. Exploremos seu relevo, sua hidrografia, sua oceanografia, porém continuemos em nosso destino... Aquele pequeno globo flutuante no espaço ao nosso redor é “Xena”, mais um planetóide, mais um integrante da família solar. Caminhemos para ele envolto em sua atmosfera azul acinzentado, semelhante a “Plutão”. Aterrissemos em seu solo, suportemos a sua temperatura de trezentos e setenta graus centígrados negativos. Estudemos o seu relevo, os seus rios, a sua gênese... – mas, não nos detendo, avancemos para o infinito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Passemos por “Santa” e pesquisemos as suas gêneses sob a sua atmosfera azul arroxeada. Estudemos sua geografia, mas sigamos rumo a “Coelho”, novo astro cuja órbita semicircular se observa sob a atmosfera amarelada; exploremos a sua hidrografia, a sua oceanografia e o seu relevo, mas, ainda assim, cumpramos o nosso propósito qual seja o de conhecer as gêneses de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Encontramos-nos a 35.000.000.000 de quilômetros lineares e vemos a “Sol”, como do planeta “Terra”, na cor amarelo ouro, porém, agora, semelhante a uma “Alfa Centauri”, a uma “Beteguelse”, a uma Andrômeda ou a uma estrela da “Constelação de Caranguejo”. Estamos em “Quaoar”, na atualidade, o último dos planetas que descobrimos e que faz parte da imensa família solar. Aproximemo-nos dele, estudemos suas praias, seus golfos, seus istmos, seus oceanos gelados, seus habitantes de movimentos rápidos e apaixonantes sob a sua atmosfera azul semelhante ao do nosso lar a quatrocentos e setenta e cinco graus centígrados negativo, quase morremos porque, com os nossos corpos na base do carbono, o máximo que suportamos é sessenta negativos, contudo, não nos detenhamos; ainda nos faltam imensidades a percorrer, o estudo é profícuo e a missão árdua... – aceitemos o desafio! Aceitemos o desafio de voar sempre em direção ao desconhecido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nadir (o ponto imaginário acima das nossas cabeças) muda-se em zênite (ponto imaginário no limite da abóbada celeste); o que dizemos? Para nós o centro está em todas as direções e a circunferência não se encontra em nenhuma. Que dizemos? Jamais o céu que nos detenha! Jamais os limites da circunferência ante nós! Sempre o vazio, sempre o abismo, sempre o interminável, sempre o infinito! Sempre o desconhecido! Sempre o desafio! Sempre a incógnita! Quanto mais caminhamos, mais e mais espaços se abrem a nossa dianteira e sentimos gravitar galáxias e mais galáxias adiante de nossa percepção oftalmológica. Estamos confusos, cansados, estressados e fatigados pela longa viagem até aqui, porém necessitamos, cada vez, mais e mais avançar em nossos passos. Um turbilhão de estrelas nos cerca em todo o nosso derredor, não obstante, à medida que vencemos a barreira do espaço vazio, as nossas faces vêem mais e mais estrelas brilharem no fundo dos céus; voemos até elas, alcancemo-las, estudemo-las, conhecemo-las, repitamos; a nossa viagem está, apenas, começando. Abandonamos os limítrofes da nossa “Galáxia Solar”. De “Plutão” ao corpo celeste mais próximo vencemos cerca de 10.000.000.000 de quilômetros lineares. Destarte, estamos há alguns trilhões de quilômetros lineares de nossa casa, mas, antes de tudo, nos encaminhemos no rumo das mais distantes estrelas sempre na velocidade da luz. Há estrelas cuja luz só nos pode alcançar em nossa casa, o “Terra”, depois de 10, 100, 1.000, 10.000, 100.000, 1.000.000 de anos de marcha incessante na velocidade da luz, alcancemo-las, estudemo-las, cônscios de que, o nosso trabalho não será em vão no interesse e no aprimoramento de uma humanidade sanguinária,  insana, cruel, neófito, nefasta e nefanda... – ah, se arco-íris sumisse nos céus! Por isso, não nos detenhamos ainda que para tanto devamos entregar, em holocausto, as nossas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voemos... – mas, voemos sempre constantes na velocidade da luz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Imaginemos que corremos, assim, por cerca de 5.000.000.000 de anos e, então, perguntemos a nós mesmos... – Onde estamos? No vestíbulo do Universo? Nos confins do Cosmo visível? O que somos? De onde vimos? Para onde vamos? Qual é a força e poder que nos governa? Onde queremos chegar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Consultamos os nossos calendários. Estamos no ano 4.500.002.007. Parece-nos que deixamos, no dia de ontem, “o astro Terra” quando nos empreendemos em tão significativa viagem, no entanto, até aqui, já caminhamos, sempre na velocidade constante de 299.720 quilômetros alguns trilhões de “Unidades Astronômicas (UA’s)”, medidas que criamos para medir as enormes distâncias; estamos exaustos, quando avistamos uma enorme explosão. Que cena incrível! A estrela Beteguelse, 1.000.000.000 de quilômetros de diâmetro explodiu... – novo Big Bang? Talvez! Ainda não sabemos, mas; se for; que podemos dizer? Que estamos participando como deuses com Deus que somos; de uma nova “creação” e isto é, simplesmente, fantástico. São novos resplendores de estrelas a brilhar no infinito distante e enigmático do firmamento, dos céus que se abrem à nossa dianteira. No entanto, ainda que não quiséssemos analisamos, novamente, passo a passo, o resultado e o aproveitamento de nossa viagem de profícuos estudos. Não vimos nada, absolutamente nada, a não ser a mais crassa e insondável potência da Creação reformulando toda a estrutura do cosmo... – concluímos – como parte da humanidade e não como homens, nós vimos o acionar do gatilho que recria o universo... – isso aí!  &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 08 Dec 2008 12:36:17 +0000</pubDate>
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      <title>[SONETO PARA SOFIA]</title>
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      <description>Ó olhos de Sofia! Ó estrelas do Terra!&lt;br /&gt;És para eu mesmo como olhos do céu.&lt;br /&gt;Ocultos sob A opacidade do frio véu,&lt;br /&gt;Em que a paixão se me encerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me expresso baixo e trêmulo ao deitar-lhe a fala,&lt;br /&gt;Olhos luminosos, mais luminosos do que o céu,&lt;br /&gt;Olhar vagante a perder-se ao longe; ao leu,&lt;br /&gt;Então, lhe falo da paixão que se me instala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas estrelas são menos lindas que seus olhos,&lt;br /&gt;E me ferem tanto ou quanto me ferem os abrolhos,&lt;br /&gt;Mas, é você Sofia a própria formosura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loquaz e destemido do seu amor sou eu escravo,&lt;br /&gt;Ante o perfume que se me exala o desagravo,&lt;br /&gt;Se eu lhe amo com total lisura.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Nov 2008 13:54:08 +0000</pubDate>
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      <title>[SONETO AO AMOR DOS ASTROS] </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=62512</link>
      <description>&lt;br /&gt;Ó ser santo! Ó ser profundo!&lt;br /&gt;É tu Sol que amas Lua e Terra.&lt;br /&gt;Que em teus eclipses o amor encerra,&lt;br /&gt;No contato lúbrico, ó astro vagabundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como Diana encontrando Endemião.&lt;br /&gt;Que a noite, mãe caritativa; vem velar.&lt;br /&gt;Entre estrelas inextricáveis a brilhar,&lt;br /&gt;Como se fora o amor de Isolda e Tristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois o Lua solitário, e, em solidão,&lt;br /&gt;Recolhe=se do orvalho em tempo vão,&lt;br /&gt;E, aos espasmos de melancolia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No céu azul de estrelas castas,&lt;br /&gt;Aguarda o novo cio que lhes basta,&lt;br /&gt;E, Rubião encontra a alma de Sofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Nov 2008 13:52:06 +0000</pubDate>
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        <item>
      <title>[ANDRÉIA NA ZONA... - JAMAIS IMAGINEI]</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=62511</link>
      <description>&lt;br /&gt;Não me recordo com exatidão, mas eram, aproximadamente, 06h 15m do CRONOS&#61472;quando o meu LG – KP 210 – o meu celular – me despertou do sono Alpha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri meus olhos, e, automaticamente, lancei um olhar na direção do relógio penso à parede e de onde os ponteiros marcavam 07h 15m do KAIROS – o tempo humano chamado de horário de verão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Era-me o dia 24 de outubro – [2008], e, como sempre, teria um compromisso na cidade de Suzano...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Entrementes, enfio os pés na Havaiana que ainda dorme sob a cama, retiro do guarda-roupa uma toalha com o emblema do Corinthians; vou ao banheiro, tomo um banho, visto a calça de tactel na cor cinza, a camiseta amarela com o distintivo da Associação Cultural Literatura no Brasil; calço o meu par de sapatos marrom-avermelhado e me preparo para o meu desjejum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Sento-me à mesa, tomo uma chávena de chá de Erva Cidreira adocicado com o mel das colméias do Alcebíades, engulo, literalmente, um pão francês com margarina, bebo duzentos mililitros de água mineral Cristal, e; saio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Cumprimento no caminho apo Zé Guitarra, e, venço os trezentos metros de distância até o ponto do ônibus – linha Tupã/Rodoviária – onde encontro a Andréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Nada além da ilusão de quinze minutos e o coletivo surge semi-oculto pela curva à esquerda da Estrada do Retiro; adentro, abro o vidro contiguo para respirar o perfume das flores das [Eucaliptus Cinérea] que circundam a rodovia quando, ao fundo do velho Mercedão, visualizo a silhueta com ares de ampulheta da Andréia.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Bom dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Como vai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Alguns minutos depois ela salta, mas eu continuo o percurso até o ponto final – preciso adentrar ao primeiro 273 – Arujá/Suzano – via Pinheirinho – eu vou colaborar no Projeto [Apetite Literário.].  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Não obstante, quando passo pela Avenida dos Expedicionários, o que me estranha aos olhos? Nada mais, nada menos quando vejo que a Andréia, puritana, entra na zona – ela trabalha ali?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Bem; cada qual sabe de si; Deus de todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Retornando à origem – Arujá – apeio na Avenida Antonio Afonso de Lima, subo a Rua Euclides da Cunha, depois, a Praça Benedito Ferreira Franco onde, misto de estupefato e surpreso, eu vejo Andréia saindo da zona...   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;	Verdade é; ela, a Andréia, ainda estava na zona...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Foi mais um dia de seu expediente na [Zona Azul] – o sistema de estacionamento instalado no Município de Arujá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Isto aí! &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Nov 2008 13:48:46 +0000</pubDate>
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        <item>
      <title>[A GALINHA DESMASCARADA... - QUEM DIRIA?].</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=60399</link>
      <description>&lt;br /&gt;	Mais uma vez, puxo a cadeira, abro a espécie de portfólio e, de lá, tendo vista que pretendo escrever, hoje, mais uma página de na mais crassa liça de escritor, retiro as minhas  mais singelas anotações, e, assim, me darei ao luxo de, primeiro, pensar no que desejo grafar no papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Em seguida, não me dou por vencido, pego a caneta que, alheia a tudo, nada mais, nada menos, repousa na peça que, a princípio e particularmente, intitulo porta-lápis, estico sobre o tampo da mesa uma folha de sulfite e não me importo com o seu fabricante, mas que a extraio do pacote – é pretendo escrever um novo conto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa idéia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo conto para ganhar alguns contos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim; um novo conto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, conto sobre o quê, ou, sobre quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem; creio que me é o tempo oportuno para escrever sobre as peripécias da Maricota, e, cuja identidade, a menos que me provem ao contrário, pode  ser acobertada ao longo do emaranhado de fonemas, de caracteres romanos e tudo mais, mas pode permanecer ocultas nesta seqüência cronológica das vernáculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, é-me necessário frisar – o que se vai expor não tem e jamais teve como cerne a finalidade de denegrir, em primeira instância o simulacro, e, depois, em segunda instância, o moral ilibado, até então, de Maricota; atrevida, alegre, faceira, bonita, ousada e sagaz e mais alguns [as] que, estranhamente, se deixa de revelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia-a-dia da eternidade em que vivemos, mal a luz da sol é-nos graça e, entrementes, fornece-nos os espasmos da sua energia e do seu calor; Maricota se esperta em todas as manhãs e se põe de pés, pois costuma pular da cama antes mesmo que as estrelas vespertinas desliguem, se é o fazem, os seus abajures multicores, se dobrem a intensidade da luz solar, e, finalmente, se recolham para dormir o justo sono do repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, é-nos importante frisar que, durante o dia, a Maricota arca com as responsabilidades de cuidar da alimentação dos filhos, do suprimento de água, da saúde, dos ensinamentos da vida, e, evidentemente, do moral ilibado e das regras do bom viver mediante interessantes conceitos sobre o moral e as Regras do Bom viver mediante conceitos apensos, ainda que de forma simbólica, à conduta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vila onde reside, Maricota é benquista pelo seu espírito de honestidade e, também, da fidelidade contumaz ao Juvêncio, esse mesmo que, ainda que se quisesse; não se pode, evidentemente, negar; de vez em quando promove das suas escapadelas extraconjugais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, Maricota é um simulacro santificado de fêmea, não obstante, Juvêncio mais se assemelha a um quadro – não importa se de Renoir, Picasso ou Di Cavalcanti, porém respingado de tintas inoportunas, e, por isso mesmo, profundamente, inverossímil à realidade.    &lt;br /&gt;                                                                                                                                                                 &lt;br /&gt;Contudo, o que se pode asseverar é que é a vida uma imensa e verdadeira incógnita – é mesmo uma caixeta de surpresas, sujeita a influir; até mesmo nos ditos intangíveis do moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos em uma segunda-feira; ela termina, vem a terça-feira, segue-nos a quarta-feira... – o tempo voa, os dias se sucedem; uns após os outros – é um sábado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do apogeu de sua estranha órbita, o lua astro imponente, enigmático em sua forma e aparência, derrama sobre nós não agora um manto de orvalho prateado, mas um manto de um tênue azul; quase turquesa, oriundo do chamado lua azul característico do fenômeno do segundo luar cheio, no mesmo mês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absorto nesses mais profundos e clássicos elementos da vida humana, não se pode deixar de apreciar quando, as primeiras estrelas lavam os rostos na vibração elétrica do universo, em seqüência, piscam os olhos de alegria como se fossem duas singelas contas deitadas no fundo do rio, e, oferta a boa noite a toda espécie de vida – quer seja a vida movente ou quer seja a inerte; a vida que inexiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filhos, como bons meninos dormem cedo e Maricota, agitada, sem toca CD, televisor ou aparelho de DVD, caminha, incessantemente, da direita para a esquerda, do norte para o sul, e, do leste para o oeste, ainda que, apenas, no pensamento,  nos obscuros logradouros de uma cidade considerada natureza, mas, não necessariamente nessa ordem, ali mesmo, no interior da choupana.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, veste o melhor dos seus vestidos, calça as sandálias da simplicidade, pinta os lábios e as unhas de um tom avermelhado, deixa as mãos ao natural, enlaça-se na bolsa que o Pierre Cardin criara, especialmente, para ela e sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que irá fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passar o tempo na Augusta ou na São João?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que importa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maricota é casada com o Juvêncio, não é menor de idade, é dona do seu nariz, não deve explicativos a quem quer que seja, e, como todo possui o livre-arbítrio... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, o, o, o, o, o, o... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O adiantado da hora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O adiantado da hora é o único detalhe que a minha mente, corrupta como a de todos nós, insiste em relembrar; Maricota tão cândida e pura o que fará nos escaninhos da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é véspera do natal e como de costume me apronto e vou à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato já se passam vinte e oito minutos e trinta e cinco segundos e absorto, a ala leste do templo, de tudo me desconcentro perante as gentes de todas as idades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma força estranha converte a minha vontade, manifestação livre arbítrio em, simplesmente, instinto quando, incondicional e instintivamente, ergo os olhos que, enfim, repousam na imagem de Maricota sorridente e serena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que faria, ali, àquela hora, pergunto ao meu cérebro incontinente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, atendendo; rebusca nas mais crassas reflexões e coordena a frase, espera fechar o semáforo da Farah Salim Maluf e detona a bomba relógio da resposta... – [Maricota não é a leviana que o meu intelecto, erroneamente, pré-julga, e, toda contente vem assistir a missa do galo Juvêncio... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda quem puder entender!     &lt;br /&gt;                                                            &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:05:00 +0000</pubDate>
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        <item>
      <title>[I JUST CALLED TO SAY, I ACCEPT OBAMA; ISN&#039;T LIE!]. </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=59793</link>
      <description>&lt;br /&gt;	For to start, come here, draw one chair, if do you prefer, take his shoes, let it upon the beige carpet of drawing-room, drink a drain of mineral water, cross the legs, relax, refine the ears; because we need much to talk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Isn’t necessary to be worried about something.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	When I sent to the e.mail – &lt;a href=&quot;mailto:josebentomonteirolobato@ceus.eterni&quot; title=&quot;josebentomonteirolobato@ceus.eterni&quot;&gt;josebentomonteirolobato@ceus.eterni&lt;/a&gt;dade the invite, I known, previously, that our conversation would not walk with minuscule feet of easiness, but in condition of autodidact I speak, tôo, the thought’s idiom – the telepathy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Let’s go to the facts...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	It is true; there is sixty years ago nothing else, nothing less than it, you said:... – [The United States of American shall be a great nation in the day in what to elect one black president!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Its a wonderful exclamation...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Nevertheless, qualification is imperfect and full of illusion in proportion  to take care of oneself from na irony – everybody and, including, you ó Monteiro Lobato, have the conviction of spirit of racism to the extreme that we have who, upon mist history, semicomic on labyrinth of life you went at to pronounce similar prophecy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	 A black president!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Utopian or not, the reality is wraped up by the comfortaable arms of results – [Barack Hussein Obama is the new president, symbol of the black race, elected   for administer the bigger potency of planet.].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Nevertheless, and now José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	The prophecy shall be accomplished in it fullness? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Narizinho, Dona Benta,, Visconde de Sabugosa, untangible personages of your fiction show oneself as insecure personages and, vis a vis, nothing affirm about, but you, what say me yet?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	[Barack Hussein Obama] opposing the ancient traditions of United States of American’s racism is the first of class of black race at occupy the well-known the white house – a species of prophecy from sixty years of past, finally take form in the image of Senator that, in urns, and, by the people vote, impose oneself to the John McCain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	What shall happen from now on let? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Well, we wait that, in the United States of American, the racism of society do not rise a nes [Lee Oswald] for to exterminate the [John Fritzgerald Kennedy] of black cútis – make love not war – whereas the humanity only shall be similar to the Creator in the day thar banish or to throw away the prejudices, give the hands one by one and to look the image of God in each similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	In other words, stay here the my prophecy; it’s!.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[I just called to say, I accept Obama; isn’t lie... – Só chamei para dizer, eu aceito o Obama; não é mentira!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Venha cá, puxe uma cadeira, se preferir tire os sapatos, deixe-os sobre o tapete bege da sala, beba um gole de água mineral, cruze as pernas, relaxe, aguce os ouvidos; necessitamos, e, muito, conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não – não se preocupe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando enviei o e.mail – &lt;a href=&quot;mailto:josebentomonteirolobato@ceus.eterni&quot; title=&quot;josebentomonteirolobato@ceus.eterni&quot;&gt;josebentomonteirolobato@ceus.eterni&lt;/a&gt;dade o convite; sabia, de antemão, que a conversa não caminharia com os minúsculos pés da facilidade, mas como autodidata falo, também, o idioma do pensamento – a telepatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos fatos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade é, há sessenta anos do pretérito nada mais, nada menos, disseste:... – [The United States of American – nomes próprios não se contemplam com versões – será uma grande nação no dia em que eleger um presidente negro!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magnífica exclamação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a alocução é falha e ilusória na medida em que se trata de uma ironia – todos nós e, inclusive tu, ó Monteiro Lobato temos a convicção de racista ao extremo que, sob as névoas da história, semicômico nos escaninhos da vida, tu foste ao proferir semelhante profecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um presidente negro!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utópico ou não, a realidade é embalada pelos braços aconchegantes do resultado – Barack Hussein Obama é o novo presidente, simulacro da raça negra, eleito para administrar a maior potência do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, e agora José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A profecia se cumprirá na plenitude?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narizinho, Dona Benta, Visconde de Sabugosa, personagens intangíveis da tua ficção se mostram reticentes, e, vis nada asseveram, tu, porém, que dizes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Hussein Obama, contrariando as antigas tradições racistas estadunidenses, é o decano da raça negra a ocupar a conhecida [White House] – a espécie de sessenta anos do pretérito, finalmente, se materializou no simulacro do Senador que, nas urnas, e, pelo voto do povo, se impôs a John McCain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontecerá de agora em diante? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esperamos que do racismo arraigado na sociedade estadunidense não se levante um novo [Lee Oswald] para exterminar o [John Fritzgerald Kennedy] da cútis do tom bronze – make love not war (faça amor, não faça a guerra), pois a humanidade somente será semelhante ao Criador no dia em que banir os preconceitos, dar-se as mãos, e, olhar a imagem de Deus em cada semelhante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, fica aqui a minha profecia; isto!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Nov 2008 15:22:27 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=59793</guid>
    </item>
        <item>
      <title>[NOELROSA...-UNIDOS DE VILAISABEL...- BOEMIA... - A FAMA DE UM BAIRRO...- UMA VISAO SETENTA ANOS DEPOIS].</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=58947</link>
      <description> &lt;br /&gt;O texto com o titulo acima foi enviado para a área de artigos quando deveria ter sido para a tua área pessoal, através de &quot;adicionar / poema ou carta&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o caso e nao o teres, aqui fica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Noel Rosa... – Unidos de Vila Isabel... – Boemia... – A fama de um bairro... – Uma visão tenta anos depois...”! Eu diria:... – “Há mais entre a luz e as trevas, o branco e o negro, o certo e o errado, a vida e a morte, o bem e o mal, o sagrado e o profano, o céu e o inferno, a emoção e a razão do que imagina a vã filosofia da vida”. Imagine-se toda a população do mundo, hoje, em torno dos seis bilhões e meio de pessoas vivendo em paz, imagine-se que não existam nações, que todo o mundo fale a mesma língua, que todos os seres tenham o mesmo ideal, os mesmos desejos (a paz), a mesma filosofia de vida, que valorizem tanto os valores transcendentais quanto os valores reais, que ame tanto o branco quanto o negro ou o amarelo... – “Isto é sonho ou é realidade?”. O astro da música Pop americana John Lennon pensava assim em muitos dos temas acima descritos... – sim ou não? Pois bem, na sociedade humana, aliás, toda a sociedade é humana, portanto aquele que disser “sociedade humana” não deixa de ser um verdadeiro prolixo, há um emaranhado de pensamentos, uma faina de personalidades, uma aglutinação de razões e de sentimentos. Quero falar de um desses sentimentos, de uma dessas razões de existência, de um mito... – “Noel Rosa”. Estamos no limiar do século vinte, a República Federativa do Brasil é uma realidade, do dia da proclamação da república, fato que pôs fim à monarquia iniciada por Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Serafim Cipriano de Bragança e Bourbon, até agora, se passaram longos vinte e dois anos e o planeta Terra tramita, no espaço, no ano de mil, novecentos e onze depois de Cristo em derredor da estrela Sol. Neste ano, ali mesmo, no lendário bairro de Vila Isabel surge no “Teatro da Existência” o artista “Noel Rosa”, solteiro convicto, boêmio, talentoso, poeta... – et coetera! De sua pena, de suas pautas e dos seus acordes quer no violão ou no cavaquinho saíram versos ou melodias do tipo: “Nosso amor que eu não esqueço”, “e que teve o seu começo,” “numa festa de São João,” “morre hoje sem requinte, sem foguete,” “sem retrato na parede,” “sem luar e sem violão,” “perto de você me calo,” “tudo penso e nada falo” “tenho medo de errar,” “diga que você me adora,” “que você lamenta e chora,” “a nossa separação,” “e as pessoas que eu detesto,” “diga sempre que eu não presto,” “que o meu lar é um botequim,” “que eu arruinei a sua vida,” “que eu não mereço a comida,” “que você paga para mim!”. De sua mente fértil e privilegiada jamais foi alijada a idéia e a razão de uma atividade chamada “boemia” porque a maioria de suas canções nasceu entre copos de cerveja apostas as mesas de um bar ou no silêncio sepulcral das madrugadas banhadas pelo orvalho gélido das noites Vila Isabelenses. A grande maioria de seus versos se estruturou diante do giro orbital de um planeta chamado “Etílismo” e teve o inspirar do álcool como um verdadeiro bálsamo para a vida Noelina... – “Assim era o Noel Rosa!”. O grande mal do século vinte; a “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS não havia, ainda, dito:... – “Eis-me aqui!”. Na contramão de todos os nossos pensamentos, o mal do século dezenove, o “Bacilo de Koch”, fazia tantas vítimas quanto nos anos mil e oitocentos quando surgira, pois a doença, como aspecto de epidemia, não havia, ainda e até então, sido erradicada. Qualquer descuido poderia ser transformado em uma fatalidade com a morte vindo, simplesmente, buscar mais um para dormir com ela no túmulo frio da inexistência. Assim, a boemia, a alimentação inadequada, a falta dela, o descanso irregular, o excesso das farras e a falta de cuidados especiais fizeram de “Noel Rosa” uma presa fácil para que a “Tuberculose”, esse o mal do século dezenove e, pelo menos, início do vinte adquirisse o nefando “Bacilo de Koch”. O maior vilão de morte daquela época, a tuberculose, fazia, via de regra, uma faina de vítimas e com a personalidade aqui personificada não poderia ser diferente; “Noel Rosa”, presa fácil, nada fez para se cuidar e, com isso, desenvolveu o mal que, não muito tempo depois, haveria deitá-lo, eternamente, no túmulo frio da inexistência. A fatalidade o estreita, cada vez mais, em seus braços ameaçadores; deseja levá-lo até as pedras gélidas do túmulo e deitar-se com ele para o gozo pleno na eternidade... – está resoluta! Que fazer? Nada! Aguço os meus tímpanos e, por instantes, pareço ouvir as palavras do célebre “Imperador Romano Julius Caesar”... – “Alea jacta est! (A sorte está lançada!). ou vence o” Noel Rosa “ou vence a fatalidade...”. Se vencer a fatalidade, certamente, o gênio irá compor junto aos anjos dos céus, se vencer o “Noel Rosa” o mundo desfrutará um pouco mais da sua companhia, da sua boemia e das suas maravilhosas canções; contudo, a incógnita está instalada, o abismo está aberto ante nós... – “Quem vencerá esta contenda?”. Os dias são como as pérolas dos rios, os dias fluem diante da eternidade da existência como as pérolas fluem sobre o fundo lodoso dos rios, os perfumes da vida transformam-se, lentamente, nos não agradáveis odores da morte; estamos, agora, nos idos de mil, novecentos e trinta e sete e o jovem na primavera de sua existência, no profícuo estado de jovialidade à luz dos seus vinte e seis anos sente, e por que não, o lento subjugar da morte sobre a vida. Ele está diante de uma pergunta crucial... Quem herdará os frutos do seu talento? O filho? Que filho? Como se sabem, na ausência de um herdeiro legal, os bens que possuímos são herdados pelo governo  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;&lt; Anterior | Próxima &gt;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrever uma mensagem &lt;br /&gt;Para:* Pedra Filosofal &lt;br /&gt;Assunto:*  &lt;br /&gt;Mensagem:*      &lt;br /&gt; TAMANHO xx-small x-small small medium large x-large xx-large  FONTE Arial Courier Georgia Helvetica Impact Verdana  COR #000000 #000033 #000066 #000099 #0000CC #0000FF #003300 #003333 #003366 #003399 #0033CC #0033FF #006600 #006633 #006666 #006699 #0066CC #0066FF #009900 #009933 #009966 #009999 #0099CC #0099FF #00CC00 #00CC33 #00CC66 #00CC99 #00CCCC #00CCFF #00FF00 #00FF33 #00FF66 #00FF99 #00FFCC #00FFFF #330000 #330033 #330066 #330099 #3300CC #3300FF #333300 #333333 #333366 #333399 #3333CC #3333FF #336600 #336633 #336666 #336699 #3366CC #3366FF #339900 #339933 #339966 #339999 #3399CC #3399FF #33CC00 #33CC33 #33CC66 #33CC99 #33CCCC #33CCFF #33FF00 #33FF33 #33FF66 #33FF99 #33FFCC #33FFFF #660000 #660033 #660066 #660099 #6600CC #6600FF #663300 #663333 #663366 #663399 #6633CC #6633FF #666600 #666633 #666666 #666699 #6666CC #6666FF #669900 #669933 #669966 #669999 #6699CC #6699FF #66CC00 #66CC33 #66CC66 #66CC99 #66CCCC #66CCFF #66FF00 #66FF33 #66FF66 #66FF99 #66FFCC #66FFFF #990000 #990033 #990066 #990099 #9900CC #9900FF #993300 #993333 #993366 #993399 #9933CC #9933FF #996600 #996633 #996666 #996699 #9966CC #9966FF #999900 #999933 #999966 #999999 #9999CC #9999FF #99CC00 #99CC33 #99CC66 #99CC99 #99CCCC #99CCFF #99FF00 #99FF33 #99FF66 #99FF99 #99FFCC #99FFFF #CC0000 #CC0033 #CC0066 #CC0099 #CC00CC #CC00FF #CC3300 #CC3333 #CC3366 #CC3399 #CC33CC #CC33FF #CC6600 #CC6633 #CC6666 #CC6699 #CC66CC #CC66FF #CC9900 #CC9933 #CC9966 #CC9999 #CC99CC #CC99FF #CCCC00 #CCCC33 #CCCC66 #CCCC99 #CCCCCC #CCCCFF #CCFF00 #CCFF33 #CCFF66 #CCFF99 #CCFFCC #CCFFFF #FF0000 #FF0033 #FF0066 #FF0099 #FF00CC #FF00FF #FF3300 #FF3333 #FF3366 #FF3399 #FF33CC #FF33FF #FF6600 #FF6633 #FF6666 #FF6699 #FF66CC #FF66FF #FF9900 #FF9933 #FF9966 #FF9999 #FF99CC #FF99FF #FFCC00 #FFCC33 #FFCC66 #FFCC99 #FFCCCC #FFCCFF #FFFF00 #FFFF33 #FFFF66 #FFFF99 #FFFFCC #FFFFFFEXEMPLO &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [mais...] &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Latino-Poemas&lt;br /&gt; Latino-Poemas&lt;br /&gt;Visite a versão espanhola de Luso-Poemas &lt;br /&gt;Chat&lt;br /&gt; Enviar:   Atualizar &lt;br /&gt;Janela  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Contacto | Ajuda | Mapa | Normas :: Latino-Poemas &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Oct 2008 16:36:56 +0000</pubDate>
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      <title>[O PILOTO MAIS HÁBIL DO MUDO]</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=58819</link>
      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Venha cá, puxe, literalmente, a poltrona, sente-se, tome um gole de água mineral, afine a sua voz; precisamos dialogar – mas, dialogar sobre o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Bem, caminhemos a passos lentos sob a névoa da história, e analise-se a cada dia, a cada semana, a cada mês, a cada ano, a cada século, a cada milênio, alcancemos os primórdios da civilização, e, de lá, retornemos, em estudo e pesquisa, ao século vinte para assistir as arriscadas manobras dos pilotos no decurso da Primeira Grande Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Na oportunidade, usemos de toda a nossa astúcia para escapar do inferno dos petardos representados pelas destruidoras granadas, pelos disparos arrasadores dos canhões, pelos detonar dos fuzis e de toda a parafernália bélica no sentido particular de preservar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Demais disso, acalmados os ventos da guerra insana; quatro anos depois, assistamos a Sacadura Cabral e a Gago Coutinho tomar o grafite da ousadia para escrever nos anais da história o grande feito – a primeira travessia do Oceano Atlântico – um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Não obstante, não nos surpreendamos com a ignonímia e a insensatez do homem moderno nas figuras de [Von Braum e seus asseclas], além, naturalmente, da irreverência dos grandes ditadores [Adolf Hitler, Winston Churchill e Benito Mussolini], estopins reais do holocausto de Auschivitz e responsáveis pela antológica aniquilação de parte das raças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Ouçamos o detonar da bomba atômica, e, paralelamente, o florescer das rosas vermelhas tanto de Hisroshima quanto de Nagasaki, e, atentemos para o tardio arrependimento implícito na alocução interrogativa– My God, what have we done... – Meu Deus, o que nós fizemos – ignóbil represália ao inoportuno ataque japonês à Base Naval de Pearl Harbor, isto; com a singela dose do mortal veneno da radiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Vivamos o lapso da paz pós Segunda Grande Guerra Mundial e solvamos do cálice do vinho da tranqüilidade, entravemos o tempo para, no vislumbre das irreverentes manobras, admitir, de uma vez por todas, a destreza e a habilidade de um ignoto piloto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Nele; o vôo veloz e elegante, a asa caída, ora à direita, ora à esquerda, o se elevar e o regredir, a distinta inversão do nadir em zênite, o centro disposto em todas as direções, o referencial da circunferência em nenhuma, é-nos, por assim dizer, o nirvana especial para os nossos olhos de expectadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Intrigante é... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Intrigante; a flutuação enquanto voa sob o seu próprio eixo de gravidade; não – é demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Jamais se teve noticias da existência de um piloto que, com tamanha qualificação, tenha alcançado tal façanha... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Afinal, mil e duzentos fluxos e refluxos por minuto giram ao derredor de suas asas, vinte fluxos e refluxos por segundo, os movimentos de precessão e de recessão, o de translação e o de mutação, o de objeção e o de repulsão em perfeita consonância com o seu vôo, o bico de forma pontiagudo e  extenso como um eficaz elemento de força e de equilíbrio; associado a manete de comando da direção; simulacro da perfeição e da improbabilidade de uma queda acidental são, evidentemente agora, não as características do majestoso e irreverente piloto, mas do seu aparelho de vôo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Demais disso, por todos esses inigualáveis qualificativos, por esse inegável rol de irrefutáveis aptidões técnicas, por essa destreza impoluta é que não se tenha duvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	O colibri, ou, beija-flor é o piloto mais hábil do mundo – conteste se tiver coragem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             </description>
      <pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:46:20 +0000</pubDate>
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      <title>[O PILOTO MAIS HÁBIL DO MUNDO]</title>
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      <description>&lt;br /&gt;Venha cá, puxe, literalmente, a poltrona, sente-se, tome um gole de água mineral, afine a sua voz; precisamos dialogar – mas, dialogar sobre o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, caminhemos a passos lentos sob a névoa da história, e analise-se a cada dia, a cada semana, a cada mês, a cada ano, a cada século, a cada milênio, alcancemos os primórdios da civilização, e, de lá, retornemos, em estudo e pesquisa, ao século vinte para assistir as arriscadas manobras dos pilotos no decurso da Primeira Grande Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade, usemos de toda a nossa astúcia para escapar do inferno dos petardos representados pelas destruidoras granadas, pelos disparos arrasadores dos canhões, pelos detonar dos fuzis e de toda a parafernália bélica no sentido particular de preservar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demais disso, acalmados os ventos da guerra insana; quatro anos depois, assistamos a Sacadura Cabral e a Gago Coutinho tomar o grafite da ousadia para escrever nos anais da história o grande feito – a primeira travessia do Oceano Atlântico – um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, não nos surpreendamos com a ignonímia e a insensatez do homem moderno nas figuras de [Von Braum e seus asseclas], além, naturalmente, da irreverência dos grandes ditadores [Adolf Hitler, Winston Churchill e Benito Mussolini], estopins reais do holocausto de Auschivitz e responsáveis pela antológica aniquilação de parte das raças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouçamos o detonar da bomba atômica, e, paralelamente, o florescer das rosas vermelhas tanto de Hisroshima quanto de Nagasaki, e, atentemos para o tardio arrependimento implícito na alocução interrogativa– My God, what have we done... – Meu Deus, o que nós fizemos – ignóbil represália ao inoportuno ataque japonês à Base Naval de Pearl Harbor, isto; com a singela dose do mortal veneno da radiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivamos o lapso da paz pós Segunda Grande Guerra Mundial e solvamos do cálice do vinho da tranqüilidade, entravemos o tempo para, no vislumbre das irreverentes manobras, admitir, de uma vez por todas, a destreza e a habilidade de um ignoto piloto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele; o vôo veloz e elegante, a asa caída, ora à direita, ora à esquerda, o se elevar e o regredir, a distinta inversão do nadir em zênite, o centro disposto em todas as direções, o referencial da circunferência em nenhuma, é-nos, por assim dizer, o nirvana especial para os nossos olhos de expectadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intrigante é... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intrigante; a flutuação enquanto voa sob o seu próprio eixo de gravidade; não – é demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais se teve noticias da existência de um piloto que, com tamanha qualificação, tenha alcançado tal façanha... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, mil e duzentos fluxos e refluxos por minuto giram ao derredor de suas asas, vinte fluxos e refluxos por segundo, os movimentos de precessão e de recessão, o de translação e o de mutação, o de objeção e o de repulsão em perfeita consonância com o seu vôo, o bico de forma pontiagudo e  extenso como um eficaz elemento de força e de equilíbrio; associado a manete de comando da direção; simulacro da perfeição e da improbabilidade de uma queda acidental são, evidentemente agora, não as características do majestoso e irreverente piloto, mas do seu aparelho de vôo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demais disso, por todos esses inigualáveis qualificativos, por esse inegável rol de irrefutáveis aptidões técnicas, por essa destreza impoluta é que não se tenha duvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O colibri, ou, beija-flor é o piloto mais hábil do mundo – conteste se tiver coragem!             &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Oct 2008 13:02:32 +0000</pubDate>
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      <title>[EXALTATIONE]</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=58535</link>
      <description>Non debebas mihi exaltare,&lt;br /&gt;Non debebas mihi charlare,&lt;br /&gt;Non debebas mihi odiare,&lt;br /&gt;Sed debebas ad-sic amare.&lt;br /&gt;Amare Psidium Guayava,&lt;br /&gt;Amare Perséa Americana,&lt;br /&gt;Amare Magnífica Indica,&lt;br /&gt;Amare Tabebuia Impetiginosa,&lt;br /&gt;Et totus arboris terrestris.&lt;br /&gt;Ab mesissimus hactenus,&lt;br /&gt;Discebat quae Iesus Nazarenus,&lt;br /&gt;Non fuit supra Deus,&lt;br /&gt;Caeser non fuit supra Iesus Nazarenus,&lt;br /&gt;Antipater non fuit supra Caeser,&lt;br /&gt;Sed humanitatis,&lt;br /&gt;Humanitatis encontrabit; lud, &lt;br /&gt;In demonstratio et in amor...&lt;br /&gt;De homine!      &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Oct 2008 12:59:05 +0000</pubDate>
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