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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Transpenumbra do Amargedom, Weird Fiction de Silas Correa Leite</title>
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      <description>Release&lt;br /&gt;Livro assustador “TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM”, fantástica literatura de ficção Científica (“New Weird Fiction”) de Silas Corrêa Leite, bancado pela Desconcertos Editora de SP.&lt;br /&gt;“Em uma planície//Eu sou a ausência//da planície.//Esse é//sempre o caso.//Onde quer que eu esteja,//Eu sou o que falta(...)//Quando eu caminho//Eu fendo o ar//e, sempre,//o ar se move//para preencher os vãos//onde meu corpo estivera(...)//Todos nós temos motivos//para nos movermos.//Eu me movo//para manter as coisas inteiras”.// (Mantendo as coisas inteiras, de Mark Strand, tradução de Lucas de Lazari Dranski)&lt;br /&gt;A “Desconcertos Editora” acaba de colocar em pré-venda de lançamento, o primeiro livro de fantástica ficção científica escrita ao longo de dez anos por Silas Corrêa Leite, já autor de outros sete livros, inclusive romances, mas não deste gênero, e que, segundo ele, é primeiro, único e último, pelas dificuldades de escrever, encontrar palavras, tramas, nos seus jorros neurais todos dessas narrativas diferenciadas, a priori tachada de New Weird Fiction, curto e grosso, ficção esquisita, tipo, um pesadelo muito além do fim do mundo... &lt;br /&gt;Breve Análise da obra, de um chamado Leitor Beta: TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM – Livro de fantástica ficção cientifica: Planeta Hewah. - Gian Celli Gianpaolo(*)&lt;br /&gt;1 – Um apresentação de fogos de artifícios, pós-moderna; Multiplicidade de narrativas. &lt;br /&gt;1.2 –A obra em questão, é uma obra de “New Weird Fiction”; um estilo que produz criaturas mutantes, personagens que não são totalmente humanos. Alguns têm mutações orgânicas, outros, partes mecânicas, inclusive de plástico como partes do corpo. As diferenças são quase como metáforas de nossa própria vida, de como vemos o mundo. A New Wieird Fiction surgiu na década de 90 com a ideia de subverter conceitos, combinando elementos da ficção científica, horror e fantasia, não seguindo convenções ou exemplos estereotipados.  Apesar de toda essa bizarrice, as descrições se utilizam de palavras estranhas, termos inventados e analogia bizarras para as descrições, tipo, um pesadelo. &lt;br /&gt;2 –Toda a nova-história dessa pós ou trans-humanidade, como o “Último poema da espécie humana”, localizado dentro de uma arca de porcelana de titânio, trazendo ideia de uma dobra pandimensional. &lt;br /&gt;3 –Poesias, contos poéticos, pequenas colocações xistosas e alguns textos mais longos. A maioria deles dando ideias e criando imagens na mente do leitor. Narrativas quase jornalísticas, sendo assim uma história com essa trama, personagens e outros elementos que aguçam a curiosidade. Tramas, personagens, reviravoltas... O último estertor, acabando a bateria, os fluidos, etc, dando, inclusive, chance para um possível segundo livro, no mesmo outro no estilo deste, ou, se por acaso o mesmo fosse achado por outra civilização que o religasse. Cria um vínculo de empatia com o leitor.  Às vezes até subtramas, dentro do estilo New Weird Fiction, isso sem contar a Distopia. Um romance de contos entrelaçados, e pertinentes; a história dessa trans-humanidade do início ao fim... Haverá um segundo livro, o fim continuará? - Gian Celli Gianpolo – Editor, escritor, tradutor, leitor crítico, leitor beta e estudioso de mitologia – SP - E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:giancelli@yahoo.com&quot; title=&quot;giancelli@yahoo.com&quot;&gt;giancelli@yahoo.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diz o Editor Claudinei Vieira:  Lançamento de um livro assustador: “Transpenumbra do Amargedom – Desconcertos Editora, SP&lt;br /&gt;Um livro muito especial. A começar, por não poder ou não saber como classificá-lo. No entanto, Silas Corrêa Leite vai muito além disso. “TRANSPENUMBRA DO AMARGEDON” - A HECATOMBE NA TERRA, PLANETA HEWA NUM UNIVERSO DISTÓPICO DEVASTADO POR PÓS-HUMANOS HÍBRIDOS - JATOS DE PROSA NUM UNIVERSO DE FICÇÃO CIENTÍFICA. Em mistura genial de gêneros, tons e estilos, e na verdade quebrando-os todos, entre romance de ficção científica, contos minimalistas, crônicas futuristas, poesia libertária, uma visão épica de um planeta futuro que, talvez, não seja tão distante assim. O mundo de Silas Corrêa Leite é um amálgama de cenários pós-apocalípticos, alta tecnologia, e limites morais, sociais, sexuais completamente indefinidos, interligados, complexados. Um universo muito distante. E, ao mesmo tempo, definitivamente próximo e reconhecível. Posso não saber como classificá-lo, mas uma coisa sei com certeza: é um livro espetacular. Uma viagem intrincada, vertiginosa, imperdível.&lt;br /&gt;Editora: - Link de lançamento da Editora:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/&quot; title=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://desconcertoseditora.com.br/pro ... gedom-silas-correa-leite/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dados da Editora:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/&quot; title=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://desconcertoseditora.com.br/pro ... gedom-silas-correa-leite/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/&quot; title=&quot;https://desconcertoseditora.com.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://desconcertoseditora.com.br/&lt;/a&gt; - E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:desconcertos@gmail.com&quot; title=&quot;desconcertos@gmail.com&quot;&gt;desconcertos@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/desconcertoseditora/&quot; title=&quot;https://www.facebook.com/desconcertoseditora/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.facebook.com/desconcertoseditora/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*)- Pós Scriptum:&lt;br /&gt;Uma das características mais interessantes da Weird Fiction é sua difícil capacidade de classificação. Parece paradoxal? E é: num mundo cada vez mais governado pela “marketabilidade”, onde tudo tem de ter um rótulo, a ficção weird é uma das mais difíceis de encaixar em classificações de gênero literário.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogdaboitempo.com.br/2015/01/30/weird-fiction-essa-forca-estranha-parte-ii/&quot; title=&quot;https://blogdaboitempo.com.br/2015/01/30/weird-fiction-essa-forca-estranha-parte-ii/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://blogdaboitempo.com.br/2015/01/ ... -forca-estranha-parte-ii/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nova onda atualiza a literatura fantástica - THALES DE MENEZES - ESPECIAL PARA A FOLHA DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;Cuidado. Você pode ler por aí que &quot;new weird&quot; (&quot;nova esquisitice&quot;) é um recém-nascido movimento da literatura de fantasia e ficção científica, o futuro desses gêneros, espécie de nova onda depois do cyberpunk surgido nos anos 80(...). Desconfie. &quot;New weird&quot; não é nada disso. Ou talvez seja. Os fóruns de discussão pipocam na internet, totalmente inconclusivos. Algumas facções até defendem que o &quot;new weird&quot; não existe. Mas ele está aí. O desafio é classificá-lo. Não se trata de um movimento. Um manifesto &quot;new weird&quot; não teria sentido. Afinal, os escritores arrolados sob esse rótulo não estão dispostos a ditar regras. Eles querem, na verdade, quebrar todas elas. Explicando: o que caracteriza esses autores é a mistura ilimitada de gêneros. Aos elementos tradicionais da ficção científica, eles agregam thriller político, romance histórico, personagens reais, faroeste, diários de viagem, policial noir e o que mais estiver à disposição. Tudo para libertar a literatura fantástica dos clichês que infestam hoje as prateleiras de livraria dedicadas ao gênero.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm&quot; title=&quot;https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 10 Nov 2021 03:14:38 +0000</pubDate>
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      <title>Tibete, De quando você não quiser mais ser gente</title>
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      <description>TIBETE, O Romance “protoexistencialista” de Silas Corrêa Leite&lt;br /&gt;“Nós experimentamos de tudo e nunca vamos até o fim, de repente jogamos décadas no lixo” – Thomas Bernhard, in, O Naufrago.&lt;br /&gt;-E quando você descobre, já passando da idade do lobo, que viver é uma farsa, que ter sobrevivo loucamente é um pé no saco, a meritocracia é uma fraude, a América Cloaca é um fiasco, a sociedade é um câncer, a justiça podre, a mídia abutre, e você para vencer num mundinho cão de uma elite cancerosa e uma burguesia cheirando a cadáveres ainda assim tem que ser um corrupto até as fuças?&lt;br /&gt;TIBETE, De quando você não quiser mais ser gente, romance, Editora Jaguatirica, RJ, 2017, é uma obra-prima de uma narrativa ora subjetiva, ora compulsiva, mas sempre convulsiva, voraz, ora numa rememoração obsessiva, com mistérios aqui e ali, numa narrativa que tende a produzir entendimento devastador, ou de regozijo, ampliando o próprio horizonte do que se entende por literatura,  por isso mesmo indo além dos limites formais até, ora com humor crítico feroz, tentando devastar tudo e todos; o meio, o mundo, a vida, a família, a sociedade, mas purgando, criticando, fermentando hipocrisias, cinismos, mesquinharias, entremeios de cartéis, propinas, máfias, quadrilhas, de todos os veios, status e tipos, soando muito além e acima de remorsos, da consciência, dos destroços disso tudo, no monturo do que apanha, relata, denuncia, na sua ocasional misantropia de recolhimento e talvez de triste finitude, feito um louco personagem lutando contra aquilo que Caetano Veloso cantou, “lutando contra as misérias (todas) do cotidiano” da humanidade. Humanidade?&lt;br /&gt;Vamos por partes:&lt;br /&gt;01.Ah os monstros que vivem no homem...  Começam embaixo do berço inaugural com grades da primeira infância de baby, depois passam para os armários embutidos, gavetas secretas do criado-mudo, habitam neuras e sublimações, depois vão para sótãos, porões, prateleiras, abajures, máscaras, disfarces e salas secretas dos labirintos da existência, e assim infestam sua mente tribulada, seu coração entrevado, sua alma partisan, sua cerração mórbida, sua turvação pit-bull, e tudo se desencarrilha num vazio profundo, enfermo e quase fatal que nem Freud, Marx e Nietzsche (os homens mais inteligentes do mundo), explicam. E o homem então ferido de desconhecimentos e incompletudes dá-se a se martirizar, fazer besteiras, ilhado num lengalenga íntimo, inseguro e questionador, perde o eixo, o prumo, ou garra a desesperadamente a fazer arte louca para se entocar, ou até mesmo sendo sensível ao extremo que seja, vira um homem-espuma, um homem-garrafa, um homem-bomba, um homem chaminé, um homem-menina, um homem peregrino.&lt;br /&gt;02. Leio, escrevo. Feito um desesperado. Mas nunca me releio... Tenho um medo enorme de me reconhecer no escuro. Não creio em mais nada. Filhote conspurcado do DNA? Quem me protege de mim? Eu existo, ou purgo, fermento, crio gume, fundo cogumelos de infecção nos interiores de mim, me aniquilando aos poucos? As rosas me acenam hoje. Brancas, vermelhas, amarelas. Nunca fui normal acompanhado. Como disse Khalil Gibran, “No amor, fiquem juntos. Mas não tão juntos. Os pilares do templo ficam bem apartados. O carvalho e o cipreste não crescem a sombra do outro”. Não me sinto daqui. Nem meu reino é desse mundo. Hoje senti que tenho um barco encalhado nalgum espaço íntimo dentro de mim. Lanço âncoras? Ou soçobro? Pensa que é fácil não acreditar em nada e nem em ninguém? Aqui, escondido, vegeto. Valho menos do que uma amora silvestre. Curto a solidão.&lt;br /&gt;03. Quando eu estava sozinho, eu quase sempre acabava me machucando, sem saber exatamente como. Eu só sentia a dor depois, atrasado, e via os cortes, as marcas, as feridas abertas, os traumas, os panos escuros na pele. Minha mãe sabia alguma coisa mais do que eu podia compreender, e não deixava e não queria que me largassem sozinho, nunca. Sabia que eu sozinho era um perigo para mim, para a casa, para a segurança, para a vida, para o mundo, para o universo. Depois, para piorar, eu também acabava me machucando com alguém por perto, ou quando tinha alguém comigo, e que eu pensava que me amava e que iria me cuidar me preservar, me proteger de mim. Então tive que escolher entre me estar sozinho, às sós comigo mesmo, o que quer que isso exatamente fosse sem saber como e porque, mesmo me machucando, do que ser machucado por outro, por outrem, o que me iriar doer mais, muito mais. Não foi fácil essa terrível escolha. Se ser sozinho já é um machucar-se e tanto, ainda tive que tentar entender e saber lidar com isso. Antes mal acompanhado do que sozinho? Não, nem pensar. Antes sozinho e me machucando todo, do que com gente por perto... Ser sozinho era o preço a pagar, e a defesa de mim comigo mesmo. Eu me machucando, mesmo sendo um perigo pra mim, e sem saber como e por que, era mais uma preservação instintal do que eu acompanhado. Se sozinho eu me cortava com portas, machados, puxadores de móveis, pontas de arame, cacos de espelhos, lascas da árvores, tampinhas de canetas, tampinhas de garrafas de crush, palitos de fósforos, raspas de tacho, facas amoladas, pregos expostos, lâminas enterradas, dentes de cobras, espinhos de roseiras, abelhas na torneira, macetadas de uma coisa ou outra, as vezes trombando com o batente ao mirar a porta, pisando em lascas cortantes de perobas, do que me lascar com um outro, com outros...&lt;br /&gt;Aqui são três pitacos de fragmentos de trechos do romance TIBETE, para o leitor já sentir o drama. Quem é, afinal, Silas Corrêa Leite? Quem é o contador, o poeta, o romancista assim turbulento? De um anterior romance GOTO, A Lenda do reino do Barqueiro Noturno do Rio itararé, Editora Clube de Autores, SC, dele, Adelto Gonçalves (USP) escreveu:&lt;br /&gt;Obra do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, Goto surge como romance pós-moderno, ou seja, é fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, assumindo-se como não-romance ou anti-romance, ao romper com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo, como diria o insuperável professor e ensaísta Massaud Moisés (1928). Afinal, o barqueiro, em seu trabalho de levar gente de uma margem para outra do rio Itararé, contava para o que ouvia, mas falando na primeira pessoa, exatamente do mesmo modo como havia ouvido o caso.  Com isso, o romance adquire também um sentido polifônico, ou seja, composto por muitas vozes que não a do autor, tal como definiu o crítico literário e filósofo da linguagem russo Mikhail Bakhtin (1895-1975), ao analisar a obra de Fiódor Dostoiévski (1821-1881). É nesse sentido que se pode dizer que Goto alcança o status de pós-moderno.&lt;br /&gt;Do seu outro romance GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repetório, Editora Autografia, RJ, as várias opiniões sobre sua obra: Resumos (fragmentos) de Críticas: &lt;br /&gt;01. “(...) Como em tudo o que faz, Silas Corrêa Leite é atrevido e criativo. Desta vez, nos aparece com este experimento ficcional, ao revés de René Chateaubriand, nas suas &quot;Memórias de Além Túmulo&quot; - são as sensações e questionamentos do nascituro. Um ser, supostamente em formação, mas com a personalidade pronto e a linguinha bem afiada.  Humoroso - no sentido bergsoniano mas também dos humores corpóreos - e crítico, Gute Gute é uma reflexão uterina, se me perdoam o trocadilho, sobre a vida, o tempo, as relações sociais. Uma autorreflexão, se quiserem, porque o autor está dentro, perdoem de novo, do livro e do útero do mundo. Com a sua linguagem solta, coloquial, Silas Corrêa Leite nos traz gostosuras do tipo &quot;contentezas&quot;, &quot;brincadezas&quot;, &quot;barrigal&quot;, &quot;meda&quot;, &quot;sexteen&quot;, &quot;as fuselagens das minha mãe&quot; etc. Mas não se engane o leitor. Silas vai a profundidades filosóficas, e mostra exemplos de erudição, formando quase um roteiro pedagógico. É ler para crer.(...) Joaquim Maria Botelho – Presidente da UBE-União Brasileira de Escritores. Jornalista, tradutor e professor, foi chefe de reportagem da Revista Manchete, no Rio de Janeiro, chefe de redação da TV Globo (atual TV Vanguarda) em São José dos Campos e diretor de jornalismo regional da TV Bandeirantes no Vale do Paraíba. &lt;br /&gt;02.Flora Figueiredo Sobre GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertorio, Romance de Silas Corrêa Leite - Olá, Silas. Neste final de semana li seu trabalho. Imediatamente, me conectei com esse bebê que pensa, age e se comunica com agilidade e graça. O texto fluente, espontâneo, atual,  faz com que o leitor se apegue às mirabolâncias do Gregório/ Thiago/Pedro/Caetano Frederico. Fica-se na expectativa do que virá a seguir, dentro da flutuação que se opera no ventre da mãe. Sua inventividade nos ata ao cordão umbilical da criança e é tão vívida que, sem perceber, fiquei ansiosa pela hora do parto. Parabéns pela ideia e pela maneira como a desenvolveu. Fique com meu aplauso, FLORA FIGUEIREDO é Poetisa, cronista e tradutora paulista, autora de Florescência, Calçada de Verão e Amor a Céu Aberto (1992). &lt;br /&gt;03.Professor Universitário opina sobre GUTE GUTE, Romance - “Olá Silas, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório é gostozinho de Ler, mas muito pequeno... A gente queria continuar. O que torna a leitura mais agradável é a familiaridade que a gente tem com seu vocabulário, neologismos, frases peculiares, exclusivas”. Samuel Barbosa, Professor, formou-se em teologia pelo Seminário Presbiteriano, graduou-se em Letras, Pedagogia, Supervisão Escolar e Especialização em Língua Portuguesa com produtiva carreira acadêmica.  &lt;br /&gt;04.O romance  Gute  Gute do  prosador e poeta itarareense Silas Corrêa Leite, se constitui de relatos da vida de um bebê de altíssimo QI, no útero materno, em fase final de gestação. E que relatos! Que vidinha venturosa e aventureira.Aventureira? Sei que vão estranhar, mas acreditem, assim viveu esse guri no útero da mãe que o poeta chamou de troninho - onde ele se aninhava, qual passarinho no ninho agasalhante - até que chegasse a hora do parto, ou melhor, da partida para a realidade aqui fora. A vida do guri não se limitava ao interior e exterior do útero na barriga materna. Extrapolava, captando tanto o mundo físico como o psicológico das gentes lá fora. Ou seja, as limitações impostas pelas paredes uterinas não o impediam de ter contato com outros meninos e meninas de outros úteros, inclusive no mundo virtual. E a linguagem? Via de  regra hilária, entre os bebês comodamente instalados nos seus troninhos. É mesmo para gargalhar. E quanta fofocas entre eles, quantos namoricos... Leiam o livro. Vão divertir-se muito, comover-se também, pois o Silas sabe muito bem como despertar o interesse e a emoção de seus leitores.  Maria A.S. Coquemala é professora de Língua e Literatura Portuguesa, especializada em Linguística e pedagogia, formada pela PUC-Campinas.  &lt;br /&gt;05.Gute Gute: Reflexões e Impressões de um Bebê na Barriga da Mãe - Livro de Silas Corrêa Leite nos inspira a imaginar o mundo de onde viemos e para o qual queremos, em algum momento de nossa vida, voltar: o útero materno. Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório é um romance cuja originalidade nasce já no argumento de traçar linhas sobre fantasias, peripécias, experiências, sensações e impressões de um ser em gestação. Pensar sobre esta primeira fase da experiência humana é inerente às questões sobre nossa existência: de onde viemos, por que viemos, do que somos feitos, para onde vamos? Contudo, embora imaginar o que acontece dentro de uma barriga em processo de gestação seja uma curiosidade comum, apontar caminhos e se arriscar palpites que viram frases e poesias é algo original e inspirador. Daí o subtítulo “Barriga Experimental de Repertório”: o autor reúne questionamentos sobre vocabulários, canções e sons que ouve de dentro da barriga da mãe e que servem para o ser como indicações sobre como será a “vida lá fora”. Gute Gute- Barriga Experimental de Repertório, o romance com um olhar questionador sobre alguém que ainda está para nascer, vem acrescentar à prateleira de livros próprios do poeta e escritor premiado em concursos e autor de outros livros em prosa e verso. Clélia Gorski – Publicitária e autora do livro Separada & Dividida (Novo Século), Jornalista e apresentadora da Rede Bandeirantes&lt;br /&gt;06. Silas Corrêa Leite, além de professor, é escritor eclético com obras literárias as mais variadas, de crônicas, contos, poesias a romances de refinado bom-gosto. Premiado dezenas de vezes por seu trabalho jornalístico, crítico literário e bom resenhista, Silas se inscreve entre os escritores mais produtivos com obras de grande alcance social e cultural. Sebastião Pereira da Costa - jornalista/escritor, autor entre outros de “A História Oculta” e “Não Verás Nenhum País Como Este”, Editora Record (RJ). &lt;br /&gt;07. Opinião de um Cineasta de Renome: &lt;br /&gt;GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia, RJ, Romance, de SILAS CORRÊA LEITE&lt;br /&gt;Esta obra de Silas Corrêa Leite pressupõe um bebê especial (Asperger? Autista?), de inteligência precoce, relacionando-se – já no ventre materno - com o mundo, as pessoas e as coisas, mesmo ainda sem uma noção precisa de como funciona aquele universo pré (ou será pós?!) qualquer coisa que ainda não se sabe. Essa ideia de Silas, uma barriga experimental de repertório, é um achado. Mas não pensem os leitores em encontrar na obra grandes reflexões filosóficas ou quânticas, mesmo sendo os pais da criança Doutora em Filosofia e Psicóloga, ela, e Professor de Filosofia e Filólogo, ele. Sobram, sim, frases de efeito, ditos populares, palavrório regional paulista de Itararé e farto uso de citações da música popular e de heróis de histórias em quadrinhos. Não são palavras jogadas ao vento, é bom notar. O estilo anárquico do autor comporta sentidos que se alinham e realinham ao longo de suas duzentas e poucas páginas, conferindo à obra o mérito de prender de fato a atenção do leitor.&lt;br /&gt;Os capítulos, abertos com citações que vão de Michael Jackson a Octavio Paz, de Walt Disney a Fernando Pessoa, se sucedem à espera do parto (ou “chego”, conforme prefere o recém-nascido), apontando para a vida lá fora, repleta de paredes que, ao contrário do ventre materno, não dá mais para ver. “Macacos me mordam”, como diz o bebê na ruptura do cordão umbilical. Como disse, a ideia é um achado. Mas não se encerra aqui. Mais que um romance acabado, Gute Gute pode ser visto como a barriga experimental, ou melhor, como texto—base de um filme de animação em 3D, cuja equipe se encarregaria de um traçado audiovisualmente equivalente ao que Silas compôs com suas anárquicas palavras.&lt;br /&gt;Gregorio Bacic – Diretor de Tevê e de Cinema, Escritor, Pensador, Crítico.&lt;br /&gt;08. Professor Samuel Barbosa, de Itararé-SP opina sobre GUTE GUTE, Romance de Silas Corrêa Leite&lt;br /&gt;“Olá Silas, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório é gostozinho de Ler, mas muito pequeno... A gente queria continuar. O que torna a leitura mais agradável é a familiaridade que a gente tem com seu vocabulário, neologismos, frases peculiares, exclusivas”. Mestre Samuel Barbosa, Professor, Itararé-SP&lt;br /&gt;Samuel Barbosa é pastor jubilado da Igreja Presbiteriana do Brasil, formou-se em teologia pelo Seminário Presbiteriano, graduou-se em Letras, Pedagogia, Supervisão Escolar e Especialização em Língua Portuguesa com produtiva carreira acadêmica. &lt;br /&gt;09. LETRAS/Crítica:&lt;br /&gt;O antirromance de quem ainda vai nascer: Gute Gute, Barriga Experimental de Repertório, de Silas Corrêa Leite - Adelto Gonçalves&lt;br /&gt;                                            Depois de publicar Goto – o reino encantado do barqueiro noturno do rio Itararé (Joinville-SC: Editora Clube de Autores, 2014), obra nitidamente do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, o poeta e ficcionista Silas Corrêa Leite ressurge agora com Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório (Rio de Janeiro: Editora Autografia, 2015), outro romance pós-moderno, igualmente fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, que se apresenta como não-romance ou antirromance, assumindo um rompimento definitivo com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo(...). Com tanta originalidade, por certo, Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório começa a atrair os leitores desde as primeiras linhas, ao fazer questionamentos sobre termos, canções e sons que o protagonista ouve de dentro da barriga da mãe. Como diz o autor na introdução, o romance trata da relação da criança, ainda na forma fetal, com tudo o que a cerca: “o lar, as barulhanças nos derredores, as tristices e contentezas de formação, as formatações e configurações evolutivas de meio, os sentimentos de base e aprumo, a sensibilidade generalizada de compreender e ser inteirado da vida intrauterina a partir do que rola lá fora, no exterior, a partir do que sente no colmeial do adjacente barrigal”(...). Sempre em busca da surpresa e do ineditismo, o ficcionista vai compondo o seu antirromance porque, se a vida ainda não existe fora do útero, tampouco não há como traçar um enredo com começo, meio e fim. Só restam reflexos produzidos por atos de quem gera – “percebo tudo aqui dentro da barriga” –, além de suposições sobre um futuro que há de vir: “Sobreviver lá fora deve ser um grande negócio. Ou é barra pesada? Ou tudo é rigorosamente regrado, regulado, normas e leis? Tudo lá fora é certinho, funciona direito e com precisão como um relógio?”, imagina.&lt;br /&gt;Por fim, do mesmo critico da USP, Adelto Gonçalves, ainda uma palhinha (fragmento) sobre essse Tibete: LETRAS ‘Tibete’: o diário de um arauto do caos&lt;br /&gt;Em Dicionário de Termos Literários, o professor Massaud Moisés (1928-2018) incorpora à literatura brasileira o termo alemão  bildungsroman, definindo-o como uma narrativa que lida com a experiência das personagens vivida durante a educação ou os anos de aprendizado. Em outras palavras: é o romance de formação, que, a rigor, nasceu com o livro Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister (1796), de Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), em que o autor procura retratar e discutir a sociedade de seu tempo de maneira global, colocando no centro do romance a questão da formação do indivíduo. O objetivo foi o de apresentar o caminho traçado por uma personagem principal de sua infância à maturidade, em busca de crescimento psicológico, político e social. O termo, porém, teria sido empregado pela primeira vez em 1803, pelo professor alemão Joan Karl Simon Morgenstern (1770-1852), de Filologia Clássica, durante a realização de uma conferência, mas só em  1820 o estudioso haveria  de associá-lo ao romance de Goethe, que, a partir de então, passaria a ser considerado o marco inaugural de um gênero à parte no romance. No Brasil,  O Ateneu, Raul Pompéia (1863-1895),  lançado inicialmente em formato de folhetim pelo jornal Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, em 1888, é até hoje considerado o maior romance de formação da literatura brasileira. Ao contrário de outras obras do Realismo, O Ateneu não possui um enredo preenchido por acontecimentos inusitados, intrigas, ações, como nos romances comuns, mas reúne análises do autor acerca de seus companheiros num colégio interno e impressões a respeito de assuntos científicos,  psicológicos e do cotidiano. Agora surge o romance Tibete: de quando você não quiser mais ser gente, de Silas Corrêa Leite, lançado ao final de 2017 pela Editora Jaguatirica, do Rio de Janeiro, que segue nessa trilha e apresenta-se como o mais novo exemplo de um bildungsroman na literatura brasileira. Constitui, na verdade, um diário que, nas palavras do seu autor, “informa, transforma, disforma, forma, metamorfoseia, “vidamorfoseia”, expõe grilhetas, desforras e delata, mostra as garras, a faca entre os dentes( ...)”. Na capa do romance, o autor já faz aviso: “Destruam este diário, ou destruam suas vidas”.&lt;br /&gt;Por essas e outras, com esses três romances de peso, Silas Correa Leite finalmente se consagra.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romance Tibete</description>
      <pubDate>Sat, 08 Dec 2018 20:40:44 +0000</pubDate>
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      <title>TIBETE, ROMANCE</title>
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      <description>TIBETE – o novo romance de Silas Corrêa Leite – E quando você não quiser mais ser gente?&lt;br /&gt;-O novo romance do escritor Silas Corrêa Leite, lançado ao final do ano passado pela Editora Jaguatirica, RJ, vem bem a calhar, tendo em vista o tenebroso momento em que se resta o Planeta Terra, e particularmente o Brasil também em crise sem precedentes históricos, em que há uma falência generalizada de valores e estruturas sociais, terrivelmente depondo com o que deveria ser o público fito ético-plural-comunitário da  sociedade nesses tempos de falta de qualidade de vida e de uma convivência humana de baixíssimo nível. Fugir seria a melhor estratégia? Loucos escrevem. Céu ou inferno moram nos desfechos?  O personagem principal do livro, nesse contexto todo relata sobre as tormentas de um ex-escritor marcado, com altos e baixos na vida, mas, afinal evoluído socialmente falando, e que num estranho súbito momento, um bendito dia saca que não é feliz; avalia que o que conquistou não o satisfaz, quando conclui que “vencer na vida” não é tudo, não significa nada, não faz sentido, e, parafraseando Caetano veloso se questiona: tudo o que conquistou, a que será que se destina? Fechamento de ciclo.&lt;br /&gt;De cara resolve pular fora do sistema, da redoma de infernos que é seu meio conturbado. Larga tudo e vai em busca de um lugar para chamar de céu, um infinito particular que seja. Quer um canto para se esconder de ser gente, de ver gente, se tratar de si, se reconciliar, cavar uma trilha, um buraco, antes que faça uma besteira... Estresse e paranoia de finalmente se descobrir sendo uma coisa que não quis ao final de tudo, passando da idade do lobo.&lt;br /&gt;Volta para sua aldeia, Itararé-SP, foge de existir. Lá vai morar no mato, mal sabendo lavar um par de meias, um lenço, ou fritar um ovo. Terá que, numa emergencial e improvisada cultura de subsistência, adaptar-se na marra, longe da urbanidade tantã e da civilização em derrocada, para repensar o caminho que fez, como se numa espécie de jornada espiritual de recolhimento temporão, de reconciliação e mesmo de depuração de sua interioridade ferida, de sua sensibilidade lixada de ver, fermentar, engolir sapos, aceitar regras, chorar, sofrer, conviver, sobreviver... Com o mundo num labiríntico caos, com sua crise de identidade de turrão, concorrente, sedentário, já obeso, calvo e com problemas de saúde, além de síndromes pintando num campo minado de cobranças ridículas, entre boletos de posses e sachês viciados de poses insatisfatórias, mais doenças paraexistenciais e questionamentos de neuras, o personagem enquanto se adapta num barracão dentro de um manto de selva, vai relembrando o que sofreu, as perdas e danos, idas e vindas, traições e incompletudes, cartéis e cassinos, bolando artes loucas dentro do funil da crise de perquirir, ao mesmo tempo em que compactua com o recanto que ergueu pra si, e confronta a natureza primária pertinho o abraçando e sustentando, na sua  busca de paz, o terrível encontro consigo mesmo, pela frustração com tudo, o nada que é tudo, feito um desorientado cidadão pós-moderno num mundo corrompido, procurando se achar enquanto há tempo. &lt;br /&gt;Na capa do romance de 382 páginas, o aviso: “Destruam este diário, ou destruam suas vidas”. A obra é isso mesmo, uma espécie de diário de resistência e luta, de busca da reformatação do ser, de uma transformação radical, mais, a de busca de um buraco para se encaixar depois de questionamentos, se isolando feito um Tibete íntimo, uma guarita, uma cápsula de nave, um jardim secreto, um esconderijo, uma Pasárgada, uma Shangri-lá, que é na emergência da situação de conflito e confronto, a periferia rural de Itararé, na lonjura distante de um lugar em que o judas perdeu o All-Star. &lt;br /&gt;O deslocado personagem meio eremita que sonha um Mosteiro Ateu ou um Monastério Lico, as vezes introspectivo, de acordo com a lua, as vezes anarquista libertário, ou romântico sonhador da pá virada, quando não incendiário, perigoso, detona tudo, registra, narra, incendeia irrazões. E o leitor sendo testado, também vai acabar fazendo uma viagem de recolhimento que o livro Tibete faculta e induz, antes que venha o cometa ou o cavalo amarelo do Apocalipse. Vai nessa toada o romance.&lt;br /&gt;Lendo o Tibete você sofre, se encontra, revolta, se confronta, assusta mas se requalifica, a repensar melhor sua vidinha merreca e seus infernos de grifes, impropriedades, consumismo e obrigações piradas de meros vazios existenciais. E pode clarear a mente adubada pela mídia abutre; deixar de ser bovinamente refém do consumismo irado, começando assim a vitimizar conquistas espúrias, pois, como diz Raul Seixas, “Quem entra em buraco de rato/De rato tem que transar”. Nesse mundo insano, vencer numa sociedade assim não significa nada, muito menos mérito notório.  Liberte-se também. Leia Tibete e também Tibete-se. Eis o verbo&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;BOX: Livro: TIBETE, de quando você não quiser mais ser gente -  Gênero: Romance - Editora: Jaguatirica, RJ - E-mail da editora: &lt;a href=&quot;mailto:jaguatiricadigital@gmail.com&quot; title=&quot;jaguatiricadigital@gmail.com&quot;&gt;jaguatiricadigital@gmail.com&lt;/a&gt; -  E-mail do autor: &lt;a href=&quot;mailto:poesilas@terra.com.br&quot; title=&quot;poesilas@terra.com.br&quot;&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/a&gt; -  Links para adquirir a obra:&lt;br /&gt;01)-EDITORA&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.editorajaguatirica.com.br/livros1/ficcao/tibete-de-quando-voce-nao-quiser-mais-ser-gente/&quot; title=&quot;https://www.editorajaguatirica.com.br/livros1/ficcao/tibete-de-quando-voce-nao-quiser-mais-ser-gente/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.editorajaguatirica.com.br/ ... ao-quiser-mais-ser-gente/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;02)-MERCADO EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.mercadoeditorial.org/book/tibete-1&quot; title=&quot;https://www.mercadoeditorial.org/book/tibete-1&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.mercadoeditorial.org/book/tibete-1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;03)-AMAZON, link:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.amazon.com.br/Tibete-quando-voc%C3%AA-quiser-gente-ebook/dp/B079KLR1BG&quot; title=&quot;https://www.amazon.com.br/Tibete-quando-voc%C3%AA-quiser-gente-ebook/dp/B079KLR1BG&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.amazon.com.br/Tibete-quand ... gente-ebook/dp/B079KLR1BG&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;04)-Livraria Cultura&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://www.livrariacultura.com.br/p/ebooks/literatura-internacional/romances/tibete-2010166060&quot; title=&quot;https://www.livrariacultura.com.br/p/ebooks/literatura-internacional/romances/tibete-2010166060&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.livrariacultura.com.br/p/e ... omances/tibete-2010166060&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Vejam&lt;br /&gt;Entrevista minha sobre meu romance TIBETE na Rádio UNESP FM, ao Jornalista, Escritor e Crítico de Arte Oscar D´Ambrósio&lt;br /&gt;O áudio da entrevista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Corrêa Leite [Entrevista 2945]&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://podcast.unesp.br/perfil-01032018-silas-correa-leite-entrevista-2945&quot; title=&quot;http://podcast.unesp.br/perfil-01032018-silas-correa-leite-entrevista-2945&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://podcast.unesp.br/perfil-010320 ... rea-leite-entrevista-2945&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 18 Mar 2018 14:18:02 +0000</pubDate>
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      <title>Poemas de Silas Correa Leite</title>
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      <description>PA S S A P O R T E&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Perdi minha origem/E não posso encontrá-la/Eu&lt;br /&gt;me sinto em casa/Cada vez que o desconhecido&lt;br /&gt;me rodeia...” Bjork (Wanderlust)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por muito tempo sobrevivi sem rumo&lt;br /&gt;Foi a época em que mais estive perto de mim&lt;br /&gt;Eu estava livre como um elo da natureza&lt;br /&gt;Dançava a chuva sem estar chovendo&lt;br /&gt;As pessoas riam muito das minhas estripulias&lt;br /&gt;Porque não sabiam da música&lt;br /&gt;Que eu ouvia e que lavava minha alma e elevava meu espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi a um músico sentado a beira da estrada de trigais amarelos&lt;br /&gt;Que me fizesse um blues sem mágoas&lt;br /&gt;Tomei banhos celestiais em fontes de águas límpidas&lt;br /&gt;Ouvi mantras e salmos feitos aos violinos dos ventos&lt;br /&gt;E cada parte de mim era uma bela asa sempre aberta&lt;br /&gt;Porque eu estava perdido&lt;br /&gt;Procurando me encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então um dia uma dor terrível me resgatou&lt;br /&gt;E fui escrever livros para ter um passaporte muito além da angústia&lt;br /&gt;Estudei as tempestades para fugir da dura realidade cruel&lt;br /&gt;Até que deixei de ser criança e fui aprisionado no cinismo das vidas adultizadas&lt;br /&gt;Que finalmente acabei assim como sou agora&lt;br /&gt;Um pobre e simples e triste esquilo cego&lt;br /&gt;Procurando saída nas letras entre parafusos soltos&lt;br /&gt;E lágrimas secretas, como se fossem um fio-terra&lt;br /&gt;Porque agora já não posso nunca mais me mostrar nu.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fogão de Lenha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Minha Mãe Eugênia de Oliveira Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogão de lenha de minha mãe&lt;br /&gt;De vermelhão&lt;br /&gt;Um bule verde com cabeça de galo feito de crochê no bico&lt;br /&gt;E a polenta amarela frigindo na chapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batatas; boi ralado (carne moída), milho verde&lt;br /&gt;Doce de pinhão&lt;br /&gt;E as lágrimas de sangue da mãe no guisado de saudades&lt;br /&gt;Tantos teares de ausências requentadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As salamandras do fogo aceso&lt;br /&gt;Na solidão&lt;br /&gt;Bolinho de chuva, bolinho de arroz, bolinho de tristices&lt;br /&gt;E o enorme coração da mãe em chamas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEREGRINOS AFROBRASILIS&lt;br /&gt;(MAMA ÁFRICA-BRASILIS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trem já partiu faz séculos meu irmão&lt;br /&gt;Não há mais nada&lt;br /&gt;Nem trem nem conexão&lt;br /&gt;Nem noturno nem jornada&lt;br /&gt;Na estação abandonada...&lt;br /&gt;E uma multidão&lt;br /&gt;Espera um trem um navio um balão&lt;br /&gt;Para voltarem para a mama áfrica e raiz chão&lt;br /&gt;Não são filhos deste solo não&lt;br /&gt;São milhares, são milhões&lt;br /&gt;Nessa e em outras estações&lt;br /&gt;Primaveras invernos verões&lt;br /&gt;Em hangares, aeroportos, silos, moinhos, portos&lt;br /&gt;Subterrâneos, senzalas, cisternas, porões&lt;br /&gt;Eles esperam vivos ou mortos&lt;br /&gt;A volta ao lar que nunca mais verão&lt;br /&gt;Que nunca mais haverá&lt;br /&gt;Pois fincada o garrão da dor matrix está&lt;br /&gt;Em terra em que se plantando tudo dá&lt;br /&gt;(Até escravidão)&lt;br /&gt;Onde canta a sabiá&lt;br /&gt;E a sutra do garrote e o ferrão&lt;br /&gt;E a áfrica peregrina ficou assim&lt;br /&gt;Parada no ar em você, em nosotros e em mim&lt;br /&gt;No sangue, na alma, no espírito, no DNA&lt;br /&gt;Semeada no Brasil afrodescendente&lt;br /&gt;Essa humanagente&lt;br /&gt;Fundada em saudade e dor&lt;br /&gt;A fruta parda a fruta mameluca a fruta mulata a fruta-cor&lt;br /&gt;Essa africabrasilis em que todos&lt;br /&gt;Em várzeas cortiços palafitas guetos becos e lodos&lt;br /&gt;A história remorso calarão&lt;br /&gt;Mas banzos e mantras e lundus e blues em tristices cantarão&lt;br /&gt;E para sempre esperarão, esperarão&lt;br /&gt;O trem o barco a nave a morte o balão&lt;br /&gt;Cada um em seu mais interior&lt;br /&gt;Humanagente&lt;br /&gt;Afroperegrinos descendentes das mãos do invasor&lt;br /&gt;Colonizador&lt;br /&gt;Predador&lt;br /&gt;Em nome da cruz de sangue e de nosso senhor&lt;br /&gt;Em que fundaram esse Brasil de capitania hereditária&lt;br /&gt;Gigante de esplendor&lt;br /&gt;Sem indenização aos escravos&lt;br /&gt;Sem reforma agrária&lt;br /&gt;Com sangue desse tanto horror&lt;br /&gt;Ergueram nessa terra seus negros bravos&lt;br /&gt;Um Brasil afro com descendência e construidor&lt;br /&gt;Pelo sangue, pela lágrima, pelo amor&lt;br /&gt;Um áfrica-filha; eis o Brasil vencedor&lt;br /&gt;E sofredor&lt;br /&gt;Em cantagonias de um país de escravo e feitor&lt;br /&gt;Levando a alma áfrica-mãe por onde for&lt;br /&gt;África peregrina no historial condutor...&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Cyber Poeta Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes, das Letras, das Lágrimas, São Paulo, Brasil&lt;br /&gt;Descendente de negro (de Angola) e índio (guarani) por parte de mãe&lt;br /&gt;E de judeu-português (cristão novo) holandês por parte de pai &lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:poesilas@terra.com.br&quot; title=&quot;poesilas@terra.com.br&quot;&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.portas-lapsos.zip.net&quot; title=&quot;www.portas-lapsos.zip.net&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Autor de Porta-Lapsos, Poemas, Campo de Trigo Com Corvos, Contos, O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas, etc.&lt;br /&gt;Prêmios:&lt;br /&gt;Ligia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Poema&lt;br /&gt;Paulo Leminski de Contos&lt;br /&gt;Ignácio Loyola Brandão de Contos&lt;br /&gt;Prêmio Mário de Andrade, Poesia Sobre São Paulo&lt;br /&gt;Prêmio Instituto Piaget, Portugal, etc.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite</description>
      <pubDate>Fri, 28 Feb 2014 15:15:43 +0000</pubDate>
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      <title>Ebooks do Cyber Poeta Silas Correa Leite</title>
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      <description>Os Ebooks do Cyber Poeta Silas Correa Leite&lt;br /&gt;-Escrevendo desde os oito anos de idade, publicando desde os 16 anos em jornais de sua terra, Itararé-SP, quando descobriu a internet, Silas Correa Leite, que escrevia todo santo dia (hoje tem mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas que foram reportagem no Metrópolis, TV Cultura), sacou o ambiente virtual e como reproduzir, corrigir, imprimir, compartilhar, editar, ilustrar e divulgar seu mundo líterocultural. Oficialmente lançou Ruínas e Iluminuras (Prêmio Eduardo Coelho, Elos Clube, Comunidade Lusíada Internacional), sua estreia, depois Trilhas & Iluminuras (Editora Grafite/RS) em seguida Porta-Lapsos, Editora All-Print/SP, quase uma antologia de poemas premiados, publicados em sites, revistas e mesmo em antologias literárias de renome, até do exterior. Depois veio Campo de Trigo Com Corvos, contos premiados, Editora Design/SC, classificado para a final do Prêmio Telecom, Portugal, e O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Primus/SP, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador/Bahia.  Depois começaram os e-books, dos quais ele virou referência segundo o Portal Imprensa. Primeiro o livro virtual de sucesso, primeiro e-book interativo da rede mundial de computadores, pioneiro e único no gênero, O RINOCERONTE DE CLARICE, onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto. Por ser de vanguarda, teve um recorde de download na Editora HotBook, RJ. Foi destaque na grande mídia (Estadão, Diário Popular, Revista Época, Revista  Época, etc.), inclusive televisiva (TV Cultura, Programas Metróplis e Provocações; Rede Band, Momento Cultural/Márcia Peltier, etc.), recomendada como leitura obrigatória da matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem, na UNIC-Sul, de Santa Catarina. Foi tese de mestrado pela Universidade de Brasília e tese de doutorado pela UFAL. A tese está disponível no link: &lt;a href=&quot;HTTP://biblioteca.universia.net/&quot; title=&quot;HTTP://biblioteca.universia.net/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;HTTP://biblioteca.universia.net/&lt;/a&gt; (Pesquisar Silas Correa Leite ou “O Livro Depois do livro : a experiência hipertextual em Giselle Beiguelman). Essa obra está disponível como free nos seguintes endereços da internet: &lt;br /&gt;01)-www.itarare.com.br/rino.htm&lt;br /&gt;02)-http://ebookbrowse.com/livro-o-rinoceronte-de-clarice-pdf-d165920376.&lt;br /&gt;03)-www.fernandojorge.com/Silas-correa-leite/4524102313 ou o&lt;br /&gt;04)-www.wordoffiles.net.&lt;br /&gt;-Premiado em concursos literários de renome, até internacionais, como Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor (Secretaria de Educação de SP), Prêmio Paulo Leminski de Contos (Unioeste, PR), Prêmio Ignácio Loyola Bandão de Contos, Premio Biblioteca Mário de Andrade (SP/Gestão Secretária de Cultura Marilena Chauí), Prêmio Literal de Contos (Fundação Petrobrás/Curadora Heloisa Buarque de Hollanda), Vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores (USP-Jornal O Estado de São Paulo/Parceiros do Tietê), Prêmio Instituto Piaget e Ficções Simetria (Microcontos, ambos em Portugal), entre outros. Depois do sucesso de O Rinoceronte de Clarice ainda vieram os e-books ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, romance místico, hoje disponível no link &lt;a href=&quot;http://www.fernandojorge.com/silas-correa-leite&quot; title=&quot;www.fernandojorge.com/silas-correa-leite&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.fernandojorge.com/silas-correa-leite&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;O polêmico poema social OS PICARETAS DO BRASIL REAL, da Série Cantigas de Escárnio e Maldizer, Editora Thesaurus, Brasília, DF, disponível no site:  &lt;a href=&quot;http://www.thesaurus.com.br/download.php?codigoArquivo=43&quot; title=&quot;www.thesaurus.com.br/download.php?codigoArquivo=43&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.thesaurus.com.br/download.php?codigoArquivo=43&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, o livro GUTE-GUTE, Barriga Experimental de Repertório, aprovado pela Editora Chiado, Portugal, e disponível como e-book de literatura infanto-juvenil disponível no site &lt;a href=&quot;http://www.camaleo.com/books/0016106757767c03d1375&quot; title=&quot;www.camaleo.com/books/0016106757767c03d1375&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.camaleo.com/books/0016106757767c03d1375&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois veio BULBOS POETICOS, Poemas, e-book disponível no site &lt;a href=&quot;http://www.bookess.com/read/15796-bulbos-transversos-poemas-e-desconcertezas/&quot; title=&quot;www.bookess.com/read/15796-bulbos-transversos-poemas-e-desconcertezas/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.bookess.com/read/15796-bul ... -poemas-e-desconcertezas/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E mais recentemente o livro virtual de poemas ESTADOS DA ALMA, Acordes Dissonantes de Mins, pelo site de Portugal &lt;a href=&quot;http://www.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm&quot; title=&quot;www.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.carmovasconcelos-fenix.org ... silas-correa-leite-02.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com o romance Cavalos Selvagens aprovado por uma editora de SP, em vias de lançar o seu novo livro de poemas e chips poéticos, chamado Desvairados Inutensilios, Editora Multifoco, RJ, o autor planeja lançar ainda outros e-books, de romances infanto-juvenis a livro sobre educação, de livro de crônicas de sucesso na internet a artigos polêmicos, de livros de poemas para a juventude a um livro de haicais e um de microcontos, entre outros. Procurando o nome do autor no Google, o leitor vai achá-lo em mais de oitocentos sites, em todas as redes sociais, com milhares de seguidores, quer pelo Orkut, quer pelo Facebook com seus trabalhos de humor e ironia, como Silas e suas siladas, a pensadilhos (pensamentos trocadilhos), ou pensagens (pensamentos mensagens) e mesmo letras de rock e blues, e ainda ensaios e artigos sobre autores clássicos, criticas literárias e outros assuntos, escrevendo muito e sempre, daí porque foi tachado pelo site Capitu de O Rei da Web, sempre seguindo a máxima de Leon Tolstói quando disse “Canta A Tua Aldeia e Serás Eterno”. O Literato premiado e Cyber Poeta  feito um Homero querendo voltar para casa, cantando sua Santa Itararé das Artes que adora tanto.  &lt;br /&gt;Blog do UOL premiado do autor: &lt;a href=&quot;http://www.portas-lapsos.zip.net&quot; title=&quot;www.portas-lapsos.zip.net&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;/a&gt; –E-mail para contatos: &lt;a href=&quot;mailto:poesilas@terra.com.br&quot; title=&quot;poesilas@terra.com.br&quot;&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/a&gt; -Livros a venda no site: &lt;a href=&quot;http://www.livrariacultura.com.br&quot; title=&quot;www.livrariacultura.com.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.livrariacultura.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CultNewsArt Literatura Releases Criticas - (Divulgação) &lt;a href=&quot;mailto:La-goeldi@bol.com.br&quot; title=&quot;La-goeldi@bol.com.br&quot;&gt;La-goeldi@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Publicado originariamente em: &lt;a href=&quot;http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4329672&quot; title=&quot;http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4329672&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4329672&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cyber Poeta Silas Correa Leite</description>
      <pubDate>Fri, 28 Feb 2014 15:13:59 +0000</pubDate>
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      <title>CINZAS - DEPOIS DO CARNAVAL DE ITARARÉ</title>
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      <description>Poema Depois do Carnaval&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINZAS&lt;br /&gt;DEPOIS DO CARNAVAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Nós nos sentimos tão de ressaca&lt;br /&gt;Estropiados – talvez, sem máscara&lt;br /&gt;No retorno à nossa vidinha merreca demais&lt;br /&gt;De tentar parecer que somos “normais”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Sem cerveja, fantasia, forfé&lt;br /&gt;Já longe do Encantário, Itararé&lt;br /&gt;A rotina do estudo e trabalho cotidiano&lt;br /&gt;A esperar pelo Carnaval do próximo ano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Com o Mestre Jorge Chuéri no Fronteira&lt;br /&gt;Para a Festa de Momo nos divertir&lt;br /&gt;Entre os Blocos Aliados da Cerveja, ou Shakesbeer&lt;br /&gt;Porque além das Cinzas, precisamos prosseguir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Samparaguai de novo engarrafada&lt;br /&gt;Longe de Itararé, dura jornada&lt;br /&gt;Jornada das Estrelas só mesmo em Itararé&lt;br /&gt;Na boêmia, na seresta, no Carnaval, no tropé...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Tirar a camisa do Bloco do Poetinha&lt;br /&gt;Tão distante de nossa bela “Itararezinha”&lt;br /&gt;E toma trabalhar... trabalhar... trabalhar&lt;br /&gt;Longe de Itararé a vida é quase um não-lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;É sonhar com o Carnaval vindouro&lt;br /&gt;Com a labuta nos arrancando o couro&lt;br /&gt;Mas sabendo que o porvir será sempre, e é&lt;br /&gt;Férias... Feriados... e Carnaval, em Itararé!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, Santa Itararé das Letras&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.artistasdeitarare.blogspot.com/&quot; title=&quot;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 11 Mar 2011 15:36:47 +0000</pubDate>
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      <title>Garrinchas</title>
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      <description>C A N A R I N H O S&lt;br /&gt;(TANTOS GARRINCHAS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol é o ópio do povo&lt;br /&gt;João Saldanha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto garrincha branquelo&lt;br /&gt;Pobrezinho, pé-de-chinelo&lt;br /&gt;Pelos extravios da vida em desvario se perdeu?&lt;br /&gt;Quantos Rivelinos ou Pelés&lt;br /&gt;Entre Ronaldos entre Manés&lt;br /&gt;Nunca em verdade chegaram a realizar o sonho seu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos Garrinchas e Ronaldos&lt;br /&gt;São pela vida penalizados&lt;br /&gt;Vicissitudes entre as trilhas, na vida real, a fome?&lt;br /&gt;E a cada ótimo craque Rivaldo&lt;br /&gt;De tristeza resta um saldo&lt;br /&gt;Pois entre tantos outros um montante de craque some&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto jogador excepcional&lt;br /&gt;Ou mesmo craque fenomenal&lt;br /&gt;Pela vida aqui e ali se desvia... ou é predado?&lt;br /&gt;Quantos milhões de Robinhos&lt;br /&gt;Ficam aniquilados pelos descaminhos&lt;br /&gt;Entre a miséria e a violência é desviado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase duzentos milhões de brasileiros&lt;br /&gt;Jogando bola, craques artilheiros&lt;br /&gt;Mas quantos ficarão sem terra e sem pão?&lt;br /&gt;Quantos pretos, mestiços, mulatos&lt;br /&gt;Sofrem diversos maltratos&lt;br /&gt;Pelo racismo, descaso do estado, discriminação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já vi grande goleiro deficiente&lt;br /&gt;Que pegava tudo, voava e diferente&lt;br /&gt;Com um pé torto até o impossível defendia&lt;br /&gt;Já vi artilheiro bem valente&lt;br /&gt;Mesmo que penso, seguia em frente&lt;br /&gt;Fintava como ninguém dito normal fazia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantos são os excluídos&lt;br /&gt;Pelos descaminhos destruídos&lt;br /&gt;Nas periferias, vitimizados em dor e judiação&lt;br /&gt;No Brasil, Pátria de Chuteiras&lt;br /&gt;Manés, Garrinchas, nas feiras&lt;br /&gt;Catam lixo, traficam, vendem sal, limão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto garrincha banguelo&lt;br /&gt;Fica na vida sem rumo ou elo&lt;br /&gt;Nunca vai ter um time, um brilho ao sol...&lt;br /&gt;É assim mesmo a nossa história&lt;br /&gt;Nem todos vivem a glória&lt;br /&gt;De serem vencedores com o futebol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque há uma outra seleção&lt;br /&gt;Além da glória, do lucro, do campeão&lt;br /&gt;Há a seleção dos excluídos sociais&lt;br /&gt;Manés, Rivelinos, Romários, Garrinchas&lt;br /&gt;Milhões em arrebaldes, pelas frinchas&lt;br /&gt;Sofrendo suas tristices, seus ais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma seleção de coitados&lt;br /&gt;Tantos excluídos, descamisados&lt;br /&gt;Famintos, perdidos, coitadinhos&lt;br /&gt;Nunca terão suas vitórias&lt;br /&gt;Não terão sucesso ou glórias&lt;br /&gt;São outros brasileiros, outros canarinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seleção de Canarinhos sem escola&lt;br /&gt;Sem diploma, sem fama com a bola&lt;br /&gt;Brasileiríssimos...antes, brasileirinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que formam uma outra triste seleção&lt;br /&gt;Mas à margem da história, na exclusão&lt;br /&gt;Poderiam ser outros Pelés, Kakás, Robinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;Torcedor do Clube Atlético Fronteira, Itararé-SP&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href=&quot;mailto:poesilas@terra.com.br&quot; title=&quot;poesilas@terra.com.br&quot;&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blogue: &lt;a href=&quot;http://www.portas-lapsos.zip.net&quot; title=&quot;www.portas-lapsos.zip.net&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Autor de Campo de Trigo Com Corvos, Contos&lt;br /&gt;Editora Design, à venda no site &lt;a href=&quot;http://www.livrariacultura.com.br&quot; title=&quot;www.livrariacultura.com.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.livrariacultura.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2009 16:06:37 +0000</pubDate>
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