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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 16:47:57 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Devolve-me o que levas-te</title>
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      <description>Não sou mais um império de sentidos,&lt;br /&gt;deixas-te em mim uma pedra mal assente,&lt;br /&gt;que me desequilibra e não preenche vazios,&lt;br /&gt;de olhos tremidos e lágrimas que não mentem,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tiraste-me tudo que tinha,&lt;br /&gt;levas-te-me o meu mundo,&lt;br /&gt;de atitude fria,&lt;br /&gt;destruíste o meu futuro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deixas-te o indesejado, lembranças duras,&lt;br /&gt;porquê que temos que recordar a felicidade e esquecer amarguras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devolve-me o futuro, a esperança e a vida,&lt;br /&gt;devolve-me tudo que levas-te e deixa-me ficar pelo menos com a mentira.</description>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2015 13:41:12 +0000</pubDate>
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      <title>Jaz felicidade</title>
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      <description>Abandonado num banco de jardim,&lt;br /&gt;Jaz felicidade, jaz jasmim,&lt;br /&gt;O tempo passa, já ninguém se lembra de mim,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh tempo, que levas-te o meu sustento,&lt;br /&gt;Foi mentira o sentimento do meu filho,&lt;br /&gt;Mas apesar de tudo continua cá dentro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não minto, levaram-me o retiro,&lt;br /&gt;Agora num lar onde ninguém quer falar comigo,&lt;br /&gt;Ou sou apenas só eu,&lt;br /&gt;Que não quero fazer novos amigos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias passam… lentamente devagar,&lt;br /&gt;O sol aqui há muito que deixou de brilhar,&lt;br /&gt;Solidão reclama um lugar para ficar&lt;br /&gt;E eu só numa cama que lembra um caixão,&lt;br /&gt;Nele a divagar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passam horas e horas,&lt;br /&gt;As tarefas são forçadas&lt;br /&gt;Por umas mãos enrugadas, &lt;br /&gt;E costas enferrujadas…&lt;br /&gt;Tornei-me inútil até quando ao das palavras,&lt;br /&gt;Enquanto isso são as enfermeiras que me lavam,&lt;br /&gt;E conto meses que os meus filhos não me falam,&lt;br /&gt;E passam, os dias passam e os meus netos nunca me conhecerem,&lt;br /&gt;Não imaginam que solidão também são maus tratos,&lt;br /&gt;E esqueceram que um dia serão eles os velhos trapos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 anos depois volto a publicar neste site que tanto contribui para os amantes de poesia. </description>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2015 13:27:19 +0000</pubDate>
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      <title>Velho trapo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247704</link>
      <description>Abandonado num banco de jardim,&lt;br /&gt;Jaz felicidade, jaz jasmim,&lt;br /&gt;O tempo passa, já ninguém se lembra de mim,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh tempo, que levas-te o meu sustento,&lt;br /&gt;Foi mentira o sentimento do meu filho,&lt;br /&gt;Mas apesar de tudo continua cá dentro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não minto, levaram-me o retiro,&lt;br /&gt;Agora num lar onde ninguém quer falar comigo,&lt;br /&gt;Ou sou apenas só eu,&lt;br /&gt;Que não quero fazer novos amigos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias passam… lentamente devagar,&lt;br /&gt;O sol aqui há muito que deixou de brilhar,&lt;br /&gt;Solidão reclama um lugar para ficar&lt;br /&gt;E eu só numa cama que lembra um caixão,&lt;br /&gt;Nele a divagar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passam horas e horas,&lt;br /&gt;As tarefas são forçadas&lt;br /&gt;Por umas mãos enrugadas, &lt;br /&gt;E costas enferrujadas…&lt;br /&gt;Tornei-me inútil até quando ao das palavras,&lt;br /&gt;Enquanto isso são as enfermeiras que me lavam,&lt;br /&gt;E conto meses que os meus filhos não me falam,&lt;br /&gt;E passam, os dias passam e os meus netos nunca me conhecerem,&lt;br /&gt;Não imaginam que solidão também são maus tratos,&lt;br /&gt;E esqueceram que um dia serão eles os velhos trapos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alípio Pinto 12/12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 14 May 2013 18:02:52 +0000</pubDate>
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      <title>Macacos burros com inteligencia</title>
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      <description>Através dos nossos contactos do poder, da vida da sabedoria, filosofo-me sozinho comigo em nada dou, &lt;br /&gt;ideias tontas palavras doidas coisas duma pessoa que pensa &lt;br /&gt;demais que aquilo que devia, afinal de contas todos deveríamos ser macacos movidos pelo instinto e não pensar, &lt;br /&gt;filosofar, imaginar, construir, capaz &lt;br /&gt;de ser aquilo que somos, um ser inteligente que se não verdade não o fossemos não havia duvidas sobre o que esta para la do imenso escuro iluminado por imensas &lt;br /&gt;tantas quantas infinitas estrelas, galáxias, milhões de milhões de anos luz de distancia, se fossemos irracionais não haveria a duvida do criador, o irreal ou o irreal, &lt;br /&gt;somos macacos inteligentes que foram burros ao crer ser inteligentes, pois a vida devia ser vivida naturalmente, instintivamente sem duvidas, problemas e mais problemas, &lt;br /&gt;sentimentos tão fortes capazes de nos fazer sentir pior que irracionais podem, fazer sentir um pedaço de lixo que não devia existir, mas em contra partida estes sentimentos &lt;br /&gt;podem-nos despertar sensações tão boas como nenhuma irracional possa sentir, a chama do amor que já Camões dizia que é fogo que se arde sem se ver, sentimento milenar tanto &lt;br /&gt;imortal quanto os recursos dum planeta que os macacos destruíram, quebrar as leis porque a sua inteligencia evoluiu, &lt;br /&gt;tudo porque somos macacos burros com inteligencia. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 13 Sep 2009 03:29:31 +0000</pubDate>
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      <title>Entre nos</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=97484</link>
      <description>&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Entre cartas, letras e palavras&lt;br /&gt;eu sou tu e tu es eu,&lt;br /&gt;entre gestos, abraços e beijos&lt;br /&gt;eu sou tu e tu es eu,&lt;br /&gt;entre desacatos, amargos e choros&lt;br /&gt;eu sou tu e tu es eu,&lt;br /&gt;entre a nossa vida e sentimento a felicidade é o trofeu.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:20:19 +0000</pubDate>
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        <item>
      <title>Culpa</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=96344</link>
      <description>&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dos meus olhos transpiro a culpa,&lt;br /&gt;das minhas mãos desastrosas receio, &lt;br /&gt;quero pedir desculpa,&lt;br /&gt;mas não o sei, &lt;br /&gt;apenas choramingo ao ombro da almofada,&lt;br /&gt;e desabafo-te quando de ti não mereço nada.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 26 Aug 2009 16:16:16 +0000</pubDate>
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      <title>tic tac</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=85868</link>
      <description>Tic... Tac...&lt;br /&gt;Tempo passa, &lt;br /&gt;passo o tempo, &lt;br /&gt;ansioso para que passe de forma rapida, &lt;br /&gt;tempo são memorias, &lt;br /&gt;lagrimas, &lt;br /&gt;lamurias, &lt;br /&gt;tempo são vidas tornadas em nada, &lt;br /&gt;recordações marcadas pelo tempo, &lt;br /&gt;amores que ficaram para traz, &lt;br /&gt;loucuras desejadas por uma maquina do tempo, &lt;br /&gt;irá passar e passar e as memorias ficaram e nunca desaparecerao com ele.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 06 Jun 2009 10:54:47 +0000</pubDate>
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      <title>Mata-me ou casa comigo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=77191</link>
      <description>Mata-me,&lt;br /&gt;corta-me os pulsos e esvazia o meu sangue de juras e promessas,&lt;br /&gt;mata os meus sonhos com as tuas duras e reais palavras de nao,&lt;br /&gt;rasga os meus labios que tanto desejaram o sabor doce dos teus,&lt;br /&gt;queima os meus olhos olhando-me na negação,&lt;br /&gt;desespera a minha esperança com uma palavra dura um &quot;desaparece&quot;,&lt;br /&gt;esfola-me a pele ao não me tocar,&lt;br /&gt;mata-me de hipotermia ao não brilhar para mim minha luz,&lt;br /&gt;faz-me chorar até me afogar,&lt;br /&gt;mata-me de todas as formas mas por favor no coração não porque não quero que percas algo teu.&lt;br /&gt;A minha vida es tu e o meu coração é teu.&lt;br /&gt;Mata-me ou casa comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e ela casou&lt;/strong&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 05 Apr 2009 17:24:40 +0000</pubDate>
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      <title>inferno doce</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=74419</link>
      <description>Estou agora perdido nas ondas tão suaves e perfeitas do teu corpo, o sabor dos teus lábios com a força do teu abraço&lt;br /&gt;tornam explosivo o meu desejo de te possuir, loucos e perdidos esquecendo o local mas nunca o momento,&lt;br /&gt;no ar paira um aroma a satisfação um aroma de cumplicidade tornado em prazer, os teus lábios sussurram musica aos meus ouvidos que me encanta,&lt;br /&gt;suspiros afogados em sufoco enlouquecido misturam-se ao calor dos corpos e transmitem tanta força como a força de quem o é.&lt;br /&gt;Transcendido pela tua força de domínio, és tudo, não sou nada, tu mandas, eu faço, eu amo-te.&lt;br /&gt;Quero sentir-te, sonho em sentir-te, vivo sem sentir-te, queria-te sempre que me negas, não tenho o poder de ultrapassar só o poder &lt;br /&gt;de ir esquecendo porque te amo.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 15 Mar 2009 12:43:38 +0000</pubDate>
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      <title>loucura e paixao</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=73770</link>
      <description>Tanta loucura encontro em nós,&lt;br /&gt;tanto prazer num beijo doce e num abraço salgado,&lt;br /&gt;tanta paixão espalhada no aroma que se mistura com o oxigénio baralhado, suspiros no meu ouvido tornam-se musica de prazer quando perdido no teu corpo e encontrado no coração é quando digo que te amo fixado na força de um olhar tão forte como força de quem o é.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:17:11 +0000</pubDate>
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