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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 06:04:30 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Caiu-se, foi-se.</title>
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      <description>Um sopro, basta um sopro.&lt;br /&gt;Um aperto, apenas um aperto.&lt;br /&gt;Escuridão que atravessa no tempo certo,&lt;br /&gt;Lábios entreabertos que atravessam um corpo.&lt;br /&gt;Línguas entrelaçadas dentre quartos de hora,&lt;br /&gt;Um suspiro, um sussurro, mesmo agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos que não vêm – existem.&lt;br /&gt;Dedos que não tocam – ecoam.&lt;br /&gt;Ponteiros do relógio que desistem,&lt;br /&gt;Diante suspiros que ressoam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ritmo que se perde, encontrando-se.&lt;br /&gt;Um passo atrás,&lt;br /&gt;Caiu-se, foi-se.&lt;br /&gt;2026/03/05</description>
      <pubDate>Sat, 21 Mar 2026 17:48:52 +0000</pubDate>
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      <title>Autofágico</title>
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      <description>O infinito do nada ser,&lt;br /&gt;Dedilhado a passos lentos pela pele quente,&lt;br /&gt;Uma sombra que se espalha, a estremecer&lt;br /&gt;Sobre o calar da noite, dentre a gente&lt;br /&gt;Sobreviventes do dia,&lt;br /&gt;E durante a noite, enlouquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gotas de chuva de uma nuvem inexistente,&lt;br /&gt;Ecos melodiosos já passados,&lt;br /&gt;Estremecidos de um pensamento demente,&lt;br /&gt;Presente e futuro, condenados.&lt;br /&gt;Marionetas de vento corrente,&lt;br /&gt;Ecos de um vazio estagnado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um passo ao abismo,&lt;br /&gt;Uma bênção.&lt;br /&gt;Nascido a 2026/03/04</description>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 21:07:07 +0000</pubDate>
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      <title>Branca Emoção</title>
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      <description>A vida é feita de momentos, aqueles loucos&lt;br /&gt;Que inundam os nossos dias e os nossos corações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As manhãs regressam, olhos se abrem...&lt;br /&gt;Segundos se tornam horas, ações se tornam vidas.&lt;br /&gt;Somos um conjunto de páginas brancas que se preenchem a cada momento&lt;br /&gt;E se afundam pelas memórias de cada sentimento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos perdições constantes,&lt;br /&gt;Perdidos na beleza da vida!&lt;br /&gt;Sintamos realmente esses vários instantes&lt;br /&gt;Que se fazem numa caminhada com uma única saída:&lt;br /&gt;Passo a passo caminhamos até ao nosso final,&lt;br /&gt;Saudoso, amoroso, triunfal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos nós mais do que aquelas &#039;brancas&#039;,&lt;br /&gt;Que nos impedem de escrever uma nova palavra!&lt;br /&gt;Que sejamos nós a beber na emoção dos dias&lt;br /&gt;E não essa emoção que nos aprisione!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempo de nada fazer, escrever, ou ser...&lt;br /&gt;Há tempo de observar o mundo sem o entender...&lt;br /&gt;Hoje será um traço de um novo amanhã,&lt;br /&gt;A Esperança de um amanhã, aquele que se escreve&lt;br /&gt;Diante das folhas brancas que hoje assim permanecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vazio sempre se preenche,&lt;br /&gt;O nada é um ponto de partida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos nós a constante Esperança,&lt;br /&gt;Aquela que nunca morre!&lt;br /&gt;Sejamos aquela folha Branca,&lt;br /&gt;Que aguarda novos momentos para ganhar os seus tons de vida!</description>
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2021 15:48:04 +0000</pubDate>
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      <title>Soma-te, encontra-te!</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=358389</link>
      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Somos desertos de um tempo fustigado,&lt;br /&gt;Pequenas pedras d&#039;areia levadas pelo vento,&lt;br /&gt;Sombras de um tempo há muito apagado.&lt;br /&gt;Inspirações que se perderam ao relento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queiram as estrelas brilharem sobre a lua,&lt;br /&gt;Sejam elas sonhos apagados da minha vida e da tua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos sombras sobre máscaras, mascarilhas e ilusões!&lt;br /&gt;Somos pequenos pedaços de um futuro nunca sonhado,&lt;br /&gt;Um presente perdido sem prenda nenhuma!&lt;br /&gt;Passadas sem rumo, sem destino, sem emoções!&lt;br /&gt;Somos quase um robô elétrico alado,&lt;br /&gt;Que se encontra num ecrã de qualquer equipamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhamos ao espelho e não nos vemos,&lt;br /&gt;Observamos números imaginários e sem sentido.&lt;br /&gt;Outrora eram outros tempos, mais condescendentes...&lt;br /&gt;As pessoas sorriam com vontade,&lt;br /&gt;Hoje desejam sorrisos &quot;tridente&quot;.&lt;br /&gt;São tantas as vezes que me encontro a ter saudade,&lt;br /&gt;Daquelas caricatas pessoas, perdidas, infelizmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intolerância cresce, o foco perdeu-se.&lt;br /&gt;Sejamos mais humanos, deixemos as tecnologias para expandir horizontes!&lt;br /&gt;Não sejamos o vazio por detrás de um telemóvel, computador...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zero multiplicado por qualquer outro número continua a ser nada.&lt;br /&gt;Não sejas o zero da tua vida!&lt;br /&gt;Soma-te, encontra-te!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Imagem obtida de &lt;a href=&quot;https://unsplash.com/@brett_jordan&quot; title=&quot;https://unsplash.com/@brett_jordan&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://unsplash.com/@brett_jordan&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 07 Aug 2021 17:44:43 +0000</pubDate>
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      <title>Regresso</title>
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      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Somos passadas de um momento passado,&lt;br /&gt;Brisa marinha do tempo que já se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro-te aqui, diante de mim?&lt;br /&gt;Que histórias me contas, quais atiras ao mar?&lt;br /&gt;Será a vida tão vazia, sempre com um fim?&lt;br /&gt;Ou seremos apenas espectros do que irá passar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos reencontros passados,&lt;br /&gt;Recomeços do amanhã.&lt;br /&gt;Seres com sentimentos alados,&lt;br /&gt;Mascarados de uma mesma façanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loucuras que são transversais,&lt;br /&gt;Saudades que nunca parecem ser demais!&lt;br /&gt;Bocas que falam o que não sentem,&lt;br /&gt;Sociedades que constantemente se mentem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reencontramos mentiras a cada dia,&lt;br /&gt;Somos mestres da ilusão!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Foto por Lauren Mancke em Unsplash</description>
      <pubDate>Sun, 01 Aug 2021 20:12:13 +0000</pubDate>
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      <title>Sou-te pela encruzilhada</title>
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      <description>Sou-te pela encruzilhada que se apodera de nossos poros,&lt;br /&gt;Gotas de suor numa escada infinita que sobe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pé ante pé, me descalço,&lt;br /&gt;Desmancho meus fios de cabelo&lt;br /&gt;E me desperdiço de ti&lt;br /&gt;A cada verso, que vá perdê-lo!&lt;br /&gt;De que serve viver-te por aqui,&lt;br /&gt;Se a cada respirar meu, passo em falso,&lt;br /&gt;És tudo o que já foste,&lt;br /&gt;e o voltarás a sê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horizonte de loucuras imaginárias,&lt;br /&gt;Calçada subida, tortura temida.&lt;br /&gt;Por dentre respirações entre-cortadas,&lt;br /&gt;Ouve-te dentre as cantadas&lt;br /&gt;Que velhas carcaças ousam cantar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por onde andas, fim de linha?&lt;br /&gt;Quase que diria que ouvi o meu nome,&lt;br /&gt;Naquela tua voz doce, distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto horizonte, quanto renome&lt;br /&gt;Tu te vestes, Ó Destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja insano, sem lógica.&lt;br /&gt;Que tudo se transforme numa poça,&lt;br /&gt;Dentre esses passos que sobem a escada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por onde caminharás tu,&lt;br /&gt;Diante desta encruzilhada?</description>
      <pubDate>Sun, 21 Dec 2014 11:39:06 +0000</pubDate>
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      <title>O Desassossego da Liberdade Parte I</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=284604</link>
      <description>&lt;img src=&#039;https://dl.dropboxusercontent.com/u/70103871/SDPontoCom/Conto.png&#039; class=&#039;img-responsive left&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;&#039; onload=&quot;JavaScript:if(this.width&gt;500) this.width=500&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Há uns meses participei num concurso fantástico através no Blog BranMorringhan e a editora LivrosdeOntem, pelo seu 6º Aniversário. Como não faço parte dos vencedores, decidi publicar pelo meu site o conto - em partes para que não fique grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-vos aqui o início, para caso desejem ler.</description>
      <pubDate>Sat, 20 Dec 2014 23:05:44 +0000</pubDate>
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      <title>Intensidade</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=284602</link>
      <description>É hoje, sobre aquele ponto. Esse mesmo, que se faz real sobre os nossos olhos. Somos loucos por cada um deles... Uma reticência que nos leva à imensidão do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto tempo bastará para que um conjunto destes pontos perdure? Um. Dois.. Três... Infinitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas aquilo que nos respira sabe, apenas o que respiramos conta as contas que nos bastam para sentirmos.&lt;br /&gt;Porque quem conta um conto, acrescenta tantos outros pontos.</description>
      <pubDate>Sat, 20 Dec 2014 22:19:38 +0000</pubDate>
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      <title>Ser feliz parece demasiado vazio</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=258547</link>
      <description>Ser feliz parece demasiado vazio,&lt;br /&gt;Quando nunca existiu dor,&lt;br /&gt;Quando nunca sentimos o desafio&lt;br /&gt;De em nós fazer brotar a luta…&lt;br /&gt;Porque ser-se vivo é doer,&lt;br /&gt;É fazer-se vivo e levantar o rosto.&lt;br /&gt;Ou, então, alguém erguer&lt;br /&gt;Aquele nossa face que pesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem que nada pareça mudar,&lt;br /&gt;Até ao dia em que a nós chega&lt;br /&gt;A hora, de algum rosto, levantar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até ao fim dos tempos,&lt;br /&gt;Aqueles que acabam em nós.</description>
      <pubDate>Wed, 13 Nov 2013 23:38:55 +0000</pubDate>
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      <title>Fossem esses teus lábios molhados</title>
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      <description>Fossem esses teus lábios molhados&lt;br /&gt;Pequenas gotas germinadas da nossa chuva,&lt;br /&gt;Dessa louca que nos embala&lt;br /&gt;A cada segundo que pelo relógio passa.&lt;br /&gt;Que sejamos eco de momentos passados,&lt;br /&gt;Esses que habitam a nossa memória turva.&lt;br /&gt;Ouve aquela voz que nos fala,&lt;br /&gt;Aquele sentir que sempre nos ultrapassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos rumo ao infinito dos sentires,&lt;br /&gt;Esses quentes que nos renascem&lt;br /&gt;A cada segundo turvo de tantos segundos.&lt;br /&gt;Sejamos bem mais do que sombras&lt;br /&gt;Acalentadas por nossos poros&lt;br /&gt;Onde habitam memórias passadas.&lt;br /&gt;Sejamos bem mais do que pedires&lt;br /&gt;Que se enlouquecem sem o brotar&lt;br /&gt;De cada nota cristalina do nosso olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu gritaria baixinho,&lt;br /&gt;Até que encontrasses o caminho&lt;br /&gt;Onde não mais importaria o céu, terra e mar…</description>
      <pubDate>Tue, 12 Nov 2013 22:24:32 +0000</pubDate>
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