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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Tue, 17 Mar 2026 03:13:29 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Tecnologia Burra</title>
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      <description>rostos conhecidos, passado distante&lt;br /&gt;amigos, colegas. agora estranhos&lt;br /&gt;familia. desinteressada e desconecta&lt;br /&gt;não consigo mais ficar sóbrio nesse mundo insano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;desaprendi a viver no mundo da tecnologia burra,&lt;br /&gt;onde as pessoas não se vêem, se esbarram na rua,&lt;br /&gt;olhos vidrados na tela do telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;era da informação, e pessoas tão desinformadas&lt;br /&gt;é solitário saber de coisas que outras pessoas não;&lt;br /&gt;e nem querem saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ninguém mas sabe o que é um livro; &lt;br /&gt;mas sabem da vida de todo mundo&lt;br /&gt;se desconectam para se plugarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como era bom ir a praia, sentir a brisa marinha,&lt;br /&gt;agua gelada, sol brilhando, areia quente&lt;br /&gt;hoje em dia apontar o celular para si e tirar foto&lt;br /&gt;parece ser mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sai pra comer; tira foto do prato.&lt;br /&gt;compra roupa nova; tira foto no espelho.&lt;br /&gt;vai ao shopping; tira foto no banheiro.&lt;br /&gt;até o sexo agora envolve o celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saudade de sentar na calçada com os amigos&lt;br /&gt;pra bater papo sem precisar usar o messenger.&lt;br /&gt;saudade de quando jogava bolas de gude na rua,&lt;br /&gt;ao inves de candy crush no telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;alugava filmes em locadora, nada de netflix!&lt;br /&gt;nao comprava jogo na steam.&lt;br /&gt;chamava os amigos pra jogar video-game em casa;&lt;br /&gt;nada de live, psn ou steam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ria para as pessoas quando tinha vontade, ao inves&lt;br /&gt;de &quot;curtidas&quot; &quot;rsrs&quot; ou &quot;kkkk&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as pessoas sabiam usar as placas nas rodovias,&lt;br /&gt;nao usavam GPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;éeee o mundo mudou, e agora faço 30.&lt;br /&gt;que mundo selvagem esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago Fabri&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 Jan 2016 22:26:48 +0000</pubDate>
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      <title>Verdades ocultas</title>
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      <description>Na escuridão da incerteza&lt;br /&gt;brilha a luz da esperença&lt;br /&gt;como um farol, indicando o caminho&lt;br /&gt;no final do tunel de um sonho ruim&lt;br /&gt;sonho que voce quer acordar,&lt;br /&gt;mas é nele em que você vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade parece sufocante&lt;br /&gt;um retrato preso em uma moldura,&lt;br /&gt;escondido atras de um espelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que verdades ocultas existem nas bordas?&lt;br /&gt;até onde a imagem refletida nesse espelho é real?&lt;br /&gt;se olhar de perto, por tempo suficiente&lt;br /&gt;ela se distorce, no limiar da sanidade.&lt;br /&gt;quase toma vida. quase palpável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escuto risos. olho em volta,&lt;br /&gt;todo mundo rindo, acho graça.&lt;br /&gt;tento achar o motivo da graça, tambem rio.&lt;br /&gt;de repente fica claro&lt;br /&gt;estão rindo de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a visão fica turva, os risos soam distantes.&lt;br /&gt;acho que vou apagar! ou será que estou despertando?&lt;br /&gt;desse sonho em que hora sou espectador e protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;até onde a mentira que me contaram virou realidade?&lt;br /&gt;começo a acreditar nela.&lt;br /&gt;estou me separando do meu ego e perdendo consciencia.&lt;br /&gt;pessoas mortas me parecem proximas e as vivas se distanciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o meu subconciente esta brincando comigo,&lt;br /&gt;dançando valsa em uma noite de luar escarlate,&lt;br /&gt;entre as arvores, sussurrando o som da floresta&lt;br /&gt;duas crianças dançando com pés descalços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tento me agarrar na realidade que me resta,&lt;br /&gt;como agarrar uma manta que me aquece em noites frias.&lt;br /&gt;embebido no tenebroso arrepio do ar frio da solidão.&lt;br /&gt;doce beijo da gélida morte; abraço quente da ríspida vida,&lt;br /&gt;que me bate na cara, mas instintivamente, opto por ela.&lt;br /&gt;ainda estou vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.:Dedicado a meu amor que nunca esteve presente em minha vida.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Sep 2015 19:41:21 +0000</pubDate>
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      <title>Lágrimas</title>
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      <description>Lembro me como se fosse hoje,&lt;br /&gt;Inerte em um sonho;&lt;br /&gt;Levado no manto azul da noite;&lt;br /&gt;Incrivel brisa fria de noites quentes!&lt;br /&gt;Acossado por falsas lembranças;&lt;br /&gt;Não por minha vontade, nem mero capricho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devotado a acreditar nessa utopia.&lt;br /&gt;Entrépida ilusão de que te desejo.&lt;br /&gt;Logo percebo os percalços do caminho;&lt;br /&gt;Fustigado pela ideia de ser rejeitado;&lt;br /&gt;Ignorado em achar que posso te ter.&lt;br /&gt;Na chance de te acolher em meus braços&lt;br /&gt;Olho para frente e resolvo arriscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou menino denovo no verde dos seus olhos&lt;br /&gt;Intangivel sentimento esse que eu sinto!&lt;br /&gt;Longe da razão, te venero!&lt;br /&gt;Viajo em devaneios nos teus cachos;&lt;br /&gt;A macia e alva pele é o que espero.&lt;br /&gt;mais um acróstico de uma musa.</description>
      <pubDate>Tue, 18 Feb 2014 01:50:18 +0000</pubDate>
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      <title>Obrigado, velho amigo!</title>
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      <description>quando não estou bem, tú estás aqui a me consolar.&lt;br /&gt;quando estou sozinho, tú me fazes companhia.&lt;br /&gt;me ajuda a esfriar a cabeça, a deixa mais leve!&lt;br /&gt;me fazes lembrar de coisas boas que a tempos não lembrava!&lt;br /&gt;coisas enterradas no meu passado, que doce sabor elas trazem!!&lt;br /&gt;tú és o consolo que eu precisava; meu refúgio!&lt;br /&gt;tú entendes das minhas excentricidades, ri das piadas mais cultas.&lt;br /&gt;obrigado por estar comigo... enquanto durar!&lt;br /&gt;obrigado por preencher o vazio do meu copo!&lt;br /&gt;brindo a ti!! desça gentilmente pela minha garganta!! &lt;br /&gt;ohh, RUM!! seja louvado!!&lt;br /&gt;			&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.:o gelo acabou de estalar em réplica! :)</description>
      <pubDate>Thu, 11 Oct 2012 22:05:41 +0000</pubDate>
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      <title>A harmonia de dois corpos</title>
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      <description>Estou com frio.&lt;br /&gt;Frio esse que o sol não me aquece.&lt;br /&gt;fica pior à noite, antes de dormir.&lt;br /&gt;recolho-me como um feto, até que adormeço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meus sonhos vejo que é de seu calor que preciso, sinto falta de sua pele, &lt;br /&gt;de seu cheiro.&lt;br /&gt;Começo a pensar em fugas e prelúdios tocados em escalas menores.&lt;br /&gt;A medida que estudo seu corpo com minhas mãos em andamentos lentos, vou dedilhando uma melodia que já lhe é conhecida, marcados pela síncope de nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abuso um pouco das fermatas no fim de cada beijo.&lt;br /&gt;Nossos corpos ressoam a mesma melodia&lt;br /&gt;em timbres diferentes, lançando um cânone&lt;br /&gt;onde você responde cada nota que eu toco com uma&lt;br /&gt;oitava acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente acordo, não tenho você do lado.&lt;br /&gt;Mas tenho uma linda melodia,&lt;br /&gt;composta da harmonia de nossos corpos,&lt;br /&gt;seguida pelo ritmo de nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Thiago Fabri.</description>
      <pubDate>Tue, 03 Jan 2012 14:22:29 +0000</pubDate>
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      <title>A noite escura</title>
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      <description>Ando pela noite escura, sozinho.&lt;br /&gt;mas desta vez tenho o que preciso.&lt;br /&gt;Estou munido de coragem e tenho segurança em meus passos, como um cego que caminha por ruas conhecidas,&lt;br /&gt;com a certeza de um homem que caminha em sua própria casa na calada da noite,&lt;br /&gt;em direção ao banheiro em meio ao breu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a luz que preciso para me guiar em minha&lt;br /&gt;jornada; o esclarecimento de idéias e pensamentos organizados, o som da minha própria voz ecôa em silêncio pela minha consciência, me aconselhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde será que essa estrada me levará?&lt;br /&gt;O que encontrarei no final?&lt;br /&gt;Nada disso importa agora. &lt;br /&gt;Sei que a resposta virá ao amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ansiedade não me assalta mais, como sombras&lt;br /&gt;distorcidas e aumentadas, projetadas na parede,&lt;br /&gt;acuadas pelo menor foco de luz lançada sobre elas; Ela se dissipa como as pequenas ondas que se formam em círculos em um lago sereno ao receber uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando por comparações e metáforas,&lt;br /&gt;chego ao meu destino sem perceber,&lt;br /&gt;é mais uma canção que se encerra.&lt;br /&gt;No trinado inesperado, porém conclusivo&lt;br /&gt;no final de uma harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              - Thiago Fabri.</description>
      <pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:37:37 +0000</pubDate>
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      <title>O vinho e a solidão</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=208578</link>
      <description>só um bom vinho pra tirar o gosto insalubre da solidão, que finge ser companheira&lt;br /&gt;mas que no fim, é má conselheira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só um bom vinho para trazer o calor, que a solidão nos tira; esse frio, mãos geladas&lt;br /&gt;que nunca se aquecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só um bom vinho para nos fazer esquecer desse sentimento que nos rouba nossa alma,&lt;br /&gt;e coloca algo vazio, incompleto no lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sinto nas maçãs do meu rosto um rubor, é um bom sinal. a Solidão me deixou, por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;encontro dentro de mim tudo que preciso, inerte em meus proprios pensamentos, &lt;br /&gt;dedilhando uma melodia inacabada em minha consciência, minha própria voz soando como&lt;br /&gt;a de um velho amigo a me comprimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ainda estou consciente? será que o efeito do vinho está falando por mim?&lt;br /&gt;nada disso importa. Finalmente encontrei o meu EU interior, a pouco esquecido&lt;br /&gt;como dois amigos de infância que não se vêem a tempos, como os ponteiros de um relógio&lt;br /&gt;que ansiosamente se encontram vez ou outra, para depois seguirem cada um o seu rumo &lt;br /&gt;novamente, sem pressa e sem culpa, aproveitando o tempo que lhes é dado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 14 Dec 2011 13:57:19 +0000</pubDate>
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      <title>O calor de noites frias</title>
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      <description>Deito em baixo do meu edredom&lt;br /&gt;em noites frias,&lt;br /&gt;mas não consigo me aquecer.&lt;br /&gt;Estou agasalhado, e as janelas estão&lt;br /&gt;fechadas, mas ainda sinto frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse quarto escuro; Agora vejo que é vazio!&lt;br /&gt;Acho mesmo que o que falta é você!&lt;br /&gt;Do teu corpo junto ao meu;&lt;br /&gt;sua respiração morna e ritmada;&lt;br /&gt;As batidas do seu coração sincopadas&lt;br /&gt;com as do meu;&lt;br /&gt;Meus braços por cima dos teus;&lt;br /&gt;Meus dedos entrelaçados por entre&lt;br /&gt;teus cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha me tirar desse frio&lt;br /&gt;que se chama solidão!&lt;br /&gt;Venha acabar com esse ruído&lt;br /&gt;ensurdecedor chamado silêncio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero mais acordar no meio&lt;br /&gt;de um sonho, no meio da noite,&lt;br /&gt;para me ver sozinho entre estas&lt;br /&gt;paredes; Ofegante.&lt;br /&gt;Como se tivessem arrancado algo&lt;br /&gt;de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero vê-la do meu lado,&lt;br /&gt;Quero ser a primeira coisa&lt;br /&gt;que verás ao acordar.&lt;br /&gt;Quero ser sua metade perdida&lt;br /&gt;de tempos mitológicos,&lt;br /&gt;que quando se encontram,&lt;br /&gt;voltam a ser um só novamente.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:13:17 +0000</pubDate>
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      <title>Quem dera meus olhos falassem!</title>
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      <description>Quem dera meus olhos falassem!&lt;br /&gt;Terias notado o quanto te desejo&lt;br /&gt;que te quero, e quero agora!&lt;br /&gt;Os meus olhos te diriam tudo o que&lt;br /&gt;a boca não consegue falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus olhos navegam sobre suas curvas&lt;br /&gt;te despindo em cada pensamento,&lt;br /&gt;te possuindo intensamente sem nem&lt;br /&gt;mesmo te tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua voz parece acariciar os meus ouvidos&lt;br /&gt;um som delicado e melodioso, teu riso faz&lt;br /&gt;córcegas, como que querendo me&lt;br /&gt;contar segredos atrevidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;queria que voce pudesse notar que o calor&lt;br /&gt;das minhas maos ao te tocar, procura&lt;br /&gt;ser correspondido no calor do teu corpo;&lt;br /&gt;que desperta meu lado animal e aguça &lt;br /&gt;os meus sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu corpo exala um perfume que encanta o meu&lt;br /&gt;olfato, um aroma natural; singular.&lt;br /&gt;que só a sua pele branca e seus longos cabelos&lt;br /&gt;podem despertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não consegui sentir ainda o seu paladar,&lt;br /&gt;queria poder te provar,&lt;br /&gt;com calma, degustar cada centímetro.&lt;br /&gt;Saber que gosto tem cada dedo teu,&lt;br /&gt;de uma extremidade a outra.&lt;br /&gt;Me encontrar com seus lábios e poder &lt;br /&gt;conversar com eles em total&lt;br /&gt;sincronia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem dera meus olhos falassem!&lt;br /&gt;tudo aquilo que eu já te disse&lt;br /&gt;sem nem mesmo dar uma palavra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Antes que pergutem: já dediquei um poema uma vez e me ferrei :( então, não será o mesmo com esse ;)</description>
      <pubDate>Thu, 08 Apr 2010 22:17:56 +0000</pubDate>
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      <title>De que é feito os sonhos?</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=75786</link>
      <description>me pergunto o que alimenta os sonhos.&lt;br /&gt;essa máquina do nosso subconsiente que &lt;br /&gt;inconsientemente brinca com o consiente do &lt;br /&gt;que é concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o estranho é normal;&lt;br /&gt;sanidade é para loucos;&lt;br /&gt;a morte é só uma piada de criança;&lt;br /&gt;orgulho não tem espaço: tudo é perdoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;domínio sem líder, sem controle.&lt;br /&gt;é como uma história contada em partes por&lt;br /&gt;várias pessoas.&lt;br /&gt;corro mas não chego a lugar nenhum,&lt;br /&gt;pra que correr se posso voar?&lt;br /&gt;aqui meu poder me é revelado: sai por debaixo &lt;br /&gt;do manto da hipocrisia e vergonha do homem cego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;minha espada brilha como nunca: tem sede pelo medo&lt;br /&gt;que aqui toma face.&lt;br /&gt;O combate invisível, interno.&lt;br /&gt;as batalhas me tornam mais forte&lt;br /&gt;da verdadeira força&lt;br /&gt;que é a que vem de dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me pergunto o que alimenta os sonhos.&lt;br /&gt;de certo são as emoções deixadas para trás nesse&lt;br /&gt;plano atemporal,&lt;br /&gt;escondidas em suas camadas, &lt;br /&gt;dissecado em suas entranhas, &lt;br /&gt;abafado pelo barulho dos pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;existe algum rémedio do mundo dito real,&lt;br /&gt;que nos leve ao etéreo?&lt;br /&gt;existe alguma palavra perdida em algum livro&lt;br /&gt;que nos puxe pra dentro de suas páginas? &lt;br /&gt;existe alguma melodia de alguma música &lt;br /&gt;que nos faça viajar pra outro lugar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;será que sou livre o bastante para fechar meus olhos e buscar tudo isso dentro de mim&lt;br /&gt;sem ser chamado de louco? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;o que define loucura é quando alguém não consegue&lt;br /&gt;mas se enganar com a realidade e nega com sua alma a mentira que o mundo lhe contou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos loucos se abandonamos o real.&lt;br /&gt;mas é quando esquecemos o real que sonhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;acho que é esse paradoxo que move os sonhos...&lt;br /&gt;   </description>
      <pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:38:04 +0000</pubDate>
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