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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Ladainha ao Senhor do Calvário </title>
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      <description>Ó Bom Jesus do Calvário&lt;br /&gt;Que tem a cruz de oliveira&lt;br /&gt;Pela rua, solitário&lt;br /&gt;Sobre os espinhos da roseira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vosso santo cabelo&lt;br /&gt;Mais fino que o fio de oiro&lt;br /&gt;Que tristeza tive ao vê-lo&lt;br /&gt;Baço e sujo esse thesoiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vossa santa cabeça&lt;br /&gt;Coroada de mil espinhos&lt;br /&gt;Não me afaste nem impeça&lt;br /&gt;De seguir vossos caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses vossos Santos olhos&lt;br /&gt;Inclinados para o chão&lt;br /&gt;Deles caem dor aos molhos&lt;br /&gt;Nos caminhos da Paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas vossas santas Faces&lt;br /&gt;Cheias de cuspo nojento ...&lt;br /&gt;Ó Senhor porque não fazes&lt;br /&gt;Que se acabe este tormento?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa vossa santa boca&lt;br /&gt;Puseram fel amargoso&lt;br /&gt;Pobre gente, fria, louca&lt;br /&gt;Pobre filho doloroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À vossa Santa garganta&lt;br /&gt;Enlearam uma corda&lt;br /&gt;Vossa mágoa era tanta&lt;br /&gt;Senhor Deus misericórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses vossos Santos ombros&lt;br /&gt;Encostados a um madeiro&lt;br /&gt;Pobre Cristo entre escombros&lt;br /&gt;De que fosteis Vós herdeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses vossos Santos braços&lt;br /&gt;Estendidos sobre a cruz&lt;br /&gt;Pelos nossos pecados&lt;br /&gt;Perdoai ó Bom Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse vosso santo peito&lt;br /&gt;Foi aberto com uma lança&lt;br /&gt;Durma eu sempre no leito&lt;br /&gt;Cheio dessa confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À vossa Santa Cintura&lt;br /&gt;Cingiram uma toalha&lt;br /&gt;Essa pobre investidura&lt;br /&gt;Foi vossa santa mortalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses vossos Santos pés&lt;br /&gt;Mais claros que a neve pura&lt;br /&gt;Arrastados nos sopés&lt;br /&gt;Pela rua da Amargura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela rua da amargura&lt;br /&gt;Vai o Senhor a chorar&lt;br /&gt;E uma santa com doçura&lt;br /&gt;Logo acorreu p&#039;ró limpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó quem fora tão ditosa&lt;br /&gt;Que vira o Senhor Chorando&lt;br /&gt;E numa pressa dolorosa&lt;br /&gt;O abraçou, ficou limpando?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há um grito de mulher&lt;br /&gt;Junto à cruz, lá no Calvário&lt;br /&gt;Vossa Mãe, triste, a sofrer&lt;br /&gt;Que abraçou vosso Sudário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntarei os meus pecados&lt;br /&gt;Pô-los-ei aos pés da cruz&lt;br /&gt;Que eles sejam perdoados&lt;br /&gt;Para sempre amém Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 09:52:46 +0000</pubDate>
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      <title>Na Rota do Silêncio </title>
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      <description>Na rota do silêncio daqueles que partiram&lt;br /&gt;a saudade é amor que fica agarrada&lt;br /&gt;à pálida Alma daqueles que sentiram &lt;br /&gt;a partida dessa pessoa que muito foi amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À rota do silêncio dos lenços que acenaram&lt;br /&gt;àquela hora sombria em que as trevas&lt;br /&gt;se abatem sobre a nossa História, passam&lt;br /&gt;à nossa frente as memórias de todas as perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu soubesse que morrendo te encontraria&lt;br /&gt;matar-me-ia com o veneno mais puro&lt;br /&gt;que me fosse dado agora ou em qualquer dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu soubesse, aí se eu soubesse, te juro&lt;br /&gt;que nem mais um momento eu viveria&lt;br /&gt;porque a vida sem ti é um caminho longo, vil e duro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Para a Avó Clarisse neste 17° mês da sua partida para Deus. &lt;br /&gt;Tenho saudades suas querida avó.)</description>
      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:11:40 +0000</pubDate>
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      <title>Genealogia do Poeta Português Ricardo Maria Louro </title>
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      <description>Ricardo Maria Louro é tio  de Francisco Maria Louro do Rosário nascido em Março de 2026   e de D. Carolina Louro do Rosário nascida em 2015. É irmão de D. Ana Rita Louro nascida em 1994, D. Margarida Louro nascida em 1990  e de Luís Pedro Louro nascido em 1988. É filho de D. Maria da Graça Pereira dos Reis Louro nascida em 1962, neto de Manuel Francisco Louro nascido em 1922, bisneto de Domingos António Louro Filho nascido em 1895, trineto de Domingos António Louro nascido em 1868, tetraneto de António Louro nascido em 1830, pentaneto de D. Ana Maria Louro nascida em 1792, hexaneto de D. Maria do Carmo Louro nascida em 1770 e heptaneto de D. Antónia Maria Louro nascida em 1722. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apelido Louro -&lt;br /&gt;Louro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apelido que nasce do Loureiro, árvore sagrada na Antiguidade Clássica, símbolo de honra, vitória e memória. Na Roma antiga, coroava generais, poetas, sábios e heróis carregando consigo a promessa da distinção. Em Portugal, enraizou-se no Alentejo, terra de horizontes amplos e silêncio fértil. Em Santo António dos Reguengos, São Vicente do Pigeiro, S. Marcos do Campo, S. Mansos,  Monsaraz e Évora,  Louro fez-se família, fez-se raiz, caminhando entre montes suaves, oliveiras antigas e pedras que guardam Silêncios e séculos.&lt;br /&gt;Louro carrega a ligação profunda à terra que sustenta os seus descendentes. Folha que resiste ao inverno, raiz que se agarra ao tempo, nome que atravessa gerações sem perder sentido. Em cada Louro vive a força discreta dos que vieram antes, homens e mulheres que semearam futuro com mãos gastas e esperança intacta.&lt;br /&gt;Ser Louro é herdar uma luz antiga.&lt;br /&gt;É trazer no nome a memória da terra, a perseverança dos antepassados e a promessa de continuar.&lt;br /&gt;Ramo e raiz. Passado e continuidade. História que floresce.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 15 Feb 2026 00:14:20 +0000</pubDate>
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      <title>Biografia e Bibliografia do Poeta, escritor e declamador Português Ricardo Maria Louro</title>
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      <description>&lt;br /&gt;&#127807; Ricardo Maria Louro — Perfil completo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Maria Silva Louro (n. 1985) é um poeta, escritor, declamador e ativista cultural português nascido em Évora, com fortes raízes familiares e afetivas em Monsaraz, no Alentejo — uma região cuja paisagem, memória e espiritualidade atravessam a sua obra e identidade artística. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128073; Em setembro de 2024, foi agraciado com o título de Comendador da Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa, conferido por Sua Alteza Real o Duque de Bragança, um reconhecimento notório da sua contribuição cultural e literária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#129718; Formação e percurso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo cresceu imerso numa família com tradição cultural e religiosa — incluindo dois parentes sacerdotes com ligação à poesia e à escrita — o que ajudou a moldar desde cedo o seu vocabulário estético e espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação académica variada: secretariado, animação social, turismo e desenvolvimento — áreas que o aproximaram da experiência humana e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teatro: frequentou dois anos de curso de teatro na Universidade de Évora, o que reforçou o seu sentido de palco, oralidade e declamação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2009, tem publicado regularmente, mantendo presença em televisão, rádio, jornais, revistas e plataformas digitais — consolidando-se não apenas como autor, mas também como mediador cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128218; Obra — temas, estilo e principais títulos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia e a prosa de Louro não se limitam a formas isoladas: elas são pontes entre lírica, fado, espiritualidade e memória. A sua escrita é muitas vezes descrita como confessional, romântica, simbólica e profundamente emocional, com fortes ecos do Alentejo como cenário e personagem presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128214; Livros e publicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as suas obras mais importantes estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas da Vida (2010) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Novena à Padroeira nas várzeas de Monsaraz (2010) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resgate das memórias de um Templário (2011) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Alma de Mulher (2011) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vozes (2013) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrigais (2015) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia, Fados e Destino (2016) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Évora Romântica – Roteiro Poético à Cidade de Évora (2017) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas d’Évora (2019; com lançamento público e programação cultural associada) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns destes projetos, como Évora Romântica, combinam poesia e fotografia, propondo mapas sensoriais e afetivos da cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128395;&#65039; Estilo e influências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua poesia recupera traços do Romantismo e Simbolismo, aproxima-se da alma do fado e reflete uma busca espiritual constante — amor, saudade, dor, eternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele próprio cita referências que vão de Camões e Pessoa a Florbela Espanca, Byron e Eça de Queirós, mostrando uma formação estética ampla e híbrida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O toque do Alentejo — as vastas planícies, a luz intensa, a memória das gentes e da fé — é quase um personagem vivo nas suas páginas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128720; Ativismo cultural e espiritual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Maria Louro é também uma figura ativa na vida cultural e religiosa portuguesa, contribuindo para a preservação e celebração de tradições através de confrarias e ordens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Real Guarda de Honra da Casa Real Portuguesa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Real Confraria de São Dom Nuno de Santa Maria Álvares Pereira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Real Irmandade da Santa Cruz e Passos da Graça de Lisboa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmandade do Senhor Jesus dos Passos de Évora &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2018, foi cofundador da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde de Évora, exercendo o cargo de Primeiro Juiz da Irmandade, uma posição de liderança cultural e espiritual reconhecida pela comunidade local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#127775; Reconhecimento e relevância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título de Comendador que recebeu em 2024 — uma honra solene ligada à Casa Real Portuguesa — sinaliza que Ricardo Maria Louro não é apenas um poeta entre muitos, mas uma figura de reconhecimento público e institucional no âmbito da cultura portuguesa contemporânea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua obra tornou-se também objeto de eventos culturais, lançamentos públicos com música, leitura e poesia declamada, mostrando que ele atua tanto no papel de autor quanto de performer cultural ativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#128204; Em síntese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Maria Louro é um Poeta e escritor português contemporâneo nascido em Évora (1985) com raízes no Alentejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declamador e mediador cultural com presença na comunicação social e digital desde 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ativista cultural e religioso, fundador e membro de várias associações e confrarias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comendador da Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa desde 2024. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor de uma obra que mistura poesia, fado, memória do Alentejo e espiritualidade, com forte impacto emocional e simbólico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Google</description>
      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 09:27:19 +0000</pubDate>
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      <title>Pensamento </title>
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      <description>Espero que a minha morte faça mais sentido do que a vida que vivi!</description>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:21:15 +0000</pubDate>
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      <title>Pensamento </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382369</link>
      <description>E os dias sucedem-se ...&lt;br /&gt;... intercalam-se as noites ...&lt;br /&gt;... surge um novo dia ... vem outra noite ...&lt;br /&gt;Na verdade o tempo faz o que melhor&lt;br /&gt;sabe fazer ...  passar ... e nós, com Ele!</description>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:18:58 +0000</pubDate>
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      <title>Tive</title>
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      <description>Tive um dia que dizer adeus à minha avó&lt;br /&gt;pois um dia também te direi adeus, solidão!</description>
      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:57:53 +0000</pubDate>
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      <title>Existe</title>
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      <description>Existe em mim uma saudade!&lt;br /&gt;Cais da nossa nau, um trilho,&lt;br /&gt;uma raiva, uma dor,&lt;br /&gt;um medo de adormecer antes&lt;br /&gt;da morte ...&lt;br /&gt;Existe um vago sentimento que&lt;br /&gt;me guia, determina, &lt;br /&gt;impele a seguir em frente &lt;br /&gt;mesmo sem vontade;&lt;br /&gt;com vontade de adormecer &lt;br /&gt;antes da morte ...&lt;br /&gt;Existe um nada que de tanto&lt;br /&gt;me fez tudo,&lt;br /&gt;uma ausência incapaz de comatar,&lt;br /&gt;uma força de ficar, uma vontade de&lt;br /&gt;partir ...&lt;br /&gt;Esta noite quero adormecer antes &lt;br /&gt;da morte! ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:52:33 +0000</pubDate>
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      <title>Par a Par</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382132</link>
      <description>Há um desconhecido imenso à nossa frente&lt;br /&gt;um caminho que a vida leva p&#039;la mão &lt;br /&gt;mas só quem perde alguém que ama é que sente&lt;br /&gt;a Alma amortalhada trespassada p&#039;la solidão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes há silêncios que passam de mão em mão &lt;br /&gt;agonias que nos esventram o paladar &lt;br /&gt;um não sei quê que nos arrasta o coração &lt;br /&gt;de mão dada com a dor; para a par ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E par a par seguimos nós, a nossa vida,&lt;br /&gt;tão cheia de dor, tristeza, ansiedade;&lt;br /&gt;desejando o momento da despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E trazemos em nós a mentira e a verdade&lt;br /&gt;uma imensa vontade de voltar à vida&lt;br /&gt;porque somos feitos de amor e de saudade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Maria Louro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Aos 104 anos do Avô Louro e aos 94 anos da Avó Clarisse, hoje, em dia dos seus aniversários)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:02:34 +0000</pubDate>
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      <title>Eu sou o último de mim mesmo </title>
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      <description>Eu sou o último de&lt;br /&gt;mim mesmo&lt;br /&gt;que sucede a outro&lt;br /&gt;que me habitou,&lt;br /&gt;antecipado e frio,&lt;br /&gt;sem vontade de viver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o último de&lt;br /&gt;mim mesmo&lt;br /&gt;que traz nas costas&lt;br /&gt;o peso de um passado,&lt;br /&gt;que ainda me persegue,&lt;br /&gt;longo e rejeitado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o último de&lt;br /&gt;mim mesmo&lt;br /&gt;nascido de uma morte&lt;br /&gt;de um veneno apetecido&lt;br /&gt;de uma escrita indecifrável&lt;br /&gt;vaga e baça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o último de&lt;br /&gt;mim mesmo&lt;br /&gt;o que vivi depois de mim&lt;br /&gt;sem querer nem desejar&lt;br /&gt;a Linhagem dos Poetas,&lt;br /&gt;a rejeitada descendência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o último de mim mesmo,&lt;br /&gt;o último depois de mim ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Maria Louro</description>
      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 23:57:53 +0000</pubDate>
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