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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Mulheres que amam demais</title>
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      <description>Mulheres que amam demais&lt;br /&gt;São perigosas, inseguras,&lt;br /&gt;Desenham amarguras&lt;br /&gt;Em noites sem dormir.&lt;br /&gt;Mulheres que amam demais&lt;br /&gt;São violentas tempestades,&lt;br /&gt;Os mais furiosos furacões,&lt;br /&gt;São forças da natureza!&lt;br /&gt;Essas mulheres são sofridas,&lt;br /&gt;Vividas e loucas.&lt;br /&gt;São pássaros sem ninho,&lt;br /&gt;Mendigas de carinho…&lt;br /&gt;Mulheres que amam demais&lt;br /&gt;São ciumentas, descontroladas,&lt;br /&gt;Não confiam em ninguém!&lt;br /&gt;São mulheres sem auto-estima,&lt;br /&gt;Não têm verso, nem rima,&lt;br /&gt;Apenas prosa sem rumo.&lt;br /&gt;Mulheres que amam demais&lt;br /&gt;Vivem em eterna agonia,&lt;br /&gt;Choram sozinhas no escuro,&lt;br /&gt;Sempre com medo de perder.&lt;br /&gt;São dependentes viscerais!&lt;br /&gt;E, “mea culpa”, eu confesso!&lt;br /&gt;Num caminho sem regresso,&lt;br /&gt;De guerreira sem rivais…&lt;br /&gt;Eu também sou uma dessas&lt;br /&gt;Mulheres que amam demais!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 17 Jan 2009 23:25:17 +0000</pubDate>
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      <title>Sentimento oculto</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=47372</link>
      <description>Enquanto todos se divertem ela chora,&lt;br /&gt;Relembra de tudo que já passou&lt;br /&gt;E sabe porque não se vai embora…&lt;br /&gt;Eu sei que ela tenta e tenta ser feliz,&lt;br /&gt;Mas tudo o que consegue é dizer o que não diz!&lt;br /&gt;Quando volta a tentar já passou a hora…&lt;br /&gt;“Não vás ainda! Fica só mais um pouco!”&lt;br /&gt;Soa então, a voz cruel de um homem louco.&lt;br /&gt;E ela gira na roda, na roda a bailar.&lt;br /&gt;Nestas voltas da vida, onde irá parar?&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Aug 2008 21:27:20 +0000</pubDate>
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      <title>A nossa madrugada</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=25716</link>
      <description>&lt;br /&gt;Ainda permanece em mim o teu sabor,&lt;br /&gt;O teu fervoroso toque, o teu cheiro...&lt;br /&gt;Sinto em minh’ alma vigoroso fervor&lt;br /&gt;De um amor, mui puro e verdadeiro.&lt;br /&gt;As minhas delicadas mãos nas tuas,&lt;br /&gt;O teu forte e impulsivo corpo no meu,&lt;br /&gt;Foram belas quadras, soltas e nuas,&lt;br /&gt;Foi doce poema que nos envolveu.&lt;br /&gt;Amor, único e inesquecível amor!&lt;br /&gt;Não mais sentirei temor em dize-lo:&lt;br /&gt;“Amo-te perdidamente e com ardor.”&lt;br /&gt;Nesta pálida e gentil madrugada,&lt;br /&gt;Murmurou-me o vento em tons de gelo:&lt;br /&gt;- Serás p’ra todo sempre a mais amada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2008 04:07:13 +0000</pubDate>
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      <title>A verdadeira alegria do Natal</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=25715</link>
      <description>Saudades do tempo em que vocês eram vivas e me contavam histórias de natais passados. Como este era o dia mais esperado do ano, como vocês se alegravam, ainda que não recebessem presentes, pois os vossos pais quase não tinham comida para pôr na mesa. Ainda assim o vosso natal era lindo, um dia repleto de amor e paz.&lt;br /&gt;Recordo com emoção o vosso sorriso terno perante os presentes que recebiam dos filhos e dos netos, o modo como saboreavam as iguarias tradicionais, o belo bacalhau cozido ou a aletria acabada de fazer. Quantas vezes não vos vi atarefadas a preparar os doces e outras tantas vos ajudei, quando as vossas mãos já velhinhas e cansadas se recusavam a faze-lo.&lt;br /&gt;Hoje, encontrei o meu caminho no paganismo. O natal perdeu toda a sua mística e a única coisa que hoje aprecio realmente é a reunião familiar, pois traz até mim um pouquinho de vocês. Ainda sou eu que faço o presépio e enfeito o pinheiro! Sei o quanto vos deixava felizes contemplar o resultado final, principalmente o menino jesus todo iluminado na sua manjedoura. Guardo comigo todo os vossos ensinamentos, mas guardo especialmente a mensagem essencial que me passaram: a alegria do Natal é a simplicidade...&lt;br /&gt;Amo-vos! Feliz Natal, meus anjos!</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2008 03:30:13 +0000</pubDate>
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      <title>Ao amor da minha vida</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=20489</link>
      <description>Esperei toda a vida por ti, e agora que chegaste já te perdi...&lt;br /&gt;Dizes que jamais esquecerás &quot;aquele&quot; abraço. Eu digo-te que jamais esquecerei a primeira vez que te vi, o primeiro beijo trocado, o bater descompassado do meu coração antes de cada encontro, como se cada um fosse o primeiro e sentir-me uma miúda sempre que estava contigo. O teu lindo sorriso, as tuas doces palavras e a tua compreensão.&lt;br /&gt;Jamais esquecerei que foste o primeiro que viu para além de tudo, que viu a minha verdadeira essência, a minha alma inteira, desnuda e transparente. Como esquecer as longas conversas ao telemóvel, os assuntos inesgotáveis, o quanto temos em comum? Esquecer os abraços, a tua voz serena, as juras de amor trocadas, os planos? O que fazer com tudo o que foi dito, sonhado, sentido? Se soubesses como me dói, como me fazes falta!&lt;br /&gt;Agora encontro-me perdida e mais vazia que nunca. As lágrimas caem sem parar, a dor é terrível, devastadora! Sinto que mais uma vez me é arrancado um pedaço de mim, e apesar de pensar que não merecia isto, talvez esteja errada...&lt;br /&gt;Não vou conseguir esquecer-te. Não vou! Não sei como ultrapassar isto. Só sei das tardes passadas contigo, de cada pôr-do-sol perfeito, da doçura dos reencontros e das tristes despedidas, do calor dos teus braços e o aconchego do teu peito. Dizias que quando me despedia eu virava costas, baixava a cabeça e seguia sem olhar para trás. Sabes, não conseguia sequer ver-te partir, ainda que soubesse que voltavas. Resta-me saber como seguir agora tendo consciência que não voltas.&lt;br /&gt;Guardarei comigo cada momento precioso passado a teu lado e morro por dentro só de pensar que aquele dia foi o último toque, o último beijo, a última despedida, que a tua mão largou a minha e nunca mais voltará a chegar a hora de chegares... Amo-te...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paula Correia (23/10/2007)&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 23 Oct 2007 16:24:44 +0000</pubDate>
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      <title>Grito de amor</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=17135</link>
      <description>Queria dizer-te quanto te amo,&lt;br /&gt;Quanto te venero e necessito,&lt;br /&gt;Mas fazes parte de um mero sonho.&lt;br /&gt;Um sonho bom, um sonho angelical.&lt;br /&gt;Queria fazer música com teu corpo&lt;br /&gt;E transformar tua voz em poesia.&lt;br /&gt;O tempo, de atroz maldade,&lt;br /&gt;Caminha lento sobre meus dias.&lt;br /&gt;A minha voz passeia no vento&lt;br /&gt;Buscando ardentemente a tua.&lt;br /&gt;Preencher-me-ás o eterno vazio&lt;br /&gt;Que enclausurou minha débil alma?&lt;br /&gt;Beijarás o Sol para que volte a sorrir?&lt;br /&gt;Meu amor: se imaginasses quão te anseio!&lt;br /&gt;Não sonhas o brilho do meu olhar.&lt;br /&gt;É como eterna ferida de amor&lt;br /&gt;Na voz de quem ama e sente,&lt;br /&gt;Pois quem ama jamais mente.&lt;br /&gt;Será que me queres tanto assim?&lt;br /&gt;Sou anciã de longas caminhadas.&lt;br /&gt;Enfrentei várias vezes a noite,&lt;br /&gt;Suportei sorrindo dolorosos dias...&lt;br /&gt;Não me ofereças sonho e fantasia,&lt;br /&gt;Pois eu apenas anseio certezas.&lt;br /&gt;Não quero nunca ser uma rosa!&lt;br /&gt;As rosas têm espinhos que ferem.&lt;br /&gt;Serei sempre uma tulipa negra,&lt;br /&gt;De acetinadas e misteriosas pétalas,&lt;br /&gt;Reflectindo somente a escuridão.&lt;br /&gt;Foi assim que vesti a minh’ alma&lt;br /&gt;Na melancolia da tua ausência.&lt;br /&gt;Vem! Sou eu quem te chama.&lt;br /&gt;Vem! São duas almas lastimando&lt;br /&gt;A dor de não ter alguém...&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 08 Sep 2007 21:10:06 +0000</pubDate>
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      <title>Corpos Editora</title>
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      <description>Como que por magia, &lt;br /&gt;O meu sonho amado&lt;br /&gt;Renovou-se e tomou forma.&lt;br /&gt;Perdida na emoção,&lt;br /&gt;Os olhos rasos de água,&lt;br /&gt;Senti bater o coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei num mundo encantado, e&lt;br /&gt;Deixei aberta a porta…&lt;br /&gt;Inesquecível momento!&lt;br /&gt;Tocou-me bem fundo na alma&lt;br /&gt;Onde se solta o sentimento. &lt;br /&gt;Recordo agora com saudade&lt;br /&gt;A praia ao luar, eu e a eternidade.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 08 Sep 2007 21:06:45 +0000</pubDate>
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      <title>Pobre menina louca</title>
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      <description>Menina com olhos de céu&lt;br /&gt;E ternura no olhar,&lt;br /&gt;Alma escura como breu&lt;br /&gt;Mente perdida a sonhar.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Rotina que amarga,&lt;br /&gt;E que um dia tudo mudou,&lt;br /&gt;A tristeza cobriu seus dias&lt;br /&gt;E o desespero chegou.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Chorava noite e dia&lt;br /&gt;Lágrimas com sabor a sal,&lt;br /&gt;Nunca encontrando explicação&lt;br /&gt;Para todo o seu mal.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Ninguém lhe dava carinho,&lt;br /&gt;Ninguém lhe dava atenção,&lt;br /&gt;Ia ouvindo palavras duras&lt;br /&gt;Que feriam o seu coração.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Sentia-se um incómodo,&lt;br /&gt;Não se alegrava vivendo.&lt;br /&gt;Sem o apoio de ninguém,&lt;br /&gt;Ela ia enlouquecendo.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;No cúmulo da sua loucura&lt;br /&gt;Foi ao encontro do mar,&lt;br /&gt;Queria ser uma onda,&lt;br /&gt;Sempre livre, a bailar.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Rosto lavado em lágrimas,&lt;br /&gt;Por fim lançou-se ao mar,&lt;br /&gt;Sonhou encontrar na morte&lt;br /&gt;Caminho pr´a se libertar.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Suas lágrimas sentidas,&lt;br /&gt;Ao mar salgado se juntaram.&lt;br /&gt;Ela fundiu-se no mar&lt;br /&gt;E as ondas por ela choraram.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Pobre menina louca!&lt;br /&gt;Em onda se transformou,&lt;br /&gt;Em loucura se perdeu&lt;br /&gt;E em paz descansou.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 08 Sep 2007 21:02:25 +0000</pubDate>
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      <title>Em memória de mim</title>
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      <description>Abram-se as portas de par em par!&lt;br /&gt;Tenham misericórdia... deixem-me passar...&lt;br /&gt;Quero ser livre para voar,&lt;br /&gt;Tomo em meus braços a liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abram-se as campas de par em par!&lt;br /&gt;Tenham piedade... deixem-me entrar...&lt;br /&gt;Venha até mim o Anjo da Morte,&lt;br /&gt;Findada a vida,acaba a má sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abram-se as campas de par em par!&lt;br /&gt;Tenham piedade... deixem-me entrar...</description>
      <pubDate>Wed, 29 Aug 2007 23:59:53 +0000</pubDate>
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      <title>Loucura</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=16295</link>
      <description>Preciso esquecer-me entre as flores&lt;br /&gt;E embriagar-me com seu perfume.&lt;br /&gt;Beber o doce néctar das suas cores,&lt;br /&gt;E ocultar num longo trago este ciúme.&lt;br /&gt;Desejo tanto não te sentir em mim&lt;br /&gt;Que me perco em ilusões mundanas.&lt;br /&gt;Plantei meus sentimentos no jardim,&lt;br /&gt;Desabrocharam finas porcelanas.&lt;br /&gt;Pois eu sou como uma rainha louca,&lt;br /&gt;Escondida nas muralhas do castelo!&lt;br /&gt;Esperando que um anjo na alvorada,&lt;br /&gt;Abrace a dor que senti ao perdê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 29 Aug 2007 23:57:53 +0000</pubDate>
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