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Poemas, frases e mensagens sobre erótico

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre erótico

Fogo, Língua e Flor

 
E-BOOK GRATUITO HOJE !!!!!!!
Olá! Boa noite. Peço licença poética, [:

Gosta de conhecer novos escritores e poesias? Fogo, Língua e Flor é uma reunião de poemas sobre o amor e a natureza (e alguns eróticos). É um e-book de visual simples, rs (fiz para ser um presente e não sou lá muito bom com isso de capa, todavia... Nas poesias é que o verdadeiro valor é encontrado). Hoje o e-book está custando R$ 0,00... Isso mesmo, você pode baixar de graça (não estará assim por muito tempo). Convido o grupo a conhecer meu trabalho, são apenas alguns cliques para baixar por este link (abaixo).

Quando falamos de amor, de que falamos? Do fascínio que sentimos diante do poder que outra pessoa nos pode ter? De um exercício espiritual para a sublimação dos atributos da alma? Quantas formas tem o amor? Este livro não responde a estas questões, mas delas se serve. Encontrar correspondência no amor pode ser a chave para a plena vivência das potencialidades espirituais humanas, ou uma forma divertida de assim brincar: brincar com palavras, brincar com o destino, com coisa séria, tecer ocasos para os vestir... Vestido do aroma de sua musa, este poeta encontra a Floresta Celestial, mãe do mundo, fonte de poesia cristalina. Neste espaço místico de um pensamento, de um batimento cardíaco e toda a jornada sanguínea que somos, dividimos nossas experiências para compor um quadro maior: este momento no universo. Aqui é descrita parte da alegria da peça escritora e escritura da Natureza do mundo que sou, graças a um encontro de almas profundamente rico em amor.

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Sem mais, desde já agradeço, e deixo abreijos. Bons ventos!
Ronan Cardoso
 
Fogo, Língua e Flor

em contramão

 
 em contramão
 
quando tua presença
se aconchega no meu ragaço
ele é um pulsar de sensações
é um fio de emoções
que me escorre pelo corpo
se sustem no coração

é um borbulhar de vida
um descontrolar de acção
é um desejo
que te manipula os dedos
é um amor que me adentra
em contramão..é..
és tu !

ana silvestre
imagem: Stefan Kuhn
 
 em contramão

trinca-me

 
rujo ao teu desejo
leoa faminta

teus lábios húmidos
boca de mel
que me trinca

corpo deslizante
língua que arrepia
seio que sacia

arranho-te o movimento
chibatas meu corpo
com língua de ávidas
artimanhas.aguento

reproduz em grito
o desejo que te arde
volteia-te.afunda-te

trinca-me a pele
flor púrpura
morde-me
por dentro..

a.silvestre
 
trinca-me

Chama do Amor

 
De uma coisa não tenho dúvidas
És o homem que quero para mim
As provas são evidentes, húmidas!
Acredita!, nunca me senti assim...

Dás-me paz por mais que um dia
És a razão de toda aquela alegria
Entre gemidos e algum medo
Não tenho qualquer segredo

Adoro sentir o suor do teu corpo
Beijar-te, lamber-te, deixar-te doido
Sinto todo o teu amor naquele abraço...
Dá-me vontade de te arrancar um pedaço!

Deixa-me dizer-te tudo o que penso
O teu sorriso é lindo de morrer
Onde tocas deixas um ambiente tenso
Que já nem eu me consigo conter
 
Chama do Amor

Orgia

 
A realeza sublime depõe contra a santidade
Do virginal sangue,fonte em falo derrama-se,
Nos olhos dos alabastros,pupilas imóveis,
Na qualidade de eternos monumentos,pecados.

Expondo genitálias e carnes despudoradas,ora rotundas,juvenis dádivas,
Contemplam a peste,a veste erguida e o clamor da mortalha
Trespassando o desejo reprimido,orgia encravada no seio esquerdo
Da prostituta redimida ,a máxima do orgamo recitada em coro ébrio,mesmo flácida.

O gozo no rosto a espera,cerrado em suor e lágrimas,
Fluidos na terna tez lívida onde coagula ferocidade inata,
Compartilha entre incontáveis sorrisos e lábios húmidos a messe lasciva,
Suspiros e gemidos,gritos, a celebração máxima liberta as almas
Em blasfema veneração bacante.
 
Orgia

As mil cores de amor

 
O ar é enalado com mais frequencia.
Conjunto de sutiã e cueca no tom de carmesim e preto.
Como resistir?
O amor é complexo e tem medo de se apaixonar.
Mas confia nela e quando a vê no seu quarto toda a dúvida se vai.
Ele dá um passo em frente e parece que tudo sem ela não tinha cor.
Então ela entende a obsorção de todos os fracassos e com o dedo esticado pálido e com as unhas pintadas de vermelho chama-o, encolhe e estica o dedo.
Mas fica imobilizado ela trazanda a sensualidade.
Não pode deixar escapar, já a fez suspirar uma vez, apesar de também já ter falhado.
Um passo mais á frente e todo o seu sangue ferve...
Não pode ter medo o resto da vida..
O tempo todo tem que acreditar que tudo funcionará bem.
Neles tudo continuava igual, não há razões para não acontecer.
Um passo mais perto e ela mostra o umbigo da barriga dela de boneca ao deitar-se.
Um passo mais perto e ela já toca com as pontas dos dedos dos pés nas pernas do mesmo.
Ela transforma-o em submisso sempre que o quer encontrar ele está sem atrasos para a servir.
O calor perto dela é intenso e insuportável.
O aroma das velas aromáticas acordam-no e beija os pés dela revestidos apenas por umas meias de rede.
É díficil dizer não.
Até chega a sonhar com toda a tonalidade do corpo feminino.
Engraçado, nada muda nesta cama a mão dela aperta firme os cabelos da cabeça do rapaz para o dirigir.
Longe do romance mas perto da satisfação.
Quer lhe dar tudo o que não conseguiu na última vez.
Eleva o rosto dele e olha-o nos olhos. Os olhos marrom estão incendiádos.
- Vamos para o parque de diversões. - Sorri.
Esfrega os lábios por de baixo de um tecido fino quase transparente no rosto dele. Sente a textura das meias aos quadrados.
É óbvio que o desejo é mútuo.
Se alguém estivesse a ver também quereria participar.
A única verdade é que o ímen os aproxima a cada momento.
Também entendeu que o conjunto é novo espera ser o primeiro a cheira-lo.
Tão díficil recolher as mãos e não lhe tocar. Sofrer em desejo e não satisfaze-lo logo.
Ela eleva de novo o rosto dele e mostra - lhe um chicote novo. O cheiro do couro indicava-o.
Sempre o aceitou porque sabia que nunca o magoaria.
- Roupa fora. - Os lábios encarnados movem-se e logo ele obedece.
Mais um passo próximo e é beijado nos joelhos com subidas. O que o inquietava eram as fivelas do chicote balançando sobre a pele dele.
Provocadora ela coloca 4 dos 5 dedos dele na boca.
Envolve-os com a língua áspera e úmida. Suga-os em seguida e sem forma de se controlar o seu corpo torna-se trémulo.
Mesmo a conhecer os desejos dela, ainda fica nervoso.
Entra em estado de brasa ao sentir a boca dela nos seus dedos.
O momento soft e doce torna-se em chamas quando ela agarra na mola e a aperta.
Ele trinca o lábio inferior e fecha os olhos.
Talvez seja errado talvez as regras dela não permitem mas ele desejava que lhe tocasse.
E se as pessoas vissem também queriam sentir a firmeza desta mão feminina.
A outra mão agarra a pele sensível escondida.
Ambas puxam no pra baixo enquanto os dedos dele ainda são sugados.
Mas deixa-o imóvel com os dedos cheios de salíva e larga o pénis e os testículos com firmeza.
Eleva uma perna para ele segurar e despe a meia, eleva a outra e despe. - Comtinua a segura-la.
Consegue avistar os atos da mulher, com um dedo passear em si e quando se sente úmida e com o sangue a ferver cria uma melodia.
O homem começa a beijar o pé dela de novo para não se concentrar no atrevimento dela mas era impossível. A cada momento crescia.
Conforme subia a beijar a perna a tesão existente russava na outra perna.
E assim que chega á cintura lambuza as virilhas enquanto o cheiro do prazer dela o inundava.
Já quase sem forças e trémula puxa-o para si e ele lambe todo o seu prazer propositando mais.
- Enche-me com força.
De joelhos ele debruça-se sobre o corpo feminino e completa o seu ser.
Retira as restantes forças e no fim beija o úmbigo e sobe mas ela para-o. Tem mais idéias para ele.
Sabe o quanto se esforçou e dá valor ao seu desempenho.
Quando o folêgo é recompensado ela manda o homem deitar-se.
Passa as fivelas de couro no corpo dele.
Mãos para cima e não as pode mexer, pés presos na cama e os olhos vendados.
Champagne gelado cai sobre o tronco dele e em seguida pressiona a pele dele com os lábios causando fricção.
E termina por massagea-lo e suga-lo até não haver mais o que chupar.
 
As mil cores de amor

Sinestesia

 
Como se fala de algo que é proibido!?

Amo o ser que de noite me protege
Detesto o que me acompanha de dia
Rogo para que demore e delongue
Anseio para que chegue com alegria.

Há uma voz que me percorre as veias
Se apodera de mim, me levanta como se fosse vento
Vai e vem como se fosse mar
Um abalo de ser e ter com tudo e a totalidade
Uma agitação do ambíguo
O que subsiste e o que cessa.

Amor, conta-me!

O vento volta com robustez
Enrola-me, levanta-me e envolta num lenço níveo
Me suspende sobre o nada…e eu…
Eu sinto
A ponta dos teus dedos no meu pescoço
Descendo, ate meus seios
Prosseguindo … prosseguindo… prosseguindo
A minha posição altera a minha respiração afoga
O meu ventre teus lábio beijam, o meu corpo o teu todo anseia
Não comporto todos os preliminares e meu ar quente e atraente
Grita por ti
Segues levemente e com teu cheiro me agito
Com um tom guloso e com gosto sorris ao meu ouvido
Desespero num gemido
Que de pequeno não tem um grito
E desfrutas do meu ser, tremes de prazer
E com ternura me afagas enquanto me baixas
E num sopro te apagas.
 
Sinestesia

CORPOS suados...

 
CORPOS suados...

Salgados do mar...
Extasiante explorar...
Na boca voraz teu gosto!!!

30/11/2006
 
CORPOS suados...

Teto mudo

 
Acabei de acordar, olhei do lado e não encontrei você.
Abracei o travesseiro sentia o seu cheiro,
seios macios, seu corpo pelado, tudo inventado.
Na vontade do querer me toquei pensando em você,
me lembrava do que dizia de como seria de como gostava.
Sua maneira selvagem, sem vergonha e pudores, depravada e vagabunda,
minha mulher, só encontrada entre quatro paredes.
Ainda sonolento pensava em momentos por ti falado por ti relatado
em que mentia me amar para meu prazer alcançar.
Era tudo virtual mas era minha verdade,
não via seu rosto, não tocava seu corpo, mais era gostoso.
Na cama estou a rolar de um lado ao outro em você a pensar.
Como foi fácil tudo inventar como é difícil tudo acabar.
A magia das palavras meu corpo excitava.
Minha mente poluída inventava cada pedacinho seu
em desenho imaginados no teto do meu quarto, como que espelhado refletindo você em minha cama.
Em meu teto muito já te amei, muito te beijei, muito fantasiei.
Em meu teto já tive você em todas as maneiras possíveis e desejadas.
Ahhh se meu teto falasse,
seria o criador de vários filmes eróticos e você a atriz única e principal.
Ahhh se me teto falasse,
diria também o quanto chorei, o quanto sofri,
quantas noites acordadas não conseguia dormir.
Ahhh se meu teto falasse,
poderia dizer quantas vezes sonhei com você,
o quanto gritava o quanto gemia, o quanto desejava o quanto te queria.
ahhh, se meu teto falasse,
te mandaria um pedacinho dele apenas para dizer o quanto te amo.

Teto mudo
By lcdasilva
 
Teto mudo

Mon Cheri

 
Saboreio – te lentamente
Deliciosas loucuras
assolam minha mente
E por segundos imagino
o teu interior suculento, divinal
ligeiramente amargo e embriagante
Sinto-te escorrer pelo meu corpo
provocando-me ternas sensações
de prazer e embriaguez
Posso saborear - te a qualquer hora
do dia, da noite, de pé, deitada…
à luz do luar, do sol, das estrelas
nas noites frias de Inverno
És único, majestoso, apetecível, gostoso
penetras no meu corpo irresistivelmente.
Dás-me calor, desejos de mais e mais
Quando me sinto só e carente
o meu ser procura-te delirantemente
não vivo sem ti, Mon Cheri
sei que depois da época Natalícia, partirás
ficarei sem ti, sem a doçura do teu sabor
és o meu bombom preferido, Mon Cheri

(Mon Cheri, bombom de chocolate com recheio de licor e cereja)

Escrito a 11/11/07
 
Mon Cheri

DIARIO DA FERNANDINHA

 
Diário da Fernandinha
Leiam, é muito divertido!

A Fernandinha (8 anos de idade), depois de ter recebido da sua mãe a
espinhosa missão de vigiar sua irmã Suzana (17 anos), que teve permissão de
sua severa mãe de poder namorar no sofá da sala, faz seu ingênuo e
detalhado relatório de tudo que viu, ouviu e sentiu:
Para Mamãe:
"Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e se sentaram
no sofá. Ele chegou perto dela e começou a abraça-la. A Suzana deve ter
começado a ficar doente, porque seu rosto começou a ficar vermelho. O
namorado dela deve ter percebido que ela começava a passar mal, porque ele
colocou a mão dentro da blusa dela, acho que pra sentir seu coração. Só que
ele demorou muito pra encontrá-lo!!!
Aí, foi ele quem começou a ficar doente, porque os dois começaram a ficar
ofegantes, com pouca respiração. Acho que a mão dele estava fria, porque
ele a colocou por dentro da saia da Suzana, que deitou no sofá dizendo que
estava muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava
deixando os dois
doentes:
Uma enguia enorme tinha saltado do bolso da calça dele, era muito
grande,devia ter uns 20 cm de comprimento. Foi então que Suzana agarrou a
enguia com as duas mãos, acho que para evitar que ela fugisse, e disse que
era a maior que já tinha visto. De repente a Suzana deve ter ficado maluca,
porque ela tentou comer a enguia. Colocou ela inteirinha na boca e ficou
tentando engolir. Acho que enguia é uma coisa muito dura e ruim de comer,
principalmente viva, porque depois de um tempão a enguia saiu da boca da
Suzana ainda inteirinha!!!
O namorado da Suzana então, enfiou a enguia num saco plástico, tentando
sufocá-la, daí a Suzana tentou ajudá-lo e deitou prendento a enguia entre
as pernas, enquanto o namorado deitava em cima dela, eles ficaram tentando
esmagar a enguia entre eles. Mãe, eu confesso que fiquei assustada porque a
Suzana gritava tanto e se contorcia toda. Depois de muito tempo os dois
soltaram um suspiro de alívio. Acho que conseguiram matar a enguia, porque
eu a vi pendurada abaixo da barriga do namorado da suzana.
A Suzana e o namorado sentaram no sofá e começaram a se beijar e,...
Valha-me Deus, mãe! Quero que um raio caia na minha cabeça, se a enguia
morta não ressucitou e eles começaram a batalha novamente. Acho que o
namorado estava cansado, pois foi a Suzana que tentou esmagar a enguia
sentando em cima dela. Imagino que a Suzana é muito fraquinha, porque
depois de algum tempo o namorado pediu para ela deitar de bruços e voltou a
tentar esmagar a enguia, mas dessa vez com muita força.
Fiquei preocupada, porque a Suzana gritava muito, porém, a vontade de matar
a enguia era tanta que ela gritava: "Vai, Vai, .........Não Para, Não
Para".
Depois de uns 40 minutos enfim o alívio: a enguia morreu!! O namorado da
Suzana disse que tava tudo esfolado e jogou a pele da enguia pela janela.
Mãe, eu estava pensando, acho que as enguias são como gatos, tem sete vidas
ou mais..."
AUTOR DESCONHECIDO
 
DIARIO DA FERNANDINHA