Poemas, frases e mensagens de nereida

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de nereida

Sendo virtual

 
   Sendo virtual
 
Você de lá
Talvez não me conheça
Olhem bem, olhem para cá
Talvez nas entrelinhas eu apareça

Não será difícil perceber
Pelo dito ou rabiscado
Tendo muito merecer
E, mando sempre o recado

Vale uma amizade
Sendo virtual eu diria
Uma real irmandade
Linda pessoa, linda MARIA! (Eureka)

Para minha amiga Eureka todas as felicidades
do mundo!!!!

Seu aniversário hoje hoje (05) DE Dezembro seja de muitas alegrias . Beijos

Nereida
 
   Sendo virtual

Laços de veludo

 
     Laços de veludo
 
Gosto desse teu olhar
Que me arrepia e,alucina
Este teu mirar de rapina
Fazendo meu peito suspirar

Gosto porque gosto,meu mal
Meu bem ,meu sal
Meu mel, um carretel
Me enrola,me adora,meu fel

Eis me aqui! na espera
Não demore,pois me exaspera
São amarras em laços de veludo
Meu bem,meu sal,meu tudo

De tudo um poucochinho
Mistura que adoça
Sem querer fazer troça
Te espero meu bom mocinho

Nereida
 
     Laços de veludo

Borboletinha delicada

 
               Borboletinha  delicada
 
Lá vai a borboletinha
Multicolorida, delicada
Suas asa se movem
Com a suavidade de uma fadinha

Voejando num balé clássico
Tocando cada flor com um beijo
Uma à uma. Como são belas!
Belas asas formando um mosaico

Flores exalam seu perfume
Borboletinha vai aspirando
Qual será sua preferida
Todas!!! Mas... uma está com ciume

Bailam seus olhinhos
No jardim de seus encantos
Sem mostrar uma será escolhida
Em jasmim perfumado,botará seus ovinhos

Nereida
 
               Borboletinha  delicada

Basta um olhar

 
                   Basta   um  olhar
 
Olhe-me nos olhos e, bem no fundo
verás escrito o que sinto e não digo
Não é preciso, olhe-me nos olhos que
brilharão intensamente
São negros como o negrume do mar
São puros como a açucena, tristes
como a noite sem luar
Basta um olhar e verás que sorridentes dirão:
Amo-te de todo o coração.

Nereida
 
                   Basta   um  olhar

Mentes que voejam

 
        Mentes que voejam
 
Olhos nos olhos
Magnetismo, olhar apaixonado
Lábios trêmulos, encarnados
Braços que envolvem,me encolho

Bocas mornas coladas
Corpos unidos envoltos
Encerrados em redoma, absortos
Mentes que voejam aladas

Momento único que prega
Sofreguidão de macho e fêmea
Unidos com almas gêmeas
Sem culpa, em total entrega.

Nereida
 
        Mentes que voejam

Somente a crença

 
             Somente  a  crença
 
Teu nome?
Eu esqueci
Tropeçando,caminhos
Difícieis eu
Cai
Pedregulhos sem orgulho
Vivi
Noites escuras
Sem lua
De amores nua

Somente a crença
A esperança que
Vença
Então percebo,eu
Vi
Que nesse redemoinho
Meu
Eu,tão somente
Eu
Sobrevivi

Nereida
 
             Somente  a  crença

Afora

 
                   Afora
 
Riu de meu penar
Riu de meu dissabor
Esse emaranhado me faz pensar
Quão difícil achar o amor

Rio de corredeira mansa
Vai tranquilo, vai sem pressa
Leva tristeza, leva esperança
Meu amigo me leve nessa...

Aventura, eu digo contigo
Caminhando rio afora
Ao encontro do abraço amigo
Aos braços de quem me adora

Nereida
 
                   Afora

O que quero

 
  O  que  quero
 
Do mundo não quero rancores
Do mundo não quero as dores
A malidicencia e, rumores
Não quero o caos e,nem bolores
O verde que te quero e,os odores
Do mundo quero as cores
Do mundo quero as flores
Do mundo...riso e os amores!

Nereida
 
  O  que  quero

Não diga nada

 
           Não  diga nada
 
Que bom sentir os teus braços
me abraçando
Em proteção sentida,em abraço
protetor
Dois seres com jeito de um,
só olhos cerrados em momento de
ternura e,paz
Desligar-se do tempo,em tempo
de sublimação
Tempo estagnado
Silêncio... não diga nada!

Nereida
 
           Não  diga nada

Sempre Haverá

 
            Sempre    Haverá
 
Sempre haverá o amanhã
Nada deterá o tempo, nem o vento
Ou o navegar do catamarã
Sempre haverá tal movimento

Sempre haverá os rubís de uma romã
Uma femea parindo
O abraço fraterno de irmã
Alguém num aceno partindo
Sempre...sempre haverá o amanhã.

Nereida
 
            Sempre    Haverá

Fui

 
                    Fui
 
Fui um pássaro
Fui um pomar
Fui um só amar
Fui criança mimada
Fui jovem sedutora
Fui mulher inspirada
Fui mãe dedicada
Fui esposa sonhadora
Fui uma flor encarnada
Hoje...hoje, não sou mais nada!!!

Nereida
 
                    Fui

Ao cair da tarde

 
     Ao   cair  da  tarde
 
Ao cair da tarde!
Sempre me encontra melancólica no
silêncio de meus sentidos.Vem descendo a cortina e, o sol vai dizendo um breve adeus.
Uma paisagem bucólica onde a calma
é minha companheira,recolhida em devaneio percebo a beleza do entardecer
Pássaros se recolhem,a natureza se prepara para adormecer.
O sol da mais uma espiada e se esconde por traz da nuvem
Uma parte do universo já adormecido da lugar a primeira estrela que desponta timidamente e ,lindamente se chega a gloriosa lua
Eu me despeço da tarde e, sei que não tarda e, como prece digo um breve adeus!

nereida
 
     Ao   cair  da  tarde

Chuva Miúda

 
            Chuva  Miúda
 
Chuva miúda que cala os ossos
Um adeus doído que cala o coração
Tão incrédula,incompreensível,sem razão
Evaporados estão os sonhos nossos

Uma lágrima teima em pingar
Sobre o bilhete,sem doçura
Entregue sem ter mesura
Um suspiro se perde pela restinga

Um trem ao longe apita na despedida
Vai levando meu amor
Vai deixando sua dor
O dia sorri,missão cumprida.

Nereida
 
            Chuva  Miúda

Olhe-me nos olhos

 
        Olhe-me nos olhos
 
Porque me feres paixão?
Não sabes que te amo e espero
Não quero sentir na pele a ilusão
Olhe-me nos olhos e confere, é vero!

Verdades que te digo e, não vês
Mas me retrucas com inverdades
Te espero e, te direi uma só vez
Com pureza e propriedade

Senhor piedade! Amei
Não mais eu direi te quero
Simplesmente acompanharei
Em volteios pelo salão,ao ritmo de bolero

Nereida
 
        Olhe-me nos olhos

Se eu...

 
   Se  eu...
 
Se eu fosse um beija-flor
Ah! se eu fosse uma flor
Não! não me deixaria fenecer
E de tu pequenino não esquecer
Seria seu ombro amigo
À espera de seu pouso
Se eu fosse um pedaço do universo
Teria o vento para soprar meu verso
Ser asas diáfanas de uma borboleta
Com arabescos coloridos cobrir o planeta
E nesse espaço sideral
Formar o mais lindo vitral
Ah! se eu fosse um beija-flor
Levaria o polem semeando o amor

Nereida
 
   Se  eu...

Eu sou assim

 
      Eu   sou assim
 
Eu sou assim
Hora serena, hora rabugenta
Ou triste,ou alegria afugenta
Espectros do mar sem fim

Eu sou assim: Porque não?
Sem escolha, pois a mágica
Do amor, por vezes é linda,ou trágica
Concebida trago ,o não saber na mão

Eu sou a doçura
Amiga do vento e, da chuva
Da lágrima que deixa a visão turva
Que castiga sem compostura

Sou a fala com brandura
Aroma da lavanda
O lilás ,colorido que abranda
Sou asas que elevam as alturas

Nereida
 
      Eu   sou assim

Festim

 
                 Festim
 
Amanheceu
Abro janelas e portas
Deixo a luz do sol entrar
Os raios dourados dão voltas
E bailam querendo ficar

Envolveu
A casa e as aves
Ave!! que coisa boa
O verde mais verde de árvores
Tanta beleza não é atoa

Enalteceu
O príncipe e o plebeu
No principio e, no fim
O planeta envolveu
Num gigante festim!

Nereida
 
                 Festim

Apague a. luz

 
 Apague  a. luz
 
Ao apagar a luz, ascende-se a lembrança de quando estavas aqui!
De quanto desejavas meu calor, lembra-se meu amor?
Sua ausência me faz querer sua palavra, seu abraço, seu corpo
Sabes amor? eu sou tua, sou namorada, sou amante
Sou a brisa que refresca sua pele
Sou a luz que clareia seu caminho
Sou a menina de seus olhos, que me fitam
Sou lábios flamejantes que anseiam
por teu beijo.
Apague a luz! quero sonhar

Nereida
 
 Apague  a. luz

Existe um lugar

 
                 Existe  um  lugar
 
Deixar-me embalar
Ao som das ondas do mar
Em seus braços em acalanto
O ninar de um colo santo

Os olhos cerrar
No desejo de ficar
Uma eterna criança
Nunca houvesse mudança

Ha um lugar
Que não posso mostrar
Bem além, muito além
Que bem pequena se mantém

Segurar por mais tempo
O tempo e, ficar no contemplo
Da criança, e do colo de minha Mãe

Nereida
 
                 Existe  um  lugar

Lua sem luz

 
                    Lua  sem luz
 
O laço se soltou
Soltaran-se as amarras
Sem o canto das cigarras
Verão se foi e,inverno voltou

A lua não tem luz
Triste sem claridade
Mostra-se sem vaidade
Reflexiva me conduz

Por caminhos estranhos
Um beijo cálido mas, frio
Caminho, passo sombrio
Bebendo em cálice de estanho

Beberagem de fel
Bobagem que foi dita
Amor que ainda acredita
Doce beijo,favos de mel

Nereida
 
                    Lua  sem luz