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Poemas, frases e mensagens de GersonClayton

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de GersonClayton

Presidente do grupo de poesias: Poetas que Choram e Amam, possui participação em Livros, certificados e menção honrosa, coletâneas, antologias, concursos de poesias e prêmios literários. Publicou "Síntese sementes líricas de gerson clayton"

(...) Sem título

 
O cômodo
chora
saudade
das coisas
da casa,

e gritam os insetos.

Silêncio!

© GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.). Copyright - 2015 . Todos os direitos reservados
 
(...) Sem título

Hoje sou apenas solidão

 
A noite se faz presente, aqui nessa casa triste
tudo é vazio, ainda minhas pálpebras cansada.
Me viro na cama e não te encontro
Meu corpo te chama, meus lábios tem sede de ti.

Sozinho, mãos sem poder redigir uma carta de amor
e tudo é solidão, ainda pago o preço de amar-te.
Um preço alto por este amor, tudo me lembra você
Me olho no espelho só, vejo o meu reflexo.

Os pássaros lá fora gorgojeiam, a cidade dorme
e eu aqui, compondo um poema triste.
Abro a janela vejo a lua, a cidade dorme tranquila
Eu aqui, triste solidão, a lua sabe dessa dor.

Já é dia, nos despedimos sem dizer uma palavra
Ali, segredavo recordações de um grande amor.

© Meire Perola Santos & GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.). Copyright - 2015 . Todos os direitos reservados

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Hoje sou apenas solidão

Trágico

 
Esse amor sem urgência
não se faz presente,
sinto ânsia
e direi que já não sou mais poeta,

extinto é esse poema,
extinto também é meu coração,
e nele não cabe nem a dor de amar.

Espero que um dia falem da minha poesia.
 
Trágico

Teu corpo & um poema

 
Gerson C R Santos & Baluarte Fanheiro

Moldei versos em teu corpo esguio
e bebi da sua poesia a esmo,
embora suas pernas alongadas
sustentavam a estrutura do poema.
Sentia o nectar do corpo esbelto
em transe com uma segunda estrofe.

Teu corpo bordado à palavras, cheirava
sim a perfumes colhidos no fio da mata
que iam atravessando os muros da minha estrofe.
Teus olhos encadeantes brilhavam como faróis
no primeiro tercerto do meu poema.

E da boca já fazia poesia, saltavam-as para fora,
sem métrica, dos olhares, ah dos teus olhares!
Erguia-se um poema além da vossa fronteira

que mergulhava em meu coração e transbordava
em coleras na ponta da minha esferografica.
Confesso-te, já não era eu a rabiscar na fronteira do papel
mas sim o teu corpo estampado em minha mente.

 

Óscar Fanheiro nasceu em Agosto de 1995 na cidade Maputo, provincia de Maputo, Moçambique. É membro do Clube de Leitores  da Faculdade  de Letras e Ciências Socias (CLFLS) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), onde encontrasse a frenquentar o curso de Licenciatura em Linguística, apaixonou-se pela literatura especificamente pela poesia ainda no ensino primário e só veio a pousar os seus pensamentos sobre o papel em Fevereiro de 2014, membro do grupo de poemas Poetas que Choram e Amam.
 
Teu corpo & um poema

EM FÚNEBRE

 
Por dentro minha alma cansada
Escrevia versos tristes onde há dor
Meu corpo em cadáver, ó amada
Despir-me de palavras de amor.

Fenecem assim os dias em tristeza
Corpo tênue, um leito qualquer
O papel em rabisco sobre a mesa
Exposto aos olhos de quem vier.

Homizio sem poder-me caminhar
Morte, companheira me conforta
A face se desfaz sem te lembrar
Hoje, nada mais a mim importa.

Já ouço o canto fúnebre tocar
Lágrimas, não consigo me conter
Ó morte! Não vai sem me levar
Leva-me contigo se eu morrer.

Extraído do Livro de poesia "Síntese sementes líricas de gerson clayton" 40 Pg - Edição 2015, Editora Literacidade, São Paulo, ISBN 978-85-5552-064-8

Para adquirir o Livro basta acessar o Link abaixo, valor único de R$ 12,00

ou contate-me, gersoncrs41@gmail.com

http://www.sementesliricas.com.br/16-sintese-gersonclayton
 
EM FÚNEBRE

Amor ausente

 
Sem direção, vago
Que solidão! Pago
O preço de amar-te.

© Copyright - 2015 GCRS. Todos os direitos reservados

Extraído do livreto de Coletânea Livre Pensamento, Vl 1, da Sociedade Mundial dos Poetas e Café com Poesia, edição 2015, Editora Jasa, organização Alexandre Jazara

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=5235593
 
Amor ausente

A lagoa que nunca conheci

 
Tenho visto falar da Lagoa de Óbidos
ainda não a conheci e,
tenho sede da beleza que a envolve.

Ó Lagoa das águas imensas
que envolve a todos que a conhece,
irradia as manhãs de quem ali vive.

É poesia que nasce de toda sua paisagem
e da vida nas mãos do poeta
imortalizando sua história em livro.

Ah! Um dia hei de conhece-la,
quem sabe, das manhãs que se erguera,
hoje, é poesia que nasce da imaginação.

Poema extraído do Livro de Antologia da LLO "A Lagoa de Óbidos, O Mar e Eu" Ed 2015 - Editora Mika Penha - Portugal
 
A lagoa que nunca conheci

Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

 
Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015
 
Memória

O traço leve e sutil
um toque na tela
o primeiro esboço.

Marcas de outrora,
no quadro, no rosto,
de quem a pintou.

Tão velho e míope
Retoca sem nada ver.

Poema premiado no dia 15-09-2015 com Certificado na categoria Master e publicado no Livro do V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

Poema premiado no dia 15-09-2015 com Certificado na categoria Master e publicado no Livro do V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015
 
Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

Livre para amar

 
SONETO INGLÊS - LIVRE PARA AMAR

 
Infelizmente é triste, nossa paixão se acabou
Hoje só amizade existe, até que muito durou
Queria levar para sempre, pena, foi ilusão
Achei que amei de verdade, mas era só paixão.

Demonstrei todo o amor, doei-me sem ter resposta
Recebi beijos e abraços, deixou em ti incógnita
Não quiseste se entregar com medo de sofrer
Por sofrer desamores, medo de outra vez padecer.

Resta-me saudade contida, teve que ser assim
Dantes eu também sofrer, doei de mais para mim
Hoje grandes amigos, melhor sem decepção
Jamais volto a me entregar a essa outra paixão.

Guardo meus sentimentos onde sucumbiu a dor
Lacro meu coração, hoje com medo do amor. 

Soneto extraido do livro solidário (Letras da Lagoa de Óbidos - Edição 2014- Editora Miká Penha) - Portugal
 
Livre para amar

Preto e branco

 
Ela se apresentou, assim
nua clara branca,
Vil folha cálida, pálida, tacanha
arranca,
Do poeta, da caneta fina preta,
Palavras brutas e
caretas
Rasguei verbos e metáforas
Um poema ali, nascia dos traços
Do papel tisnado,
sentido aguçado.
A tinta preta saltava em substancia
Da janela veio a luz
incidiu na têmpora
Do velho alquebrado,
ancião
Não vê nem prosa nem canção
Apenas um ser em si
à míngua.
De escassez extrema,
sem expectativa.
Um poema medonho e
Preto,
um dueto
Suponho!
O que importa?
Folhas brancas
Exaustas, amontoavam-se
Sem perspectiva.
Estava escuro, muito escuro
As mãos tremiam diante do medo puro
Não via nada, nem mesmo a luz no final do túnel
Era breu, era eu naquele papel
De repente...
Pinta de borda a branca lua
De cores e pintas pretas
Esboça um sorriso largo
autua
Que o poeta faz usar as canetas.

Autoria: © Ana Cristina & GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.). Copyright - 2015 . Todos os direitos reservados.

Minha página de poemas no face book

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Preto e branco

(...)

 
...todavia carrego as palavras
que saem da minha boca,
e finjo como Poeta
dum poema
que nunca o vira antes,

resta uma caneta azul
e
um amor de telejornal,
aceito a noite e essa poesia que não é poema.
 
(...)

"teoria" Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015

 
"teoria"  Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015
 
TEORIA

Pouco me importa a métrica
ou palavras de amor.
Hoje irei beber poesias de Vinicius,
escrever como Drummond e Gullar
ou outro poeta qualquer.

Servirei da poesia Moçambicana,
da poesia brasileira, afinal
somos todos versos brancos.
Farei homenagem a poesia moderna,
deixarei legado aos poetas emergentes
façam poemas de conteúdo e não rima.

Eu não irei combinar rimas e palavras,
deixem que falem do meu dicionário,
ele é feio, porém vasto, que importa?

Ser poeta é filosofar a estética,
a métrica não trás solução ao mundo.

CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015 - Obteve Menção especial com Certificado e poema "teoria" publicado em Livro pela Editora LiteraCidade.

Para compra do Livro Metacantos -2016

http://www.literabooks.com.br/metacantos2016
 
"teoria"  Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015

Requintes de Luxúria e Fartura

 
Esse amor patético,
que resta-me agora?
Nessa casa estupenda
cheia de glamour,

só,
paredes tristes e almas vazias.

Poesia extraído da Revista eisfluencias
- ano 2016

http://www.carmovasconcelos-fenix.org ... cias_Out_2016_7_43-13.htm
 
Requintes de Luxúria e Fartura

SAUDADE

 
SAUDADE
 
Hoje resta apenas saudade contida
Tão atroz aquele nosso amor fugaz
Ainda lembro, por toda minha vida
Quem me fez feliz encontrar a paz.

Foi se o tempo que recebeste flores
Vendo, um casal deitado no jardim
Abraçados sem enganos, desamores
Enrolo-me em seu vestido de cetim.

Saudade, hoje me faz pensar em ti
Tão fiel, arisquei-me assim sabendo
Que mais tarde poderia então parti
Deixando-me de amor aqui sofrendo.

Em ternura meu amor incandescente
Mas por ti fenece a clausula em vigor
Que pudesse então parti livremente
Se encontrasse no porvi outro amor.

Poema extraído do livro de Antologia " O tempo não apaga" edição 2014 pelo Celeiro de Escritores - Editora Sucesso
 
SAUDADE

Em memória de Kimberly Victoria

 
Em memória de Kimberly Victoria

Amanheceu,
hoje não tem visita dos pais,
o cortejo fúnebre não passou.
Hoje não tem poesia de felicidade
coração dilacerado sangra
e é grande minha dor.

Com as estrelas vai subindo
firmando na eternidade e
entre uma nuvem e outra
soa o catinco dos alados.
Há de se eternizar na memória
dos poucos que à conheceu.

Abrem-se as portas do céu,
os anjos saúdam a,
de véus e aréola de cristais,
um tapete de rosas brancas
vestidos de túnica,
recebem-a, sorrindos.

Poema extraído do Livro "Sementes líricas de gerson clayton"

Poema em homenagem a Kimberly Victoria filha do meu cunhado , após seu nascimento no dia 01/07/2015 apresentando muitos problemas de saúde lutou muito pela vida mas pela vontade de Deus veio a falecer.

Nascimento: 02/07/2015
Falecimento:12/07/2015
 
Em memória de Kimberly Victoria

O sítio

 
O sítio
 
O sol curva diante do espetáculo
e logo se punha.

Não há flores
na manhã cinzenta de sábado.

O pasto sem cavalo e seco,
a velha casa de madeira, triste.
No telhado, um casal de pombos.

Havia sombra nas árvores envelhecidas,
cachimbava um cachimbo de fumo,
tudo ali era velho como as coisas.

O tempo deixava saudade...

"O sítio" atribuído Certificado pela participação do 24° Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos promovido pela Secretária Municipal de Cultura e pela Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
 
O sítio

Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas

 
 Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas
 
Certificado de reconhecimento do meu amigo e Poeta Alexandre Jazara pelas minhas participações nas coletâneas abaixo.

Coletânea Poética da Sociedade Mundial dos Poetas Editora Jasa - SP - Organização Alexandre Jazara - Leveza da Alma - SP, Vl 3, 4 e 7 em 2014, Vl 8 em 2015 e Coletânea Livre Pensamento Vl 1 e 3 em 2015.
 
 Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas

NOS CAMPOS NAZISTAS

 
NOS CAMPOS NAZISTAS
 
Poema atribuído com Certificado no XIV Concurso de Poesias Agostinho Gomes. Organização: Biblioteca Municipal - Ferreira de Castro

NOS CAMPOS NAZISTAS

Naqueles campos férteis
em excrementação.
O ódio era constante
nos corações dos soldados
Britânicos e alemães
disputavam a mesma carne
em prol da pátria...

À vista todos eram (ser)
o símbolo do Nazismo
na pele, manchada de sangue.
Onde lágrimas de corpos inertes
era um tapa no rosto da sociedade,
dispostos aos extermínios em massa.

Jovens, crianças e mulheres,
já não submetia ordens,
corpos expostos em holocausto.

Meu Livro "Síntese"com 46 poesias, prêmio recebido pelo Editora LiteraCidade já está a venda, por ser um Livro premiado e com apenas 40 páginas o valor é promocional R$ 9,90 já incluindo o frete.

Contato:

Facebook: https://www.facebook.com/gersoncr

e-mail: gersoncrs41@gmail.com
 
NOS CAMPOS NAZISTAS

A TUA POESIA

 
DUETO

A tua poesia

Ah, prende-me em tua poesia,
e não é metáfora,
é bela e da gosto de ler.
Salpica versos em brancos,
assim, e quando chega,
chega, e leio-te em abundância.

Em brancos versos me prendeste
Docemente me entrego a esta prisão
E, nas páginas do dia
Palavras se tornam poesia.

É dos dizeres de vossa poesia
que atinge-me, e vaga na espreita
onde tudo é belo.
Fascinante é tua escrita
assim tão vasta,
e chega de mansinho
na calada da noite, envolve-me.


© GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS & Lin Quintino

http://www.recantodasletras.com.br/duetos/5355111

Venha para meu círculo de amizade no Google+, espero todos vocês!

https://plus.google.com/+POETAGCRSepoesias/about
 
A TUA POESIA

SOMENTE NÓS DOIS

 
Dueto: Gerson C R Santos & Elisabeth Gliceria da Conceição

E na poesia que
busco pensar em você,
vá pensamento e voe
traga nossa liberdade.
Vamos! De-me a sua mão,
ainda há tempo para recomeçar,
ainda há tempo para nos amar.

Alce vôos, liberte-se,
de asas à imaginação,
vá para onde está teu coração,
para o amar,
sorrir, ser livre.
Onde o tempo é teu
livre para sonhar.

Hoje, partiremos sem destino,
a estrela é o nosso guia.
Vamos em busca da felicidade,
e que rompe barreiras e grades.

Não haverá tempestades, barreiras
que nos impeça de buscar
o sonho da liberdade
o nosso viver, nosso amar...

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=5235593
 
SOMENTE NÓS DOIS

Pseudônimo: GCRS

Poesias de minha autoria, extraídas de Livros com ISBN
> http://www.sementesliricas.com.br/16-sintese-gersonclayton
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