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Poemas, frases e mensagens de karinna*

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de karinna*

*Psicopedagoga por formação, filha por missão, mãe por bênção e poeta de coração. *

PALAVRAS QUE AMAMOS*

 
Nós que versamos com zelo, seriedade e sensibilidade, temos palavras da nossa incrível Língua Portuguesa que de alguma forma nos apaixonam, ou pela etimologia, ou pela sonoridade, ou pelo significado pessoal...enfim, proponho que coloquemos aqui nos comentários PALAVRAS QUE AMAMOS e o motivo. Se quiser a etimologia e outras considerações.
Convido-te a participar quantas vezes quiser reverenciando nossa Língua.
Partilhando tua paixão, sentimento e conhecimento!
Vou iniciar.
 
PALAVRAS QUE AMAMOS*

PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.

 
PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.
 
O plágio é realizado por essa pessoa por anos e vocês acatam, aceitam e ainda dão vivas.
Agora teve a cara de pau de plagiar uma autora do Luso!
E Deus salve a Santa dos Prints.
Já fiz. E vou fazer sempre que perceber plagio.
Denunciei aqui...mas não há mais moderação.
O ultimo texto tbem é plagio de uma autora do Recanto das Letras> maria eli.
Avisei a autora.
Eu quero ser avisada.
Pois mesmo que o meu verso seja medíocre ele é MEU.
Eu realmente perco totalmente a vontade de estar aqui por essa razão.
Já denunciei ttas vezes.
Vocês gostariam de serem plagiados por ela?
Eu não.
Se ela colocasse a devida autoria...mas nunca coloca.
Sai e entra do site e a prática continua.
Se ela escrevesse um verso seu que fosse...
Isso empobrece esse que já foi um site de referencia de produção literária.
Eu desisto,

k*

Plagiando Gloria Salles

Já me desnuda, só com esse olhar mavioso
Interrompendo a vida, suscitando os desejos
No meu coração põe asas, num vôo perigoso
Diluo-me lentamente, no doce dos teus beijos

Traz um poema nos lábios, as borboletas desperta.
Pupilas dilatadas, já não penso, corpo sem defesa
Vemos encantados dos nossos corpos febris à festa
A cumplicidade esperada, mantém a chama acesa

No inflamar dessa mistura, calor e emoção se junta
Provoca-me arrepios, sorrisos bobos, somos só alegria
Empresta vida aos meus versos, dá cor a minha poesia

Nesse palco de volúpias, me vê mais fêmea que nunca
Nesse roçar de pele, ritual envolvente de pura paixão
Entre versos minhas rendas, vemos esquecidas no chão.

https: Maria Laís

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=336524 © Luso-Poemas

Esse soneto é da Gloria:

"Entre rendas e poemas" - Soneto

Já me desnuda, só com esse olhar mavioso
Interrompendo a vida, suscitando os desejos
No meu coração põe asas, num vôo perigoso
Diluo-me lentamente, no doce dos teus beijos

Traz um poema nos lábios, as borboletas desperta.
Pupilas dilatadas, já não penso, corpo sem defesa
Vemos encantados dos nossos corpos febris à festa
A cumplicidade esperada, mantém a chama acesa

No inflamar dessa mistura, calor e emoção se junta
Provoca-me arrepios, sorrisos bobos, somos só alegria
Empresta vida aos meus versos, dá cor a minha poesia

Nesse palco de volúpias, me vê mais fêmea que nunca
Nesse roçar de pele, ritual envolvente de pura paixão
Entre versos minhas rendas, vemos esquecidas no chão

Gloria Salles

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=57967 © Luso-Poemas
 
PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.

Ofício de Viver*

 
Ofício de Viver*

pernoita tua dor em mim
já não o sei se é tua ou minha
a comoção rasgada que brota
na linha ferida da poesia.

pernoita o nosso sonho em mim
já não sei se finjo que morro
ou se a verdade é que me arde
na ranhura dos meus pontos.

pernoita a nossa solidão em mim
já não sei se finjo que vivo
ou se o raio que me feriu
era cura ou abismo...

Karinna*
 
Ofício de Viver*

Sintaxe*

 
Sintaxe*

As rosas são lúcidas
E amam
Sangram na insensatez
Vertem poesias
Âmagos

Essência
A percepção da rosa
Veste-se
Haste e espinho
Toda a fragrância
Do puro
Do hirto
Perfume e prece

Se olhos não colhem
Lábios não degustam
Beijos se perdem...

Karinna*
 
Sintaxe*

Hologramas*

 
Hologramas*

cumpro informar que o sonho sucumbiu realidade na minha artéria.
poros de afetos deslumbrados fremem diante um céu de ilusão.
quero. quero iludir-me nas íris em estapafúrdias sensações.
mas
cumpro declarar que a irrealidade vaticinou a ausência.
era pó de sonho, agora um buraco infinito se pôs em meu peito, atestando a falência da presença querida.
secos olhos anseiam um pranto demorado
o buraco é infindo e mesmo assim meu sentimento não cabe na curva da dor.
triangulação de letras, sonho ou realidade, síntese da essência dolorosa de um poema.

S.Karinna*
 
Hologramas*

Hipnotic*

 
Hipnotic*

há distâncias imensuráveis
há espaços que se tocam
como palavras partilhadas
rosadas de intimidade

há distâncias tão próximas
que as pupilas se confundem
num estar-se entre verdes e azuis
como beijo de céu e mar
num horizonte sem idade

há sonhos derretidos na íris
que pulsam versos coloridos
de dores e saberes
de amores (des)construídos

há perfumes camuflados entre cílios
na empatia de traçados e letras
como poema de vida (im)perfeita
mesmo assim pontua FELICIDADE
na fronte sábia de palavras
como olor, som e cor
no embalo da lida...

sim, há um perfume na Poesia.

Karinna*
 
Hipnotic*

Promessa*

 
Promessa*

há um clarão na noite funda
uma luz atiçada em olhos tesos
há uma flor vergada pelo vento
uma face corada pelo inverno
um homem alumiado no peito

há uma vereda atapetada
uma alma coberta de seixos
há um toque de delírio
uma lua cor de mel na vidraça

há um verso que balouça o dossel
de uma solidão acamada
há uma palavra que redime
um poema que resgata.

SimoneKarinna*
 
Promessa*

Constelação *

 
Constelação*

♡vejo estrelas
brilhantes e serenas
sinto estrelas
profundas e amenas
conto estrelas
de sonhos e certezas
colho estrelas
quando te penso num poema...♡

Karinna*
 
Constelação *

Enluarada*

 
Enluarada*

e são de luares as sensações
todos os arrepios nas pupilas
nas anotações da pele
nas entrelinhas dos montes
na solidão das curvas
desses jardins-corpos

amantes, as palavras beijam
ardem em versos de prata
e a Lua enamorada
sofre a poesia do Sol
entre as reticências amorosas
morre-se e se nasce luz prateada

-quero essa noite enluarar-

Karinna*
 
Enluarada*

olhos de bailarina*

 
olhos de bailarina*

pesa-me o coração sob a pele. já não há raptos de tempo, nem roubos de sorrisos.
o dia foi-se nas fagulhas do imprevisto e a única certeza a tamborilar na janela, tornou-se um temporal de gotas abismos.
não suporto-me, nem tão pouco entendo-me. estado de coma da razão e olhos de bailarina na face da emoção, daquelas partilhas benditas.
ribalta azul, apago sonhos, pois a dor mitiga a esperança de entrelaçar dedos dóceis e apaixonados.
enamorados eram os versos latentes, sabendo a bosque, framboesas e amoras.
e na praia do teu peito amante, enterrei meu nome em francês, pois não há língua outra que suporte toda essa poesia grifada de estupidez.
no limiar absurdo da morte, temo em ser-te vida.
prossigo, teu olhar no meu peito, tua boca no meu coração e tua palavra no meu seio.

karinna*
 
olhos de bailarina*

Não te quero chorar*

 
**
Não te quero chorar*

Escuto-te em escuridões
A noite cresce movediça
E me avisa.
O corpo diz-me de ti
Em surdina
E tudo me foge ao calor.
Tateei o peito
Camuflei-o em tentativas
Segredei as mágoas que alteiam
Quando sonhos param de nascer.
Debrucei sobre mim
E percebi-me ainda em garatujas
Tatuadas no teu olhar cetim.
Sinto-te completamente e penso:
-cerra teus olhos para que eu me vá de ti-

Karinna*
 
Não te quero chorar*

Petardo*

 
petardo*

explodes palavras na circunferência
há vácuo emocional no timbre e na risca
-lâminas em letras ardendo brasas-
lima-se o verso na face da poesia
artefato de fogo entre luas e aderências

procelas açoitam a vontade que era rainha
sombrios são os tons da escrita sanguínea
-anjo de beleza interior no lustrar das asas-
camuflados estilhaços de uma empatia antiga
campo de batalha vazio na despedida das linhas...

karinna*
 
Petardo*

-eu só queria abandonar-me de mim-*

 
-só queria abandonar-me de mim-*

exauridas palavras
permeiam minh'alma
já não trago fitas nos punhos
apenas teço uma estrela
em cada letra em que sucumbo.

canso de mim
na incerteza que me acomete
o mármore da angústia é frio
vejo-me estagnada
num não saber-me nem sol, nem rio.

quisera tua lua
aqui, no recôndito do meu sentir
como chama amorosa
e sonha...ah sonhar
que sou tua fada, tua rosa.

canso-me
a alma pede ninho e aconchego
almofada para recostar o desapego
um ramo de urzes, nos versos
como alegorias nos dedos.

e já não sou mais eu
transcendi o limiar da lucidez
sou só um vento sem rumo
uma brisa sem talvez...

-só queria abandonar-me de mim-

Karinna*
 
-eu só queria abandonar-me de mim-*

Ser*

 
Ser*
 
Ser*

deslizo pelas letras inscritas no céu
sou-te mar, entre réstias de um sol peregrino
pois te serei breve- tenho certeza-
como a flor que nasce, cresce, murcha e desaparece

teu olhar vagará entre arrecifes, corais e ondas
na eminência do sentir pele, olhar e canto

sei-me para além
além da eternidade
como verso inscrito na pedra
na retina do olho que te sonha
palavra, beijo e saudade

a terra pariu as flores
e nesse revolver-se poemas e sonhos
sei-me pó, poeira de letras
que sem rumo vagueiam
na eternidade de um olhar
sem dono sem pouso

sei-me nada
e na insignificância de ser
amo-te além
aguardo-te além
despeço-me

além.

K*
 
Ser*

Despedida*

 
*Despeço-me, amigos queridos, de longa data, que fiz aqui. Nos últimos atormentados dez anos q tenho vivido, entre cirurgias, radioterapia, vida real, onde sou o arrimo da minha mãezinha de 85anos, que agora está numa cadeira de rodas, eu ensaiava versos. Ensaio, na verdade. E alguma coisa postei aqui.
Sempre, mas sempre, agi de forma respeitosa com todos. Nem qdo a fake Lais desejou minha morte, eu a ofendi ou briguei.
Eu não consigo mais quase comentar, posto pouco, pois minha fragilidade emocional e física me deixam mto exausta. Enqto lutei por dez anos nesse câncer, foram os anos q cuidei primeiro do meu pai, que morreu de complicações do Alzheimer, em meus braços. Tem 7anos q enterrei meu pai. E desde lá, sou o arrimo da minha mãe. Vir aqui sempre me foi refrigério. Oportunidade de ler e acompanhar grandes Poetas, dos mais variados estilos, foi um presente pra mim.
Agradeço cada um q de alguma forma partilhou VIDA comigo, mesmo eu estando sempre de frente com a possibilidade da morte. Fizeram-me muito bem. Vou guarda-los no meu coração até a eternidade.
Adeus amigos, gratidão por tudo.
Simone Karina,
Karinna*

Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brasil, em 22 de janeiro de 2021
 
Despedida*

Roseiral*

 
Roseiral*

sinto-me no final da frase
sem verbo, sem rima
apenas corpo em amor
entre rosas a tua espera
poros, pele e olhos
pupilas em palavras
sou tua na utopia
na ferocidade de ser tua amada

esqueço de mim
abandono as dores que me tomam
para ser tua flor
na lapela do teu coração
um finalmente suspirado
-um roseiral de sentidos-
esgazeada no teu peito amante
na solidão branca da poesia
desenhada num sonho paixão.

Karinna*
 
Roseiral*

Frágil*

 
Frágil*
 
Frágil *

*a lua sussurra teu nome na minha nuca e o arrepio d'alma se alonga pelas palavras que nascem dos meus dedos sentidos.
insolente ternura me atinge os ossos e as estrelas tremem ante o cintilar do sentimento nesse céu de horas largas...
um coral de anjos entoa o som da solidão de sermos ponteiros de um relógio amoroso. cada minuto soletrado do teu nome na minha boca lilás, é como degustar um amor em letras de ouro, como se fosses minha extensão de lapidados sonhos.
desenho-te em cada alvorada e a cada anoitecer te guardo no horizonte do meu olhar tristonho.
sim, sou apenas verso, esperança redentora de um frágil poema, numa linha timbrada,
numa rua de saibros e alfazemas...

S.Karinna*
 
Frágil*

Cura*

 
Cura*

Quem sabe em outra dimensão
Amar mais que pensar amor, em outra esfera
Cure-me a ansiedade... talvez em outra era.
Quem sabe a cura seja das palavras
Em gotas terapêuticas, a plenitude se faça mágica.
E depois de exaurir-se em fluidos toda a tristeza
Quem sabe um amanhã de certezas
Ensine-me a enxergar ou ouvir tuas estrelas...

S.K*
 
Cura*

Olhar Coração *

 
desconstruo-me perante tua ausência. fragmento-me em ternuras deslocadas, sinto-me fora da linha de tiro, balouçando razão e emoção, dependurada alma no varal desse horizonte que é meu olhar coração.

queria estar entre tuas sensações, viver no teu punho e não apenas tremular suave no teu céu de ilusão.

o que sou se não apenas resquícios de cicatrizes de um vento soalheiro, da utopia que é chaga na minha linha, que me faz ser, sem ser, que me faz desaguar em afeto puro no teu olhar de anjo, sobre mim.

incrustação de luz, sonho ser palma a palma, um carinho dobrado, um sentir multiplicado, na andança que se estende no nascer do suor amoroso sobre o poema desenhado no lábio que te beija de longe e te é afago demorado.

Karinna*
 
Olhar Coração *

Ímpeto*

 
*
Ímpeto*

Ah quem dera
Um trago do teu sorriso
Degustado sem aviso
O meu nome soletrado
No teu verbo divino...
Talvez uma luz oblíqua
Uma pausa de aconchego
No intervalo galante
Dos teus promissores beijos...
Ah quem dera
Morar no teu milagre
Ser alvorada no teu peito
E crepúsculo flamejante
Em teus versos e receios...
Ah quem me dera
Ser teu ímpeto
Tua coragem
Teu desatino sincero
Entre o azul e o marron
Dançar-te céu, poesia e desejo...
Ah quem dera

Karinna*
 
Ímpeto*