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Poemas, frases e mensagens de karinna*

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de karinna*

⭐Psicopedagoga Clínica e Institucional pós- graduada por formação, filha por missão, mãe por bênção⭐✌

PALAVRAS QUE AMAMOS*

 
Nós que versamos com zelo, seriedade e sensibilidade, temos palavras da nossa incrível Língua Portuguesa que de alguma forma nos apaixonam, ou pela etimologia, ou pela sonoridade, ou pelo significado pessoal...enfim, proponho que coloquemos aqui nos comentários PALAVRAS QUE AMAMOS e o motivo. Se quiser a etimologia e outras considerações.
Convido-te a participar quantas vezes quiser reverenciando nossa Língua.
Partilhando tua paixão, sentimento e conhecimento!
Vou iniciar.
 
PALAVRAS QUE AMAMOS*

PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.

 
PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.
 
O plágio é realizado por essa pessoa por anos e vocês acatam, aceitam e ainda dão vivas.
Agora teve a cara de pau de plagiar uma autora do Luso!
E Deus salve a Santa dos Prints.
Já fiz. E vou fazer sempre que perceber plagio.
Denunciei aqui...mas não há mais moderação.
O ultimo texto tbem é plagio de uma autora do Recanto das Letras> maria eli.
Avisei a autora.
Eu quero ser avisada.
Pois mesmo que o meu verso seja medíocre ele é MEU.
Eu realmente perco totalmente a vontade de estar aqui por essa razão.
Já denunciei ttas vezes.
Vocês gostariam de serem plagiados por ela?
Eu não.
Se ela colocasse a devida autoria...mas nunca coloca.
Sai e entra do site e a prática continua.
Se ela escrevesse um verso seu que fosse...
Isso empobrece esse que já foi um site de referencia de produção literária.
Eu desisto,

k*

Plagiando Gloria Salles

Já me desnuda, só com esse olhar mavioso
Interrompendo a vida, suscitando os desejos
No meu coração põe asas, num vôo perigoso
Diluo-me lentamente, no doce dos teus beijos

Traz um poema nos lábios, as borboletas desperta.
Pupilas dilatadas, já não penso, corpo sem defesa
Vemos encantados dos nossos corpos febris à festa
A cumplicidade esperada, mantém a chama acesa

No inflamar dessa mistura, calor e emoção se junta
Provoca-me arrepios, sorrisos bobos, somos só alegria
Empresta vida aos meus versos, dá cor a minha poesia

Nesse palco de volúpias, me vê mais fêmea que nunca
Nesse roçar de pele, ritual envolvente de pura paixão
Entre versos minhas rendas, vemos esquecidas no chão.

https: Maria Laís

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=336524 © Luso-Poemas

Esse soneto é da Gloria:

"Entre rendas e poemas" - Soneto

Já me desnuda, só com esse olhar mavioso
Interrompendo a vida, suscitando os desejos
No meu coração põe asas, num vôo perigoso
Diluo-me lentamente, no doce dos teus beijos

Traz um poema nos lábios, as borboletas desperta.
Pupilas dilatadas, já não penso, corpo sem defesa
Vemos encantados dos nossos corpos febris à festa
A cumplicidade esperada, mantém a chama acesa

No inflamar dessa mistura, calor e emoção se junta
Provoca-me arrepios, sorrisos bobos, somos só alegria
Empresta vida aos meus versos, dá cor a minha poesia

Nesse palco de volúpias, me vê mais fêmea que nunca
Nesse roçar de pele, ritual envolvente de pura paixão
Entre versos minhas rendas, vemos esquecidas no chão

Gloria Salles

Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=57967 © Luso-Poemas
 
PLÁGIO de novo e de novo....não adianta deletar.

Hologramas*

 
Hologramas*

cumpro informar que o sonho sucumbiu realidade na minha artéria.
poros de afetos deslumbrados fremem diante um céu de ilusão.
quero. quero iludir-me nas íris em estapafúrdias sensações.
mas
cumpro declarar que a irrealidade vaticinou a ausência.
era pó de sonho, agora um buraco infinito se pôs em meu peito, atestando a falência da presença querida.
secos olhos anseiam um pranto demorado
o buraco é infindo e mesmo assim meu sentimento não cabe na curva da dor.
triangulação de letras, sonho ou realidade, síntese da essência dolorosa de um poema.

S.Karinna*
 
Hologramas*

Roseiral*

 
Roseiral*

sinto-me no final da frase
sem verbo, sem rima
apenas corpo em amor
entre rosas a tua espera
poros, pele e olhos
pupilas em palavras
sou tua na utopia
na ferocidade de ser tua amada

esqueço de mim
abandono as dores que me tomam
para ser tua flor
na lapela do teu coração
um finalmente suspirado
-um roseiral de sentidos-
esgazeada no teu peito amante
na solidão branca da poesia
desenhada num sonho paixão.

Karinna*
 
Roseiral*

Frágil*

 
Frágil*
 
Frágil *

*a lua sussurra teu nome na minha nuca e o arrepio d'alma se alonga pelas palavras que nascem dos meus dedos sentidos.
insolente ternura me atinge os ossos e as estrelas tremem ante o cintilar do sentimento nesse céu de horas largas...
um coral de anjos entoa o som da solidão de sermos ponteiros de um relógio amoroso. cada minuto soletrado do teu nome na minha boca lilás, é como degustar um amor em letras de ouro, como se fosses minha extensão de lapidados sonhos.
desenho-te em cada alvorada e a cada anoitecer te guardo no horizonte do meu olhar tristonho.
sim, sou apenas verso, esperança redentora de um frágil poema, numa linha timbrada,
numa rua de saibros e alfazemas...

S.Karinna*
 
Frágil*

Enluarada*

 
Enluarada*

e são de luares as sensações
todos os arrepios nas pupilas
nas anotações da pele
nas entrelinhas dos montes
na solidão das curvas
desses jardins-corpos

amantes, as palavras beijam
ardem em versos de prata
e a Lua enamorada
sofre a poesia do Sol
entre as reticências amorosas
morre-se e se nasce luz prateada

-quero essa noite enluarar-

Karinna*
 
Enluarada*

olhos de bailarina*

 
olhos de bailarina*

pesa-me o coração sob a pele. já não há raptos de tempo, nem roubos de sorrisos.
o dia foi-se nas fagulhas do imprevisto e a única certeza a tamborilar na janela, tornou-se um temporal de gotas abismos.
não suporto-me, nem tão pouco entendo-me. estado de coma da razão e olhos de bailarina na face da emoção, daquelas partilhas benditas.
ribalta azul, apago sonhos, pois a dor mitiga a esperança de entrelaçar dedos dóceis e apaixonados.
enamorados eram os versos latentes, sabendo a bosque, framboesas e amoras.
e na praia do teu peito amante, enterrei meu nome em francês, pois não há língua outra que suporte toda essa poesia grifada de estupidez.
no limiar absurdo da morte, temo em ser-te vida.
prossigo, teu olhar no meu peito, tua boca no meu coração e tua palavra no meu seio.

karinna*
 
olhos de bailarina*

Tílias*

 
Tílias*

chega a aurora dispersa
noites teimosas traçam ainda feridas
nos sulcos das almas
que repartidas de mim
buscam o sossego das tílias
caídas no teu dourado chão

são de cores lúgrubes as ladainhas
das minhas dores
das minhas crenças doridas
sós, alfa e omega
trazemos nos olhos a lágrima
a primeira que desceu na face carcomida
-desassossego é sumo-
de um sentir sem saída.

S.Karinna*
 
Tílias*

-poesia nossa de cada dia-

 
-poesia nossa de cada dia-

Simples como um brilhante
Feita desse amar assim urgente
Redemoinhos de ilusões sem mágoas
Nós no epicentro, deslizando na corrente
-carinhos que borbulham no verso-água-

Como não te dizer dessa comissura
Frêmito, rendição e clausura
Do deleite que traz o Sol poente
Dos tesouros que ornam nosso olhar
-doirados, prateados, amantes dolentes-

E nos chega das origens, o universo
Sabe de nós, a Poesia, doce afago
Tempo esférico, esse saber adverso
Transbordantes azuis esverdeados, verbos-lagos
-terra, água e fogo no viver em versos-

Karinna*
 
-poesia nossa de cada dia-

réstia de neblinas

 
réstia de neblinas*

resta tanto outono entre meus versos. as flores ainda jazem adormecidas entre as rimas.
não há brisa entre os frutos e a palavra costurada no peito sangra o inverno que se aproxima.
porque letras prateadas perfumam a lua e mesmo assim a noite me invade em grifos, solavancos e injúrias.
ilusão, frio, frisson...
amplitudes sonham dentro do meu ninho. em cachos prateados encrespam-se meus cílios úmidos de luz.
arritmia do coração, bombeando suspiros doces nas vãs tentativas de escrever-te.
arrepios movem sons no meu palato. trago um retrato teu nas pálpebras em vibrato.
desocupo frases e ausento-me da linha.
faço morada em sorrisos lacrimosos, lábios em eclipse, na face alva esperanças tristes.
um poema se dilui na bruma da minha vida.
K*
 
réstia de neblinas

Não te quero chorar*

 
**
Não te quero chorar*

Escuto-te em escuridões
A noite cresce movediça
E me avisa.
O corpo diz-me de ti
Em surdina
E tudo me foge ao calor.
Tateei o peito
Camuflei-o em tentativas
Segredei as mágoas que alteiam
Quando sonhos param de nascer.
Debrucei sobre mim
E percebi-me ainda em garatujas
Tatuadas no teu olhar cetim.
Sinto-te completamente e penso:
-cerra teus olhos para que eu me vá de ti-

Karinna*
 
Não te quero chorar*

Sintaxe*

 
Sintaxe*

As rosas são lúcidas
E amam
Sangram na insensatez
Vertem poesias
Âmagos

Essência
A percepção da rosa
Veste-se
Haste e espinho
Toda a fragrância
Do puro
Do hirto
Perfume e prece

Se olhos não colhem
Lábios não degustam
Beijos se perdem...

Karinna*
 
Sintaxe*

Hipnotic*

 
Hipnotic*

há distâncias imensuráveis
há espaços que se tocam
como palavras partilhadas
rosadas de intimidade

há distâncias tão próximas
que as pupilas se confundem
num estar-se entre verdes e azuis
como beijo de céu e mar
num horizonte sem idade

há sonhos derretidos na íris
que pulsam versos coloridos
de dores e saberes
de amores (des)construídos

há perfumes camuflados entre cílios
na empatia de traçados e letras
como poema de vida (im)perfeita
mesmo assim pontua FELICIDADE
na fronte sábia de palavras
como olor, som e cor
no embalo da lida...

sim, há um perfume na Poesia.

Karinna*
 
Hipnotic*

Promessa*

 
Promessa*

há um clarão na noite funda
uma luz atiçada em olhos tesos
há uma flor vergada pelo vento
uma face corada pelo inverno
um homem alumiado no peito

há uma vereda atapetada
uma alma coberta de seixos
há um toque de delírio
uma lua cor de mel na vidraça

há um verso que balouça o dossel
de uma solidão acamada
há uma palavra que redime
um poema que resgata.

SimoneKarinna*
 
Promessa*

Constelação *

 
Constelação*

♡vejo estrelas
brilhantes e serenas
sinto estrelas
profundas e amenas
conto estrelas
de sonhos e certezas
colho estrelas
quando te penso num poema...♡

Karinna*
 
Constelação *

Olhar Coração *

 
desconstruo-me perante tua ausência. fragmento-me em ternuras deslocadas, sinto-me fora da linha de tiro, balouçando razão e emoção, dependurada alma no varal desse horizonte que é meu olhar coração.

queria estar entre tuas sensações, viver no teu punho e não apenas tremular suave no teu céu de ilusão.

o que sou se não apenas resquícios de cicatrizes de um vento soalheiro, da utopia que é chaga na minha linha, que me faz ser, sem ser, que me faz desaguar em afeto puro no teu olhar de anjo, sobre mim.

incrustação de luz, sonho ser palma a palma, um carinho dobrado, um sentir multiplicado, na andança que se estende no nascer do suor amoroso sobre o poema desenhado no lábio que te beija de longe e te é afago demorado.

Karinna*
 
Olhar Coração *

Luz"

 
Luz*

transparente céu vitral
dilacera tal vidro
cortante o cortejar do imo
é grão, dessa dorida semente
em riachos de águas vítreas
margem dos meus sorumbáticos jardins
essência pulsa e delira
enluarada

-ilusionista de mim-

Karinna*
 
Luz"

Medíocre *

 
Medíocre*

sim, minha palavra é medíocre
como é meu olhar n'outro
minhas razões são infinitas
pois afetos partilhados
são imensuráveis
-mesmo que eu nada seja-

ou talvez sofrível
-um poema mediano-
tenho partilha nos olhos
e entre os dedos letras que sorriem

pois a morte me circunda
me impulsiona
ao ser insignificante

sim, minha palavra é medíocre.

Karinna*



medíocre

adj. 2 g.
1. Mediano; sofrível; meão; insignificante
 
Medíocre *

fios de realidade*

 
fios de realidade*

não. não direi que te amo, apenas envio-te a luz nascida dentro das vontades.
declaro que a ausência não pode ser partilhada, pois transbordo sonhos pintados de ti nos meus olhos rasos de azul sinceridade.
não. não direi que te amo, pois pulsa no céu de sentimento a estrela que sagrou a ilusão que vivemos.
há fato, há vinho, há pão, há rima e um verso absoluto.
o festim do silencio destituiu-me a palavra, soçobro teu nome de ouro nas procelas do meu peito devoluto.
como não te sonhar? a interseção dos sentidos descobre-me frágil e rendida.
um sol peregrino acende teu beijo no meu íntimo e mordo cerejas na tentativa de resgatar teu abraço bendito.
há uma mansa certeza que um dia já fomos astros.
vestidos dedos eram de cetim e amores estelares
na órbita de um espaço de poemas infindos...

Karinna*
 
fios de realidade*

Poema de Alfazemas*

 
Poemas de Alfazemas*

queria ter um verso perfeito
que te chegasse até a face
que fosse morno e acariciante como um beijo...

queria ter uma poesia intacta
que fosse como uma prece cantante
como o marulhar das ondas solidárias...

queria ter braços de lonjuras
para alcançar-te com afetos
em versos doces em mesuras...

queria ser palavra
letra, fonema
um céu de perfumes
ofertar-te poemas de alfazemas...

pois és presença suave em mim
mas forte apoio e abraço
guardo-te no meu olhar
e no meu peito, sem embaraços.

Karinna*
 
Poema de Alfazemas*