
No pretérito do tempo
Data 22/09/2026 17:23:23 | Tópico: Poemas
| Nos ombros os escombros revestido de humilhação da preterição e ter que subir cada degrau d'antes galgado hoje congelados pelas cordas azuis do tempo e do templo.
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Nas ruelas do tempo há um vento frio na notívaga noite negra d'alma que deixou a alma arrancada e vazia transformando a suculenta arvore amorosa em um ipê rosa sem seiva dominado pelo ambiente hostil que viveu depois do infinito além do céu...
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Vida em vida ainda há sementes semeadas, germinadas, plantadas pelo vento sombrio do mais gélido dos mármore assolando a terra preterida e prometida há desenhos nas montanhas que se faz movimentos ventilando os azuis do céu que movem céu e as terras que renovam a vida.
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Aconsoantando cada nesga vestida do negro luto folheando cada corda vocal espelhada no ventilador demonstrando cada pedaço de chão da visconde de laguna amalgamando o coração arrancado pela profunda dor que assolou a amazônida. ...
Em sua casa destinada pela humilhação hoje, sendo recompensada em cada canto do mundo para honrar cada pedaço de chão que foi preterido junto com a viuvez sem subornar um coração arrancado pelas correntes da confinação premente diante de cada desrespeito a dor profunda do manto negro do luto nos ecos de minh'alma. Ray Nascimento
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