As Cordas do Destino

Data 21/02/2019 00:43:12 | Tópico: Poemas

Quando eu chego em negação no quartos de minhas mãos
Para bater o sagrado ritual
A importância milenar da repetição
Sem eufemismos, eu vou pegar no meu pau

Quando decido, então, bater antiga punheta
Contrariando assim, as cordas inventadas por quem inventou o destino
Elas puxam, debochadas, alguma alma perdida para entrar no meu quarto sem bater

Quando insistem em vagar em meu quarto vergonhoso
Eu me recolho, estranho e feio, e tento reiterar
Tanto tempo que me falta, esse dia é só mais um
E eu estou cada vez mais perto, caminhando para o lugar

desculpa amor não acontecerá de novo mais uma vez



Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=342157