
HISTORIAS DE UM 碝ESTRE创
Data 05/04/2008 19:46:56 | T髉ico: Contos
| Ao longo da vida existem pessoas que nos marcam. O 创mestre创ling � sem duvida algu閙 muito marcante. Encontrei este senhor num curso de massagem oriental ao qual foi submetida devido a minha profiss鉶. Para al閙 de nos orientar na arte de bem trabalhar com o corpo humano o 创mestre创 nos mostrava os mist閞ios da alma e o quanto os nossos gestos podem ser o reflexo revelador do nosso interior. Certa altura decidiu nos separar em quatro grupos. Ar, agua, terra, fogo, eu como sou curiosa quis logo saber porque era fogo se meu signo era terra � Ele olha para mim e diz: -Est醩 a duvidar das minhas capacidades? Atrapalhada respondi que n鉶. E ele pediu me a m鉶 e disse: - M鉶s quentes mas n鉶 h鷐idas, toque firme mas n鉶 pesado. Personalidade forte, vincada e tempestiva. 蓅 fogo. Nunca percebi como ele sabia tanto de cada um de n髎. O 磎estre� durante o estagio relato-nos muitas historias algumas gostaria de partilhar talvez vos ajude como me ajudou�.
创Um dia como tantos outros numa aldeia ocidental, um jovem alto e forte entra num caf� e ouve com aten玢o as conversas dos alde鮡s. Falavam entre si sobre uma cidade distante por detr醩 das montanhas onde todos eram felizes e nunca envelheciam. Um sitio onde sem trabalho e cansa鏾 todos tinham o suficiente. O jovem ficou logo interessado e quis saber pormenores. Um velho anci鉶 que observava atentamente pergunta: -Porque tanto interesse? Eu em breve vou partir nesse destino. -Posso ir consigo? Amanha mesmo, pode ser? O anci鉶 olha e diz secamente: -Se assim pretender. Partimos. Na manha seguinte logo cedo partiu, o jovem de mochila as costas, tro鏰va do velho que n鉶 trazia nada para al閙 de um cantil. -Para onde vamos n鉶 precisamos de levar nada, e a maior riqueza de um homem � transport醰el. O rapaz ficou feliz por saber que iria para um lugar abastado mas essa de levar a riqueza consigo n鉶 percebeu� Mas adiante o anci鉶 sentou-se um pouco, mas o jovem continuou vigorosamente. At� que encontraram bem no cimo da montanha umas pedras. Teriam de as ultrapassar para chegar ao destino pretendido. Diz o rapaz: -Que fazemos? -Eu vou ficar aqui e aos poucos vou moer as pedras. At� que chegue o momento de partir. -Eu n鉶 vou esperar. Vou subir os rochedos e em breve estou na cidade da luz. -Tens certeza que � isso que queres? -Tenho. E vou sem mais demora. O velho baixa o olhar, pois sabe que a cidade luz 呴 o para韘o. E o jovem obstinado por encontrar um lugar onde tenha tudo, nem reflecte E o nosso anci鉶 ficou ali calmamente pois sabe que sua chegar�.
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