
AROMA DE CIO - poemas eróticos e sensuais IV
Data 16/10/2020 20:13:22 | Tópico: Poemas
| AROMA DE CIO - poemas eróticos e sensuais
INQUIETUDE Raykorthizo Perez Teu corpo transpira sedução Provocante inquietude de tesão Teus seios rijos incandescentes Sedutora gueixa insana Meu falo febril e latejante Na tua gruta incendeia e inflama Lábios língua e boca Na incessante busca louca De um denso e pleno orgasmo Forte e pulsante espasmo Como um fogo que a tudo devora Transforma a ânsia em silêncio agora.
DELÍRIO OFEGANTE Raykorthizo Perez Tuas mãos leves e suaves tem a textura de uma pétala de flor, tocam-me com carinho e amor, percorre todo o meu corpo ardente e febril. Meus desejos voam e pede mais... E suas mãos passeiam furtivas e maliciosas E tocam o meu falo acariciando-o e mordiscando o mamilo, beijando o pescoço, as orelhas... Leva-me ao delírio ofegante, ao martírio delirante, deixando-me sem mover, atônito e sem ação gemendo de prazer e de tanto tesão. Ao meu ouvido fala palavras que acariciam a minha líbido, nossos corpos faiscando pelos poros não se detém apenas ao prazer e buscam obcecados às exigências eróticas de nossas fantasias, deixando-me bêbado com o teu tesão, embriagado de prazer: o meu corpo estremecia, retorcia e eu sentia a sensação de um temporal que chegava-me a ferver o sangue, e na mesma música e tom bailávamos a dança fervente, crescente e selvagem, e num momento único e juntos veio o gozo pleno e total, e éramos eu e você o nosso orgasmo.
POESIA DO TEU CIO Raykorthizo Perez O verão do teu corpo moreno, florescem saborosos beijos de árvores e frutos dos teus lábios, o sorriso tem o brilho do sol, reluz e seduz, palavra com palavra reconstruímos o cio dos sonhos na arquitetura da lascívia e luxúria, a primavera floresceu em teus seios e perfumou o teu corpo que exalou na tua gruta o cheiro do paraíso.
Rosa rosada os teus lábios grossos e carnudos, vermelhos e mestres da felação no jardim do falo, camaleoa na cama boa incendeia o tesão. A luar da noite das estrelas umedeceu a tua gruta com a poesia do teu cio que se contraiu em versos do meu falo e fez poemas em gozos e gemidos
A MOÇA DA BARRACA Raykorthizo Perez Na feira de rua uma senhora fina pergunta o preço das frutas, do pepino, da mandioca, da cenoura. Alguém passa, e ela diz: boa noite Eleonora. Na barraca de pastel um senhor atende uma moça como se pedisse desculpas, e o seu olhar corre o corpo da moça de cima em baixo. (ela sabia como ela era e o que provocava) Um rapaz pára ao lado da moça, fica excitado, muito excitado e quase perde o rebolado, o seu olhar complacente e hesitado fixa-se ora no par de coxas da moça, ora no decote finamente requintado e decorado com exuberância.
Na rua, a multidão como numa procissão faz o seu rito de vai e volta, vai e vem, olhando discretamente a moça na barraca de pastel
CÚMPLICE Raykorthizo Perez Nada foi feito com segunda intenção, apenas cruzou as pernas e ao cruzar eu via a sua calcinha pequena e seus belos pêlos dourados, dourados como o brilho do sol... Eu fingia que nada vi, ela via que eu fingia e sorria... Sacanamente sorria da minha situação, ela percebia que o meu tesão ficou rijo e louco evidente e vidente... (maliciosa ria e suspira, suava...) foi o pouco do pouco, contudo, o nosso olhar se cruzou o tempo todo e se fez cúmplice e réu confesso, e fez de um instante sonhos de desejos inconfessáveis se perpetuar em raros momentos... O sonho inquieto vagou e perambulou por toda a noite pela festa numa mescla de tesão com pêlos dourados pela fresta.
TUDO OU NADA Raykorthizo Perez Sempre serena e calma com flores n'alma, sorridente e educada, de modo sutil provocava. Confesso que desconfiei de sua boa maneira e bem comportada. À mim seus olhos mostravam, falavam que dentro daquele corpo escultural e encoberto com requinte de elegância, uma puta devassa se escondia.
A vida ia e vinha nos seus caminhos, um certo dia nós dois sozinhos apostei no blefe do tudo ou nada, e com cortesia e elegância passei-lhe uma fatal cantada. Ela nada falou, apenas fez o que um gueixa faz: Ajoelhou-se em minha frente, abriu o zíper e com tal maestria e destreza abocanhou o meu falo, manipulou-o e o sorveu. O meu coração quase explodiu e se explodisse iria sair pela boca tal o tesão e o prazer que proporcionava. O meu falo em riste e o tesão galopava feito um cavalo bravo que corria pelas minhas veias, o sangue quente arfando se desmanchou em sêmen naquela boca. Assim ela recebeu o que queria sem ter pedido, e eu sem ter perguntado descobri o que já desconfiava. Moral: Vale a pena apostar: se ganhar ganhou o que queria, e se perder, nada perdeu porque não tinha.
POEMINHAS Raykorthizo Perez Ela trepa Eu sou trepador E poeta. ... O bom comedor chupa, Usa as mãos, a boca, o pau, E faz da madame uma puta. ... Não precisa mentir e nem esconder Foi em tua cama o nosso adultério O desejo ardeu no tesão de foder. O tesão ardendo em nós dois: Gozando e se lambuzando Antes, durante e depois... ... Num febril sessenta e nove nós dois... Lá fora chuva fria chove. Primeiro o tesão, o resto para depois. .... Você nua A palavra é o teu corpo Que insinua ...
Só existe duas coisas boas para se fazer: A primeira é sexo feito com sacanagem, A segunda não me lembro para bem dizer. ...
É ASSIM QUE SE FAZ Poeta Raykorthizo Perez Se você é do tipo que chupa apenas para cumprir o script, esqueça! Não existe nada pior e nem mais sem graça que uma chupada apenas burocrática. Mas tenha em mente que chupar, beijar não restringe a xoxota: Lembre-se do clítoris e seu curto circuito dos grandes lábios que imploram à língua, a fenda toda. O corpo da mulher é todo sensível e merece e deve ser beijado, lambido e chupado por inteiro: frente e verso, de baixo para cima, de cima para baixo. Algumas partes são mais sensíveis que outras e isso varia de mulher para mulher. Portanto, para não correr o risco de desagradar vá devagar, lambendo pelas beiradas. Em se tratando de assunto tão delicado (sob todos os sentidos) nunca vá direito ao ponto. O grelo (clítoris) é por demais e até mesmo pode ser incômodo se a mulher não estiver suficientemente excitada. Os seios e os mamilos são dois pontos de partida. Trate-os com carinho e chupe-os devagarinho, com suavidade, passe a língua nos mamilos, e sinta-os endurecer. Morda bem de leve (a não ser que ela peça ao contrário). Enfim, para dar uma boa chupada é preciso gostar de chupar, é dar e ter prazer no que faz ...
ALIVIAR Poeta Raykorthizo Perez Uma bela e bem batida punheta, deixa as pernas com cãimbra, o corpo esquentando, olhos cerrados... Em espasmos incontroláveis e os pés contraídos e retidos, segurando o falo apertado, alisando o saco, aperta e solta, solta e aperta, depois solta um pouco e aperta de novo, mais rápido, devagar... em movimentos rápidos, ágeis e suaves, acelera o ritmo, depois diminui. Quando está quase, segura um pouco aumentando a sensação do prazer, e o corpo contorcendo, vibrando, elétrico, vai sentindo a indescritível sensação do pleno gozo e em espessos jatos de porra engole-se os gemidos em prolongados respiros entrecortados de suaves suspiros.
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A LÍNGUA DAS ONDAS Poeta Raykorthizo Perez O dia promete O sol amanheceu de pau duro, Tesudo, O mar está lésbico, E chupa a bucetinha da praia Com a língua das ondas, Num cio azul (O sol por testemunha!) O dia termina de pau duro, E tesudo goza na lua Toda pelada e puta. Uma estrela brilha... ...
CIO DE AMOR Poeta Raykorthizo Perez Fui homem requintado, Nunca levei tesão para casa. Ardendo em chamas de desejos, Nunca fui só poeta, Sempre fui uma fonte de tara, Um poço de tesão. Retirando a minha e a tua roupa, Beijando-te os lábios adocicados, Sinto a eletrecidade do teu corpo e a volúpia dele toda ofegante, E apalpo os seios pontiagudos e rijos, Encho a mão no teu cio molhado. O meu requinte... Combinei o nosso tesão em versos E poesia de desejo e prazer, Coito e cio de gozo Por fim Gritei Uivei Tremi em espasmos Gemi de orgasmos Pasmos... E você também. Desarrumada a cama, Lençol rasgado Me fez sentir-me feliz, Sobretudo em ter orgulho Em ser homem, Afinal, a fêmea que és, e que sabes ser, E da maneira como dás e tem prazer, Não é para qualquer uma... Requintado, Fui cio de amor Na poesia da cama, Homem que não ama, Mas macho que faz uma mulher Gemer de amor E depois chorar de dor
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O CORPO ESTREMECE Poeta Raykorthizo Perez
Basta que eu a penetre fundo, Como se quisesse arrombar, estourar Mas é assim que ela gosta, pede e quer... Não basta ser penetrada tem de ser arrombada. Ela respira fundo, suspira e geme, murmura Palavras sem sentidos, Mas sei o que elas significam: De quatro eu a imobilizo e estoco fundo e firme segurando-a pelos cabelos Com a mão esquerda, a mão direita Existe para bater firme até marcar. Cadela vadia, puta de estrada, Não confundo o teu choro Porque chora de prazer no prazer da dor. Como no relapso de um raio Todo o teu corpo treme, estremece... E quando pede meu falo em tua boca Jatos explodem e caprichosamente Não desperdiça nada, engole todo o visco. Cadela vadia a cara cuspida, Bunda com desenhos de minhas palmadas Toda submissa ao teu macho, ao teu dono Que te segura pela coleira e te usa, Abusa, cospe e bate, E é nesse ritual de desejos e prazer Que a vida me parece imensa Nessa mulher sei que habita uma alma linda, quando me olha com o olhar devorador, Sedutor e nele estremeço E me relaxo em teus braços, sentindo o aroma Do teu cio que escorre docemente entre as tuas coxas para a minha boca, neste momento a vida me parece imensa.
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UM MORANGO EM CADA PORO Poeta Raykorthizo Perez
Não gosto de poemas, mas este adorei: A poesia de tua boceta tem métrica e rimas, Versos lindos e ardentes e quentes, calientes, Com o sabor de um morango em cada poro E uma flor em cada pêlo. Não sei se só te queto ou se te amo também, Ou se te engano, só sei que quando transamos, Sei que te quero como não quereria outra, E não sei querer sem dizer que amo. Parece que te amo e às vezes que não te amo. Mas nenhuma xota se compara à tua, Sempre quente, ardente e faminta; Nenhum beijo se compara aos teus Que são frementes, lábios macios, Língua quente que mistura salivas; Os teu seios de bicos rijos mais rijos e endurecidos Quando atiçados, beijados, lambidos e mordidos, Nenhum outro igual há; Depois de pegada de jeito com jeito Como se deve pegar uma cadela vadia, Transformada em puta e dominada O teu cio incendeia e o mel escorre latente e quente, Daí concluo que todas as xotas são boas, Mas a tua é melhor; Ninguém dá o rabo com o prazer que você dá, Portanto, sei que outro igual não há. E se pensando em você perco o sono o sonho eu não perco, Porque te quero e te desejo e o prazer que me dá, Em nenhuma outra sei que não há. Puta vadia, cadela de rua: Eu sou a chave e você o cadeado: Mas se te amo não sei... não sei... Sei que te desejo, sei que te quero. Você é o meu melhor prazer E não há melhor e nem igual há. Ainda te dou o meu coração, Já que a alma é tua.
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ENTREGA-ME O TEU CORPO Poeta Raykorthizo Perez.
Diga que sim e quer morrer de desejo, De tesão, embora morra de medo de se arrepender. Mas devora-me com os teus anseios e enleios De felina mulher fera e indomável: Domina o meu desejo e me amansa, me cansa, Me doma com a fúria do teu gozo e me faça gozar, Seja eu o teu escravo, o corno manso, Abusa-me e me faça isso e aquilo e me vire do avesso: Mas me dê o prazer da tua xana ardente, Ou do teu cuzinho quente, Alimente-me com a tua boca e suga meu falo reluzente, chupa-o docemente que ele é um pirulito Que quanto mais lambido mais ele cresce, endurece E se derrete virilmente em sua cara de safada. A tua xota eu chupo gostoso, saboreio-a e sugo Com o prazer de dar prazer porque neste prazer está o meu prazer... Por favor, não conteste, não diga não: Entrega-me o teu corpo como oferenda em holocausto, Hoje, agora, amanhã e sempre, Eu sei a puta e a cadela vadia que você é, Sei o jeito que gosta em ser açoitada, De ser tratada como cadela vadia e puta safada; Te encho de tapas fortes bem no meio da cara, Te xingo e te cuspo e te deixo bem humilhada. Eu sou o teu rei, o teu dono, na tua coleira o meu nome, E quando gemo e estremeço em espasmos do orgasmo, você geme e treme e se contorce, retorce o corpo gozando uma tempestade de chuva, E em juras confessamos um ao outra a verdade, Acreditando em nossas mentiras...
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