
ELA PODE, ELA É: A Arquiteta do Próprio Destino
Data 27/02/2026 22:44:46 | Tópico: Letras de Música
| Mulher, que no tempo a semente plantou, No solo da vida, o seu nome gravou. Desde os tempos antigos o zelo floresceu, No calor do cuidado, a vida se manteve, A mão que o destino do mundo escreveu, Trouxe a garra no traço mais leve. O que era silêncio, hoje é voz que se faz, Erguendo o amanhã com a luz dos seus ideais.
Ela chega com brio, o olhar decidido, Rege o tempo e o espaço com plena maestria. O saber que ela porta jamais foi esquecido, Pois converte o esforço em real sabedoria. Do detalhe do lar ao projeto maior, Ela entrega a inteligência e o seu melhor.
Ela pode! Ela é! Onde o sonho guiar! Do chão da rotina ao mais alto lugar! Mãos que cuidam, são mãos que constroem, Barreiras antigas, seu brilho destroem! É profissional de valor natural, Ser o que ela quer é seu dom principal!
Ela rege a casa, mas também ganha o mundo, No comando da vida, no traço profundo. Segura o volante do bruto na estrada, No manche do jato, a nuvem é traçada. Opera o sistema, projeta a mansão, Tem o cálculo na mente e o poder na mão. Do bisturi à caneta, do prumo ao painel, O talento constrói o seu próprio papel.
Valorize a história, abra a porta, dê vez, A quem cuida do mundo com tal altivez.
Pois quem move a vida com tanto querer, Tem o direito sagrado de ser... quem escolher!
ELA PODE, ELA É (A Arquiteta do Próprio Destino) "Esta obra nasce do desejo de homenagear a mulher brasileira em sua forma mais plena e multifacetada. Trata-se de uma homenagem poética e musical que celebra uma trajetória de superação, percorrendo desde a Gênese — a semente ancestral do zelo e do cuidado que sustenta a vida — até a Maestria Contemporânea, onde a mulher ocupa, por direito e competência, os espaços da ciência, da tecnologia e da estratégia. Diferente de abordagens que limitam o papel feminino, esta 'Poesia Escrita' propõe uma jornada cronológica e onipresente: da estrada ao céu, da ciência à gestão do lar. A composição busca transpassar a ideia de que o trabalho, seja no volante do 'bruto' ou no manche do jato, é regido pela mesma inteligência e dignidade. Aqui, o 'avental' não é uma barreira, mas um símbolo de gestão que evoluiu para o 'painel' de comando do próprio destino. Com polidez e altivez, esta narrativa mostra que o talento feminino constrói o seu próprio papel, unindo a força do passado à tecnologia do presente. É um hino à superação e, acima de tudo, ao direito sagrado da escolha. Porque o maior talento de uma mulher não tem limites geográficos ou sociais; ele reside na capacidade de ser, com absoluta excelência, exatamente quem ela decidir ser."
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