
Quarta-feira, 18 de março Olho a cidade, mas ela não me vê
Data 19/03/2026 16:28:02 | Tópico: Textos
| Quarta-feira, 18 de março Olho a cidade, mas a cidade não me vê – eu recôndito dentro das brumas das minhas reminiscências perdidas – profetizou o Sr. Con, as quatro da manhã, numa insônia avassaladora que corrói a alma do sono. Pensou no filhote distante, acordando para mais um dia de trabalho estafante e repetitivo na linha de produção num frigorifico nos cafundós do Pará – ouvindo um sucesso dos anos 70 – “Torneró” com Antonio Marcos – No quarto dos fundos, o casal Vince roncavam ao bel prazer de um sono profundo e sonoro que dava inveja ao notívago poeta. Desde as duas da manhã nessa cosmogonia – desfrutando de “Pais e Filhos” de Turguêniev. Manhã – Cochilou as quatro e despertou as sete com os raios solares invadindo pelas frestas das rotulas da janela e incidindo sobre seus olhos cansados. - Ah! Poeta não vai no mercado, que tão querendo teu fígado – ironizou Gordilho vindo de lá e de ouvir a queixa de seu Fox a respeito de um entrevero que tiveram, e ele acima do chão desabafou: -Qual é a moral que o sr. tem para me questionar? Seu corno veio. – o homen explodiu como uma bexiga seca e partiu furiosamente para o poeta o empurrando-o de seu estabelecimento- Sai, daqui. Ele também se queixou para a minha senhoria, a inatacável senhora Vince que interpelou-me no domingo a tarde: - Chamei e chamo de novo. Um falso moralista, cagüeta que gosta de menosprezar e humilhar os desfavorecidos – eu sou uma de sua vitimas, só me alcunha como mendigo ou pedinte. Então a venerável Sra. Vince colocou a sua viola no saco e encerrou o assunto. Gordilho também é um deles, mas o poeta não se intimida, pois a verdade vós libertará. No meio da manhã, o céu começou a arrumar-se, fechando-se em nuvens plúmbeas – o tempo esfriou. De manhã cedo, a senhoria aproveitando o sol, lavou e estendeu suas roupas no varal do quintal.. As onze e o sol tímido – A visita do chanteur et mon ami João Soares rendeu bons momentos agradabilíssimo com direito a consulta ao velho Hall(IA – “Quem é esse tal de Raimundo Nonato Rodrigues, o poeta da Vila Embratel?” – pronto., O cantor ficou maravilhado e até tirar uma self para imortalizar o encontro (continua) – eu recôndito dentro das brumas das minhas reminiscências perdidas – profetizou o Sr. Con, as quatro da manhã, numa insônia avassaladora que corrói a alma do sono. Pensou no filhote distante, acordando para mais um dia de trabalho estafante e repetitivo na linha de produção num frigorifico nos cafundós do Pará – ouvindo um sucesso dos anos 70 – “Torneró” com Antonio Marcos – No quarto dos fundos, o casal Vince roncavam ao bel prazer de um sono profundo e sonoro que dava inveja ao notívago poeta. Desde as duas da manhã nessa cosmogonia – desfrutando de “Pais e Filhos” de Turguêniev. Manhã – Cochilou as quatro e despertou as sete com os raios solares invadindo pelas frestas das rotulas da janela e incidindo sobre seus olhos cansados. - Ah! Poeta não vai no mercado, que tão querendo teu fígado – ironizou Gordilho vindo de lá e de ouvir a queixa de seu Fox a respeito de um entrevero que tiveram, e ele acima do chão desabafou: -Qual é a moral que o sr. tem para me questionar? Seu corno veio. – o homen explodiu como uma bexiga seca e partiu furiosamente para o poeta o empurrando-o de seu estabelecimento- Sai, daqui. Ele também se queixou para a minha senhoria, a inatacável senhora Vince que interpelou-me no domingo a tarde: - Chamei e chamo de novo. Um falso moralista, cagüeta que gosta de menosprezar e humilhar os desfavorecidos – eu sou uma de sua vitimas, só me alcunha como mendigo ou pedinte. Então a venerável Sra. Vince colocou a sua viola no saco e encerrou o assunto. Gordilho também é um deles, mas o poeta não se intimida, pois a verdade vós libertará. No meio da manhã, o céu começou a arrumar-se, fechando-se em nuvens plúmbeas – o tempo esfriou. De manhã cedo, a senhoria aproveitando o sol, lavou e estendeu suas roupas no varal do quintal.. As onze e o sol tímido – A visita do chanteur et mon ami João Soares rendeu bons momentos agradabilíssimo com direito a consulta ao velho Hall(IA – “Quem é esse tal de Raimundo Nonato Rodrigues, o poeta da Vila Embratel?” – pronto., O cantor ficou maravilhado e até tirar uma self para imortalizar o encontro (continua)
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