Vento

Data 02/04/2026 13:43:33 | Tópico: Poemas

Corre uma brisa suave
Qual falcão desenfreado
Voarei até ao infinito

A eternidade vive na obra
História da viagem
Pelas profundezas do ser

Nas palavras do poeta
A essência e a beleza
Do que outrora fomos

Despojado de todas as coisas
Habito no tempo
E aventuro-me no desconhecido

Quando finalmente chegar à porta do céu
E o guarda celestial perguntar, quem vem lá?
Responderei, aqui vem um homem que escreveu poemas simples.

31 de Março de 2026


Dedico este poema ao meu amigo e poeta Diogo Cosmo


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