
friday, 10/04/2026
Data 10/04/2026 21:14:40 | Tópico: Textos
| Friday, 10 No ano fiscal americano de 1945, Carmem Miranda fora que mais ganhar dinheiro no Estados Unidos em 1944- faturou 201 458 dolares, mas o temível ‘fisco’ ficou com quase a metade de seus rendimentos – Foi esse mesmo ‘fisco’ (Imposto de renda) que encarcerou o ‘rei de Chicago” Al Capone em Alcatraz por um bom tempo. Depois de muitas elocubrações, o poeta chegou a uma conclusão – as duas cartas Patuá e da 7letras também serão devolvidas por endereços errados – As três que voltaram da Dublinense, Todavia e Reformatório e porque das duas ainda não chegou os AR(Aviso de Recebimento). Quanto as europeias, desisti, essas serão perdidas pelo mesmo motivo – E todos esses pseudos endereços foram dados por Hall(IA). Dá próxima fornada, pesquisarei os endereços nos sites das ditas cujas para evitar esses aborrecimentos – O IA(inteligência artificial) também falha. Vou reenviar a ‘boneca’ de 25 folhas de “O Mundo do Sr. Com” para as mesmas editoras, mas desta vez sem o dedo de mr. Hall(IA). Uma irmãzona da Universal trouxe o exemplar da “Folha Universal” – para o deleite do poeta, o odor emanado da tinta impressa entorpece a sua alma. Deu uma leve olhada nas matérias e leu com gosto o artigo ou editorial do mestre e bispo Edir Macedo. Valdemiro devia fazer o mesmo, não somente curar. Carmem Miranda casou-se em 17 de março de 1947 com David Alfred Sebastian, um judeu húngaro. Sr. dissemina o projeto de mudar o nome do aeroporto Hugo Machado para o Aeroporto Internacional Joao do Vale cooptou o mestre Nozira ou Careca para essa luta. O filho do verdureiro não apareceu e nem os pais armaram a banca improvisada segundo Little Fat ( o poeta fora pegar uma Dorflex@ e uma caneta) – eles venderam muito milho ontem. O cabeludinho fardado sim, de manhã cedo com a mãe na parada de ônibus – chegou ainda pouco e o poeta deu-lhe uma dura: - Tu tá gazeando aula? - Não, o professor não foi hoje – explicou laconicamente sentando na cadeira de plastico com o celular na mão. Frank Puro desnorteado da razão e como um fantasma ambulante espanta poeta com aparição repentina e silenciosa na porta da oficina. - Obrigado senhor, já vou – agradeceu o cabeludinho, guardando o celular na mochila - Eu vou para casa – levantou-se. - Mas tu não mora lá encima? – inquiriu o duvidoso poeta. - Não eu moro bem aqui (talvez nas quitinetes do finado Galinha Magra) - Bacana, vai para casa. E o pixixtinho cabuludinho todo fardado desapareceu da visão do poeta. Carmem era amante das anfetaminas e barbitúrico: bezendrina, Dexedrine, Dexamil, Seconal, Nembutal e por ultimo Demerol injetável – e um marido aproveitador e malandro. Eta judeuzinho fulero da peste. Mesmo assim foi ovacionada de pé num teatro londrino em 1948. Enquanto o barulho quase ensurdecedor do helicóptero da GTA dando umas incertas sobre a bucólica Vila Embratel - a jovem dona Índia desfilava do outo lado com seu enorme pandeiro debaixo de uma sombrinha. E sorriu para o poeta: - Olá Dona India – saudou-lhe. - Oi, seu poeta. E o barulhento helicóptero desapareceu no imenso ceu azul, assim como a jovem Dona Índia e o seu enorme traseiro. Mesmo son efeito do analgésico, a dor ciática persiste assim como as frieiras nos pés e a ardência ao urinar. A mãe do vizinho da frente interessou-se pelo velho basculante. Perguntou o preço e desculpou-se por não levar, estava sem a verba – Hum, hum – contemporizou o poeta voltando a leitura de Carmem – “Morrendo de fome” de 1953 – foi o ultimo filme de nossa Diva. Comprou laranjas, cebola, tomate, pimentinha verde e uma cabeça de alho para preparar um cozido de toucinho com ovos e sazon. E os meninos estão perto da terra – aleluia!
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