talvez tenhas sido tu o primeiro e eu não te quis, rejeitei-te, no abandono
eras tudo o que eu queria que fosses inventavas-te sem queixas ou lamúrias como se fosse esse o teu destino ser o que eu dizia nesse dia fazer e criar um mundo de inventar só para me alegrar só para me dar de presente contente por poder magia ou agonia a doer fazer o dia crescer em altura até à nova aventura de voltar a viajar de me ver desaparecer e eu voltar e nada perguntar seguindo a desconhecer mas dizer apenas o que queres ser
nunca me desculpei e só agora vejo o que eras tu para mim
soubeste enfim depois que nunca seríamos os dois
coloquei-te em palavras o que ambos sabíamos de sonos e sonhos
como parede de frente que se agiganta dependente da tua decisão que eu já tinha tomado