"Dar-vos uma resposta sadia. Meu espírito está doente."
(Hamlet) Ato III cena II
Nada ao que parece ou esperando denominar A exceção é regra de guerras que eu perdi Voando baixo e ouvindo cantigas pra continuar Tais mentiras exatas, ali. Suspeitas e que servi
Uma tarde que eu quis alcançar esse universo Uma memória que ínsito ter, mesmo descabida Mesmas linhas que apresenta, mesmo inferno De emprestar-me em insanas páginas, nunca lidas
Eu tive um vórtice de desapego, mas quis ficar Acreditando em meus ensaios mortos, pra variar E agora sou espírito de tentativas unificadas
Sou um possível ato de questões abstratas Sem vestígios de um conto nunca escolhido Eu serei o amanhã, cujo presente se faz livro.