
Quantos gritos e gemidos cabem no SIlêncio d'alma
Data 19/06/2026 20:13:00 | Tópico: Poemas
| Quantos gritos e gemidos cabem no SIlêncio d'alma que emudeceu a voz formando versos e verbos contidos no canto da boca com gosto de sangue derramado letrando suor e saliva dando o ultimo beijo sem saber que era o ultimo vestindo paisagem escarpada derramando pelos poros os sonhos inacabados destroçados pelos escombros de uma noite negra que invadiu a alma que ficou sem alicerce no chão do coração mesmo sendo amparado por vigas de concreto armado, desmoronou.
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Um abraço derradeiro de quem não teve tempo para despedidas que por fora se desfaça mas, por dentro se destrói navegando nas águas liquidas de um rio que escorre formado por lagrimas de diamante azul que acordou o céu aos gritos de dor profunda despedaçando vidas.
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Silencio enquanto minh'alma Grita no mais gélido mármore Espalhando lágrimas que se transformas Em pétalas de rosas (poesias) Em letras-vivas Espalhadas pelo vento Lapidando o diamante Dos meus sentimentos...
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A fonte de água nova que há na casa da árvore emoldurando futuros sonhos iluminando a chuva que caem na cabeceira da vida traduz de forma sensata o porvir d'onde a faxineira será exaltada nas vertentes das águas que nutrem o veio que alimentam a força motriz que paralisam o sonho mesmo fazendo movimentar de vida a vida. sigamos estando em paz profunda amparada pelo mais gélidos dos mármores. ...
Ray Nascimento
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