
O mundo do sr. Con - Samedi matin, 25/07/2026
Data 25/07/2026 19:23:57 | Tópico: Textos
| Samedi matin, 15 de julho de 2026 O poeta injuriado, não trocou as pilhas e elas começam a falhar preste ao seu programa “Era de Ouro” – o jeito é comprar duas pilhas no Gordilho, e as trouxe para troca-las. Uma pequena la altercação: O negão das polpas insistia que o Sr. Com soldasse o eixo traseiro do seu carrinho morfético. Sr. Com a vista não muito boa negou. Ele tanto insistiu que colocou o carro para dentro da oficia e o poeta: Sanantonio, não a dar, a vista ainda ruim as soldas anteriores e ainda chegou até ventilar pagar trinta reais. - Sanatonio eu não vou fuder a minha vista por trinta reais – - Quarenta? - Nem um milhão, Sanantonio! – Bufou o poeta sentando-se e colocando a caneca de café. O negão viu que a coisa era seria pegou o carro. - É vou levar o carro lá pro Prequinho. E saiu E a paz reinou na voz de nossa amada Carmen Miranda. Lembrou de Downton Abbey e o casamento do Sr. Carson e da Sra. Hughes – muito bom. Admira a atriz Maggie Smith – um excelente seriado sobre a aristocracia inglesa. As mão álgidas, efeito da Dorflex – e agora em cima das onze e meia uma aprozelam para suavizar ansiedade. Ainda mudou de roupa e fechou o atelier e seguiu para Popular -Feijoada! Encontrou um o doidinho da bicicleta que lhe cortou as asas – Acabou! – disse. Agua fria na fervura. Dr Alck permutou uns ferros por quatro alpro. Sanatonio com o carro soldado, mas reclamou: - Poxa o caboco me cobrou cinquenta reais. Mister Coco e o saco de latas secas de cervejas, sentou-se para descansar e mamar uma dose que trouxe no copo – e o resto guardou num litrinho. Sr. Com lia “O Puritano” do conterrâneo de James Joyce- Liam O’Flaherty, autor de “O Delator” – publicado em 1944 pela Globo de Porto Alegre. O pintor de parede Marrone na caça de uma ‘canja’ nas quebradas. A boca secou e as mãos voltaram ao normal – talvez a bicha fazendo o efeito. Bocejo e sinto a cabeça pesada – acredito que é aprozelam esta diluindo suas substancias nas minhas entranhas mentais e SNC – vou capar o gato. Fecho o atelier, sinto meio titubeante, as pernas querem me trai e sinto que dou umas guinadas, principalmente na subida da ladeira – estabilizo-me um pouco, mas todo cuidado pouco. Tudo que quero é chegar na pensão e me jogar na rede. Meio dia na pensão. Estou um pouco acima do chão. A cabeça pesada, pensamentos desconexos e quase sem coordenação motora. Comecei a digitar e bodei na rede, acordei ainda pouco um pouco ressabiado, a bicha é química das boas, eu que não estava preparado. Tomarei apenas uma metade...e aos poucos vou tomar conta das minhas rédeas, nem almocei e estou receioso. A sra. Vince chamou-me atenção pois deixei aqui tudo em aberto. Não lembro como fui parar na rede. Foi a mistura dela com o analgésico, mas todo bem me estabilizo e ainda nem almocei. Um pouco de Luis Melodia.
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