Data 27/07/2026 20:48:14 | Tópico: Poemas -> Sombrios
"Vem, Noite espessa, e veste a mortalha dos mais pardacentos vapores do Inferno, que é para minha fina afiada faca não ver a ferida que faz, que é para o Céu não poder espirar através da coberta de escuridão a tempo de gritar “Pare, pare”.
(Macbeth) Willian Shakespeare
minta. segue em teu rastro de direito em anexo por reflexão dada a este cataclismo de fato im/puro i/mortal à conclusão inata. ao caso apartado. em passos largos. de intenção armada. por me desencontrar sim. das joias em ouro e prata por um próximo teor e intenso... o tempo. dos olhos. rematados. o ensaio. e/o único. de ti.
a. acordar.
o que já vi. conflito. em filtro revisto. e de hora revelada. nao intenta a febre seca de te querer e revelar e ferve. a hora. esta. de/marcada.
dos ensaios teus que todos/as querem
o passo qual versado. em turno. teu. acto. tomado. retido. aos montes e montes de sonhos. ou de flamas. acesas. ou por onde serve o teu rastro. ou em saques de tintas minhas a te preceder... o lado. frio o traço. inacabado o quadro...
cenário fixo por calhas de porcelana em derredor à chuva incomum.
cai...
alcance. às voltas sob meus espaços.
nua de cabelo solto dos teus conselhos. adestrados. da tua cura. da tua rua. donde desuso o silencio/grito asfalto ferino dos teus lados a mais... sê-me lua... quando. estes ventos laureados. ora. me são. os teus.
ela dança sob matizes afirmadas em tomos decrescentes dos que posso parafrasear...
ela, insana, e de lume ardente aos olhos, é ainda mais linda qual um sopro de ar com defeito, e eu, tolo métrico e desperto, por uno conceito, ouso, cego, e, em vão, planear...
quimera-luz por contos de fada. o brilho, solto. e lucido, desta espada em turno revolto, vai. ora...