
o mundo do dr. con - monday night e treça-feira,04/08/2026
Data 04/08/2026 20:10:16 | Tópico: Textos
| Monday night “Dança com os lobos” com Kevin Costner – assistimos eu e a minha amada a Sra. Van no extinto cine Passeio, na rua Grande, centro em 1990. Na primeira fila, a figura mítica do poeta Nauro Machado e sua vistosa barba branca. A cena da caça aos búfalos chegando tremeu a telona e elevou-nos a uma sua comunhão. Depois descemos romanticamente pela rua Grande em clima de filme noir, abraçados como um etrno casal em lua de mel rumando para o nosso ninho do amor, uma porta e janela na rua da Saude,centro. Filmes para ver: “O regresso” com Caprio e “Django Livre” com Jamie Fox. Jantou um bom ovo frito com arroz e caldo de galinha cozida ouvindo concerto para flauta e harpa do genialíssimo mestre Wolfang Amadeus Mozart, o anjo de Salzburgo com a Filarmônica de Berlim com a regência do lendário maestro alemão Hebert Von Karajan. O banho as escuras no quintal sem lua, mas com a musicalidade de Mozart/Karajan. De volta ao humildes aposentos, dois ‘nicodin’ com café – a garganta inflamada e a ‘Voz do Brasil” – enxugando as frieiras. As 23hrs – concluiu com tristeza “Fogo Morto” – o suicídio do mestre José Amaro, a surra no capitão Vitorino, o cego Torquato e o o nego Passarinho. Seu Castro chegou tarde, jantou, náo demorou muito e foi para a casa dormir. O navegador Chrome deltou a entrada automática do Luso-Poema e ele esqueceu a senha perdida nos seus cadernos. Foi dramático, o mestre entristeceu-se e com a graça de Deus conseguiu pela Firefox. Aleluia! “Samedi nuit” de domingo alcançou 61 leituras.
Terça-feira, 04 de agosto de 2026 Deixei Lins do Rego em boa companhia – ao lado de Rachel de Queiróz, Guimarães Rosas. Graciliano Ramos, Jorge Amado e a grande poetisa Cora Coralina. O veu da morte cobriu a rua 25 na Vila Embratel, faleceu ontem a noite o polemico Seu Arnaldo, que junto com o filho do tenente acabavam as festas nos lugarejos de Morros, iam buscar preso brabo no sertão, o homem era bom de lorota e inimigo figadal de seu Jorlene e seus heterônimos – Seu Jojó e Skindin. Um velho e surrado caminhão Mercedes de três eixos, sem os taipás, carregados de palets de sacos de cimento – queimando óleo e esfumaçando o ar da avenida Sarney Filho. - Agora tô vendendo peixe! – disse um pixixitinho virador e já exerceu varias atividades – barbeiro, pedreiro, vendedor de bandecos e etc – Agora eu tô vendendo peixe! – confirmou empurrando a cargueira. Um BYD branco tão silencioso e reluzente como um gato branco de tocaia ao sol do meio-dia. Entre “Pobre de Deus”de Kazantzakis e “Os Estupradores” trouxe o segundo do mestre nova Yorkino Harold Robbins. Dez e meia – os meninos descendo para a fila do Popular – abrindo com seu Rozi, seguido pelo Seu Buldo e pela dupla Cabeleira e Mariano. As popozudas – mãe, filha e espirita santa – cada uma com o popó maior que a outra estourando nas suas malhas. Começo da tarde abafada Embalando-se na rede com um bucho de um pai d’egua, a escapula da rede regendo sutilmente, ouvindo os fuleiros do Panico na Pan – peidando e arrotando, os dois pratos de dobradinhas e dois copos de suco de manga. O drama – esqueci o dinheiro na pensão e seu Rozi emprestou-me dois reais – depois de ouvir a radicalidade radical do mestre Guy rumei, fechando o atelier as doze e dezoito. Não havia fila no guichê e a menina por trás dela quis recusar receber a cédula alegando que estava rasgada, então fiz aquela cara de gatinho faminto e pidão, ela liberou mas avisou para não levar outra vez. Ok, aleluia! Cai de boca na dobradinha e repeti o prato e desci pesado para oficina. - A tua diária de hoje não será nem trinta reais! -gritou a ex-pm Noronha para Esquel que ajuda na reforma do ponto de Bibica na esquina da 20 com a avenida Sarney Filho. Ainda de barriga cheia e ansiado cochilou e nem ouviu o final da entrevista.
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