
O mundo do sr. Con - monday night e tuesday matin, 11/08/2026
Data 11/08/2026 19:46:11 | Tópico: Textos
| Monday afternoon As Vinces (mãe e filha) não foram ao Supermercado Mateus no Bacanga, optaram pelo Antonio’s da praça do Bacurizeiro. 980 milhões de dólares era o preço de um navio porta-contêiner com 400 metros e transporta mais de 20.000 cont. Tuesday matin, 11 de agosto de 2026 O casal de carroceirrinhos na lida, bem cedo paleando o entulho em frente a casa do PM. - Onde a princesa Isabel morava? Quem foi o brasileiro que ensinava inglês aos ingleses? – perguntas jojórnianas feitas a queima-roupa na porta de Nhá Pu pelo serio Jorlene e seus heterônimos. A janela aberta de Gordilho antes do tempo, o poeta estranhou e pegou a caneca e foi lá – Deu com os burros n’agua – O gás acabou. Dezão nas aguas desde domingo, começou bebendo cerveja com o cunhado, não satisfeito recorreu ao Gordilho e dai o pau cantou – ferrou um pedaço de pão – trazia uma sacola com duas gorotinha e Nissin-Niojo – Eu tô com fome, vou me internar de novo. O poeta deu-lhe. INT- RECEPÇÃO DO POSTO MEDICO, RUA 14, VILA EMBRATEL – MANHÃ A gradona e a parceira que o lembraram que a consulta é hoje, alertaram-no ao passarem na oficina. Santo Deus! Esqueceu por completo. - Constantino dos Anzois! – Chamaram-no na ante-sala da triagem O poeta levantou-se. Um senhora de bengala entrava. Aguardou a saída. Peso 60kg55 – pressão 12x08 – Aguarde a medica. O silvo da panela de pressão e odor agradável de um cozido. O burburinho das vozes do corredor lotado dos consultórios. Um bebezinho comendo uma maçã. A atendente mede a pressão de um senhor na cadeira de roda – as crianças fazem a sua festa alheio a expectativa da espera. Um senhor vesgo com uma bolsa de colostomizado. Um desfile de pessoas conhecidas – Seu Buso de Bequimão, ex-carroceiro do Deposito Humberto . Seu Bacabal, ex morador da pensão de Seu Paturi na Afonso Pena. Zé Cachaça e suas pernas garrinchianas andando bengala a figura icônica seu Jamaica e sua perna de pau. Vez enquanto o poeta vai ao banheiro. Muda de lugar, senta-se de frente para o corredor. Seu Buso irrequieto exercita involuntariamente subindo e descendo a rampa do corredor, segurando no corrimão fixado na parede. E a zeladora, tal como um formiga sempre em atividade – varrendo, esfregando, mudando os sacos nas lixeiras. O poeta senta-se diante da porta do consultório 02. – o corredor semi-vazio, apenas cinco aguardam a sua vez. E tome “Belo Maldito” do conterrâneo Vinicius – o poeta conheceu seus avós, assim como seu pai e seus tios todos da mesma rua que ele nasceu e se criou – grande rua Afonso Pena. Leu muito o Jornal Pequeno, o mais popular e rodado na tipografia, ainda viu as linotipos. O poeta José Maria Nascimento e o irmão Jorge dormiam lá. A doutorinha o atende sempre simpática, leu os exames e o encaminhou para um endro e urologista. Também para o neuro e um otorrino. Ela tem 27 anos, nasceu nas bandas da rua São Pantaleão e formou-se em medicina pela UFMA e pretende fazer uma especialização em pediatria. Deu-lhe também um atestado do tratamento e do uso continuou do Tanduou. Passou no cumpadre para ouvir as ultimas. Na pensão uma deliciosa buchada de boi o esperava com feijão branco de ontem e tome “Belo Maldito – que nas alturas da pagina 300 começa a destrinchar os fatos ligados aos moradores da casa na ilha. Muito bom e Juvan querendo tirar o menino de tempo, assim como deve fazer comigo pelas minhas costas. Juvan é sacana. Há muito o poeta vem analisando-o. Gente fina, mas tem esse defeito.
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