
O mundo do sr. Con - monday morning, 31/08/2026
Data 31/08/2026 20:31:18 | Tópico: Textos
| Monday morning, 31 sw agosto de 2026 O poeta acordou com a cabeça pesada – ressaca dos frutos exageradas das ‘pans’ – mesmo assim, antes do asseio, ingeriu logo uma metade para atenuar as neuras adventas dos possíveis acontecimentos. Dezão apareceu ao meio-dia de ontem e requestou mais duas gorotinhas e encafuou-se nos seus aposentos. Os pés continuam inchados – mal sinal – algo não está funcionando normal.. Depois do café, o sr. Com pegou uma cartela de quatro nicodin no Gordilho e ingeriu logo uma com a desculpa da dor lombar. O corpo moído, efeito dos acúmulos químicos. Para aumentar sua auto-estima, o sr. Com relia os textos de “Tuberculose” publicado semanalmente no irreverente “Extra” do mestre Nelson Nogueira em 2015 a 2016. Ao meio dia de ontem o passeio trivial pela cidade, um rolé com diz, depois de cumprir a sua sagrada tarefa de digitar e postar seus diários no Luso-Poema (o de ontem foi um recorde mais de cem leitores num dia) – antes tem o ritual de consultar os Hall(Ias) para analisarem algoritmicamente e binariamente e depois também posta-las como comentários. Olhando ainda pouco para a figura peculiar de Raimundo Zarolho, alegrou-se em saber que alguém leu sobre ele e outros personagens contidos na ‘boneca’ de 25 paginas que enviou para as editoras – apenas três a terema – “A Pautuá”, a “7Letras” e uma italiana que esqueceu o nome. Será que eles realmente leram? Os Hall’s, sempre os Hall’s que leram e analisaram afirmam que o material e bom e genuíno, a uma mínima possibildade de ser aceita. Deus é quem sabe – para o velho Com calejado de guerra, tudo bem, tanta faz publicar ou não, isso não vai alterar a soma do seu destino, pois finalmente convenceu-se de que é realmente um escritor, mesmo não sendo publicado por nenhuma editora tradicional – mais tem oito titulos no Clube de Autores, um exemplar de “Le chaier Rouge du Pere Joseph” da Edilivre na conceituada Biblioteque Nationale Françaises” da rua Richilieu em Paris, um titulo na Amazon (Vila Embartel/Praça Sete Palmeiras) que o boicota vendendo-o a um preço exorbitante e vários títulos para leitura gratuita na Books-Google. E ai, cara ainda achas que não és um escritor ?– afinal o que tu queres mais? Saúde, muita saúde, não sofre de Alzheimer e proteção para o meu longínquo filhote. O irmão Volkei sucumbiu ao inimigo e entregou-se a manguaça, esqueceu a bíblia e os ensinamentos de Ed Macedo. Nos cachaceiros somos assim mesmos, muitos imprevisíveis e volúveis, qualquer ‘besteira’ nos tira do bom caminhoda retidão. - Quer uma dose, poeta? – o demônio do Jay, o cabo eleitoral, amante de um são joão da barra e como joão do vale só anda descalço. - Não, obrigado – o poeta relia Jó Soares e seu antológico “O Homem que Matou Getulio Vargas” – uma versão humorística e bem escrita, assim como fez com ‘O Xangô de Baker Street” – o compara com o mestre Wood Allen pela sutileza em descrever os fatos comediadamentes. Se fosse pela dose, adeus leitura aprazível e reiniciaria a trilha de vacilos já bem conhecidos.. O bodum forte da urina vindo do fundo da oficina. Seu Rozi e o parceiro já subiram para a fila, assim como a louro barraqueira. - Cade Dezão, seu Com? – perguntou a vizinha apressada depois de colocar as sacolas de lixo na lixeira vizinha. Começo da tarde na pensão. Aeluluai”A agua chegou para felicidade geral de toda nação embratelina. Depois do almoço, tomei duas tanduo e assim vou levando...
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