“Todas as divindades residem dentro do peito humano.”
(William Blake)
minha,
donzela-quimera e letrada
minha doce pátria dos olhos e: ora, ao mar inteiro de um “ainda”, e, por me verter
despe-te à nudez inexata, pra que eu te peça, um pouco, e a mais(e...) a descer-me. seja em queda-prima(e acima) dos meus sonhos e o ir.real, (tão)imerso ou, mero. verso, e a ser
eu lhe tomo, prenda de meus dias meus anseios preferidos(e.ditos!) meus contos repartidos(teatro aberto...) por vaga anexa em ata-estaca e seta, o caso deste: coração. e não!
considere o meu pacto-traço por ousadia por inteiro conselho e império de mim, ah! eu ainda, digo:
“és”
a minha preferida dentre todas e de todas as minhas que virão ou de uma, se, somente, ora, me for, mas igual a ti, não!