
Uma mulher comum
Data 25/10/2026 09:33:17 | Tópico: Poemas
| . a minha visão obliqua e oiço a mítica razão matemática personagem de vidas alheias já minha crítica doação crente e ciente, coragem
não era para ser da página margem crescer gigante e minorar certa dose triste ao jantar ou lavagem branca do sangue menina ou esperta
eram mulheres de perna aberta braços esticados e separados prontas na corrida da descoberta para o cio ereto dos lazarados
senhora, que sois aos embriagados esfuziados ao véu do prazer? cuidais que lágrimas vos hão de ter cuidados mais que agora são é safados
menos mulher, mais homem mais animal
nada vos há de proteger nem ser nascestes p'ra te olharem e pensarem nesta vai caber, esta vou foder assim a ladainha até acabarem
no fim, pode ser que um anjo te veja te queira tanto que se torne mortal e que contigo morra no teto abobado de uma nuvem mumificada
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