
Setenta vezes sete
Data 06/11/2026 14:02:37 | Tópico: Poemas
| . sou agora sou com um era numa mistura heterogénea imiscível duas fases em que uma esconde a outra por pura parca prisioneira incapacidade da pena esquecida como do já perdido perdão
morte, talvez? o esquecimento fictício como um perdão natural que torna a vida normal sem julgamento ou vício cidadão comum sentinela moral
nunca eu fora mas já fui nada do que dita uma sociedade secreta e maldita aberta bendita mendiga nos dias santos feriados para os ateus esses sim pecadores à brava de prazeres carnais bestiais e de bestas amorais, despudorados e sem qualquer contenção orgânica e verbal
"Felizes os que estarão à beira do Senhor"
o sonho velado de se sair do vale clerical julga o Católico pelos terços que traz ao peito acaricia o Menino que frequenta a sacristia e embarriga em círculo a própria Filha para destilar sémen e disseminar o nojo que sucumbe ao sol e à negligência
O perdão? ferramenta comum parte linguajar dos uns e outros que nem círculo sequer nem prisioneira esquecida ou mistura indistinta a estudar
só um zero.
à esquerda de um número latino coberto, escondido num qualquer santuário perto de ti
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