
O mundo do sr. Con - Friday, 06/11/2026
Data 06/11/2026 19:53:06 | Tópico: Textos
| Friday, 06/11/2026 - Buongiorno! – saudou-lhe a decana freira das irmãs Combonianas, do convento lá de cima. Uma irmã da Igreja Universal entrega-lhe um exemplar da “Folha Universal”- o cheiro da tinta impressa anestesiou suas narinas. Na Padaria universal – Sarja e um parceiro merendavam bem na entrada. Os outros PMs discretos preferem a mesa do fundo. Todos pecados de Sarja foram anistiados quando gravou um pen-drive com arquivos literários do poeta. O carro amarelo e estilizado do serie Paulinho, o palhaço Pirulito e suas musiquinhas bem pueris. O carro das galinhas: “Alô, você estamos entrando na sua rua e no seu bairro para anunciar as promoções das galinhas” – entrou na 24street e saiu na 25. A visão ensolarada da bela Francy bela, uma cinquentona bem conservada da rua 23 – descendo-a e subindo a avenida Sarney Filho. - Será que ele já veio buscar ela? – perguntou a vovozinha magrinha com cabelo de índio para a desinteressada netona. O filho mais novo da vizinha do lado tira o carro da garagem. O tiozinho dos carros de mãos que todos os dias promete trazer uns três para Dezão dar uma geral, reiterou que amanhã sem falta os trará. Bah! Segundo Gordilho, Dezão parou e entrou na fase critica das doenças pós-alcoolicas. - Bonjour, eu tomei os remédios e vomitei. Será que posso tomar de novo? – inquiriu Dezão, sem camisa e um bermudão de malha azul no rendengue, mostrando o seu cofrão. - Dezão, eu não sei, pergunta para o teu medico – respondeu o poeta E Dezão aproou em direção a taverna de Gordilho e seu Rorriz pontual como os britânicos foi entrando e sentando-se. Minuto depois ele retorna ofegante com umas cartelas de comprimdos e um litrinho com agua gelada – arriou-se ao lado de Seu Rorriz, a aparência era daqueles budas tibetanos – Pediu para o companheiro debulhar as pílulas das cartelas e tomou todas de um só vez com um gole d’agua. Depois levantou-se e saiu pesado atravessando para a casa grande dos pais na esquina da 23 com a avenida. O doidão gritou do meio da rua com um fogão na cabeça: - Ainda tem mais um armário. Seu Rorriz, assim como Tio Chagas ambos voltando de barriga cheia do popular – Frango e dobradinha. Dezão vomitou e sentou-se com o rosto igual ao do bicho preguiça e bebendo agua. - Eu tô me sentindo fraco – desabafou ao levantar-se – vou para casa. - É Gordo! – gritava seu Niva, o pixixitinho do lava-jato na janela de Gordilho. Na pensão Vince. -O QUE É ISSO? – gritou espantada a sra. Vince ao ouvir o barulho da frigideira que o sr. COn colocava entre as outras na bateria. - Calma, mamãe! É seu Constantino guardando a frigideira – amenizou a pequenina. Ambas estavam na exígua sala de estar. Ze Grandleão não deu jeito na tramela do trinco. Sr. Com apenas sorriu: - Essa senhora Vince sempre procurando um pezinho para um barraco. E sua vitima preferida é o nosso poeta.
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