<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Luso-Poemas</title>
    <link>https://www.luso-poemas.net/</link>
    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 07:28:07 +0000</lastBuildDate>
    <docs>http://backend.userland.com/rss/</docs>
    <generator>XOOPS</generator>
    <category>António Aleixo</category>
    <managingEditor>admin at luso-poemas dot net</managingEditor>
    <webMaster>admin at luso-poemas dot net</webMaster>
    <language>pt_BR</language>
        <image>
      <title>Luso-Poemas</title>
      <url>https://www.luso-poemas.net/images/logo.gif</url>
      <link>https://www.luso-poemas.net/</link>
      <width>144</width>
      <height>150</height>
    </image>
            <item>
      <title>A Torpe Sociedade onde Nasci</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=2013</link>
      <description>&lt;br /&gt;A Torpe Sociedade onde Nasci I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver um garotito esfarrapado&lt;br /&gt;Brincando numa rua da cidade,&lt;br /&gt;Senti a nostalgia do passado,&lt;br /&gt;Pensando que jÃ¡ fui daquela idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que feliz eu era entÃ£o e que alegria...&lt;br /&gt;Que loucura a brincar, santo delÃ­rio!...&lt;br /&gt;Embora fosse mÃ¡rtir, nÃ£o sabia&lt;br /&gt;Que o mundo me criava p&#039;ra o martÃ­rio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÃ¡ quando um homenzinho, Ã© que senti&lt;br /&gt;O dilema terrÃ­vel que me impÃ´s&lt;br /&gt;A torpe sociedade onde nasci:&lt;br /&gt;Â— De ser vÃ­tima humilde ou ser algoz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora Ã© o acaso quem me guia.&lt;br /&gt;Sem esperanÃ§a, sem um fim, sem uma fÃ©,&lt;br /&gt;Sou tudo: mas nÃ£o sou o que seria&lt;br /&gt;Se o mundo fosse bom Â— como nÃ£o Ã©!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tuberculoso!... Mas que triste sorte!&lt;br /&gt;Podia suicidar-me, mas nÃ£o quero&lt;br /&gt;Que o mundo diga que me desespero&lt;br /&gt;E que me mato por ter medo Ã  morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AntÃ³nio Aleixo, in &quot;Este Livro que Vos Deixo...&quot;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Sep 2013 21:51:19 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=2013</guid>
    </item>
        <item>
      <title>O Beijo Mata o Desejo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1916</link>
      <description>O Beijo Mata o Desejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOTE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Â«NÃ£o te beijo e tenho ensejo &lt;br /&gt;Para um beijo te roubar; &lt;br /&gt;O beijo mata o desejo &lt;br /&gt;E eu quero-te desejar.Â» &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque te amo de verdade, &lt;br /&gt;&#039;stou louco por dar-te um beijo, &lt;br /&gt;Mas contra a tua vontade &lt;br /&gt;NÃ£o te beijo e tenho ensejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo que deves ter &lt;br /&gt;MilhÃµes deles p&#039;ra me dar, &lt;br /&gt;Teria que enlouquecer &lt;br /&gt;Para um beijo te roubar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como em teus lÃ¡bios puros, &lt;br /&gt;Guardas tudo quanto almejo, &lt;br /&gt;Doutros desejos futuros &lt;br /&gt;O beijo mata o desejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roubando um, mil te daria; &lt;br /&gt;O que nÃ£o posso Ã© jurar &lt;br /&gt;Que nÃ£o te aborreceria, &lt;br /&gt;E eu quero-te desejar!    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AntÃ³nio Aleixo, in &quot;Este Livro que Vos Deixo...&quot;</description>
      <pubDate>Thu, 11 Apr 2013 21:43:28 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1916</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Que Feliz Destino o Meu</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1792</link>
      <description>Que Feliz Destino o Meu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOTE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Â«Que feliz destino o meu &lt;br /&gt;Desde a hora em que te vi; &lt;br /&gt;Julgo atÃ© que estou no cÃ©u &lt;br /&gt;Quando estou ao pÃ© de ti.Â» &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus te deu, com certeza, &lt;br /&gt;Tanta luz, tanta pureza, &lt;br /&gt;P&#039;rÃ² meu destino ser teu, &lt;br /&gt;Deu-me tudo quanto eu queria &lt;br /&gt;E nem tanto eu merecia... &lt;br /&gt;Que feliz destino o meu!    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ã€s vezes atÃ© suponho &lt;br /&gt;Que vejo atravÃ©s dum sonho &lt;br /&gt;Um mundo onde nÃ£o vivi. &lt;br /&gt;Porque nÃ£o vivi outrora &lt;br /&gt;A vida que vivo agora &lt;br /&gt;Desde a hora em que te vi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofro enquanto nÃ£o te veja &lt;br /&gt;Ao meu lado na igreja, &lt;br /&gt;Envolta num lindo vÃ©u. &lt;br /&gt;Ver entÃ£o que te pertenÃ§o, &lt;br /&gt;Oh! Meu Deus, quando assim penso, &lt;br /&gt;Julgo atÃ© que &#039;stou no cÃ©u. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ã‰ no teu olhar tÃ£o puro &lt;br /&gt;Que vou lendo o meu futuro, &lt;br /&gt;Pois o passado esqueci; &lt;br /&gt;E fico recompensado &lt;br /&gt;Da perda desse passado &lt;br /&gt;Quando estou ao pÃ© de ti. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AntÃ³nio Aleixo, in &quot;Este Livro que Vos Deixo...&quot;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Aug 2012 20:19:03 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1792</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Ser Doido-Alegre, que Maior Ventura!</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1791</link>
      <description>Ser doido-alegre, que maior ventura! &lt;br /&gt;Morrer vivendo p&#039;ra alÃ©m da verdade. &lt;br /&gt;Ã‰ tÃ£o feliz quem goza tal loucura &lt;br /&gt;Que nem na morte crÃª, que felicidade! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encara, rindo, a vida que o tortura, &lt;br /&gt;Sem ver na esmola, a falsa caridade, &lt;br /&gt;Que bem no fundo Ã© sÃ³ vaidade pura, &lt;br /&gt;Se acaso houver pureza na vaidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÃ¡ que nÃ£o tenho, tal como preciso, &lt;br /&gt;A felicidade que esse doido tem &lt;br /&gt;De ver no purgatÃ³rio um paraÃ­so... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direi, ao contemplar o seu sorriso, &lt;br /&gt;Ai quem me dera ser doido tambÃ©m &lt;br /&gt;P&#039;ra suportar melhor quem tem juÃ­zo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AntÃ³nio Aleixo, in &quot;Este Livro que Vos Deixo...&quot;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 28 Aug 2012 18:50:04 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1791</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Vida e Obra</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1790</link>
      <description>AntÃ³nio Fernandes Aleixo OM (Vila Real de Santo AntÃ³nio, 18 de Fevereiro de 1899 Â— LoulÃ©, 16 de Novembro de 1949) foi um poeta popular portuguÃªs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado um dos poetas populares algarvios de maior relevo, famoso pela sua ironia e pela crÃ­tica social sempre presente nos seus versos, AntÃ³nio Aleixo tambÃ©m Ã© recordado por ter sido simples, humilde e semi-analfabeto, e ainda assim ter deixado como legado uma obra poÃ©tica singular no panorama literÃ¡rio portuguÃªs da primeira metade do sÃ©culo XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No emaranhado de uma vida cheia de pobreza, mudanÃ§as de emprego, emigraÃ§Ã£o, tragÃ©dias familiares e doenÃ§as na sua figura de homem humilde e simples, havia o perfil de uma personalidade rica, vincada e conhecedora das diversas realidades da cultura e sociedade do seu tempo. Do seu percurso de vida fazem parte profissÃµes como tecelÃ£o, guarda de polÃ­cia e servente de pedreiro, trabalho este que, como emigrante foi exercido em FranÃ§a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De regresso ao seu paÃ­s natal, estabeleceu-se novamente em LoulÃ©, onde passou a vender cautelas e a cantar as suas produÃ§Ãµes pelas feiras portuguesas, atividades que se juntaram Ã s suas muitas profissÃµes e que lhe renderia a alcunha de &quot;poeta-cauteleiro&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faleceu por conta de uma tuberculose, em 16 de Novembro de 1949, doenÃ§a que tempos antes havia tambÃ©m vitimado uma de suas filhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta possuidor de uma rara espontaneidade, de um apurado sentido filosÃ³fico e notÃ¡vel pela Â«capacidade de expressÃ£o sintÃ©tica de conceitos com conteÃºdo de pensamento moralÂ», AntÃ³nio Aleixo tinha por motivos de inspiraÃ§Ã£o desde as brincadeiras dirigidas aos amigos atÃ© Ã  crÃ­tica sofrida das injustiÃ§as da vida. Ã‰ notÃ¡vel em sua poesia a expressÃ£o concisa e original de uma &quot;amarga filosofia, aprendida na escola impiedosa da vida&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua conhecida obra poÃ©tica Ã© uma parte mÃ­nima de um vasto repertÃ³rio literÃ¡rio. O poeta, que escrevia sempre usando a mÃ©trica mais comum na lÃ­ngua portuguesa (heptassÃ­labos, em pequenas composiÃ§Ãµes de quatro versos, conhecidas como &quot;quadras&quot; ou &quot;trovas&quot;), nunca teve a preocupaÃ§Ã£o de registar suas composiÃ§Ãµes. Foi o trabalho de Joaquim de MagalhÃ£es, que se dedicou a compilar os versos que eram ditados pelo poeta no intuito de compor o primeiro volume de suas poesias (Quando ComeÃ§o a Cantar), com o posterior registo do prÃ³prio poeta tendo o incentivo daquele mesmo professor, a obra de AntÃ³nio Aleixo adquiriu algum trabalho documentado. Antes de MagalhÃ£es, contudo, alguns amigos do poeta lanÃ§aram folhetos avulsos com quadras por ele compostas, mais no intuito, Ã  Ã©poca, de angariar algum dinheiro que ajudasse o poeta na sua situaÃ§Ã£o de misÃ©ria que com a intenÃ§Ã£o maior de permanÃªncia da obra na forma escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudiosos de AntÃ³nio Aleixo ainda conjugam esforÃ§os no sentido de reunir o seu espÃ³lio, que ainda se encontra fragmentado por vÃ¡rios pontos do Algarve, algum dele jÃ¡ localizado. Sabe-se tambÃ©m que vÃ¡rios cadernos seus de poesia, foram cremados como meio de defesa contra o vÃ­rus infeccioso da doenÃ§a que o vitimou, sem dÃºvida, um Â«sacrifÃ­cioÂ» impensado, levado a cabo pelo desconhecimento de seus vizinhos. Foi esta uma perda irreparÃ¡vel de um patrimÃ³nio insubstituÃ­vel no vasto mundo da literatura portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da descoberta de Joaquim de MagalhÃ£es, o grande responsÃ¡vel por &quot;passar a limpo&quot; e registar a obra do poeta, AntÃ³nio Aleixo passou a ser apreciado por inÃºmeras figuras da sociedade e do meio cultural algarvio. TambÃ©m Ã© digno de registo JosÃ© Rosa Madeira, que o protegeu, divulgou e colecionou os seus escritos, contribuindo no lanÃ§amento do primeiro livro, &quot;Quando ComeÃ§o a Cantar&quot; (1943), editado pelo CÃ­rculo Cultural do Algarve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opiniÃ£o pÃºblica aceitou a primeira obra de AntÃ³nio Aleixo com bom agrado, sendo bem acolhida pela crÃ­tica. Com uma tiragem de cerca de 1.100 exemplares, o livro esgotou-se em poucos dias, o que proporcionou ao Poeta Aleixo uma pequena melhoria de vida, contudo ensombrada pela morte de uma filha sua, doente com tuberculose. Desta mesma doenÃ§a viria o poeta a sofrer pelos tratamentos que vida lhe foi impondo, tendo que ser internado no Hospital Â– SanatÃ³rio dos CovÃµes, em Coimbra, a 28 de Junho de 1943.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Coimbra comeÃ§a uma nova era para o poeta que descobre novas amizades e deleita-se com novos admiradores, que reconhecem o seu talento, de destacar o Dr. Armando GonÃ§alves, o escritor Miguel Torga e AntÃ³nio Santos (TÃ³ssan), o artista plÃ¡stico e autor da mais conhecida imagem do poeta algarvio, amigo do poeta que nunca o desamparou nas horas difÃ­ceis. Os seus Ãºltimos anos de vida foram passados, ora no sanatÃ³rio em Coimbra, ora no Algarve, em LoulÃ©.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 27 de Maio de 1944 recebeu o grau de Oficial da Ordem do MÃ©rito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em homenagem ao poeta popular e Ã  sua obra, muitos distritos portugueses atribuÃ­ram o seu nome a ruas e avenidas e atÃ© a diversas escolas, como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Liceu de PortimÃ£o passou a chamar-se Escola SecundÃ¡ria Poeta AntÃ³nio Aleixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em PaÃ§o de Arcos junto da Escola NÃ¡utica tambÃ©m existe uma rua com o nome de AntÃ³nio Aleixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em SetÃºbal, o nome do poeta foi tambÃ©m atribuÃ­do a uma rua de um bairro da cidade, situado na zona do &lt;br /&gt;Centro Hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Camarate no Bairro SÃ£o JosÃ©&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Albufeira, junto Ã s praias no Algarve, e em muitas ruas espalhadas por esse Portugal fora e nÃ£o sÃ³, pode-se ver e ouvir o nome do Poeta do Povo imortalizado em alguma placa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HÃ¡ alguns anos tambÃ©m passou a existir a Â«FundaÃ§Ã£o AntÃ³nio AleixoÂ» com sede em LoulÃ© e que jÃ¡ usufrui do Estatuto de Utilidade PÃºblica, o que lhe permite atribuir bolsas de estudo aos mais carenciados, facto que deve ser encarado como bastante positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento a este poeta tem-se repercutido noutros paÃ­ses de lÃ­ngua portuguesa, nos quais o nome de Aleixo foi imortalizado em instituiÃ§Ãµes como, por exemplo, a Escola Poeta AntÃ³nio Aleixo no Liceu CatÃ³lico de SÃ£o Paulo no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AntÃ³nio Fernandes Aleixo estÃ¡ hoje, bem enraizado e presente. As suas obras foram apresentadas na televisÃ£o, rÃ¡dio e demais sistemas de informaÃ§Ã£o, os seus versos incluÃ­dos em diversas antologias, o seu nome figura na histÃ³ria da literatura de lÃ­ngua portuguesa, Ã© patrono de instituiÃ§Ãµes e grupos polÃ­tico-culturais, existem medalhas cunhadas e monumentos erigidos em sua honra. Da sua autoria estÃ£o publicadas as seguintes obras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comeÃ§ou a cantar Â– (1943);&lt;br /&gt;Intencionais Â– (1945);&lt;br /&gt;Auto da vida e da morte Â– (1948);&lt;br /&gt;Auto do curandeiro Â– (1949);&lt;br /&gt;Auto do Ti Jaquim - incompleto (1969);&lt;br /&gt;Este livro que vos deixo Â– (1969) - reuniÃ£o de toda a obra do poeta;&lt;br /&gt;InÃ©ditos Â– (1979); tendo sido, estes quatro Ãºltimos, publicados postumamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*fonte: wikipÃ©dia.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 1970 15:40:00 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1790</guid>
    </item>
      </channel>
</rss>