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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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    <category>Friedrich Nietzsche</category>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>O Amor ao Próximo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=4570</link>
      <description>Vós outros andais muito solícitos em redor do próximo, e a vossa solicitude exprime-se em belas palavras. Mas eu vos digo: o vosso amor ao próximo é apenas o vosso mau amor por vós próprios.&lt;br /&gt;É para fugirdes de vós que andais em volta do próximo, e quereríeis converter isso numa virtude; mas pus a claro o vosso «desinteresse».&lt;br /&gt;(...) Não suportais a vossa própria companhia, e não vos amais o suficiente; procurais então seduzir o próximo com o vosso amor e doirar-vos com o seu erro.&lt;br /&gt;Eu quisera que todos os próximos e aqueles que se seguem se vos tornassem intoleráveis: assim teríeis de extrair de vós mesmos o amigo de coração transbordante.&lt;br /&gt;Convocais uma testemunha quando quereis dizer bem de vós; e logo que a haveis induzido a pensar bem da vossa pessoa, vós mesmos pensais bem da vossa pessoa.&lt;br /&gt;É mentiroso não só o que fala contra a sua consciência, mas também o que fala contra a sua inconsciência. Ora é assim que falais de vós no trânsito diário, e que enganais o próximo e a vós mesmos.&lt;br /&gt;Assim fala o louco: &#039;O convívio dos homens estraga o carácter, sobretudo quando não tem carácter&#039;.&lt;br /&gt;Um procura o próximo porque se procura, o outro porque anseia perder-se. O vosso mau amor por vós próprios converte a vossa solidão num cativeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche, in &#039;Assim Falava Zaratustra&#039; </description>
      <pubDate>Tue, 20 May 2014 18:27:38 +0000</pubDate>
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      <title>O Caminho da Felicidade</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=3869</link>
      <description>Um sábio perguntava a um louco qual era o caminho da felicidade. O louco respondeu-lhe imediatamente, como alguém a quem se pergunta o caminho da cidade vizinha: «Admira-te a ti mesmo e vive na rua». «Alto lá», exclamou o sábio, «pedes demais, basta já que nos admiremos!» E o louco respondeu logo: «Mas como admirar sem cessar se não nos desprezarmos constantemente?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche, in &quot;A Gaia Ciência&quot;</description>
      <pubDate>Fri, 02 May 2014 13:31:23 +0000</pubDate>
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      <title>Os Fortes Aspiram a Separar-se e os Fracos a Unir-se</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=3376</link>
      <description> O crescimento da comunidade frutifica no indivíduo um interesse novo que o aparta da sua pena pessoal, da sua aversão à sua própria pessoa. Todos os doentes aspiram instintivamente a organizar-se em rebanhos, o sacerdote ascético adivinha este instinto e alenta-os onde quer que haja rebanhos, o instinto de fraqueza forma-os, a habilidade do sacerdote organiza-os. Não nos enganemos: os fortes aspiram a separar-se e os fracos a unir-se; se os primeiros se reúnem, é para uma acção agressiva comum, que repugna muito à consciência de cada qual; pelo contrário, os últimos unem-se pelo prazer que acham em unir-se; porque isto satisfaz o seu instinto, assim como irrita o instinto dos fortes. Toda a oligarquia envolve o desejo da tirania; treme continuamente por causa do esforço que cada um dos indivíduos tem que fazer para dominar este desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche, in &#039;Genealogia da Moral&#039;</description>
      <pubDate>Wed, 16 Apr 2014 18:19:10 +0000</pubDate>
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      <title>Declaração de Amor</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=3314</link>
      <description>(e o poeta cai na armadilha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó maravilha! Voará ainda?&lt;br /&gt;Sobe e as suas asas não se mexem?&lt;br /&gt;Quem é então que o leva e faz subir?&lt;br /&gt;Que fim tem ele, caminho ou rédea, agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a estrela e a eternidade&lt;br /&gt;Vive nas alturas de que se afasta a vida,&lt;br /&gt;Compassivo, mesmo para com a inveja...&lt;br /&gt;E quem o vê subir sobe também alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó albatroz! Ó minha ave!&lt;br /&gt;Um desejo eterno me empurra para os cimos&lt;br /&gt;Pensei em ti e chorei.&lt;br /&gt;Chorei mais e mais... Sim, eu amo-te!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche, in &quot;A Gaia Ciência&quot;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:09:57 +0000</pubDate>
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      <title>Sabedoria do Mundo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=3313</link>
      <description>Não fiques em terreno plano.&lt;br /&gt;Não subas muito alto.&lt;br /&gt;O mais belo olhar sobre o mundo&lt;br /&gt;Está a meia encosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche, in &quot;A Gaia Ciência&quot;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 17:07:02 +0000</pubDate>
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