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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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    <category>Alexandre O´Neill</category>
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      <title>O Beijo</title>
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      <description>Congresso de gaivotas neste cÃ©u &lt;br /&gt;Como uma tampa azul cobrindo o Tejo. &lt;br /&gt;Querela de aves, pios, escarcÃ©u. &lt;br /&gt;Ainda palpitante voa um beijo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donde teria vindo! (NÃ£o Ã© meu...) &lt;br /&gt;De algum quarto perdido no desejo? &lt;br /&gt;De algum jovem amor que recebeu &lt;br /&gt;Mandado de captura ou de despejo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ã‰ uma ave estranha: colorida, &lt;br /&gt;Vai batendo como a prÃ³pria vida, &lt;br /&gt;Um coraÃ§Ã£o vermelho pelo ar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Ã© a forÃ§a sem fim de duas bocas, &lt;br /&gt;De duas bocas que se juntam, loucas! &lt;br /&gt;De inveja as gaivotas a gritar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre O&#039;Neill, in &#039;No Reino da Dinamarca&#039;</description>
      <pubDate>Fri, 15 Mar 2013 21:43:47 +0000</pubDate>
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      <title>E de Novo, Lisboa...</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1832</link>
      <description>E de novo, Lisboa, te remancho, &lt;br /&gt;numa deriva de quem tudo olha &lt;br /&gt;de viÃ©s: esvaÃ­do, o boi no gancho, &lt;br /&gt;ou o outro vermelho que te molha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sangue na serradura ou na calÃ§ada, &lt;br /&gt;que mais faz se Ã© de homem ou de boi? &lt;br /&gt;O sangue Ã© sempre uma papoila errada, &lt;br /&gt;cerceado do coraÃ§Ã£o que foi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Groselha, na esplanada, bebe a velha, &lt;br /&gt;e um cartaz, da parede, nos convida &lt;br /&gt;a dar o sangue. Franzo a sobrancelha: &lt;br /&gt;dizem que o sangue Ã© vida; mas que vida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui, &lt;br /&gt;na terra onde nasceste e eu nasci? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre O&#039;Neill, in &#039;De Ombro na Ombreira&#039;</description>
      <pubDate>Wed, 14 Nov 2012 10:25:56 +0000</pubDate>
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      <title>O quotidiano Â“nÃ£oÂ”</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1504</link>
      <description>&lt;br /&gt;Estamos todos bem servidos&lt;br /&gt;de solidÃ£o.&lt;br /&gt;De manhÃ£ a recolhemos&lt;br /&gt;do saco, em lugar de pÃ£o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PÃ£o Ã© claro que temos &lt;br /&gt;(nÃ£o sou exageradÃ£o)&lt;br /&gt;mas esta imagem do saco&lt;br /&gt;contendo um pequeno Â«nÃ£oÂ»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nÃ£o figura nesta prosa&lt;br /&gt;assim do pÃ© para a mÃ£o,&lt;br /&gt;pois o saco utilizado,&lt;br /&gt;que pode ser o do pÃ£o, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;recebe modestamente&lt;br /&gt;a corriqueira fracÃ§Ã£o &lt;br /&gt;desse alimento que Ã©&lt;br /&gt;tÃ£o distribuÃ­do, tÃ£o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a domicÃ­lio como&lt;br /&gt;o leite ou o pÃ£o.&lt;br /&gt;Mas esse leitor aÃ­&lt;br /&gt;(bem real!) jÃ¡ diz que nÃ£o,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que nunca viu no tal saco&lt;br /&gt;o tal Â«nÃ£oÂ».&lt;br /&gt;Ao que o poeta responde,&lt;br /&gt;sem maior desilusÃ£o:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para dizer a verdade,&lt;br /&gt;eu tambÃ©m nÃ£o...&lt;br /&gt;Mas estava confiante&lt;br /&gt;na sua imaginaÃ§Ã£o&lt;br /&gt;(ou na minha...) e que sentia&lt;br /&gt;como eu a solidÃ£o&lt;br /&gt;e quanto ela Ã© objecto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da carinhosa atenÃ§Ã£o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de quem hoje nos fornece&lt;br /&gt;o quotidiano Â«nÃ£oÂ»,&lt;br /&gt;por todos os meios, desde&lt;br /&gt;a fingida distracÃ§Ã£o,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;atÃ© ao entre-parÃªntesis&lt;br /&gt;de qualquer reclusÃ£o...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Â“Poesias CompletasÂ” Biblioteca de Autores Portugueses, Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1983&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 21:51:28 +0000</pubDate>
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      <title>Amigo</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=752</link>
      <description>Mal nos conhecemos &lt;br /&gt;Inauguramos a palavra amigo! &lt;br /&gt;Amigo Ã© um sorriso &lt;br /&gt;De boca em boca, &lt;br /&gt;Um olhar bem limpo &lt;br /&gt;Uma casa, mesmo modesta, que se oferece. &lt;br /&gt;Um coraÃ§Ã£o pronto a pulsar &lt;br /&gt;Na nossa mÃ£o! &lt;br /&gt;Amigo (recordam-se, vocÃªs aÃ­, &lt;br /&gt;Escrupulosos detritos?) &lt;br /&gt;Amigo Ã© o contrÃ¡rio de inimigo! &lt;br /&gt;Amigo Ã© o erro corrigido, &lt;br /&gt;NÃ£o o erro perseguido, explorado. &lt;br /&gt;Ã‰ a verdade partilhada, praticada. &lt;br /&gt;Amigo Ã© a solidÃ£o derrotada! &lt;br /&gt;Amigo Ã© uma grande tarefa, &lt;br /&gt;Um trabalho sem fim, &lt;br /&gt;Um espaÃ§o Ãºtil, um tempo fÃ©rtil, &lt;br /&gt;Amigo vai ser, Ã© jÃ¡ uma grande festa! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************************************&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 22 Sep 2008 10:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Vida e Obra</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=630</link>
      <description>Alexandre Manuel VahÃ­a de Castro O&#039;Neill de BulhÃµes Â– nasceu em Lisboa, 19 de Dezembro de 1924 Â— 21 de Agosto de 1986), ou simplemente Alexandre O&#039;Neill, descendente de irlandeses, foi um importante poeta do movimento surrealista em Portugal fundador do Movimento Surrealista de Lisboa. Foi vÃ¡rias vezes preso pela polÃ­cia polÃ­tica, a PIDE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autodidacta, fez os estudos liceais, frequentou a Escola NÃ¡utica (Curso de Pilotagem), trabalhou na PrevidÃªncia, no ramo dos seguros, nas bibliotecas itinerantes da FundaÃ§Ã£o Gulbenkian, e foi tÃ©cnico de publicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algum tempo, publicou uma crÃ³nica semanal no DiÃ¡rio de Lisboa.&lt;br /&gt;Datam do ano de 1947 duas cartas de O&#039;Neill que demonstram o seu interesse pelo surrealismo, dizendo numa delas (de Outubro) possuir jÃ¡ os Manifestos de Breton e a Histoire du Surrealisme de M. Nadeau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo ano, O&#039;Neill, Cesariny e MÃ¡rio Domingues comeÃ§am a fazer experiÃªncias a nÃ­vel da linguagem, na linha do surrealismo, sobretudo com os seus CadÃ¡veres Esquisitos e DiÃ¡logos AutomÃ¡ticos, que conduziam ao desmembramento do sentido lÃ³gico dos textos e Ã  pluralidade de sentidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1948, fundou com o poeta Cesariny, com JosÃ©-Augusto FranÃ§a, AntÃ³nio Pedro e Vespeira o Grupo Surrealista de Lisboa. Com a saÃ­da de Cesariny, em Agosto de 1948, o grupo cindiu-se em dois, dando origem ao Grupo Surrealista Dissidente (que integrou, alÃ©m do prÃ³prio Cesariny, personalidades como AntÃ³nio Maria Lisboa e Pedro Oom).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1949, tiveram lugar as principais manifestaÃ§Ãµes do movimento surrealista em Portugal, como a ExposiÃ§Ã£o do Grupo Surrealista de Lisboa (em Janeiro), onde expuseram Alexandre O&#039;Neill, AntÃ³nio DaCosta, AntÃ³nio Pedro, Fernando de Azevedo, JoÃ£o Moniz Pereira, JosÃ©-Augusto FranÃ§a e Vespeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa ocasiÃ£o, Alexandre O&#039;Neill publicou A Ampola Miraculosa, constituÃ­da por 15 imagens sem qualquer ligaÃ§Ã£o e respectivas legendas, sem que entre imagem e legenda se estabelecesse um nexo lÃ³gico, o que torna altamente irÃ³nico o subtÃ­tulo da obra, Â«romanceÂ». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta obra poderÃ¡ ser considerada paradigmÃ¡tica do surrealismo portuguÃªs. Foram lanÃ§ados, ainda nesse ano, os primeiros nÃºmeros dos Cadernos Surrealistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Maio do mesmo ano, foi a vez de o Grupo Surrealista Dissidente organizar uma sÃ©rie de conferÃªncias com o tÃ­tulo geral Â«O Surrealismo e o Seu PÃºblicoÂ», em que AntÃ³nio Maria Lisboa leu o que se pode considerar o primeiro manifesto surrealista portuguÃªs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve ainda mais duas exposiÃ§Ãµes levadas a cabo por este grupo (em Junho de 1949 e no ano seguinte, no mesmo mÃªs), sem grande repercussÃ£o junto do pÃºblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma fase de ataques pessoais entre os dois grupos (1950-52), que atingiram sobretudo JosÃ©-Augusto FranÃ§a, e apÃ³s a morte de AntÃ³nio Maria Lisboa, extinguiram-se os grupos surrealistas, continuando todavia o surrealismo a manifestar-se na produÃ§Ã£o individual de alguns autores, incluindo o prÃ³prio Alexandre O&#039;Neill, que se demarcara, jÃ¡ em 1951, no Pequeno Aviso do Autor ao Leitor, inserido em Tempo de Fantasmas. Nessa mesma obra, sobretudo na primeira parte, ExercÃ­cios de Estilo (1947-49), a influÃªncia do surrealismo manifesta-se em poemas como DiÃ¡logos Falhados, InventÃ¡rio ou A Central das Frases e na insistÃªncia em motivos comuns a muitos poetas surrealistas, como a bicicleta e a mÃ¡quina de costura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte da obra, Poemas (1950-51), essa influÃªncia, embora ainda presente, Ã© atenuada, como acontecerÃ¡ em No Reino da Dinamarca (1958) e Abandono Vigiado (1960).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia de Alexandre O&#039;Neill concilia uma atitude de vanguarda (surrealismo e experiÃªncias prÃ³ximas do concretismo) Â— que se manifesta no carÃ¡cter lÃºdico do seu jogo com as palavras, no seu bestiÃ¡rio, que evidencia o lado surreal do real, ou nos tÃ­picos Â«inventÃ¡riosÂ» surrealistas Â— com a influÃªncia da tradiÃ§Ã£o literÃ¡ria (de autores como Nicolau Tolentino e o abade de Jazente, por exemplo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus textos caracterizam-se por uma intensa sÃ¡tira a Portugal e aos portugueses, destruindo a imagem de um proletariado herÃ³ico criada pelo neo-realismo, a que contrapÃµe a vida mesquinha, a dor do quotidiano, vista no entanto sem dramatismos, ironicamente, numa alternÃ¢ncia entre a constataÃ§Ã£o do absurdo da vida e o humor como Ãºnica forma de se lhe opor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temas como a solidÃ£o, o amor, o sonho, a passagem do tempo ou a morte, conduzem ao medo (veja-se Â«O Poema Pouco Original do MedoÂ», com a sua figuraÃ§Ã£o simbÃ³lica do rato) e/ou Ã  revolta, de que o homem sÃ³ poderÃ¡ libertar-se atravÃ©s do humor, contrabalanÃ§ado por vezes por um tom discretamente sentimental, revelador de um certo desespero perante o marasmo do paÃ­s Â— Â«meu remorso, meu remorso de todos nÃ³sÂ». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este humor Ã©, muitas vezes, manifestado numa linguagem que parodia discursos estereotipados, como os discursos oficiais ou publicitÃ¡rios, ou que reflecte a prÃ³pria organizaÃ§Ã£o social, pela integraÃ§Ã£o nela operada do calÃ£o, da gÃ­ria, de lugares-comuns pequeno-burgueses, de onomatopeias ou de neologismos inventados pelo autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo : Vida e Obra&lt;br /&gt;1924: Filho de um bancÃ¡rio e de uma dona de casa, nasce em Lisboa Alexandre Manuel Vahia de Castro OÂ’Neill de BulhÃµes. Â– &lt;br /&gt;1944: Termina o 1.Âº ano da Escola NÃ¡utica de Lisboa mas, por causa da sua miopia, Ã©-lhe recusada a cÃ©dula marÃ­tima para exercer pilotagem. Alexandre nÃ£o continua os estudos. Â– &lt;br /&gt;1945: Final da II Guerra Mundial. Â– &lt;br /&gt;1946: Em consequÃªncia de um conflito familiar, OÂ’Neill abandona a casa dos pais e passa a viver na casa do tio materno. Â– &lt;br /&gt;1948: Ã‰ um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa; colabora na Ampola Miraculosa, livro de colagens surrealistas. Â– &lt;br /&gt;1949: Em Lisboa, apaixona-se pela surrealista francesa Nora Mitrani. Â– &lt;br /&gt;1950: Grande polÃ©mica e OÂ’Neill rompe com o Movimento Surrealista. Â– &lt;br /&gt;1951: Publica a colectÃ¢nea Tempo de Fantasmas. Â– &lt;br /&gt;1953: Morte de Estaline. Durante 40 dias OÂ’Neill fica preso pela PIDE. Â– &lt;br /&gt;1956: XX Congresso do PCUS, Kruchtchev denuncia os crimes de Estaline. Â– &lt;br /&gt;1957: Alexandre casa com NoÃ©mia Delgado. Â– &lt;br /&gt;1958: Publica No Reino da Dinamarca. Â– &lt;br /&gt;1959: Nascimento de Alexandre Delgado O&#039;Neill, primeiro filho do poeta. Â– &lt;br /&gt;1960: Publica Abandono Vigiado. Â– &lt;br /&gt;1961: SuicÃ­dio de Nora Mitrani. Â– &lt;br /&gt;1962: OÂ’Neill publica Poemas com EndereÃ§o. Â– &lt;br /&gt;1965: Publica Feira Cabisbaixa. Â– &lt;br /&gt;1966: Em Turim, ItÃ¡lia, sÃ£o publicados poemas de OÂ’Neill sob o tÃ­tulo Portogallo mio rimorso. Â– &lt;br /&gt;1969: Publica De Ombro na Ombreira. Â– &lt;br /&gt;1970: Publica As Andorinhas nÃ£o tÃªm Restaurante.  &lt;br /&gt;1971: Alexandre divorcia-se de NoÃ©mia e no mesmo ano casa com Teresa PatrÃ­cio Gouveia. Â– &lt;br /&gt;1972: Publica Entre a Cortina e a VidraÃ§a. Â– &lt;br /&gt;1974: A 25 de Abril, a RevoluÃ§Ã£o dos Cravos. Â– &lt;br /&gt;1976: Nascimento de Afonso OÂ’Neill, segundo filho do poeta. Â– &lt;br /&gt;1979: OÂ’Neill publica A Saca de Orelhas. Â– &lt;br /&gt;1980: Apaixona-se por Laurinda Bom; publica Uma Coisa em Forma de Assim. Â–&lt;br /&gt;1981: Alexandre divorcia-se de Teresa; publica As Horas jÃ¡ de NÃºmeros Vestidas. Â– &lt;br /&gt;1983: Publica Dezanove Poemas. Â– &lt;br /&gt;1986: Escreve O PrincÃ­pio de Utopia, O PrincÃ­pio de Realidade.  Nesse ano teve uma doenÃ§a cardÃ­aca que leva a morte do poeta.&lt;br /&gt;A sua obra poÃ©tica foi ainda recolhida em Poesias Completas, 1951-1983 (1984). &lt;br /&gt;Foi ainda editada uma antologia, postumamente, com o tÃ­tulo Tomai LÃ¡ do O&#039;Neill (1986). &lt;br /&gt;Publicou dois livros em prosa narrativa, As Andorinhas nÃ£o TÃªm Restaurante (1970) e Uma Coisa em Forma de Assim (1980, volume de crÃ³nicas), e as Antologias PoÃ©ticas de Gomes Leal e de Teixeira de Pascoaes (em colaboraÃ§Ã£o com F. Cunha LeÃ£o), de Carl Sandburg e JoÃ£o Cabral de Melo Neto. &lt;br /&gt;Gravou o disco Â«Alexandre O&#039;Neill Diz Poemas de Sua AutoriaÂ». &lt;br /&gt;Em 1966, foi traduzido e publicado na ItÃ¡lia, pela editora Einaudi, um volume da sua poesia, Portogallo Mio Rimorso. Recebeu, em 1982, o PrÃ©mio da AssociaÃ§Ã£o de CrÃ­ticos LiterÃ¡rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Pesquisa feita em sites da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************************************</description>
      <pubDate>Tue, 06 May 2008 14:50:35 +0000</pubDate>
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