Não sei ser... Mas sou!
declaração de amor à palavra e um poema para os tontos
Um homem com que me cruzei.
três terços de uma vida desenfiada
quatro sorrisos e um funeral
Novelos de morte em madrugada azul
As rugas de um dia que não passou
A poesia como razão de ser
As manhãs que quero sempre iguais
Requiem de um botão e a saudade que deixou.
A procissão dos ridiculos
Os poetas, os bastardinhos e as parideiras
Em Maio tem flores...
O pardal, a seara e o ser
O homem que carrega o tempo às costas
Onde é a merda da sacristia?
Fuga em ponto
um rio pelo teu corpo
A ferida que não quero sarar
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