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Re: Alguns dos meus livros
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José Hipólito Trigueirinho Netto

A GRANDE FARSA DESTE CHARLATÃO EMBUSTEIRO E FALSO CONTATADO.

Trigueirinho é mais um embusteiro, mentiroso e charlatão que se aproveita da ingenuidade e da credulidade alheia.
José Trigueirinho

se diz o porta-voz dos extraterrestres, porém o certo é que apenas mais embusteiro e charlatão um que vive nababescamente as custas de seus seguidores "patos" que pagam mais de
1500 dólares
para passar um final de semana na sua fazenda "Esperança", localizada em Minas Gerais, para sonhar com a possiblidade de ver um E.T ou um Ovni. Citando abaixo um ex-seguidor do charlatão embusteiro Trigueirinho de nome Jonas:
“...Foi em abril de 2008. Já ciente das fraudes, fantasias, incoerências e outras coisas desagradáveis de Trigueirinho, mas também sabedor de que havia coisas boas entre seus livros e partilhas, ao ver um pequeno cartaz convidando para sua palestra “A arte de viver nos tempos atuais”, a ocorrer no dia 28 de abril daquele ano no Memorial da América Latina (Barra Funda, S. Paulo – SP), organizei-me para ir. Uma palestra com um título desses em uma cidade conturbada como S. Paulo chama muito nossa atenção, e não me espantei ao ver o auditório do Memorial, que é um ambiente enorme, no dia aprazado completamente cheio. Pois bem. Já no saguão de entrada, mesas sem fim com livros e mais livros de Trigueirinho, atuando quase como um elemento constrangedor sobre as pessoas que adentravam o recinto. Mas o pior mesmo foi a palestra. A coisa ali foi tão absurda que,

passados mais de 3 anos, ainda sinto algum mal-estar ao lembrar, pois, além de ter perdido meu tempo (fui à palestra com vistas a aprender lidar melhor com estes tempos vertiginosos, mas ouvi principalmente coisas como a existência de hierarquias de seres involutivos, “conexões” realizadas por estas entidades sobre as pessoas, “cristais” das luas de Júpiter, etc.), constatei que Trigueirinho não só era um fantasista sem par (como já sabia), como é um indivíduo que pode prejudicar as pessoas...” Continua Jonas: “..O que vou relatar aqui é algo extremamente sério. É resultado de pesquisas e investigações, fruto de minha vivência por 3 anos dentro daquele “grupo” denominado Figueira, e da colaboração de um amigo ex-dirigente de um dos “grupos de estudos” ligados a Figueira. Não vou detalhar minha vivência lá, pois acredito que se assemelhe, em termos de decepção, aos demais relatos já feitos aqui. Minha experiência só não chegou a ser realmente traumatizante porque nunca cheguei a confiar totalmente naquele “sistema”. Apenas digo que minha posição específica como colaborador naquele grupo de Trigueirinho me propiciou presenciar atividades como: contrabando, sonegação fiscal (por parte da editora), controle mental, vampirização e aliciamento sexual, entre outras atividades que nem de longe deveriam fazer parte de uma comunidade supostamente voltada à espiritualidade elevada. Mas não vou me deter aqui nos efeitos e sim na causa, no que está por trás de toda essa “sujeira” e das tamanhas contradições que são o alvo desta discussão. Nem eu nem meu amigo temos como provar o que irei descrever. Acreditar ou não ficará a cargo do “bom senso” de cada um. No entanto creio que essas informações podem ser úteis àqueles que fazem suas próprias investigações em relação a este grupo e em relação a outros que praticam formas semelhantes de manipulação. E Jonas continua ainda: ...As pessoas do grupo de Trigueirinho são levadas a se isolarem física e moralmente a ponto de tornarem-se totalmente dependentes mental e emocionalmente da “guiança” de Trigueirinho e seus asseclas. Uma forma sutil de escravidão. Acaba que as coisas “boas” que as pessoas retiram dos “ensinamentos” de trigueirinho se perdem, ou se invertem, por serem canalizadas para fins distorcidos e egoístas. E é assim por mais que tentem mascarar. Eu mesmo presenciei por diversas vezes as explosões de rancor e agressividade destas pessoas, que, como você disse, se “anulam”, ou seja, se reprimem. Os ditos conhecimentos de trigueirinho são, na realidade, são uma compilação do conhecimento de diversas fontes convenientemente forjada e sutilmente alterada para atingir determinados fins… No final das contas as pessoas são levadas ao preconceito, à repugnância e à indiferença daquilo que ele chama de “vida comum”. E isso se estende às pessoas que supostamente vivem esse vida. Um bom exemplo disto é a forma como as pessoas do dito grupo que moram tanto na fazenda quanto na cidade tratam os habitantes de Carmo da Cachoeira. O desprezo e a altivez são patentes. Essas pessoas na realidade vivem uma grande frustração e não percebem que estão fugindo de si mesmas e se entregando nas mãos de parasitas que, como estes, existem muitos e de variados tipos espalhados pelo mundo…

Criado em: 13/3 9:36
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Re: "Te loquor absentem"
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se diz o porta-voz dos extraterrestres, porém o certo é que apenas mais embusteiro e charlatão um que vive nababescamente as custas de seus seguidores "patos" que pagam mais de
1500 dólares
para passar um final de semana na sua fazenda "Esperança", localizada em Minas Gerais, para sonhar com a possiblidade de ver um E.T ou um Ovni. Citando abaixo um ex-seguidor do charlatão embusteiro Trigueirinho de nome Jonas:
“...Foi em abril de 2008. Já ciente das fraudes, fantasias, incoerências e outras coisas desagradáveis de Trigueirinho, mas também sabedor de que havia coisas boas entre seus livros e partilhas, ao ver um pequeno cartaz convidando para sua palestra “A arte de viver nos tempos atuais”, a ocorrer no dia 28 de abril daquele ano no Memorial da América Latina (Barra Funda, S. Paulo – SP), organizei-me para ir. Uma palestra com um título desses em uma cidade conturbada como S. Paulo chama muito nossa atenção, e não me espantei ao ver o auditório do Memorial, que é um ambiente enorme, no dia aprazado completamente cheio. Pois bem. Já no saguão de entrada, mesas sem fim com livros e mais livros de Trigueirinho, atuando quase como um elemento constrangedor sobre as pessoas que adentravam o recinto. Mas o pior mesmo foi a palestra. A coisa ali foi tão absurda que,

passados mais de 3 anos, ainda sinto algum mal-estar ao lembrar, pois, além de ter perdido meu tempo (fui à palestra com vistas a aprender lidar melhor com estes tempos vertiginosos, mas ouvi principalmente coisas como a existência de hierarquias de seres involutivos, “conexões” realizadas por estas entidades sobre as pessoas, “cristais” das luas de Júpiter, etc.), constatei que Trigueirinho não só era um fantasista sem par (como já sabia), como é um indivíduo que pode prejudicar as pessoas...” Continua Jonas: “..O que vou relatar aqui é algo extremamente sério. É resultado de pesquisas e investigações, fruto de minha vivência por 3 anos dentro daquele “grupo” denominado Figueira, e da colaboração de um amigo ex-dirigente de um dos “grupos de estudos” ligados a Figueira. Não vou detalhar minha vivência lá, pois acredito que se assemelhe, em termos de decepção, aos demais relatos já feitos aqui. Minha experiência só não chegou a ser realmente traumatizante porque nunca cheguei a confiar totalmente naquele “sistema”. Apenas digo que minha posição específica como colaborador naquele grupo de Trigueirinho me propiciou presenciar atividades como: contrabando, sonegação fiscal (por parte da editora), controle mental, vampirização e aliciamento sexual, entre outras atividades que nem de longe deveriam fazer parte de uma comunidade supostamente voltada à espiritualidade elevada. Mas não vou me deter aqui nos efeitos e sim na causa, no que está por trás de toda essa “sujeira” e das tamanhas contradições que são o alvo desta discussão. Nem eu nem meu amigo temos como provar o que irei descrever. Acreditar ou não ficará a cargo do “bom senso” de cada um. No entanto creio que essas informações podem ser úteis àqueles que fazem suas próprias investigações em relação a este grupo e em relação a outros que praticam formas semelhantes de manipulação. E Jonas continua ainda: ...As pessoas do grupo de Trigueirinho são levadas a se isolarem física e moralmente a ponto de tornarem-se totalmente dependentes mental e emocionalmente da “guiança” de Trigueirinho e seus asseclas. Uma forma sutil de escravidão. Acaba que as coisas “boas” que as pessoas retiram dos “ensinamentos” de trigueirinho se perdem, ou se invertem, por serem canalizadas para fins distorcidos e egoístas. E é assim por mais que tentem mascarar. Eu mesmo presenciei por diversas vezes as explosões de rancor e agressividade destas pessoas, que, como você disse, se “anulam”, ou seja, se reprimem. Os ditos conhecimentos de trigueirinho são, na realidade, são uma compilação do conhecimento de diversas fontes convenientemente forjada e sutilmente alterada para atingir determinados fins… No final das contas as pessoas são levadas ao preconceito, à repugnância e à indiferença daquilo que ele chama de “vida comum”. E isso se estende às pessoas que supostamente vivem esse vida. Um bom exemplo disto é a forma como as pessoas do dito grupo que moram tanto na fazenda quanto na cidade tratam os habitantes de Carmo da Cachoeira. O desprezo e a altivez são patentes. Essas pessoas na realidade vivem uma grande frustração e não percebem que estão fugindo de si mesmas e se entregando nas mãos de parasitas que, como estes, existem muitos e de variados tipos espalhados pelo mundo…

Criado em: 13/3 9:35
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Re: Apenas para ignorantes
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para passar um final de semana na sua fazenda "Esperança", localizada em Minas Gerais, para sonhar com a possiblidade de ver um E.T ou um Ovni. Citando abaixo um ex-seguidor do charlatão embusteiro Trigueirinho de nome Jonas:
“...Foi em abril de 2008. Já ciente das fraudes, fantasias, incoerências e outras coisas desagradáveis de Trigueirinho, mas também sabedor de que havia coisas boas entre seus livros e partilhas, ao ver um pequeno cartaz convidando para sua palestra “A arte de viver nos tempos atuais”, a ocorrer no dia 28 de abril daquele ano no Memorial da América Latina (Barra Funda, S. Paulo – SP), organizei-me para ir. Uma palestra com um título desses em uma cidade conturbada como S. Paulo chama muito nossa atenção, e não me espantei ao ver o auditório do Memorial, que é um ambiente enorme, no dia aprazado completamente cheio. Pois bem. Já no saguão de entrada, mesas sem fim com livros e mais livros de Trigueirinho, atuando quase como um elemento constrangedor sobre as pessoas que adentravam o recinto. Mas o pior mesmo foi a palestra. A coisa ali foi tão absurda que,

passados mais de 3 anos, ainda sinto algum mal-estar ao lembrar, pois, além de ter perdido meu tempo (fui à palestra com vistas a aprender lidar melhor com estes tempos vertiginosos, mas ouvi principalmente coisas como a existência de hierarquias de seres involutivos, “conexões” realizadas por estas entidades sobre as pessoas, “cristais” das luas de Júpiter, etc.), constatei que Trigueirinho não só era um fantasista sem par (como já sabia), como é um indivíduo que pode prejudicar as pessoas...” Continua Jonas: “..O que vou relatar aqui é algo extremamente sério. É resultado de pesquisas e investigações, fruto de minha vivência por 3 anos dentro daquele “grupo” denominado Figueira, e da colaboração de um amigo ex-dirigente de um dos “grupos de estudos” ligados a Figueira. Não vou detalhar minha vivência lá, pois acredito que se assemelhe, em termos de decepção, aos demais relatos já feitos aqui. Minha experiência só não chegou a ser realmente traumatizante porque nunca cheguei a confiar totalmente naquele “sistema”. Apenas digo que minha posição específica como colaborador naquele grupo de Trigueirinho me propiciou presenciar atividades como: contrabando, sonegação fiscal (por parte da editora), controle mental, vampirização e aliciamento sexual, entre outras atividades que nem de longe deveriam fazer parte de uma comunidade supostamente voltada à espiritualidade elevada. Mas não vou me deter aqui nos efeitos e sim na causa, no que está por trás de toda essa “sujeira” e das tamanhas contradições que são o alvo desta discussão. Nem eu nem meu amigo temos como provar o que irei descrever. Acreditar ou não ficará a cargo do “bom senso” de cada um. No entanto creio que essas informações podem ser úteis àqueles que fazem suas próprias investigações em relação a este grupo e em relação a outros que praticam formas semelhantes de manipulação. E Jonas continua ainda: ...As pessoas do grupo de Trigueirinho são levadas a se isolarem física e moralmente a ponto de tornarem-se totalmente dependentes mental e emocionalmente da “guiança” de Trigueirinho e seus asseclas. Uma forma sutil de escravidão. Acaba que as coisas “boas” que as pessoas retiram dos “ensinamentos” de trigueirinho se perdem, ou se invertem, por serem canalizadas para fins distorcidos e egoístas. E é assim por mais que tentem mascarar. Eu mesmo presenciei por diversas vezes as explosões de rancor e agressividade destas pessoas, que, como você disse, se “anulam”, ou seja, se reprimem. Os ditos conhecimentos de trigueirinho são, na realidade, são uma compilação do conhecimento de diversas fontes convenientemente forjada e sutilmente alterada para atingir determinados fins… No final das contas as pessoas são levadas ao preconceito, à repugnância e à indiferença daquilo que ele chama de “vida comum”. E isso se estende às pessoas que supostamente vivem esse vida. Um bom exemplo disto é a forma como as pessoas do dito grupo que moram tanto na fazenda quanto na cidade tratam os habitantes de Carmo da Cachoeira. O desprezo e a altivez são patentes. Essas pessoas na realidade vivem uma grande frustração e não percebem que estão fugindo de si mesmas e se entregando nas mãos de parasitas que, como estes, existem muitos e de variados tipos espalhados pelo mundo…

Criado em: 13/3 9:34
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Re: Pensamentos e mensagens - José Hipólito Trigueirinho Netto -
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se diz o porta-voz dos extraterrestres, porém o certo é que apenas mais embusteiro e charlatão um que vive nababescamente as custas de seus seguidores "patos" que pagam mais de
1500 dólares
para passar um final de semana na sua fazenda "Esperança", localizada em Minas Gerais, para sonhar com a possiblidade de ver um E.T ou um Ovni. Citando abaixo um ex-seguidor do charlatão embusteiro Trigueirinho de nome Jonas:
“...Foi em abril de 2008. Já ciente das fraudes, fantasias, incoerências e outras coisas desagradáveis de Trigueirinho, mas também sabedor de que havia coisas boas entre seus livros e partilhas, ao ver um pequeno cartaz convidando para sua palestra “A arte de viver nos tempos atuais”, a ocorrer no dia 28 de abril daquele ano no Memorial da América Latina (Barra Funda, S. Paulo – SP), organizei-me para ir. Uma palestra com um título desses em uma cidade conturbada como S. Paulo chama muito nossa atenção, e não me espantei ao ver o auditório do Memorial, que é um ambiente enorme, no dia aprazado completamente cheio. Pois bem. Já no saguão de entrada, mesas sem fim com livros e mais livros de Trigueirinho, atuando quase como um elemento constrangedor sobre as pessoas que adentravam o recinto. Mas o pior mesmo foi a palestra. A coisa ali foi tão absurda que,

passados mais de 3 anos, ainda sinto algum mal-estar ao lembrar, pois, além de ter perdido meu tempo (fui à palestra com vistas a aprender lidar melhor com estes tempos vertiginosos, mas ouvi principalmente coisas como a existência de hierarquias de seres involutivos, “conexões” realizadas por estas entidades sobre as pessoas, “cristais” das luas de Júpiter, etc.), constatei que Trigueirinho não só era um fantasista sem par (como já sabia), como é um indivíduo que pode prejudicar as pessoas...” Continua Jonas: “..O que vou relatar aqui é algo extremamente sério. É resultado de pesquisas e investigações, fruto de minha vivência por 3 anos dentro daquele “grupo” denominado Figueira, e da colaboração de um amigo ex-dirigente de um dos “grupos de estudos” ligados a Figueira. Não vou detalhar minha vivência lá, pois acredito que se assemelhe, em termos de decepção, aos demais relatos já feitos aqui. Minha experiência só não chegou a ser realmente traumatizante porque nunca cheguei a confiar totalmente naquele “sistema”. Apenas digo que minha posição específica como colaborador naquele grupo de Trigueirinho me propiciou presenciar atividades como: contrabando, sonegação fiscal (por parte da editora), controle mental, vampirização e aliciamento sexual, entre outras atividades que nem de longe deveriam fazer parte de uma comunidade supostamente voltada à espiritualidade elevada. Mas não vou me deter aqui nos efeitos e sim na causa, no que está por trás de toda essa “sujeira” e das tamanhas contradições que são o alvo desta discussão. Nem eu nem meu amigo temos como provar o que irei descrever. Acreditar ou não ficará a cargo do “bom senso” de cada um. No entanto creio que essas informações podem ser úteis àqueles que fazem suas próprias investigações em relação a este grupo e em relação a outros que praticam formas semelhantes de manipulação. E Jonas continua ainda: ...As pessoas do grupo de Trigueirinho são levadas a se isolarem física e moralmente a ponto de tornarem-se totalmente dependentes mental e emocionalmente da “guiança” de Trigueirinho e seus asseclas. Uma forma sutil de escravidão. Acaba que as coisas “boas” que as pessoas retiram dos “ensinamentos” de trigueirinho se perdem, ou se invertem, por serem canalizadas para fins distorcidos e egoístas. E é assim por mais que tentem mascarar. Eu mesmo presenciei por diversas vezes as explosões de rancor e agressividade destas pessoas, que, como você disse, se “anulam”, ou seja, se reprimem. Os ditos conhecimentos de trigueirinho são, na realidade, são uma compilação do conhecimento de diversas fontes convenientemente forjada e sutilmente alterada para atingir determinados fins… No final das contas as pessoas são levadas ao preconceito, à repugnância e à indiferença daquilo que ele chama de “vida comum”. E isso se estende às pessoas que supostamente vivem esse vida. Um bom exemplo disto é a forma como as pessoas do dito grupo que moram tanto na fazenda quanto na cidade tratam os habitantes de Carmo da Cachoeira. O desprezo e a altivez são patentes. Essas pessoas na realidade vivem uma grande frustração e não percebem que estão fugindo de si mesmas e se entregando nas mãos de parasitas que, como estes, existem muitos e de variados tipos espalhados pelo mundo…

Criado em: 13/3 9:24
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"Te loquor absentem"
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"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...





Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito sacramente que permaneces grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" ou dueto, se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde se localiza no mapa.
Não se toca rabecão a quatro mãos, nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote e dote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio, embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...
Ah e lembra-te de tudo isto, porque bem pior ainda irá acontecer-te, não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa, balofa inorgânica/patética, de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez, quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão, nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem !!!


Te loquor absentem

Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."
Goethe












































Criado em: 7/3 15:18
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Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito sacramente que permaneces grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" ou dueto, se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde se localiza no mapa.
Não se toca rabecão a quatro mãos, nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote e dote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio, embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...
Ah e lembra-te de tudo isto, porque bem pior ainda irá acontecer-te, não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa, balofa inorgânica/patética, de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez, quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão, nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem !!!


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Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
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Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

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Re: acenda a luz com cócó de cão
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Seu genérico prático e incapaz, penso que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem grunhido de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro que nem somar 4x4 no ábaco sabe. Não se toca a quatro mãos o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble" jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à soldadesca menor rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa em paz, me deixa ou....Te loquor absentem,


Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

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Criado em: 7/3 12:42
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Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito sacramente que permaneces grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" ou dueto, se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde se localiza no mapa.
Não se toca rabecão a quatro mãos, nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote e dote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio, embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...
Ah e lembra-te de tudo isto, porque bem pior ainda irá acontecer-te, não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa, balofa inorgânica/patética, de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez, quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão, nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem !!!


Te loquor absentem

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nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."
Goethe
















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Criado em: 7/3 12:15
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"Te loquor absentem"
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"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...





Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,


Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."
Goethe




















Criado em: 6/3 18:09
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“Dá-me-uma-tusa”
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O sonhar não precisa de trela,
Deixai-o e ele voltará célere …


“Dá-me-uma-tusa”

Por vezes me dá tédio o que vejo e leio, talvez o meu córtex cerebral seja deveras e reconhecidamente pertino e excepcional e as sinapses neuronais funcionem atípicamente e sem paralelo com a maioria dos seres inteligentes,muitos embora elementares e limitados, com os quais constantemente lido, salvo alguns, é claro.
Dirimidos numa web parda, tábua rasa, constrangedora de ideais e castradora de intelectos. Parece-me absurdo uma certa e fraca, quiçá febril e pouco firme argumentação, orientada a uma população maioritariamente inculta e adaptada a redes de capturar esquilha miúda e com genérico valor alimentar,embora outrora mais fabril e obreira, agora dependente e sobrevivendo a custo zero de boatos intencionalmente disseminados no tecido social, que alguns erroneamente confundem como predicado e prestigiam impropriamente, como na web, as redes sociais, estrategas de manipulação de mentes que têm funcionado financiadas por propósito, deixando o mundo à mercê de ogres maquiavélicos e perniciosos, para não dizer malignos. O mais triste é ter de lidar constantemente com a tacanhez e o desmérito, quer intelectual quer cível e ao mais baixo nível, quer social quer modestamente humano, mas digo sentindo em mim uma determinação tão desmedida de desmontar ignorância e opróbrio que chega a rasar até o gozo sexual e genético, sendoque os homens preferem as gordas e badochas que as intelectualmente sãs, asim sendo,“Dá-me-uma-tusa” confrontar imbecis e não me arrependo nunca, jamais, apesar de compreender o desnível intelectual civilizacional inerente a cada espécime humano e cada vez mais manifesto numa sociedade marchando para o feudalismo pseudo- especialista intelectual e para o fim de singulares ilusões filosóficas e do notável talento individual e especial, para estarmos caindo inexoravelmente, numa sociedade generalista em que cada um autentica opiniões e genericamente opina sobre todo e qualquer assunto não fazendo a mínima ideia dos conteúdos que manuseia nem da matéria-prima de que é composto o seu raquítico córtex cerebral de primata repolho ou coelho, sem desprimor para esse espécime animal.
Claro que não quero, me dá tédio e nem vou discutir Schopenhauer ou Kant na paragem do autocarro amarelo e verde, nem na consulta do dietista depois das folhas de couve e da banana às rodelas, mas não me hospedem na boca absurdas palavras ou ideais misóginos, no coco da cabeça, que eu não quero e refuto veementemente e com toda a gana, entretanto dá-me uma excepcional tusa, discutir com quem nem merece a minha peçonha, quanto menos o meu mero e circunstancial entediamento sexual, assim sendo, “Dá-me-uma-tusa no tentacular proboscide ” discutir a cor do ranho, na retrete (...)










(JS/JM)










Criado em: 1/3 18:15
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