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16/04/2019 Dama da Luz ou "O que eu sou"
Namas-tibet

Colaborador







Dama da Luz ou "O que eu sou"






Notre-Dame de Paris encontra-se para além do comum entendimento religioso, conventual, monástico e conceitual das religiões cristãs e católica, tem raízes num ideal mais ancestral e mesmo atribuível a um paganismo saxónico e apesar da dedicação ao espírito santo em forma de ave branca e mulher fabulosa e esotérica, um pouco como as idealizadas amazonas guerreiras, mais pacífica todavia mas e ainda a própria natureza primeva, o universo rugindo e aspergindo luz branca, a lua das proto-religiões que fundamentaram o homem caçador recolector e lugar da magia que sempre rodeou e emanou desta ilha no centro da cidade de Paris e do continente Europeu para o mundo e para o universo e aqui por baixo muito bem dito por Teixeira de Pascoaes .......













O Que Eu Sou


Nocturna e dubia luz
Meu sêr esboça e tudo quanto existe...
Sou, num alto de monte, negra cruz,
Onde bate o luar em noite triste...

Sou o espirito triste que murmura
Neste silencio lúgubre das Cousas...
Eu é que sou o Espectro, a Sombra escura
De falecidas formas mentirosas.

E tu, Sombra infantil do meu Amôr,
És o Sêr vivo, o Sêr Espiritual,
A Presença radiosa...
Eu sou a Dôr,
Sou a tragica Ausencia glacial...

Pois tu vives, em mim, a vida nova,
E eu já não vivo em ti...
Mas quem morreu?
Fôste tu que baixaste á fria cova?
Oh, não! Fui eu! Fui eu!

Horrivel cataclismo e negra sorte!
Tu fôste um mundo ideal que se desfez
E onde sonhei viver apoz a morte!
Vendo teus lindos olhos, quanta vez,
Dizia para mim: eis o logar
Da minha espiritual, futura imagem...
E viverei á luz daquele olhar,
Divino sol de mistica Paisagem.

Era minha ambição primordial
Legar-lhe a minha imagem de saudade;
Mas um vento cruel de temporal,
Vento de eternidade,
Arrebatou meu sonho! E fugitiva
Deste mundo se fez minha alegria;
Mais morta do que viva,
Partiu comtigo, Amôr, á luz do dia
Que doirou de tristêsa o teu caixão...
Partiu comtigo, ao pé de ti murmura;
É maguada voz na solidão,
Dôce alvor de luar na noite escura...
E beija o teu sepulcro pequenino;
Sobre ele vôa e erra,
Porque o teu Sêr amado é já divino
E o teu sepulcro, abrindo-se na terra,
Penetrou-a de luz e santidade...
E para mim a terra é um grande templo
E, dentro dele, a Imagem da Saudade...
E reso de joelhos, e contemplo
Meu triste coração, saudoso altar
Alumiado de sombra, escura luz...
Nele deitado estás como a sonhar,
Meu pequenino e mistico Jesus...
Lágrimas dos meus olhos são as flôres
Que a teus pés eu deponho...
Enfeitam tua Imagem minhas dôres,
E alumia-te, ás noites, o meu sonho.

Todo me dou em sacrificio á tua
Imagem que eu adoro.
Sou branco incenso à triste luz da lua:
Eu sou, em nevoa, as lagrimas que choro...

Teixeira de Pascoaes













 


04/04/2019 Pessoas mal resolvidas
Jorge-Santos

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04/04/2019 Verme à carne podre
sendoluzmaior

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Namas-tibet

Colaborador

"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...

Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro que nem somar 4x4, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,


Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."

Goethe

Criado em: 31/3 21:10
_________________
Meu objetivo na vida
É trazer luz lá do fundo
Assim na partida
Já conhecerei além-mundo


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sendoluzmaior

Re: Mais um caído em campo de batalha

#3
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Membro desde:
1/5/2012 14:42
Mensagens: 4482

Mais um infeliz caído em campo de batalha cuja massa putrefeita será digerida pela terra.

Criado em: 31/3 21:11
_________________
Meu objetivo na vida
É trazer luz lá do fundo
Assim na partida
Já conhecerei além-mundo


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Re: Mais um caído em campo de batalha

#5
sem nome

pois é, né Sidney?

cadê agora o trabisdementia e sua guarda helendasrosas para finalizar o perfil desse verme covarde e imbecil que usa vários perfis para auto-comentar-se, para atacar outros perfis e ainda mandar pms com ameaças reais aos usuários daqui?
quando é o papai aqui, a lei do luso é rápida e fugaz, mas quando em caráter de agir contra lixos iguais a esses, simplesmente, desaparecem e enfiam a cabeça sob a terra(pra não dizer outra coisa).
dois pesos, meias medidas.


Criado em: 1/4 10:54
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sendoluzmaior

Re: Mais um caído em campo de batalha

#7
Subscritor
Membro desde:
1/5/2012 14:42
Mensagens: 4482

Pois é amigo, aquele verme esta ligado a outros comendo a carne putrefata do defunto Luso- Poemas.

 


28/03/2019 Adeu's
Joel-Matos

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21/03/2019 Habitante Teu
Guerreirotharley

Novo Membro

Pode não parecer,
Mas sim, eu te vejo!
Fala, eu te escuto!
Mesmo que atônito,
Eu fique mudo;

Chora! não prometo te consolar,
Mas posso chorar com você!

Se cala, te sinto,
Se rir, me conforta,
Pois é o que mais importa.

Se sonhas, me transporta,
Ao mundo teu,
Habitado por um ser, eu.

(Guerreiro Tharley)

 


07/03/2019 "Te loquor absentem"
Namas-tibet

Colaborador





















"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...





Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro que nem somar 4x4, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,


Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."

Goethe


























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03/03/2019 XV CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS
marcelooso

Da casa!

📌XV CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS
(inscrições de 01 de março 2019 até quando a cota do livro for preenchida)


Realização: www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net; http://marceloescritor2.blogspot.com, faceboook.com/psfronteiras e
instagram @marceloecritor;
Apoio: Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências /RJ; Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG; Sociedade Ibero-americana de Escritores – Espanha: Academia de Letras de Cabo Frio; Academia de Letras do Brasil/MS; EscBrás;
Com o objetivo de estimular poetas de todo o Brasil e de outros países, o concurso premia os melhores trabalhos, comprovando o sucesso com sua 15a edição. Em parceria com o Celeiro dos Escritores, para a publicação da Antologia "POESIAS SEM FRONTEIRAS", onde TODAS as poesias participantes do evento estarão publicadas.
Todos os escritores receberão um exemplar da obra, na residência, sem nenhum ônus além da taxa de inscrição (via correios, registrado).

Os poetas tem que ter idade a partir dos 16 anos e devem enviar uma poesia (máximo 35 linhas ou 1200 caracteres com espaço), tema LIVRE, através da Ficha de Inscrição do site - http://celeirodeescritores.org/inscricao.asp opção Concurso Poesias sem Fronteiras

Taxa de inscrição: R$ 50,00 - que corresponde a 01 exemplar da Antologia. (A ser paga através de boleto bancário, que será enviado ao participante pelo Celeiro, para a caixa de e-mail inscrita.)
É permitido participar com mais poesias, observando: Uma poesia para cada inscrição. Exemplificando: 02 poesias = 02 exemplares = R$ 100,00
Escritores residentes, fora do país : 35 dólares/ euros por inscrição/um exemplar.
A Antologia "POESIAS SEM FRONTEIRAS" será publicada no mês: Julho/2019

Obs: Inscrições de outros países serão aceitas desde que estejam na língua oficial do concurso que é Língua Portuguesa.

Os autores residentes fora do Brasil, devem enviar o valor da taxa de inscrição, via Western Union, se tiverem dificuldade entrar em contato com: Marcelo de Oliveira Souza - através do e-mail marceloosouzasom@hotmail.com .

RESULTADO: No site oficial do concurso:www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net ; http://marceloescritor2.blogspot.com ; faceboook.com/psfronteiras também no seus respectivos e-mail.



Premiação:

1°lugar: Troféu personalizado com o nome do autor e colocação + Livro Artesanal Mundo Poético + certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso + imã literário + Carteira de Escritor EscBrás + carteira de Delegado Cultural EscBrás

2° lugar: Certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso + livro Artesanal Mundo Poético + chaveiro do Olodum + imã literário + Carteira de Escritor EscBrás

3° lugar: Certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso. + Revista Literária da Academia de Letras de Teófilo Otoni MG + Imã Literário


• Menção Honrosa Internacional: Daremos uma Menção Honrosa Internacional para o melhor autor estrangeiro que não estiver entre os três primeiros lugares, cuja premiação será: Poesia publicada em destaque na Antologia + certificado + Livro Artesanal Mundo Poético + Chaveiro Oficial do Olodum – Caso não tenha autor estrangeiro, extingue-se a menção.


Obs: O Livro Artesanal Mundo Poético é do organizador do Concurso Marcelo de Oliveira Souza,iwa


Marcelo de Oliveira Souza, IWA
2x Dr. Honoris Causa em Literatura
Organizador do Concurso Literário Poesias sem Fronteiras
Contatos: : marceloosouzasom@hotmail.com e celular com WhatsApp 71-992510196

🤔Inscrição: http://celeirodeescritores.org/inscricao.asp
Opção: Poesias sem Fronteiras
🤔Faça sua inscrição agora!

 


01/03/2019 Assim sendo, “Dá-me-uma-tusa no tentacular proboscide !”
Joel-Matos

Subscritor







O sonhar não precisa de trela,
Deixai-o e ele voltará célere …


“Dá-me-uma-tusa”

Por vezes me dá tédio o que vejo e leio, talvez o meu córtex cerebral seja deveras e reconhecidamente pertino e excepcional e as sinapses neuronais funcionem atípicamente e sem paralelo com a maioria dos seres inteligentes,muitos embora elementares e limitados, com os quais constantemente lido, salvo alguns, é claro.
Dirimidos numa web parda, tábua rasa, constrangedora de ideais e castradora de intelectos. Parece-me absurdo uma certa e fraca, quiçá febril e pouco firme argumentação, orientada a uma população maioritariamente inculta e adaptada a redes de capturar esquilha miúda e com genérico valor alimentar, outrora mais fabril e obreira, mas agora dependente e sobrevivendo de boatos intencionalmente disseminados no tecido social, que alguns erroneamente confundem como predicado e prestigiam impropriamente, como na web, as redes sociais, estrategas de manipulação de mentes que têm funcionado financiadas por propósito, deixando o mundo à mercê de ogres maquiavélicos e perniciosos, para não dizer malignos. O mais triste é ter de lidar constantemente com a tacanhez e o desmérito, quer intelectual quer cível e ao mais baixo nível, quer social quer modestamente humano, mas digo sentindo em mim uma determinação tão desmedida de desmontar ignorância e opróbrio que chega a rasar até o gozo sexual e genético, sendoque os homens preferem as gordas e badochas que as intelectualmente sãs, asim sendo,“Dá-me-uma-tusa” confrontar imbecis e não me arrependo nunca, jamais, apesar de compreender o desnível intelectual civilizacional inerente a cada espécime humano e cada vez mais manifesto numa sociedade marchando para o feudalismo pseudo- especialista intelectual e para o fim de singulares ilusões filosóficas e do notável talento individual e especial, para estarmos caindo inexoravelmente, numa sociedade generalista em que cada um autentica opiniões e genericamente opina sobre todo e qualquer assunto não fazendo a mínima ideia dos conteúdos que manuseia nem da matéria-prima de que é composto o seu raquítico córtex cerebral de primata repolho ou coelho, sem desprimor para esse espécime animal.
Claro que não quero, me dá tédio e nem vou discutir Schopenhauer ou Kant na paragem do autocarro amarelo e verde, nem na consulta do dietista depois das folhas de couve e da banana às rodelas, mas não me hospedem na boca absurdas palavras ou ideais misóginos, no coco da cabeça, que eu não quero e refuto veementemente e com toda a gana, entretanto dá-me uma excepcional tusa, discutir com quem nem merece a minha peçonha, quanto menos o meu mero e circunstancial entediamento sexual, assim sendo, “Dá-me-uma-tusa no tentacular proboscide !” discutir a cor do ranho na retrete (...)










(JS/JM)











 


01/03/2019 “Dá-me-uma-tusa”
Jorge-Santos

Subscritor

A sonhar não precisa de trela,
Deixai-o e ele voltará célere …


“Dá-me-uma-tusa”

Por vezes me dá tédio o que vejo e leio, talvez o meu córtex cerebral seja deveras e reconhecidamente excepcional e as sinapses neuronais funcionem atípicamente e sem paralelo com a maioria dos seres inteligentes embora elementares e limitados com que constantemente lido, salvo alguns, é claro, dirimidos numa web rasa constrangedora de ideais e castradora de intelectos. Parece-me absurdo um certo e fraca quiçá febril argumentação orientada a uma população maioritariamente inculta e adaptada a redes de capturar esquilha miúda e sem valor alimentar, outrora fabril mas agora dependente e sobrevivendo de boatos intencionalmente disseminados no tecido social que alguns erroneamente confundem com a web e as redes sociais, estrategas de manipulação de mentes que têm funcionado e estão deixando o mundo à mercê de ogres maquiavélicos e perniciosos para não dizer malignos. O mais triste é ter de lidar constantemente com tacanhez e desmérito, quer intelectual quer cível ao mais baixo nível, quer social quer modestamente humano mas sinto em mim uma determinação tão desmedida de desmontar ignorância e opróbrio que chega a rasar até o gozo sexual e genético.
“Dá-me-uma-tusa” confrontar imbecis e não me arrependo nunca, apesar de compreender o desnível civilizacional inerente a cada espécime humano e cada vez mais manifesto numa sociedade marchando para o feudalismo pseudo- especialista intelectual e para o fim de singulares ilusões filosóficas e do notável talento individual e especial para estarmos caindo uma sociedade generalista em que cada um autentica opiniões e genericamente opina sobre todo e qualquer assunto não fazendo a mínima ideia dos conteúdos que manuseia nem da matéria-prima de que é composto o seu raquítico córtex cerebral de primata ou coelho, sem desprimor para esse animal.
Claro que não quero, me dá tédio e nem vou discutir Schopenhauer ou Kant na paragem do autocarro amarelo e verde nem na consulta do dietista depois das folhas de couve e da banana às rodelas mas não me hospedem na boca absurdas palavras ou ideais misóginos no coco da cabeça que eu não quero e refuto veementemente e com toda a gana, entretanto dá-me uma excepcional tusa discutir com quem nem merece a minha peçonha quanto menos os meu mero e circunstancial entediamento sexual… “Dá-me-uma-tusa” ! (JS/JM)

 


26/02/2019 Convivência entre espécies
Namas-tibet

Colaborador








Convivência entre espécies

Bem sei que poeta é um ser genericamente alterado e sujeito a súbitas mudanças de opinião e humor, podemos ser controversos e libertários libertinos brilhantes mas jamais um poeta é ou pode ser sinónimo de tacanhez e desmérito intelectual, jamais poeta algum poderá ser sinónimo de conservadorismo maléfico, moléstia.
Somos, sejamos arautos graduados da sã convivência entre espécies, pois mesmo os menos dotados possuem alguma elevada clarividência e uma luminosidade activa que nos enriquece e subsidia pondo de parte pensamentos e expressões de obscuridade ridícula que tanto imiscuem a nossa criatividade e clarividência humana representativa levando À esterilidade inata e inadaptalizável de pensamento…


Jorge Santos/Joel matos








 


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