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"Te loquor absentem"
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"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...





Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito sacramente que permaneces grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" ou dueto, se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde se localiza no mapa.
Não se toca rabecão a quatro mãos, nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote e dote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio, embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...
Ah e lembra-te de tudo isto, porque bem pior ainda irá acontecer-te, não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa, balofa inorgânica/patética, de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez, quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão, nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem !!!


Te loquor absentem

Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."
Goethe
















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Criado em: 7/3/2019 12:15
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"Te loquor absentem"
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"Te loquor absentem"

Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...





Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,


Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

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Criado em: 6/3/2019 18:09
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“Dá-me-uma-tusa”
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O sonhar não precisa de trela,
Deixai-o e ele voltará célere …


“Dá-me-uma-tusa”

Por vezes me dá tédio o que vejo e leio, talvez o meu córtex cerebral seja deveras e reconhecidamente pertino e excepcional e as sinapses neuronais funcionem atípicamente e sem paralelo com a maioria dos seres inteligentes,muitos embora elementares e limitados, com os quais constantemente lido, salvo alguns, é claro.
Dirimidos numa web parda, tábua rasa, constrangedora de ideais e castradora de intelectos. Parece-me absurdo uma certa e fraca, quiçá febril e pouco firme argumentação, orientada a uma população maioritariamente inculta e adaptada a redes de capturar esquilha miúda e com genérico valor alimentar,embora outrora mais fabril e obreira, agora dependente e sobrevivendo a custo zero de boatos intencionalmente disseminados no tecido social, que alguns erroneamente confundem como predicado e prestigiam impropriamente, como na web, as redes sociais, estrategas de manipulação de mentes que têm funcionado financiadas por propósito, deixando o mundo à mercê de ogres maquiavélicos e perniciosos, para não dizer malignos. O mais triste é ter de lidar constantemente com a tacanhez e o desmérito, quer intelectual quer cível e ao mais baixo nível, quer social quer modestamente humano, mas digo sentindo em mim uma determinação tão desmedida de desmontar ignorância e opróbrio que chega a rasar até o gozo sexual e genético, sendoque os homens preferem as gordas e badochas que as intelectualmente sãs, asim sendo,“Dá-me-uma-tusa” confrontar imbecis e não me arrependo nunca, jamais, apesar de compreender o desnível intelectual civilizacional inerente a cada espécime humano e cada vez mais manifesto numa sociedade marchando para o feudalismo pseudo- especialista intelectual e para o fim de singulares ilusões filosóficas e do notável talento individual e especial, para estarmos caindo inexoravelmente, numa sociedade generalista em que cada um autentica opiniões e genericamente opina sobre todo e qualquer assunto não fazendo a mínima ideia dos conteúdos que manuseia nem da matéria-prima de que é composto o seu raquítico córtex cerebral de primata repolho ou coelho, sem desprimor para esse espécime animal.
Claro que não quero, me dá tédio e nem vou discutir Schopenhauer ou Kant na paragem do autocarro amarelo e verde, nem na consulta do dietista depois das folhas de couve e da banana às rodelas, mas não me hospedem na boca absurdas palavras ou ideais misóginos, no coco da cabeça, que eu não quero e refuto veementemente e com toda a gana, entretanto dá-me uma excepcional tusa, discutir com quem nem merece a minha peçonha, quanto menos o meu mero e circunstancial entediamento sexual, assim sendo, “Dá-me-uma-tusa no tentacular proboscide ” discutir a cor do ranho, na retrete (...)










(JS/JM)










Criado em: 1/3/2019 18:15
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Re: Algum administrador vivo no Luso?
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boa pergunta...

Criado em: 16/7/2018 19:01
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Re: A Música que nos inspira
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Criado em: 29/5/2018 17:47
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Re: Pink Floyd (Brain Damage)
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Bye-bye

Criado em: 28/4/2018 9:37
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Re: Pink Floyd (Brain Damage)
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Criado em: 28/4/2018 9:36
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Re: Um verso ou um poema?
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-Fico sem saber eu se sou
natureza
morta ou decalque da morte,
Sinto-me multidão, sem “de-facto”
Viver,
Demito-me inda
Do peso de sentir por todos
a lua que seja
e o coração absoluto
Zero (noves fora),
prefiro as solas aos sapatos,
Da poesia ao fado
Persigo o ritmo da chuva que cai,
Branda e leve leve e pura,
Fura-me a pele e a mente,
Sinto-a tanto, sou gente
Ao d’Leve, da poesia ao fado,
multidão, sem “de-facto”,
Poesia ou Morte











Criado em: 11/4/2018 17:30
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Cárcere das almas
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Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,
Soluçando nas trevas, entre as grades
Do calabouço olhando imensidades,
Mares, estrelas, tardes, natureza.

Tudo se veste de uma igual grandeza
Quando a alma entre grilhões as liberdades
Sonha e, sonhando, as imortalidades
Rasga no etéreo o Espaço da Pureza.

Ó almas presas, mudas e fechadas
Nas prisões colossais e abandonadas,
Da Dor no calabouço, atroz, funéreo!

Nesses silêncios solitários, graves,
que chaveiro do Céu possui as chaves
para abrir-vos as portas do Mistério?!




Criado em: 19/2/2018 21:41
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Re: A poesia chegou de repente
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Poema do Silêncio
Sim, foi por mim que gritei.
Declamei,
Atirei frases em volta.
Cego de angústia e de revolta.

Foi em meu nome que fiz,
A carvão, a sangue, a giz,
Sátiras e epigramas nas paredes
Que não vi serem necessárias e vós vedes.

Foi quando compreendi
Que nada me dariam do infinito que pedi,
- Que ergui mais alto o meu grito
E pedi mais infinito!

Eu, o meu eu rico de baixas e grandezas,
Eis a razão das épi trági-cómicas empresas
Que, sem rumo,
Levantei com sarcasmo, sonho, fumo...

O que buscava
Era, como qualquer, ter o que desejava.
Febres de Mais. ânsias de Altura e Abismo,
Tinham raízes banalíssimas de egoísmo.

Que só por me ser vedado
Sair deste meu ser formal e condenado,
Erigi contra os céus o meu imenso Engano
De tentar o ultra-humano, eu que sou tão humano!

Senhor meu Deus em que não creio!
Nu a teus pés, abro o meu seio
Procurei fugir de mim,
Mas sei que sou meu exclusivo fim.

Sofro, assim, pelo que sou,
Sofro por este chão que aos pés se me pegou,
Sofro por não poder fugir.
Sofro por ter prazer em me acusar e me exibir!

Senhor meu Deus em que não creio, porque és minha criação!
(Deus, para mim, sou eu chegado à perfeição...)
Senhor dá-me o poder de estar calado,
Quieto, maniatado, iluminado.

Se os gestos e as palavras que sonhei,
Nunca os usei nem usarei,
Se nada do que levo a efeito vale,
Que eu me não mova! que eu não fale!

Ah! também sei que, trabalhando só por mim,
Era por um de nós. E assim,
Neste meu vão assalto a nem sei que felicidade,
Lutava um homem pela humanidade.

Mas o meu sonho megalómano é maior
Do que a própria imensa dor
De compreender como é egoísta
A minha máxima conquista...

Senhor! que nunca mais meus versos ávidos e impuros
Me rasguem! e meus lábios cerrarão como dois muros,
E o meu Silêncio, como incenso, atingir-te-á,
E sobre mim de novo descerá...

Sim, descerá da tua mão compadecida,
Meu Deus em que não creio! e porá fim à minha vida.
E uma terra sem flor e uma pedra sem nome
Saciarão a minha fome.

José Régio, in 'As Encruzilhadas de Deus'

Criado em: 19/2/2018 13:55
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