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Re: a música que nos inspira (complemento directo)
sem nome

Criado em: 22/11/2019 17:01
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“ultimatum”
sem nome
Pois bem ,não penses que me preocupo com a merda que fazes sob a minha escrita, eu não sedo perante petulantes e abusadores, não mitigo a paz nem faço a guerra, muito menos guerrilhas insignificantes como esta, não sou homem de ficar ouvindo todo o género de impropérios e manter-me calado, sereno e impávido perante obscenidades, por isso quem te faz um “ultimatum” sou eu, ou apagas toda a “MERDA” que colocaste nos meus três perfis, MAS TODA ou não pões mais os cotos neste site ou noutro onde te encontrar, tenho dito …(pensa bem)

Jorge Santos

Criado em: 8/10/2019 10:07
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The Rose
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Criado em: 7/10/2019 20:58
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Quem nã'te ker aki sou eu, (Seu Jorge) ...
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Criado em: 13/9/2019 17:20
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Re: A Música que nos inspira
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AZKE
“Lê bem
Eu notei q vc ficou triste por conta das minhas intervenções nas suas páginas. Logo, isso é um modo de vc saber como eu me senti quando tive de deletar o meu perfil por sua causa da última vez. Eu não quero isso e se vc se comportar e não vir mais às minhas páginas, eu não irei mais incomoda-lo.. porém, se vier, saiba q eu continuarei e q vou acabar com todos os seus textos, inclusive os do Chow e outros.. não pense q eu não serei malvado pq eu serei e tudo pq eu te desprezo, tenho nojo de você.. mas eu posso engolir essas coisas ruins e deixo vc em paz se me.deixar em paz TB.. só quero q vc fique longe das minhas páginas, o resto que vc fizer ou deixar de fazer, não me importa.. eu não sou homem de deixar essas coisas p lá mas posso fazer isso por uma trégua.. agora, é vc quem decide. Se vier a mim, acabou a trégua. Se não vier, eu não irei mais causar p cima de vc.. pense bem.. vc não é porra nenhuma!! Eu, muito menos, mas posso fazer um estrago ainda maior . Não seja burro!! Eu sei q vc tem orgulho do que escreve e adora inclusive.. não ache q eu te deixarei de boa se vier me incomodar de novo. Apenas isso.. pense bem..
Faça oq quiser . Mas a sua ação trará uma reação ainda maior..” veja bem
“eu estou te pedindo.. não venha ate a mim. se vier, eu não vou parar. isso será ruim p nós dois,
pensa bem”




Pois bem ,não penses que me preocupo com a merda que fazes sob a minha escrita, eu não sedo perante petulantes e abusadores, não mitigo a paz nem faço a guerra, muito menos guerrilhas insignificantes como esta, não sou homem de ficar ouvindo todo o género de impropérios e manter-me calado, sereno e impávido perante obscenidades, por isso quem te faz um “ultimatum” sou eu, ou apagas toda a “MERDA” que colocaste nos meus três perfis, MAS TODA ou não pões mais os cotos neste site ou noutro onde te encontrar, tenho dito …(pensa bem)

Jorge Santos / Joel Matos / Namastibet

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Criado em: 21/6/2019 17:07
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Re: Dama da Luz ou "O que eu sou"
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Notas sobre o Culto do Espírito Santo na Arrábida

De memórias ancestrais da tradição histórico-cultural portuguesa, passando por reminiscências de Prisciliano (séc. IV), confluíram no séc. XIII, influências vindas da Calábria, na teologia do cisterciense Joaquim de Flora (ou, de Fiore). O abade teorizou ahistória humana em três fases: Idade do Pai, do Filho e a terceira Idade, do Espírito Santo, que consumaria a fraternidade entre todos os povos, conforme o significado Pentecostal expresso no Evangelho de S. João.
Estas ideias expandiram-se para a Península Ibérica, veiculadas pelos Franciscanos Espirituais, em Aragão, encontraram eco na obra e acção do médico, estudioso de alquimia, Arnaldo de Vilanova, seguido por discípulos, como Ramon Lull, também ligado aos franciscanos. As tendências difundidas na época, em Portugal tiveram concretização no Culto do Espírito Santo imaginado e instituído pela Rainha Santa Isabel, coadjuvada pelos Franciscanos espirituais e o apoio do Rei D. Dinis.
Agostinho da Silva realçou que, desde séc. XIII, “Na sua forma mais perfeita, consistia aFesta, celebrada por altura do Pentecostes, na coroação de um imperador do Império do Espírito Santo, geralmente uma criança, na celebração de um banquete ritual, gratuito para todos que o quisessem, e no libertar-se presos da cadeia local”.
Com os Descobrimentos, este culto genuinamente português, estendeu-se aos Açores, Brasil, América, tendo sido silenciado em Portugal continental a partir do séc. XVI, pela Contra- Reforma. Resistiu ainda no séc. XX, em algumas localidades como Tomar, ou Sintra onde foi interrompido.
Na Serra da Arrábida, retomámos esta tradição transmitida pelo Pensamento de Agostinho da Silva, no encontro organizado pelo Império de S. Filipe do Espírito Santo. a 19 de Maio 1991, domingo de Pentecostes; com a presença de António Quadros dedicando “Trovas para o Menino Imperador - no Dia de Pentecostes”, ao ritual de Coroação das Crianças. Também, Dalila Pereira da Costa se uniu a esta celebração, como António Cândido Franco, Paulo Borges, Eduarda Rosa e outros amigos, António Telmo colaborava, então, connosco no projecto da Casa de Estudos Universo, em Setúbal.
Este encontro pentecostal tem sido continuado pelo Convento Sonho e Associação Agostinho da Silva, com o apoio do Convento da Arrábida - Fundação Oriente.
Enaltecendo a íntima harmonia com a Natureza, reiniciou-se o ciclo do Culto do Espírito Santo, preservando na essência: a Coroação da Criança, símbolo da inocência a imperar no mundo; a Liberdade de ser, e a Paz, simbolizadas na Pomba; a partilha do pão para todos, concretizada no Bodo; a exaltação do ideário de Fraternidade no convívio ecuménico, em diversidade de crenças, religiões e culturas.
Afirmou Agostinho da Silva, acerca desta celebração e relativamente às Trovas para o Menino Imperador, de António Quadros: “poema extraordinário, marcado a um tempo pela atenção ao Povo de Portugal e pela compreensão do que há de fundamental em sua cultura, em seu Amor da Terra e do Céu, e do Menino, como símbolo da perfeição que pode atingir em ambos seus campos, se realizou, íamos dizendo, a Festa do Espírito Santo na Serra da Arrábida, festa que foi de todo Portugal no século XIII, reinado de Dom Dinis e Santa Isabel, festa não apenas comemorativa, o que já seria muito, mas prospectiva e programática, o que é o supremo do pensamento e da acção. [...] Creio que o da Arrábida foi o ressurgir dele, aGrande Festa Portuguesa, o seu ressurgir para o País e para o Mundo” (George Agostinho, Uma Folhinha de Quando em Quando – Junho 91, Império do Espírito Santo).


por Maurícia da Conceição


Criado em: 16/4/2019 18:12
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Re: Essa tal infelicidade sua !!!
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(atenda mas é o telefone)

Criado em: 6/4/2019 17:31
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Re: Essa tal felicidade
sem nome
ah, e parabéns pelos clones puxa-saco

Criado em: 6/4/2019 9:24
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Re: Essa tal felicidade
sem nome
ah, e parabéns pelos clones puxa-saco

Criado em: 6/4/2019 9:24
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Re: Essa tal felicidade
sem nome
ah, e parabéns pelos clones puxa-saco

Criado em: 6/4/2019 9:24
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