INEBRIADOS

Data 03/09/2014 20:54:04 | Tópico: Poemas

INEBRIADOS

Para esquecer os infortúnios da vida,
eu me inebrio em vinho na escuridão.
No silêncio, em meio angústia e solidão,
mantenho-me assim como única saída.

De repente, ouvi lamentos de aflição,
e os pesares de uma lágrima vertida
de uma bela moça, apesar de abatida,
encontrava-se em profunda decepção.

Em uma das mãos, um veneno letal
prometia cessar aquela agonia
que a consumia de um jeito desleal...

Logo, ela se aproximou e degustou
um gole de meu vinho com empatia,
surgindo ali o riso que a libertou.






Escrito em 10/11/08



Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=277950